ESTUDOS&SERMÕES

Como vencer as aflições da vidaJoão 16.20,21,25-33.


introdução

O crente em Jesus pode vir a sofrer? Se a resposta for não, então por que o sofrimento assalta-lhe a vida? Neste trimestre, estudaremos as “aflições do tempo presente”. Veremos que elas, conforme ensinou Jesus (Jo 16.33), são uma realidade inevitável até mesmo na vida do crente mais fiel. Mas da mesma forma como Ele padeceu, porém triunfou, nós também poderemos vencer todas as batalhas. E, assim, cresceremos integralmente na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

I. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE

1. De ordem natural. Presenciamos uma desordem nunca antes vista na natureza. Apesar dos falsos alarmes, não podemos ignorar a devastação provocada pela ação irresponsável do homem. A Bíblia diz que a criação geme e está com “dores de parto” pelo que o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22). Quantas calamidades nos abatem por causa da degradação ambiental. São tragédias assombrosas que ceifam milhares de vidas. As poluições nos lagos, rios e mares, e as ocupações em áreas de riscos contribuem para a ocorrência de tragédias. Tais aflições também afetam os crentes fiéis.
2. De ordem econômica. Outra aflição que se abate sobre o mundo é a de ordem financeira. A crise econômica internacional empobrece países, nações e famílias. Quantos não deram cabo da própria vida porque, da noite para o dia, descobriram que perderam todos os bens? Em nosso país, milhões de pessoas sobrevivem com menos de um salário mínimo. A pobreza, a fome e a miséria continuam a flagelar vidas ao redor do mundo, inclusive as dos servos de Deus (Mc 12.41-44).
3. De ordem física. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, doenças como câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade são consideradas as pragas do século XXI. Essa informação traz-nos algumas indagações: Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ou não desenvolve a depressão e não sofre de hipertensão arterial? Não precisamos de muito esforço para reconhecer que as enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que as doenças acometem igualmente o servo de Deus, é impossível ignorar que há enfermidades de natureza espiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt 9.32,33; Jo 5.14,15).
  
II. POR QUE O CRENTE SOFRE

1. A queda. O sofrimento é algo comum a todos os homens, sejam ímpios sejam justos. Uma razão para a existência do mal é a queda humana. Deus fez um mundo perfeito (Gn 1.31), mas a transgressão de Adão trouxe a tristeza, a dor e a morte (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Por isso, todos estão igualmente sujeitos ao sofrimento (Rm 2.12; 8.22).
2. A degeneração humana. Com a queda no Éden, o homem sofreu um processo de degeneração moral, social e espiritual. Tal degradação, observada na vida de Caim (Gn 4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de toda aquela geração, levou Deus a destruir o mundo pelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblico mostra claramente a corrupção humana e o aparecimento do ódio, da violência, das guerras e de todos os atos que contrariam a vontade divina. Não é exatamente essa a situação da sociedade atual? A humanidade acha-se em franca rebelião contra Deus (Rm 3.23).
3. O novo nascimento e o sofrimento. A experiência pessoal e genuína do novo nascimento gera no crente uma natureza oposta a da queda (1 Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento, pois, como disse Agostinho de Hipona: “A permanência da concupiscência em nós é uma maneira de provarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutando contra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor”. Assim, experimentamos o sofrimento porque habitamos um corpo que ainda não foi transformado, mas que espera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58).
  
III. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES

1. A soberania divina na vida do crente. A soberania divina na existência do crente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o que o vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso, você pode falar como o salmista: “Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois consideraste a minha aflição; conheceste a minha alma nas angústias” (Sl 31.7). Querido irmão, querida irmã, não se desespere! O Senhor, Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente de você e dos seus, porque “a terra é do Senhor e toda a sua plenitude” (1 Co 10.26).
2. Tudo coopera para o bem. A vontade de Deus para as nossas vidas é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreus reconhece que o Senhor, muitas vezes, usa a provação para corrigir-nos e fazer brotar em nossa vida o “fruto pacífico de justiça” (Hb 12.3-11). No exercício desse processo, crescemos como pessoas e servos de Deus, aprendendo na faculdade das aflições da vida. Assim, podemos dizer inequivocamente que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.28).
3. Desfrutando a paz do Senhor. Olhar para o sofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente, desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas não o é quando entendemos que Deus age segundo o conselho da sua vontade, visando sempre o bem e o crescimento dos seus filhos. O deserto da vida não é percorrido sob a ilusão mágica da “sombra e água fresca”, mas com os pés firmes na realidade desértica do sol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7). Nesse interregno, porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e a proteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento e cantar em alto e bom som o coro do hino 178 da Harpa Cristã: “Paz, paz/ gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristo minh'alma salvou/ tenho doce paz!”.
  
CONCLUSÃO

Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!


“Sofrer faz algum sentido?
‘Um Deus que não aboliu o sofrimento — pior ainda, um Deus que aboliu o pecado precisamente pelo sofrimento — é um escândalo para a mente moderna’ (Peter Kreeft).
[...] É vital reconhecermos a historicidade da Queda. Se a Queda é meramente um símbolo, enquanto na realidade o pecado é intrínseco à natureza humana, então voltamos ao dilema de Einstein: que Deus criou o mal e está implicado em nossos erros. As Escrituras dão uma resposta genuína para o problema do mal somente porque insiste que Deus criou o mundo originalmente bom — e que o mal entrou num certo ponto da história. E quando isso aconteceu, causou uma mudança cataclísmica, distorcendo e desfigurando a Criação, resultando em morte e destruição. É por esse motivo que o mal é tão odioso, tão repulsivo, tão trágico. Nossa resposta é inteiramente apropriada, e a única razão por que Deus pode realmente nos confortar é que Ele está do nosso lado. Ele não criou o mal, e também, detesta a maneira com que isso desfigurou o trabalho de suas mãos” (COLSON, C.; PEARCEY, N. E Agora Como Viveremos? 2.ed., RJ: CPAD, 2000, p.258).
*******************************************************

“A PROVAÇÃO DE JÓ” –
Texto: Jó 1;1-5

I - O livro fala da angústia do coração humano torturado pelas aflições e sofrimento.

a)      É um dos livros que mais falam a alma em momentos de profundo sofrimento;

b)     Mostra a insuficiência da compreensão humana diante do problema do sofrimento;

c)     Quando não entendemos determinadas situações, a sabedoria manda que fiquemos calado;


II –      A vida de Jó estava em perfeita harmonia com Deus e com os homens (Jó 1:1-5)

a)      Era reto, sincero, temente a Deus e desvia-se do mal,

b)      Tinha uma família próspera e feliz;

c)      Havia harmonia entre os filhos de Jó;

d)     Jó se preocupava com o bem estar espiritual dos seus

e)      Deus havia feito de Jó o mais próspero homem do Oriente. 

“A inquietação de satanás” (Jó 1:6-12)

III –    Aquela situação incomodou a satanás.

a)      Satanás procura entender a origem de tamanha felicidade na vida de Jó;

b)      Como não pode aceitar que a origem daquela felicidade estava em Deus, deduz que está na prosperidade;

c)      A felicidade de Jó leva satanás a apresentar-se perante o trono de Deus e acusar Jó falsamente de servir a Deus por causa das benções materiais;

                                          “A soberania de Deus” (Jó 1:6-12)

IV –    O trono de Deus é lugar de soberania

a)      Não há nada que satanás possa fazer, que Deus não possa anular;

b)      Esse é um motivo para termos paz e confiarmos em Deus;

c)      Ele não faz nada sem a permissão de Deus;

d)     Quando fala de Jó, Deus fala que ele é integro, reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Por que não fala da família, dos servos e dos bens de Jó?
Porque para Deus esta coisas vinham do fato de Jó ser fiel a ele.


“Os tempos de calamidade” (Jó 1:13;22)

V –      Jó perde tudo repentinamente.

a)      Os pilares sobre os quais estava a vida de Jó são abalados;

b)      1º pilar: Os filhos (família);

c)      2º pilar: Vida financeira (os bens);

d)     3º pilar: a saúde (Jó 2:7);

e)      4º pilar: o casamento  Jó 2:9;

“Os tempos do deserto”

VI – Além de perder tudo Jó recebe amigos que vão lhe condenar.

a)      Elifaz, Bildade, Zofar e Eliú representam tudo que a teologia, a “auto-ajueda” e a “achologia” teria a dizer acerca do significado das calamidades e do sofrimento que assolaram a vida de Jó;

b)      No início até agiram corretamente, depois se perderam;

c)      Interpretavam o sofrimento como conseqüência do pecado pessoal;

d)     Se eles não entendiam aquela situação, deveriam prestar solidariedade e orar com Jó;


“O tempo da restauração” (Jó 42: 1,3 até 5,6)

VII – Deus responde a Jó.

a)      As palavras dos homens trazem confusão, a de Deus traz consolação;

b)      Deus quando aparece, não responde às várias perguntas de Jó mas mostra-lhe a sua grandeza;

c)      Deus tem o domínio de todas as situações;

d)     Deus é soberano e recompensa aqueles que lhe pertencem, apesar dos tempos do aperto e da dor.


# em tempos de crise confiamos  sempre na soberania de DEUS

***********************************************
NOSSA VIDA É BREVE E IMPREVISÍVEL

TEXTO: TIAGO 4:13-17



 INTRODUÇÃO
Estamos sempre a alguns minutos da eternidade, mas nunca sabemos quando chegará a hora de findar a nossa existência nesta terra. Não temos o controle da vida e nem do tempo “vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por um instante e logo se dissipa” (Tiago 4.12). A falta de percepção da finidade do tempo e da efêmera vida faz com que muitos desperdicem o aproveitamento do tempo e tornem a vida desprovida de propósito e da importância que ela significa. Todas as coisas são feitas no tempo, e todas as coisas que se são bem aproveitadas não são perdidas, a humanidade vive a existência como se tivesse muito tempo para aproveitar.

O proveito da utilização do tempo parte do princípio de que ele é muito curto, mas não temos a noção de quanto tacanho na verdade ele é -, possui um valor que deve ser bem aproveitado. A exortação bíblica nos remete a um exame sobre a sucessão dos dias em que vivemos e a relação da vida com a utilização do tempo “remindo o tempo porque os dias são maus” (Efésios 5.16). A efêmera vida deve ser vivida de tal modo intensa que o tempo utilizado jamais seja perdido. Os proveitos permanecerão quando do uso benéfico das horas, dos dias -, estejam disciplinados e conscientes de que a morte é amante do tempo e nunca saberemos quando as coisas se findarão -, quem nos garante outro tempo, ou outro instante? 

Todo o esforço da vida deve ser empreendido para saber aproveitá-la de tal maneira que colhamos os frutos para além desta vida. Viver para a eternidade é algo que deve nortear a vida dos cristãos -, o tempo foi nos dado para um propósito, o qual deve ser considerado e jamais pode ser desperdiçado; plantar valores eternos nesta vida está ligado diretamente ao aproveitamento do tempo e do esforço da vida cristã. 

Viver consciente sobre a brevidade da vida e a preciosidade do tempo deve ser algo primordial na vida de todo ser humano, principalmente aos cristãos dado a sua relação proposital estabelecida por Deus, nesta terra. Levando-nos as reflexões do que fazemos com o tempo disponível, para que jamais a vida seja apenas anos que se passam. Dar significado a mesma, passa pela compreensão do resumido tempo da vida “acabam-se os nossos anos como um breve pensamento” (Salmo 90.9 p.b). O que é feito com o tempo? Como ele é gasto, ou aproveitado?  Visto que, na nossa fragilidade humana diante do “desconhecido amanhã”, o tempo no hoje deve nos levar a responsabilidade de saber administrar a vida e aproveitar o tempo, longe da correria comumente deste mundo que corre unicamente para as coisas desta terra -, mas vivendo para a eternidade fazendo no tempo as devidas coisas necessárias e importantes. 

Pois, quando o amanhã chegar, as considerações na vida não sejam os lamentos dos que não viveram conscientes desta realidade efêmera posta a nós seres humanos. O “eu não posso perder mais tempo”, é testemunho conciso de que a vida cobra, visto que o tempo passa, e se o tempo foi gasto na sua ociosidade e sem nenhum proveito, não poderá voltar para ser recuperado. Nesta vida, é mais importante não perder tempo do que o dinheiro. Tão importante viver como não tendo tempo a perder, para saber viver a breve vida aproveitando o precioso tempo, acima de tudo, vivendo para Deus.

       Devemos Reconhecer que a Vida é Breve e Imprevisível

Quantas vezes nesses últimos anos, temos sido lembrados de que a nossa vida é breve.  Que ninguém entre nós é capaz de controlar seu destino.  Que ninguém de fato sabe o que há de acontecer amanhã. 
Confessoque esses pensamentos podem nos levar ao desespero.  Mas devem nos levar a esperança.  Não em nós, mas em Deus, o único que sabe exatamente o que há de acontecer amanhã.  O número dos nossos dias já está escrito no livro dEle!  Não há nenhuma surpresa!  Ele sabe quanto tempo nos resta.  Cada dia, temos exatamente um dia a menos para gastar em torno de Jesus e Seu Reino.  A pergunta é: Como estamos investindo nossa vida, nosso tempo?  Estamos vivendo hoje, para a eternidade? 
Infelizmente, algumas pessoas vivem suas vidas como se fossem indestrutíveis.  Como se fossem mestres do seu próprio destino.  Como se nunca teriam fim.  Tiago condena esse tipo de humanismo, secularismo, que exalta o homem e seus planos, sem levar em consideração a vontade de Deus (vs. 13) 
Nãohá nada de errado com planejamento.  A Bíblia nos encoraja a sermos diligentes, a planejar para o futuro, como a formiga que prepara sua casa para o inverno.  Mas nunca somos encorajados a planejar  nosso futuro num vácuo de auto-suficiência.  Tudo que fazemos tem que ser submetido ao Plano Divino.  Tudo que planejamos tem que ser coerente com os valores bíblicos.  Tudo que sonhamos tem que ser coerente com o uso de nossas vidas para eternidade. 
Penso comigo mesmo sobre os nossos planos, nossos sonhos, nossos ideais, nossos alvos como casal.  Planos para crescer e envelhecer juntos.  Planos para celebrar bodas de prata.  Planos para visitar os filhos, os netos.  Planos para viajar. Planos para conhecer, quem sabe, qualquer lugar do mundo. 
Mas Tiago nos adverte.  Enquanto planejamos, nunca podemos esquecer de quem somos.  Somos seres extremamente dependentes.  Somos finitos, limitados, fracos, vítimas de um mundo contaminado pelo pecado do homem.  Vítimas de um mundo perverso. 
A aqueles  que por sinal haviam experimentado muito sucesso na vida, faziam seus planos num vácuo de autossuficiência.  Estavam construindo suas vidas sobre um fundamento de luxo, só para descobrir no fim que tudo era lixo.  Faziam seus planos sem Deus. 
Construíam seus castelos sobre a areia.  Mas a onda da soberania de Deus subiu na praia deles, e levou tudo para o fundo do mar. Nunca podemos deixar Deus fora dos nossos planos

1. Porque somos ignorantes do futuro. (v14): Não sabemos o que vai acontecer amanhã.  Somos limitados.  Finitos.  Não somos oniscientes.  Podemos e devemos fazer planos, mas nunca com arrogância, auto-suficiência, prepotência, ou autonomia.   
Aocontrário, deve nos levar a humildade e dependência.  Cada dia, cada momento. No momento em que Jesus tira sua mão sustentadora das nossas vidas, paramos de respirar.  Nosso coração pára de bombear sangue para nosso cérebro, tudo acaba.  Por isso, vivemos nossas vidas não num vácuo de auto-suficiência, mas numa redoma de fé e confiança debaixo da onisciência de Deus.  Ele sabe.  Ele se importa.  Ele traça os planos para nossa vida.  Ele direciona.  Podemos lançar sobre Ele toda a nossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de nós! 

2.  Porque somos impotentes.  Também não somos onipotentes.  Não temos poder nem de acrescentar um fio de cabelo nas nossas cabeças, ou mais um minuto para nossas vidas (Mt 6:27).  Somos como neblina que aparece e logo se dissipa. 

A pergunta que se faz diante de uma tragédia é , “que é a nossa vida?” Tiago responde: “Sois pó e vapor, que aparece por um pouco, e logo se desvanece” (Tg. 4:14). “Não só fomos pó, não só havemos de ser pó, mas já somos pó.
“Ó Senhor, mostra-me meu destino e quantos dias viverei, para que eu saiba como sou frágil. Deste aos meus dias o comprimento de alguns palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti. Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é apenas um sopro. Na verdade, todo homem vive como uma sombra; inquieta-se e ajunta riquezas em vão, e não sabe quem ficará com elas”. (Salmo 39: 4-6)
Qual lição pode e deveu aprender com a verdade que a nossa vida neste mundo é transitória?
1         Não vale a pena se esforçar para ser o centro das atenções. 
2        Quantas pessoas desejam isto ardentemente? Querem aparecer, querer ser celebridades. Se não podem ser celebridades de Hollywood, que sejam da Globo. Se não podem ser da Globo, que sejam da Record. Se não podem ser da Record que sejam conhecidas na cidade. Se não podem ser conhecidas na cidade, que sejam conhecidas no serviço, na igreja... Elas querem aparecer e ser o centro das atenções de qualquer maneira!
Nesta busca elas passam por cima de princípios, vendem valores, magoam pessoas. Elas fazem e falam coisas das quais depois se arrependem amargamente. Salomão fez esta indagação no Eclesiastes: “Observei ainda outro mal debaixo do sol, que pesa muito sobre o homem: Deus dá riquezas, bens e honra ao homem, de maneira que nada lhe falta de tudo quanto deseja; no entanto, Deus não permite que ele desfrute de nada, mas outro desfruta de tudo em seu lugar. Isso também é absurdo e um grande mal. Se o homem tiver cem filhos e viver muitos anos, mesmo que os dias da sua vida sejam muitos, se não desfrutar das coisas boas da vida e não tiver um sepultamento digno, digo que uma criança que nasce morta tem melhor sorte que ele. Ela nasce em vão e desaparece na escuridão, e o seu nome fica escondido na escuridão. Nunca viu o sol e nunca soube de nada; mesmo assim, o seu descanso é melhor do que
o descanso daquele homem. De que lhe valeria viver dois mil anos sem desfrutar de nada? Não vão todos para o mesmo lugar?” (6:1-6)
            A transitoriedade da vida nos lembra que não vale a pena lutar para ser o centro das atenções. Existe um provérbio italiano que diz o seguinte: “Quando o jogo de xadrez chega ao fim, peões, torres, reis e rainhas voltam todos para a mesma caixa”.
“A não ser que o epitáfio me diga quem aqui jaz, não posso saber pelo pó, nem pelo epitáfio saber de que pó se trata, ou se outros foram colocados antes ou depois no mesmo túmulo. Ninguém pode afirmar: este pó é de reis, e este de plebeus. Nenhum tribunal, nenhuma inquisição pode dizer, este pó é católico, este é herege. No final, todos são iguais”. (John Donne)
2 O cristão não é desse mundo e não pertence a ele. 
Mesmo entre os cristãos existe uma enorme aversão ao pensamento da morte no mundo de hoje. As pessoas odeiam este assunto pelo fato de que o seu olhar só é capaz de contemplar esta vida. Elas são incapazes de considerar o que vem depois. Segundo as Escrituras esta é uma atitude mundana!
Quem lê o capítulo 17 do evangelho de João percebe que Jesus fala quatro vezes que o crente não é deste mundo. “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo (v.6). “É por eles que eu rogo, não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me destes” (v.9). “O mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou” (v.14).
Há somente dois grupos de pessoas no mundo, aqueles que são do mundo e aqueles que pertencem a Cristo. Não existe outra distinção que tenha a menor importância. Quando todos nós morrermos, fará alguma diferença a qual partido político pertencemos ou fomos solidários? Se moramos nos jardins  ou num bairro de menor expressão? Se viajamos por várias partes do mundo, ou se jamais saímos do brasil ? Nosso grau de conhecimento ou os nossos títulos? Depois da morte nada disso fará a menor diferença! Mas fará muita diferença se pertencemos a Cristo ou a este mundo.
3 Nossa recompensa não será entregue nesta vida, mas no porvir. Um casal de missionários americanos voltava para casa, depois de muitos anos, na África. No mesmo navio estava o presidente dos Estados Unidos, Tedd Roosevelt. O presidente voltava de uma temporada de caça na África. Uma multidão e uma banda aguardavam o presidente no porto para fazer-lhe uma homenagem. Indignado, o missionário falou para a esposa: “Isso não é justo. Nós sacrificamos nossas vidas ajudando aos necessitados, e ninguém se importa com isso. Veja só, essa festa toda, quando o presidente volta de uma simples excursão de caça. E mais, não existe ninguém esperando por nós”.
O missionário ficou excessivamente chateado! Eles voltavam do campo após vários anos, sem plano de saúde e com vários problemas de saúde. Aquela indignação durou alguns dias, até que a esposa disse ao marido: “Por que você não expõe isso ao Senhor?” Aquele missionário entrou no seu quarto e ficou lá um bom tempo. Quando saiu estava visualmente melhor. Percebendo a mudança no marido, a esposa lhe perguntou: “O que foi que aconteceu?” E o missionário respondeu: “Eu desabafei! Falei para Deus tudo o que me incomodava! Contei que achei injusto voltarmos para o nosso país, para a nossa casa depois de anos evangelizando pessoas na África, e não receber qualquer recompensa, enquanto que, o presidente dos Estados Unidos, ganhou festa, homenagens, só porque voltava de uma excursão de caça”. “E o que você ouviu da parte de Deus?”, perguntou a esposa.“Ele me disse que nós ainda não chegamos em casa”.
            “As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração humano, são as que Deus preparou para os que o amam”. (I Cor. 2:9)

Se você pudesse deixar uma última mensagem antes de morrer, que mensagem seria esta? 

“Bom dia! Como você olha para sua vida? Para frente ou para trás? Que o Senhor te dê a graça para largar as coisas, até mesmo aquelas que consideras preciosas nesta vida, e te permita olhar mais para adiante, onde Cristo te espera para um encontro glorioso que te abrirá as portas da eternidade”.
Conclusão
Por isso devemos viver com nossas vidas amarradas em Jesus, na esperança de vê-lo a qualquer instante.O cristão não precisa temer a morte!  Choramos, sim, pelos que ficam, pela dor, pelo vazio.  Mas quando vivemos nossas vidas com olhos fixos no alvo, há uma certa expectativa do além.  Somos peregrinos!  Somos forasteiros!  

O hino 108 do Cantor Cristão diz o seguinte:
Quando Cristo sua trombeta lá do céu mandar tocar, quando o dia mui glorioso lá romper,
E aos remidos desta terra meu Jesus se incorporar, e fizer-se então chamada, lá estarei.

Neste tão glorioso dia, quando o crente ressurgir, e da glória de Jesus participar;
Quando os crentes ressurgidos atingirem o porvir, e fizer-se então chamada, lá estarei.

Lidarei então pra Cristo té o dia terminar; falarei do seu amor por nós aqui.
Quando, pois, findar a vida e o labor aqui cessar, e fizer-se então chamada, lá estarei.


Quando a chamada for feita você estará lá?




O PREÇO DE SER UM DISCÍPULO
LUCAS 14.25-35:
Introdução
Toda decisão em nossa vida há um custo
Tudo na  vida tem um preço , tudo o que formos fazer tem seu preço ,todas as demandas da vida tem um custo, todos nos quando vamos fazer algo  primeiro calculamos se temos condição ou não  ou deveria ser  exemplo  quando vamos viajar calculamos os gastos quando vamos fazer um curso , construir , financiar  carro , casa  etc
Cristo requer isto do discípulo, prioridade, Deus tem que estar acima de tudo em sua vida, mais do que a família, como no caso de Abraão, mais do que todas as coisa, como no casso de Paulo.Sim, na verdade, tenho também como perda todas as coisas pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como refugo, para que possa ganhar a Cristo. Filipenses 3:8


Em alguns casos  temos que calcular não só os gastos financeiros mas o tempo se vai vale apena se tem tempo suficiente ,  calcular  se  vale apena  todo esforço  etc
A muitas coisas na vida que quando não calculamos ficamos frustrados, pois  perdemos , tempo dinheiro   por isso a coisas que fazemos na vida que precisa ser calculado
A muitos arrependido por ter iniciado e feitos coisas sem calcular e verificar os custo
Mas nos  não calculamos apenas  aquilo  que traz prejuízos materiais precisamos fazer cálculos  a respeito da nossa  vida espiritual , exemplo temos que calcular  sobre nossas decisões espirituais  quais custos benefícios as decisões que tomamos  hoje pode refletir no futuro
Ilustração   ceu x inferno   os que  crer que o inferno não existe vai descobrir quando la estará foi um calculo errado em vida  eu sei onde vc estará e também saberei
Nossas decisões  espirituais   reflete todo o nosso futuro as nossas decisões a tudo que envolve nossa vida hoje  reflete no futuro tantos as perdas quanto ao ganho  reflete papaeis fundamentais em nossa vida
Quando calculamos mal  a consequências mas  em relação ao nosso futuro  este  texto que lemos  nos traz  um custo que não é material  a respeito de  coisas  que você poderia compar  construir e  etc mas  trata de um custo  o universo al qual chamamos espiritual
Primeira coisa
O que é custo? Quando falamos sobre “custo”, pressupomos que se trata de uma reflexão de uma decisão que precisamos tomar na vida. Nós precisamos refletir sobre nossas decisões espirituais, pois elas terão consequências futuras. Assim, o custo não diz respeito só a coisas materiais, mas também com relação com Deus
Segundo o que é discipulado
O que é discipulado? Podemos falar de dois sentidos: (1) o ato de seguir Jesus e (2) o ato de ajudar outros a seguirem Jesus. Porém, pessoas que não seguem Jesus não podem ajudar outros a seguirem a Jesus. Há custo tanto para seguir a Jesus quanto para ajudar outros a seguirem a Jesus.
o ato de seguir Jesus  tem um custo precisamos esta preparado para pagar   este preço
não temos  como escapa  deste custo  não temos como não paga esta conta  se você quer verdadeiramente seguir  a jesus ?
O ato de seguir a jesus  pressupõe  uma decisão  e toda decisão há um custo
E qual e este preço de seguirmos a Jesus ?
Observamos
26,27,33 não pode ser meu discípulos , mas quem não pode ser discípulos  se alguns não pode ser discípulos de Jesus  e porque tem algumas condições  para ser discípulos  e estas condições  envolve decisão e decisão envolve custo observamos o texto
Jesus dá esse discurso a “grandes multidões que o acompanhavam” (v. 25). O relato de Lucas muda o foco do confronto de Cristo com os líderes religioso para as multidões que queriam viver um cristianismo anônimo, genérico, sem preço a pagar. Era uma multidão, uma massa de pessoas sem nome e identidade – os “isentões”. Eles seguiam a Jesus “sem compromisso”. A multidão é algo atrativo para o descompromissado, pois não é necessário prestar contas. Ele pode interagir sem se engajar, como pessoas que só querem ir ao culto, sem serem notada s.apenas ter uma igreja  para frequentar sem compromisso com o evangelho sem  pagar o preço de seguir Jesus
Seguir a JESUS não é so  acompanha  uma multidão  sem compromisso se saber  para onde esta indo , o que esta fazendo , querei atrás  de Cristo sem pagar  um preço  apenas   caminha   sem rumo .
Jesus  esta preocupado com a multidão e fala com  ela v 25
Hoje a dezenas  de pessoas  apenas em uma multidão tentando e querendo seguir Jesus  sem levar em conta o preço do discipulados , pessoas que não se parece com Cristo  não se importa  com os ensinamento de cristo, querem viver do m seu jeito  fazer as coisas como as convem  ignorando totalmente  o que realmente envolve seguir a jesus .
Muitos hoje querem serem cristões anônimos,  simplesmente  querer uma igreja confortada para  ir ouvir  uma mensagem e terem uma semana confortada , sem ter que da satisfação, a ninguém fazer o que quiser sem se preocupar  com nada irem a igreja apenas quando sentir vontade ,
Devemos estar dispostos a pagar o preço para servir ao Senhor, isso não significa que será fácil,.
Você está disposto a pagar o preço para seguir a Cristo
Abra mão do conforto

Amado, saiba que Jesus não quer o seu conforto. O seu conforto é suicídio, é sua tentativa de seguir a Cristo nos seus termos e não nos dele. Pois você quer seguir a Jesus nos seus termos e não nos termos de Jesus  vou seguir a Jesus do meu jeito
Se você for de cristo pode ter certeza que Cristo não deixara em você cometer este erro ele  fara de você  um discípulo . Jesus  diz  Vem a mim
A essa multidão, Jesus fala sobre o que significava segui-lo de verdade e não somente acompanhar a multidão sem se posicionar. Todas as indicações que Jesus dá neste discurso de “quem não pode ser meu discípulo” vem com condições. Jesus coloca três condições que essa multidão precisa ouvir:
1) Os termos do discipulado
Discipulado não é Jesus se encaixar na sua vida e nos seus planos, mas você se encaixar na vida, nos planos e nas exigências de Jesus. Não chamamos JESUS para ele  encaixar em nossa vida  mas  com nosso planos   com  nossa agenda pronta. Com nossas condições você  fez suas escolhas  onde iria morar  você escolheu  com ia  se casa  você escolher  tudo e tudo  sem considerar   o evangelho . seguir a JESUS não pode ser baseado no nosso termo , não temos de ver  em nossa agenda se há espaço para seguir a jesus  mas nossa agenda deve esta   focada  em seguir a jesus
Em geral quando estabelecemos nosso próprios termos nos redefinimos  o que achamos  e sabotamos  as coisas para nosso bem ex  as sociedade redefiniu o que é casamento nos seus termos  ignorando o que JESUS ensinou
Para sermos  discípulos precisamos entender algumas demandas
A primeira demanda – a demanda do amor: V 26
 Hoje  quantos tem redefinido o que é amor  Jesus diz que quem não o ama mais que sua família não pode ser seu discípulo. O discipulado exige que amemos Jesus mais que um entre outros homens, mas como Deus. O discipulado significa dizer que Jesus tem a primazia.
Jesus diz que  o amor a JESUS  deve estar  acima de qualquer outro valor
Exemplo   nosso comprometimentos com Jesus deve ser maior que qualquer outro valor  inclusive com a família , quantas pessoas  foram perseguida por seus familiares  ate meso martirizada por segui a cristo,
Jesus não e contra a família  e nem nos pede que a abandonamos o que ele  ensina e de que a Valores mais importe nesta vida do que agradar e o amor nem sempre e ceder  mas amar e ficar com a verdade  a justiça 
Devemos amar a JESUS   e amar a jesus  como Deus e  dar a primazia a Jesus  e saber  que Ele  nos salvou e deu a vida eterna  e seus ensinos  e lições de vida e primazia em  nosso meio .
Não podemos admitir nenhuma fonte de  remição a não ser Jesus  ele é que nos redimiu de nossos pecados  nossa preocupação   deve ser a penas a de fazer o que Jesus nos pede
A demanda de seguir a jesus exige que o amamos como aquele que tem a aprimazia em tudo . nosso referencial deve ser Jesus
A segunda demanda – a demanda do sofrimento 27
 Jesus exige certo tipo de sofrimento: tomar sua cruz e seguir. Esse sofrimento vem por causa do nosso amor primordial por Cristo, pela reação do mundo contra isso.
Primeiro, “negar-se a si mesmo” significa viver uma vida  de auto-negação, em que a vida de Cristo é vivida em e através de nós.  A vida de Cristo foi uma vida entregue para outros (Mc 10.45, Lc 19.10).  Quando abrimos mão dos nossos “direitos”, privilégios, tempo, bens e lazer para servir a Deus, sem chamar atenção a nós mesmos, estamos vivendo a vida de Cristo.  “Negar-se a si mesmo” é isso. 
Segundo, "carregar a cruz" significa , em primeiro lugar, identificar-se com Cristo e seu sofrimento por nós na cruz (Rm 1.16).  A cruz foi um instrumento de morte violenta e VERGONHOSA.  Jesus morreu INOCENTE, mas exposto, nu, pendurado entre céu e terra, carregando nossa sujeira sobre si mesmo.  Quando somos mal-tratados por Cristo, “envergonhados” porque usamos com coragem o nome dele, estamos carregando a cruz.   
Também tomamos a cruz de  Cristo quando suportamos, por amor, a vergonha e as conseqüências do pecado de outras pessoas.   Não podemos acrescentar nada à obra final de Cristo.  Suportamos o pecado de outros, não no sentido de SUBSTITUIÇÃO (como Jesus fez por nós) mas no sentido de CONSOLAÇÃO e MINISTÉRIO.  Ou seja, carregando os fardos de outros, fruto do pecado individual ou fruto do pecado “corporativo” como membros sofridos da raça humana que jaz no Maligno e por isso geme (Rm 8.19-27). Ministramos para essas pessoas para que conheçam o Deus de toda consolação(2 Co 1.4), e sejam cada vez mais parecidos com Cristo (2 Co 3.18).  Essa é a natureza do ministério verdadeiro. 
Carregar a cruz não significa, como alguns “humoristas” às vezes sugerem,  suportar a sogra!  Não significa agüentar um emprego ruim, um patrão chato, ou uma situação financeira desesperadora.  Significa decidir amar ao irmão e pagar um preço para que ele conheça a Deus melhor.  Foi EXATAMENTE isso que Jesus fez!

Do contrário, vai ser como o rei que saiu para uma guerra e não mediu a força do inimigo. Vai ter que se entregar e negociar a paz. Ou como o outro que começou a construir uma torre e não calculou o quanto iria gastar e não deu conta de continuar. Todo mundo vai debochar dele. É preciso calcular. Do mesmo modo deve agir quem quer seguir Jesus: ver aonde Jesus vai e assumir para valer. Nos tempos atuais sentimos dificuldades de cortar aquilo que impede o seguimento de Jesus, por isso a fé se torna mesquinha e raquítica. Não posso seguir Jesus somente até certo ponto. Não funciona. Não pode ser meu discípulo diz Jesus.

A terceira demanda – a demanda do desapego: v 33
Jesus exige desapego, tendo Jesus como o tesouro de maior valor que temos.
 O desapego é fundamental no seguimento. Se o discípulo não for desapegado não será livre, e não conseguirá caminhar, dar passos no caminho do Reino. O desapego o tornará livre, dos laços familiares, e de si mesmo para poder doar-se inteiramente a Deus. O discípulo sábio é aquele que soube escolher Jesus acima de todas as coisas. Escolha que é adesão, isto não intelectualmente, mas de coração, com amor. É uma escolha existencial, que envolve todo o ser, e a vida da pessoa. É um ato fundamentado na mais pura fé,
Jesus aqui resume as características que Ele quer para um discípulo. O discípulo tem que amar a Deus acima de tudo, pois Deus não pode ser colocado em segundo plano, a Bíblia chega até a dizer que Deus tem ciúmes por nós. Ou pensais que em vão diz a escritura: O Espírito que ele fez habitar em nós anseia por nós até o ciúme? Tiago 4:5.

Hoje precisamos pregar o evangelho e mostrar o que envolve segui a cristão não disfarçarmos o evangelho como muitos  Jesus nos falou do sal, o sal quando misturado com agua  e depois  seco novamente perde seu sabor quando a igreja  misturar com o mundo perde o sabor do evangelho  devemos por em pratica o verdadeiro evangelho com suas  verdades e demandas ,
Seguir a Jesus é submeter-se ao seu senhoria, aceitando o sofrimento que recebemos por causa do evangelho como dádiva, entendendo que Cristo é o único vínculo que precisamos para sermos quem nós realmente somos.
Segui a cristo envolve
 -Sofre a oposição da família e/ou amigos
- É reprovado pelo mundo e rechaçado pela sociedade
- Está disposto a abrir mão dos confortos desta vida
- Vive em completa dependência de Deus Pai
- Caminha em obediência à direção do Espírito Santo
- Proclama uma mensagem que não é nem um pouco bem aceita
- Está disposto a encarar uma senda solitária e ser abandonado
- Recebe constantes ataques dos líderes religiosos como Jesus sofreu
- Sofre por amor da justiça
- Passa por privações, provações e vergonha
- Dedica a sua própria vida para bem estar de seu próximo
- Considera-se morto para si mesmo e para o mundo
- Apropria-se da nova vida que tem em Cristo
- Tem certeza da razão de sua existência e de seu destino eterno

Devemos estar dispostos a pagar o preço para servir ao Senhor, isso não significa que será fácil, entretanto é extremamente recompensador.

Cuidado se você  não esta disposto a  paga o preço para ser um discípulos , analise se realmente você foi chamado por cristo  se realmente você é um discípulo 


*********************************************************************************

Preparando o caminho para a chegada do Salvador


TEXTO Marcos 1;2-8   João 1;15-31

INTRODUÇÃO
A menos de 50 dias para a chegada do natal , muitos já  se começa a preparar para as festividades do natal , e bem que  nos dias de hoje  o natal vem se transformando  em comercio  e a figura principal do natal que é Cristo.
A  séculos a igreja comemora o nascimento de Cristo nosso salvador no dia 25 de dezembro esse fato nos trouxe grande alegria , o nascimento  de cristo a qual comemoramos  também já era esperado a muitos anos  antes do seu nascimento , e  a preparação para sua cheganda também.
Assim como  era anunciado a vinda de um  Rei  e tudo era preparado para tua chegada , com  limpezas na cidades , os caminhos era  endireitado  com Cristo não foi tão diferente .
A Boa Notícia que fala a respeito de Jesus Cristo, Filho de Deus, começou como o profeta Isaías tinha escrito. Isaías escreveu o seguinte à respeito de João Batista: “Deus disse: Eu mando o meu mensageiro adiante de você para preparar o caminho. Ele está gritando no deserto: Preparem o caminho para o Senhor passar! Abram estradas retas para ele.”
João Batista foi um profeta enviado por Deus, com o objetivo de preparar as pessoas para o ministério de Jesus, de quem era primo. Filho de Izabel e Zacarias, nasceu 6 meses antes do nascimento de Jesus. Sua missão era clara: preparar os corações dos homens para a mensagem de salvação a ser proclamada pelo Messias. Vamos estudar como se deu esse preparo.
1) POR MEIO DA PREGAÇÃO DE ARREPENDIMENTO
A pregação básica de João Batista, durante todo o seu ministério, foi sobre a necessidade de cada pessoa experimentar o arrependimento, para poder participar do Reino de Deus. Preparar o caminho significa trabalhar o terreno do coração do homem no qual o Senhor deseja entrar, removendo os obstáculos à Sua presença. Os corações sem Jesus estão cheios de maldade, ódio, rancor, mentira, indiferença, e outras coisas mais. Isso representa as sujeiras do caminho a serem removidas, para que Ele possa vir às suas vidas. Sem arrependimento, não há como Ele ter comunhão com o homem.
Arrependimento significa mudança de pensamento, de sentimento e de atitude. O arrependimento genuíno é resultado de um milagre sobrenatural operado no coração do homem. Ele vem como resultado de dois elementos: 1) A pregação do Evangelho, 2) A operação do Espírito Santo. A mudança de atitude depende de uma nova disposição do coração, que vai muito além do que uma mera manifestação externa para impressionar os homens. (Atos 2:37-39)
A)      o Arrependimento é Demonstrado por Obras:
Atos 26:20 - Preguei em primeiro lugar aos que estavam em Damasco, depois aos que estavam em Jerusalém e em toda a Judéia, e também aos gentios, dizendo que se arrependessem e se voltassem para Deus, praticando obras que mostrassem o seu arrependimento.
Mateus 3:8 - Dêem fruto que mostre o arrependimento!
b)  O Arrependimento é parte Essêncial da Fé:
Lucas 24:47 - Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras. 46 E lhes disse: “Está escrito que o Cristo haveria de sofrer e ressuscitar dos mortos no terceiro dia, 47 e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém.
 Deus usa duras situações para nos levar ao Arrependimento:
II Cor. 7:9-10 - Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa. 10 A tristeza segundo Deus não produz remorso, mas sim um arrependimento que leva à salvação, e a tristeza segundo o mundo produz morte.
A situação que o povo de israel estava vivendo era por causa  de seus pecados , nen toda situação  de sofrimento e culpa de nossos pecados , mas  em muitos casos o caos em nossa vida e resultado de nossa vida  de pecados e sem arrependimento
O Batismo não salvava e nem perdoava! Era apenas um símbolo externo de algo que já havia sido concretizado internamente!
A salvação sempre foi pela fé na promessa de Jesus.
Veja Atos 19:4 - Disse Paulo: “O batismo de João foi um batismo de arrependimento. Ele dizia ao povo que cresse naquele que viria depois dele, isto é, em Jesus”.

Temos compreendido a importância de arrependermos-nos dos pecados que pode adiar em nenhuma circunstância se aproximar de Deus se arrependeu e humilhado porque só n'Ele podemos encontrar alegria, felicidade e a salvação que o mundo não pode dar.
O natal so terá sentido para nos se  com corações arrependido , der lugar ao SALVADOR  CRISTO JESUS
2) POR MEIO DA CONFISSÃO DE PECADOS
Toda a multidão saía a ter com João Batista, no deserto, confessando os seus pecados. Em Lucas 3:10-14, vemos alguns exemplos de pecados que eram confrontados na pregação de João:
- Os pecados do egoísmo e da falta de amor (manifestado no modo de repartir as túnicas e os alimentos).
- Os pecados da avareza e da injustiça (manifestado na cobrança além do que é justo)
- Os pecados da desonestidade, mentira e ganância (manifestado na extorsão de qualquer coisa, na denúncia falsa e descontentamento com o salário).
Esses são apenas alguns exemplos do que era confrontado por João Batista e que levava o povo à confissão de seus pecados. Eles reconheciam que o pecado confrontado na pregação fazia parte de suas vidas e, então, numa atitude de quebrantamento diante da Verdade de Deus, confessavam seus pecados, em arrependimento.
A necessidade de uma nova postura, de novas atitudes, de nova forma de pensar. Para João seguir a Cristo implicava em uma vida totalmente nova, onde práticas do passado devem ser abandonadas para que o novo de Deus seja manifesto.


O que significa confessar os nossos pecados? Confessar – dizer a mesma coisa, concordar com o que a outra pessoa está dizendo. No contexto do nosso texto significa concordar com o que Joao está dizendo a  respeito do que é pecado:  a Bíblia nos  ensina que somos pecadores e cometemos pecados. Confessar os nossos pecados é reconhecer diante de Deus com profunda tristeza e sinceridade de coração, sem nada esconder, nossa culpa e pecado quando pecamos contra Deus. Foi essa a atitude correta do rei Davi no Salmo 51. Este Salmo é uma confissão sincera de Davi a Deus pelos graves pecados que ele cometeu (adultério e assassinato). Neste salmo, Davi reconhece a realidade natural do pecado na sua vida (v.5); ele reconhece que pecou contra Deus (3,4); ele clama pela misericórdia de Deus para receber perdão (1,2). O que vemos aqui não é uma confissão superficial de pecado, mas uma confissão sincera de um coração profundamente arrependido e entristecido por ter pecado contra Deus. Aquele que é nascido de novo pelo Espírito é levado a reconhecer seus pecados, chorar por eles e confessá-los a Deus. Deus quer isso de nós. Ele não quer que escondamos nossos pecados ou continuemos nele. Ele que ver arrependimento e tristeza pelo pecado. Ele se agrada disso (Sl. 51.17). Ele quer ouvir nossa confissão sincera e nos conceder o seu rico perdão.
Devemos confessar os nossos pecados a Deus. Mas há situações em que também devemos confessar nossos pecados uns aos outros. devemos confessar nossos pecados e pedir perdão àqueles que foram prejudicados pelos nossos pecados.
Pela confissão sincera dos nossos pecados somos beneficiados com perdão gracioso de Deus “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (I Jo. 1.9).
). O que é o perdão de Deus? Perdoar – abandonar, cancelar, esquecer os nossos pecados. Quando Deus nos perdoa, ele apaga as nossas transgressões e nos considera limpos e purificados. Por que Deus faz isso? Ele vê algo de bom em nós? Somos merecedores do seu perdão? Nada disso. A base e garantia do perdão que Deus nos dá não está em nós mesmos, mas nele somente. Deus nos perdoa porque ele é fiel e justo para nos perdoar.
O natal so terá sentido para nos se  com corações arrependido , CONFESSARMOS  NOSSOS  PECADOS E dermos  lugar ao SALVADOR  CRISTO JESUS

3) POR MEIO DA REMISSÃO DOS PECADOS

                                        
   João sabia que o problema dos judeus é que já se consideravam membros do Reino dos Céus, e, portanto, achavam desnecessário se preparar para a próxima fase. Já eram israelitas de nascimento. Abraão era seu pai. Eram filhos da Aliança. João, por conseguinte, viu-se obrigado a praticamente, excomungar a nação hebréia. Em primeiro lugar, denuncia-lhe os pecados e, em seguida, a convida a entrar pela porta do arrependimento (Mat 3.7-10).  João censurava os fariseus por dependerem da sua nacionalidade, como garantia da sua salvação (Luc 3.7,8). O arrependimento era um elemento comum a todos os batismos pelos judeus aos prosélitos que faziam (isto é, estes deveriam ser indivíduos arrependidos). A expressão «reino dos céus» deixara a nação judaica emocionada, mas a expressão «arrependei-vos» não teve muito efeito. A maioria dos judeus considerava o Reino apenas do ponto de vista político, e não espiritual. «Arrepender dos nossos pecados?» Nada disso! Somos descendentes de Abraão e nada há de errado conosco (João 8.33). Sabiam que eram servos dos romanos, mas não aceitavam e não sabiam que eram servos do pecado (João 8.34).
   Os judeus estavam familiarizados com as abluções cerimoniais. Era uma nação de sacerdotes (Êx 19.6); tinham muito contato com o Templo de Yahweh, qualquer impureza excluía-os do Santuário. O caminho da restauração passava pelo oferecimento de sacrifícios e pela lavagem em água. Quando um gentio, por exemplo, resolvia deixar o paganismo para obedecer a Lei de Moisés, somente seria aceito na comunidade israelita por um rito de iniciação; a circuncisão, o batismo ou a imersão em água, significando já estar limpo de todas as poluições pagãs.
   João impunha este tipo de batismo para reforçar sua mensagem de que a verdadeira espiritualidade não depende do legalismo e nem da identificação com alguma nacionalidade. Requerendo um batismo condicionado à conversão a um novo caminho. Evidentemente João, ao exigir a submissão ao batismo, colocava os judeus no mesmo nível dos pagãos; declarava-os impuros e necessitados de arrependimento (Mat 3.2,7-12).  O que dizer de Nicodemos que já  se julgava dentro do Reino? Foi necessário o Senhor Jesus dizer-lhe que, apesar de ser um estudioso da Lei e dos profetas, necessitava passar por uma renovação espiritual, precisava nascer de novo (João 3.5-9).
                   Embora se inspirasse nos batismos precedentes (conforme já citados), o batismo de João distinguia-se,
   1. Tinha um caráter já não ritual, mas moral; «Arrependei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo» (Mat 3.2). O batismo de João era praticamente um sinal exterior do arrependimento do pecado confessado pela pessoa batizada (Mat 3.6,8,11; Luc 3.10-14).
    2. Não se repetia o que lhe dava o caráter de iniciação. O batismo de João era um rito inteiramente preparatório e simbólico, que tinha o intuito de despertar os homens para a necessidade de arrependimento, a fim de que viessem a receber corretamente ao Messias e ao seu Reino.
   3. Tinha caráter escatológico, introduzindo o batizado no grupo dos que professavam uma esfera diligente do Messias, que estava para vir, e que constituíam, por antecipação, a Sua comunidade (Mat 3.2,11; João 1.19-34). O movimento de João Batista não era apenas o rompimento com um antigo sistema, também era um palco onde teria início um novo sistema, fundamentado sobre Jesus Cristo. Sem dúvida, João tinha consciência de que algo de extraordinário estava acontecendo, e que um povo precisava ser preparado para isso. João predisse de alguém que viria após dele mesmo, que batizaria com Espírito Santo e com fogo; e assim aconteceu um notável avanço no reino de Deus

Talvez Atos 22:16 nos dê alguma luz sobre o assunto. Repare que a exigência de que fossem batizados foi feita somente a judeus. No caso de João Batista, o batismo não era um batismo cristão, tanto é que os discípulos de João seriam batizados outra vez em Atos com o batismo cristão. Então que batismo era esse para remissão ou perdão de pecados que receberam de João Batista e depois precisaram receber novamente dos apóstolos? Era a prova visível e a declaração pública de arrependimento por tudo o que aquele povo havia feito, primeiro com os profetas de Deus (no caso do batismo de João Batista) e depois com seu Messias (no caso do batismo em Atos 22:16).
Esse mesmo povo trazia sobre si a culpa de rebelião contra Deus e sua Palavra, entregue aos israelitas séculos antes, e demonstrava esse espírito ao rejeitarem o Messias: . Aqueles judeus no batismo de João se arrependiam e declaravam publicamente que se colocavam em uma nova posição em relação a Deus, o que faziam mediante o batismo.
eles eram batizados "para o perdão [ou remissão] dos pecados",
"Isto não significa que [eles fossem batizados] a fim de serem remidos, pois em todo o Novo Testamento vemos pecados sendo perdoados como resultado da fé em Cristo, não como resultado do batismo. Aqui significa que deviam ser batizados por causa da remissão dos pecados.
O arrependimento conduz à confissão, e a confissão à liberação da bênção retida. João Batista pregava sobre a necessidade que gerava a confissão, e que, por sua vez, tinha o efeito de “remir” o homem do seu pecado. A remissão significa o pagamento de um preço pela libertação de alguém. Uma vez que o pecador tenha o seu pecado perdoado, pode desfrutar novamente das bênçãos divinas em todos os seus caminhos. Jesus poderá se mover livremente num coração redimido, cujas transgressões tenham sido perdoadas. Por meio da remissão dos nossos pecados, por meio da morte de Jesus na cruz do Calvário, Deus mesmo nos convida a sentar à sua mesa para desfrutarmos da Sua presença e doce comunhão.
O natal só terá sentido para nos se em   nosso corações arrependido , Jesus  cristo já nasceu
CONCLUSÃO
Hoje vimos como João Batista desenvolveu o seu ministério de trabalhar o terreno do coração dos homens, para que estes pudessem receber o Senhor Jesus Cristo em suas vidas. Por meio da pregação do arrependimento genuíno e do ensino sobre a confissão dos pecados, ele mostrou o caminho para a plena libertação e perdão da parte de Deus.
Nestes dias que antecedem o Natal e durante a nossa existência, devemos assumir a função de João Batista. Nós fomos chamados das trevas para a maravilhosa luz de Cristo, a fim de anunciar as grandezas do Senhor. As nossas vidas também preparam o caminho para a vinda de Jesus a muitos corações.
APLICAÇÃO
Pare um pouco agora e peça ao Senhor para sondar o seu coração. Se Ele trouxer à sua lembrança alguma situação não resolvida, ou pecado não confessado, aproveite o momento para arrepender-se e pedir-Lhe perdão para que, então, você possa ver a sua comunhão restaurada e toda a sua vida livre de qualquer embaraço
Preparar o caminho do Senhor, é privilégio e responsabilidade nossa. Comece na sua vida, a partir de hoje, em todas as suas atitudes a apontar para Cristo o Senhor.
João Batista foi chamado e cumpriu bem a sua missão. Dentro da graça e poder que Deus lhe concedeu ele fez muito para que Jesus fosse bem recebido. O efeito de seu trabalho durou por longos anos.
O Senhor Jesus cumpriu a missão a que veio: morrer na cruz para proporcionar por seu sacrifício salvação a todos os homens. Morreu e ressuscitou e avisou que voltaria (João 14.1-3; Atos 1.11).

Para a sua segunda vinda Jesus comissionou outros para preparar novamente o seu caminho. Esse somos nós. As multidões estão cheia de pecado como estavam no tempo de João Batista. Estão presas ao poder de Satanás. Somos nós que temos que levar até elas as boas novas que liberta.







******************************************************
CARACTERÍSTICA DE UM PECADOR ARREPENDIDO
Salmo 51
INTRODUÇÃO
É comum as pessoas lerem os Salmos, acharem-nos bonitos, confortantes,
encorajadores, adequados aos seus sentimentos, mas, certamente, não é comum uma reflexão profunda nas suas palavras, a fim de que se alcance a essência da mensagem neles contida. Essa dificuldade começa pelo desconhecimento da profundidade da relação que o salmista tinha com Deus, e da real situação em que ele se encontrava.
Este Salmo 51 expressa, da forma mais plena entre todos os salmos, a experiência de arrependimento pela qual passava Davi, em consequência do seu pecado. Como todo arrependimento verdadeiro, o salmista inicia o Salmo clamando humildemente pela compaixão de Deus, e confessando o seu pecado (vv.1-6). Davi sabia que precisava ser verdadeiro diante de Deus, bem como sabia que era Deus quem lhe dava este discernimento.
De modo diferente, um coração não convertido, mesmo entre o chamado povo de Deus, por mais que passe por aflições, tribulações, e até mesmo sinta o peso da mão de Deus, , jamais se humilha diante de Deus, jamais confessa o seu pecado honestamente, jamais se arrepende, o que implica mudar radicalmente o seu estilo de vida, porque o coração não convertido continua duro como pedra.
Podemos ver esta realidade desde o Velho Testamento, quando Deus clama ao seu povo: “Ouvi-me, vós, os que sois de obstinado coração, que estais longe da justiça (Is 46.12); Sabemos que Israel, o povo de Deus, não ouviu, por isso Deus pesou a mão sobre eles, e mesmo assim, eles não se arrependeram, como podemos ver no lamento do profeta Jeremias: “Ah! Senhor, não é para a fidelidade que atentam os teus olhos? Tu os feriste, e não lhes doeu; consumiste-os, e não quiseram receber a disciplina; endureceram os seus rostos mais do que uma rocha; não quiseram voltar” (Jr 5.3).
Portanto, assim como em Israel, não há dúvida de que há muitos corações não convertidos nas Igrejas, pessoas que, mesmo feridas por Deus, mesmo consumidas por Deus, não querem receber a disciplina, endurecem os seus rostos mais do que uma rocha, não querem mudar radicalmente o seu estilo de vida.
Arrependimento é um assunto central e importante na Bíblia, no entanto tem sido tão negligenciado em nossos dias.

Eu não me dirijo somente ao não convertido, porque sou daqueles que crêem que a igreja precisa se arrepender muito antes que muita coisa de valor possa ser feita no mundo. Acredito firmemente que o baixo padrão de vida cristã está mantendo muita gente no mundo e nos seus pecados. Se o incrédulo vê que o povo cristão não se arrepende, não se pode esperar que ele se arrependa e se converta de seu pecado. penso que a maioria dos cristãos precisa se arrepender de alguma coisa.
Hoje a muitos que se dize arrependidos de seus pecados mas  não há mudanças em sua  vida  e postura quero destacar algumas característica que tem aquele  que verdadeiramente  se arrepende de seus pecados .
Assim, quero pregar tanto para os cristãos como para os não-convertidos, tanto para mim mesmo quanto para aquele que nunca conheceu a Cristo como seu Salvador.
1. Uma pessoa que se arrepende de seus pecados  sai em busca de compaixão e não em defesa dos seus direitos.
“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade” (Sl 51.1).
Se você perceber que a pessoa que pede perdão tenta simultaneamente defender seus direitos de ter falado ou feito o que fez, é possível que ele ou ela não tenha entendido o significado de arrependimento. A grande possibilidade é que não tenha havido arrependimento de jeito nenhum. Uma pessoa verdadeiramente arrependida lança sua súplica em busca de compaixão e não de justiça. Se aquilo que alguém pede pode ser adquirido por meio da justiça, essa pessoa não deveria estar pedindo perdão.


2. A maior motivação de uma pessoa genuinamente arrependida é voltar ao estado de pureza diante de Deus.
“… segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (Sl 51.2). A sequência de palavras usadas pelo salmista revela sua motivação: “Apaga” significa retirar um item de uma lista escrita. Moisés pediu a Deus, em uma ocasião, que “riscasse” seu nome do livro. Embora os termos, em português, sejam diferentes, originalmente são idênticos.  “Lava” e “purifica” apontam para o ritual de purificação prescrito na lei mosaica. Assim, quando uma pessoa, verdadeiramente arrependida, pede perdão, seu objetivo principal é restaurar sua pureza espiritual para gozar novamente da comunhão com Deus. Sim, é isso mesmo. Se uma pessoa quer o perdão apenas para ter paz consigo mesmo, é possível que não esteja verdadeiramente arrependida. O alvo final de perdoar aos que nos ofenderam é para que tenham paz com Deus.

3. Uma pessoa genuinamente arrependida sabe identificar com clareza contra quem pecou.
“Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar” (Sl 51.4). Alguns tipos de ofensas têm implicações amplas e, por isso, ofendem diversas pessoas. Mesmo que tais ofensas sejam diferentes em grau, uma pessoa genuinamente arrependida sabe identificar, na ordem correta, aqueles que foram ofendidos. O adultério de Davi foi uma ofensa contra Deus, contra sua esposa, contra  Bat-Sheba, contra Urias, contra o povo, etc. Porém, ao dirigir sua súplica a Deus, Davi sabe que o maior ofendido foi Deus. Pessoas que ainda não sabem disso ou se recusam a fazer isso têm uma compreensão errônea do significado de arrependimento, ou não se arrependeram ainda. Não conceda o seu perdão a alguém que ainda não entende o significado daquilo que busca. Ajude-a a entender e, então, conceda o perdão.
4. Uma pessoa genuinamente arrependida reconhece o direito daquele que a julgará.
“… de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar” (Sl 51.4).
Nem todos os que buscam o nosso perdão entendem que “perdão” e “julgamento” são duas coisas diferentes. Em alguns casos, estão também sob a responsabilidade de pessoas diferentes. Davi recebeu o perdão de Deus, mas o castigo pelo que fez não foi suspenso. O profeta Natã lhe advertiu que o seu castigo seria ver o seu filho fazer publicamente aquilo que ele fez na surdina. Então, faça o teste. Se alguém pedir o seu perdão, considere com ele ou ela a possibilidade de o perdão não suspender a pena. Pessoas que não estão genuinamente arrependidas terão dificuldade de aceitar um perdão que não traga junto a suspensão da pena.

5. Uma pessoa genuinamente arrependida sabe o que fez de errado e sabe também o modo correto que deveria ter sido feito.
“Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria” (Sl 51.5-6). Quando Davi foi confrontado pelo profeta Natã, ele contou-lhe uma pequena parábola que simulava o mesmo pecado que tinha cometido. Após ouvir a história narrada na parábola, Davi emitiu o seu juízo. Isso demonstra que sabia como deveria ter agido. O que fez não foi por ignorância e nem por ter nascido em iniquidade. Nada disso justifica sua atitude, pois ele demonstrou que sabia distinguir o certo do errado. Se você concede o seu perdão a alguém que ainda não entendeu o modo correto como deveria ter agido, é possível que o perdoado incorra novamente no mesmo erro.

6. Pessoas genuinamente arrependidas temem a santidade de Deus.
“Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades” (Sl 51.9). Dois sentimentos importantes que precisam ser visíveis, na pessoa que busca seu perdão, são o de vergonha do erro cometido e o de receio da presença de Deus. Quando Israel ofendeu a Deus com a adoração do bezerro de ouro, a sua ira se ascendeu e ele decidiu não mais permanecer entre o seu povo. O motivo apresentado foi que isso poderia causar a destruição do povo (Êx 33.1-5). Mesmo diante dessa ameaça, aquela geração não demonstrou sinais de temor da santidade de Deus. Essa atitude acabou confirmando, mais tarde, que o arrependimento deles não era genuíno.

7. Uma pessoa arrependida estabelece planos e metas para resistir o pecado.
“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável. Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti” (Sl 51.10-13).Formular um plano de restauração do pecado pode ser uma tarefa que exija o auxílio de alguém com experiência. Mesmo assim, uma pessoa arrependida deve ter em mente os caminhos que lhe conduzirão, cada dia mais, para perto de Deus e, cada vez mais, para longe do pecado. No caso do salmista, ele pede a Deus três coisas: 1) um espírito inabalável: o resultado de um coração renovado por Deus; 2) o Espírito Santo:aquele que capacitava Davi a ser um rei segundo o coração de Deus. Pedir para que Deus não retirasse o Espírito não significa perder a salvação, mas perder a unção que o capacitava para sua função de rei. 3) Finalmente, Davi pede um espírito voluntário, que pode ser também traduzido como “espírito inclinado” ou “espírito nobre”. Se Davi tivesse estabelecido e seguido esse plano desde o início, ele não teria se envolvido em adultério com Bat-Sheba.

8. Uma pessoa genuinamente arrependida tem um espirito quebrantado.
“Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus” (Sl 51.16-17). Davi não confessou seu pecado voluntariamente; ele teve que ser confrontado pelo profeta Natã. Todavia, no instante em que foi confrontado ele parou de insistir em seu erro. Na linguagem do salmo, coração quebrantado é o sacrifício que realmente agrada a Deus. Uma pessoa verdadeiramente arrependida precisa demonstrar que parou de lutar para se defender ou justificar o seu erro. Quebrantamento não tem a ver com argumentos. Uma pessoa não se torna quebrantada por não ter mais o que responder, mas sim porque decidiu não mais lutar para esconder ou justificar seu erro.
Como você pode ver, os oito passos acima não se aplicam a situações triviais. Não use esses oitos pontos para perdoar alguém que derrubou um café em sua roupa. O propósito desta lista é guiar pastores e líderes em situações mais graves.
Uma última ressalva: o que deve acontecer primeiro? A pessoa deve receber o nosso perdão e depois demonstrar esses oito aspectos ou o contrário disso? Primeiro a pessoa deve demonstrar essas atitudes. Ouvir da boca de uma pessoa “eu te perdoo” não resolve quase nada se não estivermos cientes dessas atitudes e dispostos a aceitá-las

Este Salmo é um Porto Seguro, para nós, crente em Cristo Jesus, pois nos mostra que podemos voltar a ter uma convivência restaurada com Deus. O Deus de Abraão, Isaac e Jacó pode nos lavar de todas as nossas transgressões e nos purificar de nossos pecados tornando-nos mais alvos do que a neve. E foi isto que pediu o Salmista Ele pede e reconhece a capacidade que Deus possui de não nos imputar as nossas transgressões após nos dar seu perdão.
Será que temos sido verdadeiros diante de Deus ao confessar os nossos pecados? Será que recebemos a revelação de que a sabedoria para buscar humildemente a compaixão, a misericórdia e o perdão de Deus, vem do próprio Deus? Será que entendemos que somente o perdão nos restitui a alegria da salvação, para que nos credenciemos a pregá-la aos pecadores? Será que conseguimos discernir, não apenas nos Salmos, mas em todo o Velho Testamento, a mensagem da cruz, a essência da mensagem da salvação pregada pelos apóstolos de Cristo? Se apenas uma das respostas for negativa, é indispensável rever e assimilar o conceito de salvação. Se todas as respostas forem positivas, que possamos, então, fazer coro com o salmista Davi:


“Alegrai-vos no SENHOR e regozijai-vos, ó justos; exultai, vós todos que sois retos de coração” (Sl 32.11).


*********************************************************************************************


CONSELHOS PARA VENCEDORES

(1 Coríntios 9:24-27 )

INTRODUÇÃO
Se há algo que muito me chamou a atenção na presente Olimpíadas do Rio 2016, foram as opostas reações dos competidores!
Pense no drama vivido por um atleta francês que disputava medalha no 'salto com vara'! Que grande frustração ele sofreu ao ver o seu oponente, um jovem sem expressividade e sem nome, ganhar o prêmio máximo que lhe pertencia, por convicção!
Opostamente falando, o jovem vencedor experimentou uma alegria indescritível, contagiante, e digna,
Na verdade, essas coisas ocorrem no dia a dia da nossa vida, ainda que não tenham tanta repercussão. Afinal, enquanto uns se alegram por ter saúde, bens e prazeres; outros se entristecem, choram de dores, e lamentam seus 'fracassos'!
Mas, qual é o significado disso, senão uma ínfima amostra do que será o futuro da humanidade? Sim! Pois chegará o Dia, no qual o drama do perde ou ganha será muito maior, e mais conhecido, do que o descrito acima.
De um lado, haverá uma avassaladora frustração, segundo disse nosso SENHOR JESUS:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? 23 Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade" (Mateus 7:21-23)
Quanta convicção tinham esses "muitos"! E não era para ser menos, pois eles pensavam possuir o passaporte seguro para o céu! Mas a auto confiança deles, e neles, redundará em terrível desespero!
Esses tais, digo com temor, esqueceram de por a sua confiança na Palavra do SENHOR JESUS, e de tê-Lo como o seu Salvador e Senhor!
Por outro lado, o universo estará de pé testemunhando a plenitude da "alegria indizível e cheia de glória" dos que serão coroados como os grandes vencedores!
Porventura, não vemos isso no que está escrito? Eis a seguir:
"Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo" (Mateus 25:31-34)
Certamente que esse maravilhoso texto expõe o que será naquele Dia a alegria e exultação dos que confiaram no SENHOR JESUS, e não imaginavam qual seria a grandeza da Glória que receberiam!
Porventura, tal experiência não será o cumprimento pleno do que disse o apóstolo Paulo?
"... como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam" (1 Coríntios 2:9)
Essa deve ser a nossa convicção que, longe de ser arrogância, deve ser nutrida por todos nós que cremos no SENHOR JESUS, e desejamos que Ele venha logo! Por isso, também disse Paulo:
"Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado. 7 Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. 8 Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda" (2 Timóteo 4:6-8)
Qual tem sido a nossa labuta nesse mundo? Temos sido exercitados na piedade? Qual tem sido o nosso combate? Estamos firmados na Palavra do SENHOR JESUS? Respondamos à luz do que Ele disse:
"Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. 26 E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; 27 e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína" (Mateus 7:24-27)

Outro ponto a destacar nas olimpíadas  e que dizem do primeiro colocado: 'Ele se mostrou concentrado e confiante' o tempo todo de sua corrida, e venceu! Em seguida disseram de outro competidor: Esse é bem disciplinado, e tem tudo para ser renomado nos próximos anos! Então, por fim disseram: O atleta que vence é aquele que tem o olho no título; esse sabe para que veio à pista!
Será que os elementos disciplina, concentração, foco, e confiança também fazem parte da corrida cristã? Tiremos nossas dúvidas ao meditar no que segue:
 O que podemos aprender deste texto, e de outros, a fim de que sejamos vitoriosos?
1º) Em primeiro lugar, a vitória será dos que se submetem à disciplina!
Isso está claro no que disse o apóstolo: "Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina" (vs. 24,25a)
Se por disciplina pensarmos em 'todo treino e cuidado com o corpo', incluindo correções de erros, visando alcançar níveis cada vez maiores, esforço, sofrimento e regras, são necessários para todo atleta.
Engana-se quem pensa ser fácil a vida dos desportistas! Ao contrário, eles são os que se submetem a treinamentos duros e exaustivos, diariamente e por longas horas!
Então, considerando a disciplina desportista o apóstolo Paulo fez aplicação à vida espiritual, dizendo:
"... Exercita-te, pessoalmente, na piedade. 8 Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser" (1 Timóteo 4:7-8)
De fato, "Exercitar-se numa academia é útil, mas a vida disciplinada em Deus é mais proveitosa e deixa você em forma hoje e para sempre, pode acreditar" (BAM)
Então, vale a pena atender as seguintes determinações ou regras espirituais:
• "Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido" (Josué 1:8)
• "A primeira coisa que quero que você faça é orar. Ore como souber, por todos os que você conhece. Ore, especialmente, pelos líderes e seus governos, para que governem bem, de modo que estejamos tranquilos quanto à nossa vida simples, em contemplação humilde. É assim que o Deus Salvador quer que vivamos" (1Timóteo 2:1-3)
• "... todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. 14 Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática [hábito], têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal" (Hebreus 5:13-14)
2º) Em segundo lugar, além da disciplina, que põe o corpo em forma, é necessário manter a concentração dentro da competição!
Porque alguns desportistas são desclassificados? Porventura, o descuido quanto à combater seguindo as regras do jogo não tem levado muitos ao fracasso?
Por isso, disse também o apóstolo Paulo:
"Nenhum soldado se deixa envolver pelos negócios da vida civil, já que deseja agradar aquele que o alistou. 5 Semelhantemente, nenhum atleta é coroado como vencedor, se não competir de acordo com as regras" (2 Timóteo 2:4-5 - NVI)
Assim, também nós, precisamos atuar em nosso viver de acordo com as normas, e para tanto a nossa concentração no que diz a Bíblia é fundamental.
Dar rasteira, usar golpes baixos, dentre outros expedientes desclassificatórios, equivale a querer passar a perna no juiz!
Ora, no nosso caso a Bíblia diz:
"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. 8 Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna" (Gálatas 6:7-8)

3º) Em terceiro lugar, é imperioso competir focado no prêmio!
Verdade! As olimpíadas nos ensinam que todos os atletas visam subir ao pódio, ainda que somente um venha a ganhar o prêmio. Sim...
"aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível" (v.25b)
Por isso, disse o apóstolo: "Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar" (v.26)
Qual é, pois, a nossa meta? Qual é o nosso alvo? Porventura, não é o alvo de todos os crentes? Então, convém atentarmos para o que está escrito:
"Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, 14 prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3:13-14)
Oh! Quão maravilhoso é saber que, na nossa jornada à glória celeste, precisamos de disciplina, concentração, foco, e confiança, à semelhança de nosso SENHOR
EXEMPLO E JEREMIAS
Jeremias teve uma vida dura. Deus o chamou para levar uma mensagem de castigo aos israelitas e por isso eles o odiavam, e até sua própria família conspirou contra ele. O profeta não tinha prazer em proclamar tal mensagem e em se opor a todo mundo, mas era a mensagem que Deus lhe mandou anunciar e que inspirou no profeta pelo seu Espírito.
Por isso, lemos em certo lugar, “Porque, sempre que falo, tenho de gritar e clamar: Violência e destruição! Porque a palavra do SENHOR se me tornou um opróbrio e ludíbrio todo o dia. Quando pensei: não me lembrarei dele e já não falarei no seu nome, então, isso me foi no coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; já desfaleço de sofrer e não posso mais” (Jeremias 20.8-9). É comum os cristãos citarem o versículo 9 para expressar o intenso desejo que sentem de pregar o evangelho, mas insultamos Jeremias se ignorarmos o contexto original. A sua tarefa era anunciar aos israelitas que Deus enviaria os inimigos deles para matá-los e capturá-los. Isso lhes sobreviria como castigo contra a idolatria e desobediência de Israel. A decisão estava tomada e a sentença não poderia ser evitada. Era tarde demais. Deus disse a Jeremias que ainda que Moisés e Samuel orassem pelo povo ele não atenderia.
Jeremias não queria anunciar uma mensagem tão severa, mas Deus queria que ele o fizesse e pôs uma compulsão espiritual tão intensa nesse vaso de barro que, mesmo quando o profeta decidiu recolher o seu ministério, o fogo ardeu dentro dele até ser impossível aguentar. Mais uma vez ele abriu a boca e “Violência e destruição!” foi o que saiu. Conforme escreveu Paulo, “Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus” (Romanos 11.22). Este é o tipo de Deus a quem servimos: quando pecadores o agravam o suficiente, ele os mata e os lança no inferno, que é a coisa certa a se fazer.
Tiago escreveu que Elias era homem exatamente como nós, mas ele disse isso para que imitássemos o seu exemplo de fé na oração (Tiago 5.17), não para que corrêssemos quando perseguidos por Jezabel. Se você pudesse parar a chuva por três anos e meio, então poderia ter uma desculpa para se esbaldar em lamurias – bem, nem mesmo assim. De qualquer forma, se tudo o que sabe fazer é correr quando alguém lhe persegue, então você não é Elias.
Jeremias também era homem como nós e, sentindo a pressão dos opositores, exasperou-se, e orou: “Justo és, ó SENHOR, quando entro contigo num pleito; contudo, falarei contigo dos teus juízos. Por que prospera o caminho dos perversos, e vivem em paz todos os que procedem perfidamente?” (12.1). Parece haver um consenso na literatura cristã – exceto com relação a alguns escritores pentecostais e carismáticos sempre acusados de terem um entendimento deformado quanto à fé – de que esse tipo de oração de queixa é digno de imitação. Os cristãos são encorajados a desabafar as suas frustrações diante de Deus, ainda que em tom questionador e acusatório. Isso é conselho de perdedores espirituais para perdedores espirituais, que buscam justificar essa atitude apelando aos profetas e aos salmos, mas deixam de mencionar como Deus reagiu a tal conduta.
Por exemplo, Asafe se perturbou com a prosperidade dos ímpios no Salmo 73, mas admitiu que estava errado, que seu pé quase resvalou, e que era néscio e ignorante e como um animal selvagem diante de Deus. Noutras palavras, ele jamais deveria ter falado do modo como falou. Mas se nem mesmo Asafe não teve desculpa, por que você acha que tem uma, já que se beneficia do Salmo 73 e muitos mais? Devemos apelar aos profetas e aos salmos para proibir tal tipo de atitude e de oração. Se você não pode dizer algo reverente a Deus, cale a boca e leia a resposta que ele já deu na Bíblia. Depois, comece a sua oração com arrependimento por causa da sua fé fraca e das suas emoções blasfemas.
Jeremias era um vencedor espiritual. Era esse o seu destino. E Deus não lhe permitiria pensar como perdedor. Por isso ele disse ao profeta: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?”. Noutras palavras, “Se agora você não aguenta e se agora tropeça, como terá êxito quando as coisas ficarem ainda mais difíceis?”. Esse é um conselho para vencedores espirituais, para alguém destinado à grandeza crescente no serviço de Deus.
Para vencemos
Submetemos as disciplinas de Deus !
Concentrar  e viver na vida crista !
Focar no alvo supremo!
Dessa maneira, estejamos certos de que nossa vitória depende de perseverarmos na confiança em nosso SENHOR, O qual, na cruz, culminou por cumprir todas as regras estabelecidas pelo Pai. E, assim, fez que os Seus amados se tornassem "mais que vencedores"!
Como será, pois, o nosso drama final? Se temos perdido a nossa vida por causa do SENHOR, é certo que Ele graciosamente nos dará a vida eterna. Então, se cumprirá o que disse Judas:

"Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória, 25 ao único Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso, glória, majestade, império e soberania, antes de todas as eras, e agora, e por todos os séculos. Amém!" (Judas 1:24-25)

____________________________________
A IGREJA PEREGRINA
ATITUDES QUE NOS LEVA A GLORIFICAR A DEUS
TEXTO  : JOÃO 9. 1 – 7


Comentário do texto: Os discípulos viram um cego condenado a mendicância. Jesus viu a glória de Deus . discípulos viram um homem amaldiçoado. Jesus viu nele um milagre vivo. Os discípulos viram uma situação irremediável. Jesus viu oportunidade de fazer algo novo. Os discípulos tiveram uma confissão de impotência. Jesus teve uma confissão otimista – Eu sou a luz do mundo.

Introdução:
Nem toda doença tem sua raiz no pecado. Os discípulos perguntaram a Jesus sobre o Cego de Nascença: “Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais, para que nascesse cego”? (V.2) Ao que Jesus respondeu: “Nem este pecou nem seus pais, mas é necessário que nele se manifestem as obras de Deus”. Jesus Cristo, através da cura do Cego de nascença, dá a conhecer aos homens seu poder e sua misericórdia. “Jesus realizou o estrepitoso milagre da cura do cego de nascença para demonstrar a Sua divindade e a consequente necessidade de serem recebidas a Sua Pessoa e a Sua mensagem”.

Para um cego a terra com todas as suas maravilhas, não passa de uma névoa escura. A contemplação das mais lindas belezas naturais não podem penetrar a sua retina. Seu coração não pode se alegrar diante da visão de um jardim florido, nem das águas tranquilas de um riacho . As imagens mais belas da vida não podem ser vislumbradas, nem naturalmente, descritas por uma pessoa que não vê. As maravilhas da criação de Deus estão aí para serem vistas, todavia, para aquele que não enxerga, estas maravilhas estão ocultas aos olhos.
Será que não existem, também, realidades espirituais maravilhosas que nossa visão não tem alcançado. Vamos analisar o assunto, dentro de três perspectivas, sendo que a primeira atitude necessária é:

Depois disso Jesus cuspiu na terra e fez lodo com a saliva e aplicou sobre os olhos do cego e disse para que ele fosse ao tanque chamado Siloé e se lavasse.
Não sabemos o porque Jesus usou a saliva para curar este homem, pois ele poderia ter curado numa simples palavra, ou toque, mas Jesus sabia exatamente como tratar a cada um e neste caso foi esta maneira que ele usou para curar. Jesus também usou a saliva para curar o cego de Betsaidainclusive já estudamos esta cura.

Jesus o tocou: O toque é algo importante para uma pessoa que nada pode ver, pois através do toque se transmite sentimento. Ambos os cegos curados e relatados nos evangelhos, Jesus tocou neles antes de os curar, cego de Betsaidao cego de Jericó, e esta cura, a qual estamos estudando.
Com o lodo nos olhos Jesus diz para ele se lavar no tanque Siloé: Não tinha nada de importante neste tanque para que pudesse atribuir a cura deste homem, mas a sua fé em crer no que Jesus estava fazendo que foi a grande razão para que ele fosse curado. Ele obedeceu a Jesus e foi se lavar e através de sua obediência foi curado.
Assim que lavou, voltou vendo.

 Este homem havia nascido cego, e era a primeira vez que ele via. Com sua visão aberta uma mudança se iniciou em sua vida, tanto que vizinhos e conhecidos não podiam reconhecê-lo ao ponto de ele mesmo ter que afirmar que era ele.
Então perguntaram a ele como que os olhos dele tinham sido abertos e ele disse que um homem chamado Jesus tinha feito lodo e aplicando em seus olhos disse para que ele fosse se lavar no tanque Siloé. E ele indo, lavou e voltou vendo.
Todos queriam saber de Jesus, onde ele estava e perguntavam a ele, mas ele dizia não saber.

Este homem teve um encontro com Jesus, e mesmo tendo sido curado por ele, não demonstrava ter conhecimento ou intimidade com Jesus. Mas depois que seus olhos foram abertos muitas coisas começaram a mudar em sua vida e ele começa a mudar ate mesmo a maneira de falar de Jesus. Este homem esta no primeiro processo para uma vida com o proposito de  Glorificar a Deus. que é  

CAMINHAR POR FÉ - Jo. 9.7. a – vá
·                     Ele enfrentou uma jornada com limitações extremas - Ele continuou cego e limitado durante a caminhada até ao tanque - Havia uma distância a ser percorrida -
·                     Ele precisa lutar contra pensamentos pessimistas - Ele era um cego de nascença - Jo. 9. 32. Como considerar a possibilidade de ter alguma coisa desconhecida...
·                     Ele ia se deparar com obstáculos no caminho, não havendo tempo para paradas - - Ele poderia desanimar;
·                     Era preciso caminhar, não era tempo para descansar. O primeiro passo para enxergar o invisível é caminhar por fé.

Os requisitos para caminhar na fé

A. Aprenda a ouvir a Deus 
1. Temos de ser capazes de discernir quando Deus está falando para nós, quer diretamente ou através de Sua Palavra. Se nós não entendemos, nós não podemos conhecer a Sua vontade para nossas vidas. 
B. Aprenda a obedecer a Deus 
1. Devemos ser totalmente obedientes a Deus porque a obediência parcial e a desobediência é a mesma coisa. Eles sempre trazem consequências para ajudar-nos aprender a seguir plenamente a Sua vontade. 
C. Aprenda a depender de Deus 
1. Jesus nunca insistiu em que os discípulos Lhe obedecem. Em vez disso, Ele instruiu-os a confiar nele e ter fé em Deus. Ele sabia que a confiança criaria obediência porque as duas andam naturalmente juntas. 
2. Quando não confiamos em Deus, não estamos dependendo Dele. Como resultado, começamos a sentir que somos capazes de lidar com as coisas por conta própria, e começamos a se afastar dele, e ir na direção errada. 
3. A Bíblia diz claramente que Deus age em favor daqueles que esperam nEle (Isaías 64:4). A única maneira que podemos aprender a fazer isso é confiar em Deus e crer que Ele está sempre trabalhando em nossos melhores interesses. 
2- AGIR EM OBEDIÊNCIA - João 9. 6, 7

·                     O mais importante não era lavar o rosto, mas lavar o rosto onde Jesus mandou – no tanque de Siloé.
·                     Não havia nenhuma razão humana para se obedecer - apenas uma palavra –Jo. 9. 7 - vai...
·                     Não havia um adicional, apenas uma ordem para ser cumprida - Não houve explicações, nem justificativas. Não era momento para perguntas – Mt. 14. 29
·                     Não havia sinais para ajudar no cumprimento da ordem - I Co. 1. 22, 23
·                     A atitude de obedecer mesmo em face do ridículo - Um cego com os olhos enlameados, não era algo razoável ao entedimento humano. Não era hora de pedir conselhos. Era simplesmente obedecer para poder enxergar...
A Como Igreja, Devemos: 
1. Crer que Deus é soberano - Ele controla todas as coisas em todos os tempos (Salmo 103:19). 
2. Confiar que Ele vai trabalhar para o nosso bem em cada situação e circunstância (Romanos 8:28). 
3. Amar o Senhor. A Bíblia diz que nós mostramos nosso amor por Ele, obedecendo a seus mandamentos (1 João 5:3) e não apenas quando eles são convenientes e desejáveis. 
4. Seja corajoso. Obedecer a Deus é preciso coragem, porque seguir a Sua vontade, muitas vezes leva ao conflito. Você deve estar disposto a fazer o que é certo de qualquer maneira. 
B. Os Resultados da Obediência 
1. Você vai experimentar a vitória pessoal, se você seguir a Sua vontade, mesmo se o mundo não considerá-lo um sucesso.

2. A obediência conduz à paz e alegria sobrenatural em todas as circunstâncias. 
3. O crescimento espiritual e a maturidade são os resultados quando os crentes continuam a caminhada com Deus em meio ao sofrimento. Obedecendo-lo

. Deus pode pedir-lhe para fazer algo que não faz sentido a partir de uma perspectiva humana. 


3- VIVER DAS PROMESSAS
·                     Ele começou a enxergar no momento que ouviu, creu e obedeceu a ordem de Jesus - Jo. 9. 11
·                     Ele não conhecia Jesus, fisicamente, mas conhecia o nome e o poder de Jesus –Jo.10 -12;
·                     Ele demonstrou conhecer o Senhor quando ousou defender a sua fé - Jo. 9. 28 – 33.
·                     Viver da fé é demonstrar confiança na adversidade, esperar em face da desesperança, crer diante da impossibilidade - Rm. 4. 18 - Esta foi a lição do cego para a nossa vida - Ele viu glorificou a Deus porque ousou crer.
Algumas atitudes nos impede de viver as promessas de Deus

A O Medo
1 Precisamos ter cautela significado de Cautela: Prudência, precaução, cuidada.
2 Não medo significado de Medo: pavor, susto, terror.  
3 O medo nós leva a enxergar os obstáculos maiores que são, vê o inimigo maior do que é, e ele se vê menor do que é; 
4 O medo é gera e é gerado por insegurança.
• (Salmos 78:53) Ele os guiou em segurança, e não tiveram medo; e os seus inimigos afundaram-se no mar.
 (Salmos 4:8) Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, Senhor, me fazes viver em segurança. 
• (Isaías 43:2-3) Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador;

B Incredulidade 
1 A incredulidade é contagiante; uma pessoa incrédula pode contagiar muita gente.

2 Os 10 Espias contagiaram uma multidão.(lembra )
3 A incredulidade nos impede de viver o milagre; 
• (Mateus 13:58) E não realizou muitos milagres ali, por causa da incredulidade deles
• A incredulidade nos distancia  de Deus;
• (Hebreus 3:12) Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo, que se afaste do Deus vivo. 
• (Hebreus 3:7-9) Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações, Como na provocação, no dia da tentação no deserto.

CONCLUSÃO:

A vida no seu melhor é uma vida de fé, não há substituto. Como crentes, estamos aprendendo a ouvir a Deus e obedecer-Lhe, a depender dele e esperar o tempo dele. É uma vida que só pode ter depois de confiar em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. E não importa que circunstâncias ou dificuldades que enfrentamos, não há como perder quando confiamos em Deus. 


Quando você precisar tomar uma decisão importante, não se baseie principalmente em seu próprio raciocínio, ou nas opiniões dos outros, mesmo que tenha funcionado no passado. 
Obedeça a Deus e deixar todas as consequências para ele. Se você levar a sério esse princípio, você terá o privilégio de ver o Senhor realizar grandes coisas dentro e através de você. 


As Promessas de Deus podem, efetivamente, mudar todo o nosso mundo. Podem mudar cada área da nossa vida. Podem mudar cada faceta do nosso viver. Mas, o que eu tenho para te entregar não é apenas conhecimento. Quero te encorajar a creres nas Promessas de Deus, a colocares a tua confiança nas Promessas do Senhor, porque todas elas são a Sua vontade e são a nossa herança, como santos de Deus. As Promessas já nos foram doadas, são parte da nossa vida.

 O cego quando houve a palavra de Deus enxerga mais do que aqueles que dizem enxergar. 

****************************************************************

Lembrai-vos da Mulher de LóLucas 17:32


Há poucas advertências na Escritura mais solenes que esta. O Senhor Jesus Cristo nos diz, "Lembrai-vos da mulher de Ló."
Jesus está falando dos sinais dos tempos, sobre a sua vinda e dá esta orientação descrita acima.
Com tantas histórias lindas no Antigo Testamento: a abertura do mar vermelho, o maná enviado por Deus do céu, a água saindo da rocha no meio do deserto, por que Jesus nos manda fazer isso? Você  se lembrou da mulher de Ló nesta semana?
Jesus antes da sua morte Ele deixou claro que voltaria e neste contexto de anuncio do seu retorno ele  faz algumas advertência, fazendo menção de Noé e Ló . Ele nos die que nos últimos dias seria marcado por um contexto similar aos dias de Noé, as pessoas vivia como se Deus não existisse. Elas ignorava o foto que foram criadas para Deus  e para glorificar a Deus , ignoraram por mais de sem anos  a pregação de Noé  advertindo sobre o Juízo de Deus, salvando se apenas 8 pessoas  do Juízo de Deus
E e neste contexto que Jesus nos manda lembra da mulher de Ló pois assim como o juízo de deus veio nos dias de  Noé , também se manifestou nos dias de ló com a destruição de Sodoma e Gomorra  , e também se manifestara após o arrebatamento da Igreja  este mundo será julgado pela reta justiça de Deus
Este personagem a mulher de Ló  que não  conhecemos  o seu nome era uma mulher que  conviveu  e viveu no ambiente da fé  foi alvo da bondade de Deus  e viu a manifestação de Deus
A esposa de Ló professava a verdadeira religião: seu marido era um "homem íntegro" (2 Pedro 2:8). Ela deixou Sodoma com ele no dia da sua destruição; ela olhou para trás, em direção a cidade, em desobediência a ordem expressa de Deus; ela morreu imediatamente, transformando-se em uma estátua de sal. E o Senhor Jesus Cristo a utiliza como exemplo para Sua igreja; Ele diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando consideramos a pessoa que Jesus menciona. Ele não nos convida a lembrar de Abraão, ou Isaque, ou Jacó, ou Sara, ou Ana, ou Rute. Não! Ele escolhe alguém cuja alma estava perdida para sempre. Ele clama a nós: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós consideramos sobre o tema de Jesus. Ele está falando da Sua segunda vinda, o seu  retorno para o juízo quando virá julgar o mundo; Ele está descrevendo o estado terrível de despreparo no qual muitos serão achados.
Quando Ele nos diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós pensamos na Pessoa que a faz. O Senhor Jesus é amoroso, misericordioso e compassivo; Ele é Aquele que Ele lamentou a incredulidade de Jerusalém e orou pelos homens que O crucificaram; aquele que não tem prazer na more do justo, contudo, Ele julga proveitoso nos dar esta advertência solene "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós pensamos nas pessoas para as quais Ele, primeiramente, dirigiu estas palavras. O Senhor Jesus estava falando aos Seus discípulos; Ele não estava falando para os escribas e fariseus que o odiaram, mas a Pedro, Tiago e João, e muitos outros que O amaram; mesmo para esses, Ele julga proveitoso uma palavra de precaução. Ele os diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós consideramos a maneira que Ele falou. Ele não diz somente: "Cuidado! Não sejam como a mulher de Ló". Ele usa uma palavra diferente; Ele diz: "Lembrai-vos". Ele fala como se nós corrêssemos o perigo de esquecer o assunto
Ninguém de nos gosta de receber advertências, quando somos reprendido exortados, nos  ressentimos , provérbios nos diz  que tolo é aquele  que  rejeita advertência e o sábio aquele que há ouve  
Precisamos  ser sábio e ouvir a advertência de  Jesus pois o que esta em jogo é o futuro eterno , Jesus  aquele que deu a vida por nos é quem esta advertindo, para prover em nos vigilância na nossa vida cristã.
Como já disse todo nos ressentimos quando exortado e advertido, mas o homem sábio e prudente considera a advertência de DEUS
O que podemos aprender com esta mulher a qual Jesus nos advertiu para lembrarmo-nos dela .
Agora, consideremos os privilégios religiosos que a esposa de Ló desfrutou.
Nos dias de Abraão e Ló, a fé verdadeira  era escassa na terra; não havia ainda a Bíblia, pastores, igrejas, credos ou mesmo missionários. O conhecimento de Deus estava limitado a algumas famílias agraciadas; a maior parte dos habitantes do mundo estava vivendo em escuridão, ignorância, superstição e pecado. Havias poucos que foram agraciados  com a Fé como Abrão e Ló, com uma convivência espiritual, e clareza de conhecimento e advertências tão claras. Comparada com as pessoas do seu tempo, a esposa de Ló era uma mulher agraciada. Viveu com Abrão  o pai da Fé alguém  que foi  escolhido por Deus chamado por Deus , o amigo de  Deus
Ela teve um homem religioso como marido; ela teve Abraão, o pai da fé, como tio através do matrimônio. A fé, o conhecimento e as orações destes dois homens íntegros não poderiam ter sido desconhecidos dela. É impossível que ela pudesse ter morado em tendas com eles durante tanto tempo, sem saber de Quem eles eram e a Quem eles serviam. Religião para eles não era nenhum negócio formal; era o princípio governante das suas vidas e a razão de suas ações. Tudo isso a esposa de Ló deve ter visto e conhecido. Este não era um pequeno privilégio.
Quando Abraão recebeu as promessas, a esposa de Ló provavelmente estava lá. Quando ele construiu sua tenda entre Ai e Betel, é provável que ela estivesse presente...; quando os anjos vieram a Sodoma e advertiram seu marido para fugir, ela os viu; quando eles os levaram pela mão e os conduziram para fora da cidade, ela era um daqueles que eles ajudaram a escapar. Mais uma vez, eu digo, estes não foram privilégios pequenos. Quanta experiência ela viveu ao lado de seu esposo é Abrão
Contudo, quais foram os resultados positivos, de todos estes privilégios, no coração da esposa de Ló? Nenhum, nada. Apenas uma mulher perdida no meio da multidão , perdida religiosamente
 Apesar de todas as oportunidades e meios de graça, todas as advertências especiais e mensagens do céu, ela viveu e morreu sem a graça de Deus, sem Deus, impenitente e descrente. Como um ímpio qualquer
 Os olhos do seu entendimento nunca foram abertos; sua consciência nunca foi realmente despertada ou estimulada; sua vontade nunca foi verdadeiramente trazida a um estado de obediência a Deus; suas afeições nunca foram fixadas nas coisas lá do alto.
Aquela mulher tinha muita informação e nenhuma transformação , esta mulher estava  acostumada com o sagrado mas não tinha nenhuma  santificação.
Este é o meu grande temor  de que muitos hoje estar na mesma  situação da mulher de ló, pois o que tenho visto hoje  na cultura chamado  gospel e uma falta de santidade, um abuso da liberdade, igrejas  cheias de pessoas com muita informação, mais nenhuma transformação, pessoas  dizendo que ama e adora a Deus mas com nenhum temor e pouca santificação.
 Assim como a mulher de ló que teve uma fé mantida por conveniência e não por um verdadeiro sentir; sua fé era uma capa usada para agradar a seu marido, e não por qualquer senso de seu valor. Ela se conformou aos costumes do seu marido; ela não fez nenhuma oposição à religião dele; ela se permitiu ser conduzida passivamente por ele; mas em todo tempo o seu coração estava em pecado diante de Deus. O mundo estava no seu coração, e o seu coração estava no mundo. Neste estado ela viveu, e neste estado ela morreu.
Em tudo isso há muito a ser aprendido. Eu vejo uma lição aqui que é da maior importância nos nossos dias. vivemos em tempos em que há muitas pessoas vivendo igual a esposa de Ló.
1 a mera possessão de privilégios religiosos não salvarão a alma de ninguém. Você pode ter vantagens espirituais de todo tipo; você pode viver e gozar das mais ricas oportunidades e meios de graça; você pode desfrutar da melhor pregação e das instruções mais verdadeiras; você pode morar no meio da luz, conhecimento, santidade e boa companhia. Tudo isso é possível; contudo, você ainda pode permanecer não convertido, e estar perdido para sempre.
Eu ouso dizer que esta doutrina parece dura a alguns. Eu conheço a idéia de que eles não querem nada mais do que privilégios religiosos para decidirem ser cristãos. Eles não são o que eles devem ser no momento, eles concordam; mas a posição deles é tão difícil, eles argumentam, e suas dificuldades são tantas. Dê-lhes um cônjuge crente, ou amizades cristãs, ou um patrão crente; dê a eles a pregação do Evangelho, os privilégios, e então eles caminharão com Deus.
2 Para salvação, é requerido muito mais do que privilégios. Joabe era o capitão de Davi; Geazi era o criado de Eliseu; Demas era companheiro de Paulo; Judas Iscariotes era discípulo de Cristo; e Ló teve uma esposa mundana e incrédula. Todos eles morreram em seus pecados. Eles baixaram à cova apesar do conhecimento, advertências e oportunidades; e todos eles nos ensinam que os homens necessitam não só de privilégios. Eles precisam da graça do Espírito Santo.
Vamos valorizar nossos privilégios religiosos, mas não vamos descansar completamente neles. Vamos desejar ter o benefício deles em nossas atividades, mas não vamos colocá-los no lugar de Cristo. Vamos usá-los com gratidão, se Deus no-los der, mas nos preocupemos em que eles produzam algum fruto em nosso coração e vida. Se eles não produzem o bem, eles seguramente causarão dano; eles cauterizarão a consciência, eles aumentarão a responsabilidade, eles agravarão a condenação. O mesmo fogo que derrete a cera endurece o barro; o mesmo sol que faz a árvore vivente crescer, seca a árvore morta e a prepara para queimar. Nada endurece mais o coração do homem, do que uma familiaridade estéril com as coisas sagradas. Mais uma vez eu digo, não são somente os privilégios que fazem as pessoas cristãs, mas a graça de Deus. Sem isso, nenhum homem jamais será salvo.
Charles Darwin  alguém que trouxe tanto transtorno para a fé cristã nem sempre foi um ateu foi alguém que teve tantos privilégios abandonou a fé  como muitos jovens tem feito ultimamente
Eu peço, que considerem bem o que eu estou dizendo. Você vem para a Igreja você ouve pregadores excelente; leem  uma boa literatura crista  você se deleita com bons sermões; você aprendeu muitas coisas desde que você começou a participar da vida crista ; você considera um privilégio estar em uma comunidade cristã. Tudo isso é muito bom. É um privilégio. Mas, afinal de contas, o que você recebeu no seu coração? Você já recebeu  a CRISTO? Se não, você não é melhor que a esposa de Ló.
Eu peço para os filhos de pais crentes que gravem bem o que eu estou dizendo. Ser filhos de pais crentes é o mais elevado dos privilégios, pois torna-se o alvo de tantas orações. Realmente é uma bênção aprender o Evangelho na nossa infância, e ouvir falar de pecado, de Jesus, e do Espírito Santo, e santidade, e céu, desde o primeiro momento que podemos lembrar. Mas, cuidado para que vocês não permaneçam estéreis e infrutíferos no meio de todos estes privilégios; precavenham-se para que seus corações não permaneçam duros, impenitentes e mundanos, sem se quebrantar às muitas vantagens que vocês desfrutam. Vocês não poderão entrar no reino de Deus pelo crédito de seus pais. Vocês próprios têm que comer o Pão da Vida e ter o testemunho do Espírito nos seus próprios corações. Vocês têm que ter arrependimento próprio, fé própria e sua própria santificação. Se não, vocês não serão melhor que a esposa de Ló.
Que nós nunca esqueçamos que os privilégios sozinhos, não podem nos salvar. Luz e conhecimento, pregações fiéis, meios abundantes de graça e a companhia de pessoas santas são todos grandes bênçãos e vantagens. Felizes aqueles que os tem! Mas no final de tudo, há uma coisa sem a qual privilégios são inúteis: a graça de Deus. A esposa de Ló teve muitos privilégios; mas não teve a graça de Deus em seu coração.
Você tem uma bíblia  isto é um privilegio milhões de pessoas não  o tem , mas nos que podemos ter o privilegio de termos a palavra de Deus em vários formato a negligenciamos enquanto milhões  não tem este privilegio países como cuba , china coreia do norte bíblia e algo escasso
Você tem uma igreja  onde pode  se congregar e ter comunhão com irmãos  , cantar realizar momentos de comunhão e alegria, hoje mais de 250 milhões de pessoas não tem este privilegio vivem como ratos, se reúnem em lugares insalubres para poder ter algum momento de comunhão, nos que temos privilégios  muitas e muitas vez negligenciamos 
Hoje temos o privilegio de sermos abençoados com grandes banquetes da palavra de Deus por grandes teólogos, mas muitos prefere uma teologia de prosperidade, teologia triunfalista , uma teologia humanista onde tira Deus e coloca o homem.
Hoje temos o privilegio de louvar a deus com louvores que glorifica a Deus mas preferimos cantar algo que nos glorifica  do que Louvamos e adorar a Deus
Devemos lembrar-nos da mulher de Ló como alguém cuja vida era demasiadamente apegada ao pecado. A mulher de Ló estava com seu coração naquilo que Deus havia condenado, o fogo. Ela entrou pelo caminho do pecado. Não deixe que o pecado suba ao seu coração. Paulo nos adverte em  1ª Coríntios 6-9 a 10 – “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o
reino de Deus. Lamento dizer isso, mas estes não herdarão o reino de Deus, mas Cristo nos lava de todo o pecado – 1ª Coríntios 6 – 11 – “E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. 
    Ela morreu, mas não precisava ter morrido
Ela não levou Deus a sério. O anjo disse a ela – “..não olhe para trás e não pare em lugar nenhum..”, mas ela desobedeceu.
Adão e Eva não levaram Deus a sério, mas você pode mudar a história da sua vida se fizer o que Deus manda, se levar Deus a sério. Levando Deus a sério mudamos a nossa vida. Vidas têm sido transformadas pelo poder de Deus.
A mulher de Ló não acreditava que Deus tinha uma vida melhor para ela
Nós temos que acreditar que Deus tem o melhor para nós. Deus tinha um plano melhor para a vida de Ló. Deus tem promessas para o seu povo hoje, mas temos que acreditar que Deus tem o melhor para nós.
Existe um quadro onde são vistos os  caminhos largo e  estreito. No caminho largo as pessoas parecem felizes e seguem caminhando em suas vidas mundanas até que caem no precipício, enquanto que no caminho estreito as pessoas caminham para ele, mas estão tristes com as feições sérias. Eu não concordo e não creio nisso, pois o caminho com Deus é estreito, mas é um caminho de alegria constante, é mudança de vida, é não se prender ao passado.  O caminho de Deus é maravilhoso, nele a esperança,  e o amor de Deus está entre nós.  Em Romanos 5 – 5 lemos  “E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu. Deus tem o poder para mudar a sua vida.
 Ela transformou-se em estátua de sal, em uma coluna de sal, em um monumento à incredulidade
Provavelmente as pessoas olhavam para aquela estátua e sabiam que era um símbolo da incredulidade.
Em diversas estradas onde, geralmente, acontecem acidentes são colocadas cruzes como lembrança das vítimas de acidentes e estas cruzes são símbolos que nos lembram que ali é um lugar perigoso. Quantos estão perdidos e se transformando em estátuas de sal, pois não acreditam na palavra de Deus e poderão ser os futuros símbolos da incredulidade?
Ela nos lembra  que o Juízo de Deus vira
A justiça de Deus é totalmente imparcial, por isso Ele também julga as ações e omissões da Sua Igreja e, para ser bem claro, Ele começa o julgamento por ela, veja: Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?" (1 Pedro 4:17). O juízo do Senhor começa pela Casa de Deus.

Deus não “passa a mão” em nossas cabeças, não faz “vista de cego” para nossos malfeitos, antes Ele mesmo esclarece como age, veja: Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.” (Hebreus 12:6-8

Se somos verdadeiramente filhos de Deus, somos disciplinados pelo Senhor, porque servo Dele não leva pecados e consequências para a vida eterna, tudo é julgado durante a jornada desta vida. É uma rotina o julgamento da Igreja, não é uma coisa só no futuro, é presente, é hoje, é agora. Por essa razão temos que procurar viver em santidade, 
Todos os homens estão sujeitos ao fracasso espiritual, mas se houver um verdadeiro arrependimento, que o leva a se quebrantar diante de Deus, alcançará perdão, restauração e será vitorioso, para glória de Deus.UM CORAÇÃO QUEBRANTADO E CONTRITO DEUS NÃO DESPREZARÁS.


Você não pode viver para sempre , tem de haver um fim algum dia e um dia o ultimo sermão será ouvido , a ultima oração será proferida, o ultimo capitulo da bíblia será lido , as intenções , desejo , esperança , duvidas , hesitação tudo acabara  você terá de deixar este mundo para encontrar com o Deus  santo. Oh que você seja sábio para decidir seu futuro

O MAIOR E,  ÚNICO PROBLEMA DA HUMANIDADE

Todo pecado flui do  desejo do homem de  se colocar no lugar e Deus  de ser o centro da medida de todas as coisas  , a bíblia  nos tem muito a dizer  sobre o pecado, se quisermos compreender corretamente  a verdadeira natureza do pecado precisamos deixar as verdades bíblicas quebrantar nossos coração  de acordo com a bíblia o pecado é
De acordo com a Bíblia pecado é –
1 Absolutamente Universal na raça humana" Todos nós, tal qual ovelhas, nos desviamos, cada um de nós se voltou para o seu próprio caminho. Isaías 53:6" não há justo,nem um sequer,âo há quem intenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem,não há nem um sequer" Romanos 3. 10-12
Você e eu podemos sequer nos conhecer, mas há uma coisa da qual podemos ter certeza antes mesmo de sermos apresentados--- ambos somos pecadores 1 O pecado é Ubíquo ( o que pode ser encontrado em todos os lugares). 

Não somente o pecado é universal mas também ubíquo. Todo aspecto da personalidade humana e da existência humana é afetado por ele.
A mente é cegada. " O Deus desse século segou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz..." 
2 coríntios 4.4
A vontade é corrompida e incapacitada." A maldade do homem se havia multiplicado na terra e ... era continuamente mau todos desígnio de seu coração". Gênesis 6.5 "Não quereis vir a mim para terdes vida". João 5.40" Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer" João 6.44
As emoções confusas e pervertidas. Alguns corações ardem em constante raiva e ódio; outtros são atormentados dia e noite por medos sem sentido.Multidões riem de coisas que deveriam faze-las chorar, enquanto outras se derramam em lágrimas sem razão aparente. Tais são as profundas e ubíquas perversão causadas à personalidade humana, seja direta ou indiretamente, pelo pecado.
2 O pecado é irracional, muitos direitos de primogenitura sem preço foram trocados por um prato de sopa; muitos casamentos e famílias foram jogados de lado por uma noite de prazer ilícito. Pelo efeito temporário do uso de drogas ilegais, os maiores poderes do cérebro humano são rotineiramente e permanentemente destruídos. Um momento de reflexão sobre os pecados de nosso passado é suficiente para confirmar que nenhum deles faz o menor sentido. Tal é a insanidade das ações do filho pródigo que seu arrependimento envolveu nada menos que “cair em si mesmo”. Não existe pecado sábio.
Uma das coisas mais terríveis a respeito do pecado é seu poder de endurecer aquele que o pratique.(Hebreus 3.13) quanto mais fundo um homem mergulha no pecado, mesmo o pecado o incomoda.
De acordo com a Bíblia, a própria consciência do homem se torna"cauterizada".(1 Timóteo 4.2)Todo pecador se encontra agora cometendo aqueles pecados que antes desprezava, e os pecados que despreza agora, ele se encontrará cometendo algum dia. Deveria ser chocante a lembrança de que, um dia Adolph Hitler foi um menino brincando com seus brinquedos, como qualquer outro menino. O homem conhece o início do pecado, mas nenhum homem jamis conheceu o fim do pecado.
Uma das coisas mais terríveis a respeito do pecado é seu poder de endurecer aquele que o pratique.(Hebreus 3.13) quanto mais fundo um homem mergulha no pecado, mesmo o pecado o incomoda.
De acordo com a Bíblia, a própria consciência do homem se torna"cauterizada".(1 Timóteo 4.2)Todo pecador se encontra agora cometendo aqueles pecados que antes desprezava, e os pecados que despreza agora, ele se encontrará cometendo algum dia. Deveria ser chocante a lembrança de que, um dia Adolph Hitler foi um menino brincando com seus brinquedos, como qualquer outro menino. O homem conhece o início do pecado, mas nenhum homem jamis conheceu o fim do pecado.

 Texto  Tito 3;3-7
Introdução

3 O pecado é enganoso. A Bíblia fala sobre ser " indurecidado pelo engano dopecado"( Hebreus3.13). Assim como em todo engano, a vítima desconhece o seu estado de enganação.Ao mesmo tempo em que se pensa que é "rico e abastado e não precisa de coisa alguma", o homem é, na realidade, " infeliz, sim miserável, pobre, cego e nu"(Apocalípse 3.17) Ele que " iculcando-se por sábio", mas na realidade tornou-se um louco". (Romanos 5.21) 5 O pecado é endurecedor
4 O pecado é endurecedor
5 O pecado é escravizador aqueles que o cometem. " Todo o que comete pecado é escravodo pecado ". (Romanos 1.22 )Ninguém pode se libertar a si mesmo ou escapar dos laços do pecado. O pecado "reina" sobre o pecador e monta em sua costas como um tirano até eventualmente o atirar no poço da destruição e morte.(Romanos 5.21) Se você não for cristão, você possui uma corrente em volta de seu pescoço muito piorque qualquer corrente física. Você até conseguir abandonarum pecado específico, mas outro pecado imediatamente tomará o seu lugar-- frequentimento o pecado do orgulho ou da justiça própria pelo que você imagina ter realizado ao mudar a si mesmo. O pecado é escravizador
6 O pecado é degradante O pecado afunda o mais distinto e mais nobre dos homens e das mulheres nas profundezas da vergonha e degradação. Homens e mulheres feitos a imagem de Deus, criados para sonharem sonhos imortais e pensarem os longos pensamentos da eternidade, são reduzidos pelo pecado a seres que se chufurdam ne lama como um porco por um reles pedaços de pão. O pecado transformou anjos em demônios; (Mateus25.41) e transforma homens em "animais irracionais".( Pedro 2.12) O pecado é degradante.
6 O pecado é corrompido. O pecado não é somente uma apostasia, mas uma corrupção. É para o espírito como a ferrugem para o ouro, e como uma mancha para a beleza. Ele deixa a alma rubra com a culpa e negra com a torpeza. O pecado, nas Escrituras, é comparado a uma "coisa imunda" (Is 30.22) e a uma "chaga do seu coração" (lRs 8.38). O pecado tem desonrado a imagem de Deus, além de macular o brilho precioso da alma. Ele faz Deus abominar o pecador (Zc 11.8) e quando um pecador percebe seu pecado ele abomina a si próprio (Ez 20.43).

O pecado é, de fato, o único problema da humanidade. Mas este “problema do pecado” possui dois aspectos distintos - um interno e outro externo.
O problema interno - um coração mau
De acordo com o Senhor Jesus Cristo, o próprio homem é corrupto e vil. “O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem” (Marcos 7.20-23). Essa é a condição de todo coração humano longe de Cristo. Se um filme, até mesmo de nossos pensamentos passados, para não falar de nossas ações passadas, fosse projetado em um telão diante de nossa família e conhecidos, cada um de nós sairia correndo do cinema morrendo de vergonha. Todo não cristão é - em sua pessoa - mais repulsivo a um Deus santo do que ele jamais seria capaz de imaginar.
Mas o problema do homem com o pecado vai ainda mais fundo que isso. Suponha que, por algum milagre, um pecador pudesse se tornar uma nova pessoa e nunca mais pecasse pelo resto de sua vida. Ele ainda assim iria certamente para o inferno. O assassino em série que sinceramente decide nunca mais matar precisa ainda assim pagar por seus crimes cometidos no passado. Em outras palavras, o problema do homem com o pecado possui outra dimensão além da interna. O homem não somente possui um coração mau; ele também possui um histórico mau aos olhos da lei de Deus.
O problema externo - um histórico mau
Todo pecador é um fugitivo da justiça. A despeito da condição presente de seu coração, ele possui uma culpa objetiva, fora dele mesmo, aos olhos da lei de Deus. Talvez ele não tenha nenhum “sentimento de culpa”, mas ele se encontra “culpado” ou “condenado”, ainda assim. Todos os seus crimes passados clamam para que sua punição seja paga e que a justiça seja satisfeita. Esse clamor encontra-se ancorado no próprio caráter e ser de Deus, em seu atributo de justiça ou equidade.
É por causa desse senso de equidade ou justiça que Deus colocou nas profundezas do coração humano que imediatamente nos sentimos moralmente ultrajados quando se permite que o perpetrador de um crime saia sem punição. Por quê é errado que um estuprador assassino receba apenas uma multa de dez reais? Nós não podemos provar que ele merece punição pior, mas intimamente sabemos que sim. Esse conhecimento inescapável dentro de nós é algo mais fundamental e certo que qualquer “prova” teórica. É algo absolutamente básico à constituição humana - um reflexo da própria natureza de Deus.
A dupla solução divina
É por isso que o pecado é o maior e, de fato, único problema da humanidade, e ele possui dois aspectos, um interno e outro externo: não somente todo filho caído de Adão possui um coração mau, mas também possui um registro negativo aos olhos da lei de Deus. O pecado tanto contamina quanto condena o homem; seu poder reina dentro dele, e sua punição repousa sobre ele. O homem está tanto impotente quanto desesperançado — seu problema é realmente insolúvel. Nessa situação de trevas e desespero, uma grande luz brilhou. Jesus veio. Ele pode e irá salvar o seu povo tanto da punição quanto do poder de seus pecados. Ele realiza aquele na justificação, e este na regeneração.
Todas as formas do pecado nos levam ao caminho oposto ao de Deus. O pecado nos separa de Deus e nos leva para longe Dele. Todo pecado gera conseqüências; a Bíblia diz que a conseqüência mais terrível do pecado é a morte (que significa a morte física e a separação total de Deus, que é o inferno) (Rm 6:23). O pecado tem o poder de nos levar ao inferno.

Felizmente, Deus deu uma solução para o problema do pecado. 


********************************************************************


QUANDO OS PROBLEMAS SURGEM


Em tempos difíceis, devemos lidarmos com duas questões
importantes:
Como Deus mostra Seu amor por mim quando as adversidades me alcançam?

Como Deus usa as aflições para mostra o Seu amor e realizar o Seu bom propósito em minha vida?

Aqui está o que a Bíblia ensina sobre os propósitos amorosos de Deus para com você nas tribulações.
1. Estreitar seu relacionamento com Ele.
Ainda que tempos de angústia possam inquestionavelmente conduzir-nos para longe de Deus, Seu convite para nos achegarmos a Ele também pode tornar-se mais precioso e atraente. […] Considere o Sl 3.1-4. Cercado por muitos adversários, Davi volta-se para Deus — não para longe dEle — e sua fé torna-se mais intensa e madura: “Senhor, muitos são os meus adversários! Muitos se rebelam contra mim! São muitos os que dizem a meu respeito: ‘Deus nunca o salvará!’. Mas tu, Senhor, és o escudo que me protege; és a minha glória e me fazes andar de cabeça erguida. Ao Senhor clamo em alta voz, e do seu santo monte ele me responde”. A oração de Davi fornece ambos: esperança e um modelo a seguir.
2. Experimentar os sofrimentos de Cristo.
Sofrer nos relembra que Jesus também sofreu severamente. Ajuda-nos a compreender melhor Seu sofrimento e nos conduz para mais perto dEle. Qualquer que seja o problema que você está enfrentando, esteja certo que o próprio Jesus enfrentou um sofrimento muito maior quando esteve aqui na terra. “Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado”
3. Expor pecados que persistem.
Aos olhos do povo de Israel no Antigo Testamento, os quarenta anos de peregrinação no deserto foram miseráveis, uma vida de aflições físicas e confusões espirituais. Aos olhos de Deus, porém, tinham um propósito muito maior. “Lembre-se de como o Senhor, o seu Deus, os conduziu por todo o caminho no deserto, durante estes quarenta anos, para humilhá-los e pô-los à prova, a fim de conhecer suas intenções, se iriam obedecer aos seus mandamentos ou não” (Dt 8.2).
4. Engajá-lo no corpo de Cristo
Situações difíceis podem facilmente se constituir numa tentação para que nos afastemos de outros e venhamos a lidar com o nosso sofrimento sozinhos. Contudo, quando nos afastamos, isolamos a nós mesmos de uma vital fonte de ajuda e esperança. As tribulações da vida são oportunidades reais para nos aproximarmos de nossos irmãos e irmãs dados por Deus em nossa igreja local. Em Rm 12.15, o apóstolo nos exorta “alegrem-se com os que se alegram” e “chorem com os que choram”.
5. Evidenciar a obra de Cristo em você
Poucas coisas são mais encorajadoras para mim do que observar irmãos em Cristo demonstrarem a fé através da maneira como expressam sabedoria, amor e graça em circunstâncias difíceis. Ver a fé deles estimula a minha fé. “Vocês são o sal da terra… Vocês são a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mt 5.13-16). (
6. Equipá-lo para um ministério mais sábio e compassivo
Quando aprendemos a aplicar as verdades do evangelho de Deus aos nossos próprios problemas, Deus molda-nos para sermos ajudadores mais capazes. Paulo diz em 2Co 1.3, 4: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações”.
7. Elevar o seu desejo pelo retorno de Cristo.
Viver em um mundo caído não precisa nos conduzir ao desespero. Podemos ansiar por algo melhor em vez de ficarmos agitados. Considere a valiosa perspectiva do apóstolo Pedro: “Nisso vocês exultam, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação. 7 Assim acontece para que fique comprovado que a fé que vocês têm, muito mais valiosa do que o ouro que perece, mesmo que refinado pelo fogo, é genuína e resultará em louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo for revelado” (1Pe 1.6, 7).
Em Quando os problemas surgem… Enxergando o amor transformador de Deus, temos  com toda a clareza o caminho bíblico que temos de seguir para conhecer e viver os propósitos de Deus em nossa vida.




********************************************************************************************

O MELHOR PRESENTE DE UM FILHO UMA MÃE
Texto: II Timóteo 1:5 

Toda mãe  gosta de ganhar presentes , mas  com certeza  o melhor presente que uma mae poderia ganhar na vida e ver  que seus filhos estão  progredindo  na vida  , que seja uma pessoa honesta , e feliz que o filho  sigam os princípios por ela passado .


Ao visitar Listra durante sua segunda viagem, Paulo ouviu o bom testemunho dos irmãos sobre Timóteo um jovem que tinha um bom caráter que com certeza um joven que  encheu sua mae de orgulho
Presentes que um filho possa presentear sua mãe
1.     Timóteo era um cooperador – Romanos 16.21
2.     Amado e fiel – 1 Coríntios 4.17
3.     Trabalhava na obra do Senhor – 1 Coríntios 16.10
4.     Era confiável – Filipenses 2.20
5.     Tinha um caráter aprovado – Filipenses 2.22
6.     Um servo perseverante e digno de Cristo – 1 Ts 3.2
7.     Sincero diante de Deus – 2 Timóteo 1.5
8.     Estudante zeloso e obediente à Palavra de Deus – 2 Timóteo 3.15
9.     Um homem de boa reputação – Atos 16.2
10.                       Timóteo não se prendia em tradições humanas – Atos 16.3
O que levou Timóteo a ter estas qualidades
Sua mãe Eunice
Eunice  era uma mulher judia devota que provavelmente foi salva através do ministério do apóstolo Paulo. Não se conhece nada sobre seu esposo. Procurou guiar seu filho, Timóteo, nos caminhos de Deus, é mais bem conhecida pelo impacto de sua vida sobre a de seu filho. 


Vamos ver algumas características sobre Eunice. Que  refletiu no seu filho
1 – Era uma mulher de Deus

A – Sua vida impactou a vida do apóstolo Paulo. . 

B – Eunice Tinha Grande Estima Pelas Escrituras. 
C – Eunice Sabia Que a Piedade Fundamentaria a Responsabilidade e Não que a Responsabilidade fundamentaria a Piedade.

II – Eunice conheceu o exito espiritual em sua vida.

A – Este Êxito Pode Ter Sido Conseguido Apesar das Circunstâncias do Lar. 
B – Eunice Prova Que é Possível Ser Uma Cristã Exemplar Só ou Com um Companheiro não Cristão.
III – Eunice não era uma mulher apegada a nada.

A – O Apego É Uma das Maiores Causas do Sofrimento. 
B – Quando Deus Chamou Timóteo (através de Paulo), Ela Não Segurou. 

IV – Eunice havia ensinado a seu filho qualidades especiais.

A – Havia lhe ensinado a obediência. (I Tm. 1:1-4, 18) 

B – Havia lhe ensinado dedicação/disciplina a uma tarefa difícil. 

(I Tm. 4:12-16) 

C – Havia lhe instruído em uma vida santa. (I Tm. 6:11-14) 

D – havia lhe ensinado a amar e a ser sincero com os outros. 

(II Tm. 1:1-4) 

E – Havia lhe ensinado a ser fiel. (II Timoteo 4:9, 10 e 21) 

Conclusão: Eunice mostra o impacto de uma mãe, assim como a importância de instruir bem os filhos e de inculcar-lhes um bom caráter. A boa tarefa que Eunice fez como mãe e a razão pela qual a conhecemos através do ministério de seu filho pregador. 
Eunice, uma mãe que educou o filho pelo exemplo e pelo ensino. Eunice era mãe de Timóteo e filha de Loide. Cresceu bebendo o leite da piedade e transmitiu a seu filho as mesmas verdades aprendidas em seu lar. Nela habitava uma fé sem fingimento. Essa mesma fé, ela transmitiu para seu filho. Eunice era uma mulher comprometida com a Palavra de Deus. Ela ensinou a Timóteo as sagradas letras desde a sua infância. A palavra grega usada é brefos, que quer dizer “desde o ventre”. Essas sagradas letras tornaram Timóteo sábio para a salvação. Mais tarde, Timóteo tornou-se discípulo do apóstolo Paulo e constitui-se num dos maiores pastores da igreja cristã, aquele que haveria de dar continuidade ao ministério do grande apóstolo dos gentios. Você mãe, é desafiada a andar com Deus, a ensinar os seus filhos a Palavra de Deus e a prepará-los para serem vasos de honra nas mãos de Deus.


Com tudo isso  ela recebeu o melhor presente que uma mãe possa ganhar 

******************************************************************************************************

A PÁSCOA
Wilson Porte
A páscoa é mais um feriado esperado e comemorado pelos brasileiros. Aliás, em todas as nações de tradição judaico-cristã, a páscoa será lembrada neste final de semana.
O que, no entanto, muitos perderam é o significado real da páscoa. E é sobre o significado desta festa que trataremos neste pequeno artigo.
PESACH (PĚʹ·SǍḤ)
No Antigo Testamento, a Páscoa foi instituída por ocasião da libertação do povo do Egito. O nome “páscoa” vem de pesach (pěʹ′·sǎḥ), palavra hebraica para “passagem”, representando a passagem do anjo da morte sobre o Egito ferindo-o com a 10a praga.
A páscoa era celebrada anualmente com o fim de relembrar a libertação que o Senhor deu ao seu povo. Depois de mais de 400 anos de escravidão no Egito, Deus os libertou em um evento no qual os elementos usados na páscoa estiveram presentes.
A páscoa foi instituída em Êx 12.14:
Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
Os elementos da páscoa no A.T.
Os elementos usados na celebração da páscoa no A.T. eram o cordeiro, os pães ázimos, as ervas amargas e o sangue. Cada um desses elementos era trazido e utilizado anualmente nas festas de páscoa. Cada um representava e relembrava um ponto para o povo.
O cordeiro representava a redenção e a libertação dadas a Israel. Todos israelitas tiveram de sacrificar um pequeno cordeiro e aspergir seu sangue sobre os umbrais de suas casas a fim de que suas casas não fossem feridas pelo anjo da morte que passaria pelo Egito.
Os pães ázimos representavam a pressa com que os israelitas fugiram do Egito. Quando, finalmente, após a última praga, o Faraó autorizou a saída do povo do Egito, todos abandonaram suas casas com tanta rapidez que, segundo os registros, não houve tempo para que a farinha amassada recebesse o fermento.
As ervas amargas, também conhecidas como alface agreste, representavam a lembrança que os israelitas tinham do tempo em que foram oprimidos pelos egípcios. O tempo de escravidão foi um tempo amargo. No entanto, gastronomicamente as ervas amargas ofereciam um melhor sabor à carne do cordeiro quando comida junto dos pães ázimos.
Por fim, o sangue dos cordeiros representavam a expiação, ou seja, a lembrança de que houve um sacrifício de um animal perfeito aos olhos de Deus, cujo sangue guardou os israelitas do anjo da morte durante a última praga do Egito.
O ritual da páscoa no A.T.
Durante a celebração anual da páscoa, os judeus deveriam preparar e tomar o cordeiro assim como em Êx 12:
Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família.Mas, se a família for pequena para um cordeiro, então, convidará ele o seu vizinho mais próximo, conforme o número das almas; conforme o que cada um puder comer, por aí calculareis quantos bastem para o cordeiro.O cordeiro será sem defeito, macho de um ano; podereis tomar um cordeiro ou um cabrito;e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde.Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem;naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão.Não comereis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo: a cabeça, as pernas e a fressura.Nada deixareis dele até pela manhã; o que, porém, ficar até pela manhã, queimá-lo-eis.Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a Páscoa do Senhor.
Êx 12.3-11
Assim, tomavam para si o cordeiro conforme prescrito no texto, e toda a família participava comendo-o. E, no caso de uma família ser pequena para comer integralmente o cordeiro, deveria se juntar a outra família vizinha. O cordeiro deveria ser macho, de um ano de idade, primogênito e sem nenhuma mancha. Passando por estes requisitos, deveriam ser assados inteiramente e comidos com os pães ázimos e com as ervas amargas.
O ritual da páscoa no N.T.
Quando chegamos ao Novo Testamento, encontramos um paralelo impressionante entre as figuras envolvidas na páscoa judaica e a vida e obra de nosso Senhor Jesus Cristo.
Não há ritual de páscoa no Novo Testamento, tal como houve no A.T.. O que há é o encontro das figuras perfeitas de tudo o que foi simbolizado no A.T.. Vejamos, então, como os símbolos se completam.
O cordeiro no N.T. simboliza o nosso Senhor Jesus Cristo. Ele, em si, é a própria libertação que o povo de Deus tem sobre a escravidão do pecado.
No dia seguinte, estava João outra vez na companhia de dois dos seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: Eis o Cordeiro de Deus!
Jo 1.35
O cordeiro, na lembrança do judeu, foi o animal do qual veio o sangue que livrou os israelitas da morte. Assim, deveria haver alguma relação entre o sangue dos cordeiros do Egito com o sangue do Cordeiro de Deus envia à terra.
Curiosamente, o Cordeiro de Deus se parecia muito com o cordeiro exigido no A.T.. Ele também foi sem defeito, também foi sacrificado e sangrado sem que seus ossos fossem quebrados (João 19.36).
sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo,
1Pe 1.18-19
E, enquanto o sangue na antiga páscoa era aspergido sobre o altar, o sangue na nova páscoa é aspergido sobre a vida dos convertidos.
Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
1Jo 1.7
Além do cordeiro, temos no N.T. o simbolismo dos pães ázimos associado à pureza, ao pão sem fermento, ou seja, sem o agente de decomposição. O fermento era visto pelos judeus como um símbolo corrupção moral e doutrinal.
Como não compreendeis que não vos falei a respeito de pães? E sim: acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus.
Mt 16.11
Nós nos alimentamos desse pão sem pecado que é Cristo. Alimentados por ele, aprendemos que não devemos viver com pecado em nossas vidas, pois o mesmo naturalmente “fermentará”, crescendo dentro de nós, corrompendo-nos de dentro para fora. Espera-se, na páscoa Cristã, que nos lembremos de nossa santidade.
Com o cordeiro e os pães, junta-se o elemento das ervas amargas. No N.T., estas ervas estão, no pensamento da Igreja Antiga, associadas à amargura que Cordeiro passou em lugar das almas que ele veio para salvar.
Cristo, o Cordeiro de Deus, se fez pecado e maldição em nosso lugar, a fim de que fôssemos feitos benditos de Deus Pai, e justos diante de Deus. Isso custou a amargura e angústia da Cruz.
Por fim, o sangue do cordeiro, no N.T., está associado ao perdão que Deus garante a todo aquele que se arrepender de seus pecados e converter-se ao seu filho amado, Jesus Cristo. O sangue do Cordeiro de Deus foi derramado e aspergido sobre o seu povo com o objetivo desse mesmo povo ser liberto da escravidão ao pecado.
Em Cristo se cumpriu tudo o que o A.T. testamento profetizou sobre o Cordeiro derradeiro. Com o sacrifício do último Cordeiro, teve fim toda legislação judaica sobre a páscoa. Com a morte de Cristo na cruz do Calvário, temos o sacrifício perfeito. Com ele, não precisasse de nenhum outro. Basta que sejamos aspergidos por seu sangue, marcados com Seu Espírito, a fim de que não sejamos destruídos pelo mesmo anjo da morte quando, em sua segunda vinda, vier para julgar a terra.
Celebremos com alegria a páscoa! Nela, nos lembremos de que o Cordeiro de Deus foi enviado para ser sacrificado em nosso lugar, para levar a nossa culpa, e para que seu sangue servisse de livramento presente e futuro uma vez que aspergido sobre nossas vidas.
Que não deixemos de agradecer a Deus e de nos alimentarmos de santidade, honrando aquele que se deu por nós em uma páscoa especial e inesquecível há quase 2.000 anos atrás.


**********************************************


AS MARCAS DE UM VERDADEIRO CRISTÃO

Há muita gente que se autodenomina cristã; Mas a grande pergunta é: que tipo de cristianismo está se vivendo?
É um cristianismo caracterizado pela presença de Jesus na sua vida? Ou é um cristianismo idealizado, construído na sua mente pelo sincretismo de um monte de ideias que mistura, dá uma balançada e diz: Agora eu sou cristão ou eu vivo o meu tipo de cristianismo.
Em 1 João 1:5-7, o apóstolo nos passa a seguinte mensagem: “Deus é luz; nele não há treva alguma. Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andamos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”.
São quatro marcasque João nos apresenta de um cristão, o primeiro sinal é:

I)             UM VERDADEIRO CRISTÃO ÉREVELADO NO SEUESTILO DE VIDA
1 JOÃO 1:5-7
Você quer conhecer um cristão verdadeiro? Olhe para como ele vive;
Você quer conhecer um verdadeiro cristão? Olhe para como ele trabalha;
Quer conhecer um verdadeiro cristão, olhe para a sua casa; olhe para os seus negócios; olhe para a sua vida.
POR QUÊ? Porque se Jesus habita o coração de alguém é impossível que a luz do Senhor Jesus não ilumine essa vida e faça a diferença; Como o led do celular, que durante o dia não tem efeito, mas num quarto escuro faz toda a diferença; Agora porque? Porque uma luzinha ainda que seja fraquinha no meio da escuridão faz diferença? Se você vive um cristianismo que não faz nenhuma diferença na tua vida, então o que você vive não é CRISTO E NEM CRISTIANISMO. Porque ao contrário há uma coerência entre Jesus – quem ele é e o que ele fez e faz e fala; E aquilo que diz que vive com Jesus! Ele está nos ensinando que o nosso estilo de vida determina quem comanda a nossa vida. Você quer saber quem comanda a sua vida – olhe para as suas atitudes; olhe para o teu palavreado; olhe para os seus gestos, atitudesE você vai perceber quem tem comanddo a tua vida.
Se Jesus é o Senhor da tua vida, então é preciso que aja uma coerência entre o seu estilo de vida e aquilo que Jesus viveu, e senão houver então não existe cristianismo. Você não foi alcançado pela graça
João vai além – ele vai dizer assim: Ele é LUZ! SEM QUALQUER MANCHA OU TREVAS. E se você afirma que tem um pacto de vida com Jesus, mas vive dominado e enredado pelo pecado, a conclusão de João é simples – Você vive uma fé mentirosa e a sua profissão de fé é uma mentira.( a bíblia  nos fala  de   ter  tipos  de  fé  a  fé morta, a fe   do diabo ,  e  a fé  salvadora
E isto que Tiagoe  João está falando não é nada diferente do que Jesus falou. Veja o que Jesus falou no sermão da montanha em Mateus 7:15-23
II) O SEGUNDA MARCA– É REVELADO NA MANEIRA COMO VOCÊ LIDA COM O PECADO NA SUA VIDA. v.1:9-10/2:1-2
Uma das características daquela heresia que circundava a igreja nos tempos de João, era uma dicotomia entre corpo e espirito. Esses primeiros gnósticos acreditavam que o corpo era matéria corrompida e impossível de ser santificada ou ser espiritualizada, e que o espirito humano é quem podia ter comunhão com Deus e ser santificado, assim não importava o que a gente praticasse na carne desde que o nosso espirito estivesse cheio do conhecimento que provinha da fé. Ou seja, você pode ser adultero, beberrão, ladrão – pode fazer o que você quiser porque isso aqui (o corpo) é material e não vai ser salvo.
Agora você tem que ter um conhecimento profundo das coisas divinas; Se você tiver um conhecimento profundo e experiências estáticas, coisas tremendas acontecendo o resto não tem problema.
E alguns dentro dessa heresia acreditavam que aquilo que eles faziam na carne não era pecado; Porque se a minha relação está boa com Deus, a carne não tem jeito mesmo, então não existe pecado na minha vida – Eu não peco! Eu já sou um iluminado!
E ai a consciência de pecado na vida dessas pessoas deixava de existir, não havia arrependimento, ficavam só pensando e contemplando.
E não acreditavam que eram pecadores, que continuavam precisando do perdão; E que precisavam viver uma graça divina, não somente pro perdão dos pecados mais para a transformação e para superação;
Fazia com que não somente o estilo de vida fosse corrompido, mais os próprios valores fossem quebrados;
O que o apostolo João vai dizer pra nos é o seguinte: Olhem queridos, vocês tem que viver um estilo de vida que seja correspondente a Jesus que habita no seu coração. Mas você continua sendo pecador! Eu estou pregando pra que você não peque – é isso que João vai dizer.
Mais se o pecado for um acidente na sua vida? Porque essa é a característica do pecado na vida de alguém que teme a Deus, ele não é determinado compulsivo, porque se for a gente precisa de libertação em Cristo Jesus;
Mas ele é um acidente na minha. Vida Então eu vou procurar o meu Advogado que é JESUS;
Ele vai interceder ao pai e através do sangue que ele verteu na cruz do calvário; Ele vai me lavar e vai me limpar; Mas eu não vou ficar apenas acomodado, apenas na lavagem do sangue de Jesus na minha vida;
Mas eu vou buscara graça de Deus – para que eu não seja escravo desse pecado do qual tropecei e cai; para que  eu não erre o alvo novamente
“Se você pega um porco e dá um banho no porco e bota uma fitinha cor de rosa nele certamente ele ficará maravilhoso – Mas abre a porta pra vc ver o que ele vai fazer – ele vai rolar na lama e não estea nem ai com isso porque a natureza dele é de porco; Agora você pega uma pomba e suja as asas da pomba, a primeira coisa que ela vai fazer é procurar uma poça d’agua pra bater as suas asas e limpa-la porque se as suas asas estiverem sujas ela não pode voar e essa é a natureza da pomba”
E o que João está dizendo é que quando Jesus entraem  nossa vida ele nos dá uma nova natureza; Ele vai usar a expressão do evangelho de que nascemos da água e do espirito, a palavra de Deus nos purifica e nos lava e isso é simbolizado no batismo.
Mas o Espirito Santo vem e habita em nossos corações e esse espirito que está em nós está ensinando coisas novas.
E eu tenho uma natureza nova que esta olhando pra mim e dizendo não dá pra viver desse jeito;
E eu vou  buscar graça de Deus pro perdão, mas também vou buscar graça de Deus para a superação e para transformação na minha vida.
A terceira coisa que é sinal de Deus na nossa vida de que somos verdadeiros cristãos:
III) O TERCEIRAMARCA– É UM COMPROMISSO RADICAL E ABSOLUTO COM A PALAVRA DE DEUS (2: 3-6v).
Esse é o terceiro sinalou marca de um compromisso com a palavra de Deus; Palavra que vai dizer o que é certo e o que é errado.
Não é a minha cabeça, não é a minha opinião, não é a sociedade. Eu vou buscar nessa palavra a vontade de Deus pra minha vida.
João está nos ensinando que se alguém tem um compromisso com Jesus, não somente ama conhecer a palavra de Deus; Mas ama buscar de todo o seu coração buscar colocar essa palavra em prática na sua vida;
O elemento prático da fé – é OBEDIÊNCIA.
E o interessante que a raiz da palavra tanto no hebraico, quanto no grego é a mesma raiz pra FIDELIDADE;
Fé não é somente crer! Mas é crer de tal maneira que influencie a minha vida e eu possa ser fiel a quem eu creio.
“Sem Obediência a fé é uma incoerência! Porque não dá pra viver fé sem compromisso com a palavra”.
Jesus ensinou algumas coisas e colocou dentro do contexto da igreja algumas marcas práticas, que seriam como um teste na vida das pessoas;
Por exemplo, Jesus disse aos seus discípulos: vão por todo o mundo e pregue o evangelho a toda a criatura e quem crer deve ser batizado;
E eu fico pensando porque Jesus colocou esse negócio do batismo no meio da fé salvadora; O que significa isso?
Sabe por quê? Fé sem obediência é incoerência.
Porque querido se você não quer OBEDECER à coisa mais simples da fé, que é assumir publicamente em quem você crê você não vai assumir absolutamente nada.
João tá falando pra gente que: Uma fé que não se reflete na nossa vida que não faz a mínima diferença; que não aguça  a minha consciência pra que eu possa ter percepção dos meus pecados e buscar graça de Deus não somente pro perdão deles mas para uma vida diferente e uma fé  que não represente um compromisso radical com a palavra de Deus eu vou viver o que Jesus está ensinando; Então isso não é CRISTIANISMO!
Por fim João vai nos dizer que o quarto sinal, aparece aqui no capitulo 2:7-11
IV) O QUARTO SINAL – É UM AMOR PRÁTICO (2: 7-11).
O último sinal que João nos apresenta é o AMOR PRÁTICO.
Jesus em nossa vida pode ser percebido pelo nosso estilo de vida;
Jesus no nosso coração pode ser percebido por uma consciência aguçada de que a gente precisa ser transformada todo dia; Jesus em nossa vida pode ser percebido pelo nosso compromisso radical com a sua palavra. Mas Jesus em nossa vida também pode ser percebido nos nossos relacionamentos!
E o que a palavra está dizendo é o seguinte: Querido se você diz que ama a Jesus, mas você carrega no seu coração: Mágoa, ira, ódio, raiva; porque a bíblia fala que a ira é um desejo e passageiro, mas que não se deve por o sol sobre a ira que nasce no nosso coração, porque se você deixar, uma semente de desgraça entra na tua vida.
E ele está dizendo que o verdadeiro cristão vai aprender uma coisa tremenda: Que o amor de Deus é o amor incondicional e começa a ser implantado pela graça de Deus em nosso coração. E ai a gente vai aprender a perdoar.
E se Jesus vive ai dentro do teu coração ele vai te dar graça para perdoar, a gente vai aprender a tirar a amargura, a mágoa do nosso coração. Porque queridos a mágoa é um ódio disfarçado.
E ai João diz o seguinte: olha se você é um verdadeiro cristão, Jesus vai começar a te ensinar o teu semelhante;
E Jesus disse: “Amarás o teu Deus com todo o teu entendimento, com todas as tuas forças, com tudo que tem no teu coração”
E acrescentou: “mas há um outro, tão grande quanto esse: Você deve amar o teu próximo como você ama a si mesmo”
E ai João vai dizer o seguinte: Se na tua casa não tem amor, que tipo de cristianismo você está vivendo na tua casa?
Se um marido não consegue perdoar uma esposa e uma esposa não consegue perdoar um marido, num relacionamento tão profundo e intimo quanto é o de marido e mulher, que tipo de cristianismo essa casa está vivendo?
( pessoas   que  fica preso  ao passado   e não a  disposição para perdoar )
Se um pai não consegue perdoar o seu filhos…Se um filho não consegue perdoar o seu pai ou a sua mãe…Se um irmão não consegue perdoar o outro irmão…Que tipo de cristianismo é esse? Tem alguma coisa errada.
Então, João diz assim: Não interessa se você se autodenomina cristão; Nem me interessa se uma igreja local em qualquer lugar do mundo se considera cristã; O importante é se a luz desses testes ou sinais de Deus poder dizer: Você é um filho amado que eu selei com o meu Espirito Santo;

Há Muitos que vive anos a fio, num contexto cristão; Não importa qual seja ele, que conhece a palavra; Que  já ouviu uma mensagem do evangelho; Quem sabe já foi o alvo de milagres extraordinários de Deus; Mas que nunca na sua vida fez um pacto radical com Jesus como  Senhor da sua vida e Salvador. Você vai dizer: Jesus  eu quero que ter os valores do Senhor na minha vida;
E eu vou viver do jeito que o Senhor ensina; onde eu vou buscar a presença de Deus com intensidade não apenas para experimentar as bênçãosde Deus, porque elas virão, onde Deus está  as coisas extraordinárias dele acontecem, mas pra eu viver uma vida diferente: Santificada, cheia da graça

*********************************************

 A herança da nossa salvação

A doutrina da salvação, na maioria das igrejas e centros de crença existentes hoje, é nebulosa ou, nos casos piores, contraditória. A confusão que existe sobre esta doutrina é tremenda. Tal confusão pode vir por ela tratar muitos tópicos em uma ordem que as vezes é difícil de seguir. Mesmo que o assunto contém aspetos que são impossíveis de entender por completo, convém um estudo sobre este vasto assunto que quase todos os livros da Bíblia tratam. O termo teológico deste assunto é soteriologia. Essa doutrina abrange as doutrinas da reprovação, a eleição, a providência, a regeneração, a conversão, a justificação e a santificação entre outras. Também envolve a necessidade de pregação, de arrependimento e de fé. Inclui até as boas obras e a perseverança dos santos. A salvação não é uma doutrina fácil de entender pelo homem. É uma atividade divina em que participam as três pessoas da trindade agindo no homem. Por ela tratar da obra de Deus que resulta no eterno bem do homem para a glória de Deus somos incentivados a avançar neste assunto com temor e oração para entendê-la na forma que é do agrado de Deus.
O texto de 2 Samuel 9
2 Samuel  9
I. NASCEU COMO PRÍNCIPE RICO, VIVEU COMO UM POBRE FUGITIVO
– Mefibosete era neto do rei Saul. Era filho de Jônatas. Era membro da família real. Nasceu em berço de ouro. Cercado de riqueza, pompa e glória.
– Seu avô e seu pai morreram numa batalha. Davi assumiu o trono. Era costume dos povos orientais quando um rei dominava um povo, ele matava todos os membros da dinastia anterior.
– Foi assim que os membros da família de Saul fugiram quando souberam que Davi era o novo rei. Mefibosete tinha apenas 5 anos, quando começou a sua vida de fuga, medo, dor e humilhação (2 Sm 4:4).
– Na pressa da fuga, ele caiu e ficou coxo o resto da sua vida. Ele  era aleijado de ambos os pés. Seu nome significa vergonha destruidora. Esse menino viveu escondido cerca de 15 a 20 anos, curtindo sua dor, sua vergonha, seus conflitos.
– Mefibosete é um retrato do homem ferido, em fuga, caído em seu pecado.
II. A INTERVENÇÃO DA GRAÇA EM SUA VIDA (2 Sm 9:1-4)
1. Uma pergunta (2 Sm 9:1)
– Os anos se passaram. Mefibosete agora é adulto. Davi sobe ao trono. Deus abençoa seu reinado. Prospera. Expande seu reino. Tem um exército poderoso. Davi anda com Deus.
– Ele se lembra de Jônatas e então recorda sua aliança feita com ele, de ser bondoso com a descendência de Jônatas.
– 2 Sm 9:1: “Resta, ainda, porventura alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?”
– É uma pergunta de graça! Ele usa a palavra chesed.
– Ele não pergunta: Há alguém merecer? Há alguém qualificado? Há alguém sábio que eu possa usar nos assuntos do governo? Há alguém forte que eu possa usasr no exército?
– Não, ele simplesmente indaga: “Há alguém…?”. É um desejo incondicional de ser gracioso.
a) Ziba responde com preconceito (2 Sm 9:2-3)
• Claro que sim, rei Davi, mas é um aleijado, é um coxo, é alguém indigno, imprestável. Ele não tem nenhuma importância nem aparência real.
b) A resposta cheia de bondade de Davi
• “onde ele está? Em Lo-Debar = lugar árido, seco, deserto.
2. A busca (2 Sm 9:5-7)
– Mefibosete estava com medo quando foi encontrado. Pensou que iria morrer. Mas Davi ministra não medo, não morte, mas graça. Davi não queria humilhá-lo, mas exaltá-lo.
– Jesus, aquele que se manifestou cheio de graça e de verdade, veio para salvar você. Veio para colocar você de pé. Ele não esmaga a cana quebrada. A palavra que ele mais repetiu foi Não temas. 
– Jesus veio não para esmagar, julgar, condenar, humilhar. Ele veio de braços abertos para salvar, para perdoar, para curar, para libertar.
3. A bênção recebida (2m Sm 9:8-13)
– Mefibosete reconhece que nada merece – “Sou como um cão morto” (9:8).
– Ele recebe as terras, a herança de seu pai (9:9).
– Ele recebe provisão com fartura (9:10).
– Ele recebe a bênção de sentar-se sempre à mesa do rei com o rei (9:7.10,11,13).
– Ele é tratado como um filho (9:11).
– Veja os filhos de Davi assentados ao redor da mesa: Amnon, Tamar, Salomão, Absalão e o comandante Joabe.

III. A RESTAURAÇÃO DA GRAÇA
1. Mefibosete nasceu para ser príncipe
– Em certa ocasião Mefibosete gozou da companhia do pai. Como o pródigo antes de sair de casa. Mas sua história depois foi marcada pelo medo, doença, miséria.
2. Mefibosete era aleijado de dois pés
– O homem sem Cristo também está coxo, não pode andar direito. Ele cai, tropeça, não consegue andar em veredas retas. O homem sem Cristo não fica de pé, não caminha na direção de Deus.

3. Mefibosete caiu
– Ao ocorrer a tragédia, veio também o medo, e Mefibosete levou um tombo que afetou toda a sua vida.
– O mesmo aconteceu com você por causa do pecado. Você caiu em Adão. Você é um ser caído. Sua inclinação é para o mal. A carne é inimiga de Deus. Você é permanentemente aleijado na terra.
4. Mefibosete morava em Lo-Debar
– Mefibosete morava num lugar árido, sedo, deserto, sem vida, morto.
– Você também, longe da graça de Deus, vive num mundo morto. Sua vida é árida, seca. Não há alegria. Não há paz. Existe só medo, só escravidão.

5. Mefibosete foi amado incondicionalmente
– Assim como Mefibosete foi alvo do amor e da bondade de Davi por causa do amor a Jônatas, Deus também, da mesma maneira, nos aceita incondicionalmente, e nos salva por causa da obra de Cristo em nosso favor.
– Assim como Davi estendeu sua bondade a alguém sem méritos, Deus nos dá sua graça sem merecimentos.
6. Mefibosete nada tinha, nada fez e nada merecia
– Ele nem sequer tentou ganhar o favor do rei. Só pode aceitá-lo humildemente. Efésios 2:8-9, diz que somos salvos pela graça.
– Nós, também, pecadores sem esperança e totalmente sem merecimento, indignos da graça, humildemente aceitamos o favor do Rei.
7. Davi removeu Mefibosete de sua miserável existência
– Lo-Debar era um lugar de aridez e desolação.
– Davi o tirou de lá para um lugar de comunhão e honra.
– Deus fez o mesmo por nós. Ele nos resgatou do nosso Lo-Debar pessoal de escravidão e miséria. Ele nos tirou do tremedal de lama. Ele nos tirou de uma vida árida e nos levou para sua casa, onde temos comunhão com ele, e assentamo-nos à sua mesa com os seus filhos.
8. Davi adotou Mefibosete na família real
– Restituiu as terras (9:7)
– Deu-lhe provisão ininterrupta (9:9).
– Deu-lhe dignidade (9:11).
– Nós, também, fomos adotados na família de Deus. Somos filhos, herdeiros. Temos intimidade, liberdade. Temos o nome do Pai, a natureza do Pai, a herança do Pai.
– Agora, assentamo-nos à mesa do Pai em comunhão com os seus outros filhos.

9. O coxear de Mefibosete era uma lembra constante da graça do rei
– Somos pó, somos cinza, somos indignos, somos pecadores. Nada merecemos. Nossa condição imperfeita nos impede de esquecer jamais que onde abunda o pecado, a graça superabunda.
Mefibosssete  e a doutrina da salvação
1. A restauração era uma conversão nítida na vida de Mefibosete (v. 8,11) como a conversão traz mudanças radicais na vida do salvo vistas no arrependimento do pecado e a fé no Senhor Jesus Cristo (II Co. 5:17).
2. A restauração fez com que Mefibosete fosse posto na casa do rei Davi (v. 11) como a salvação faz com que o pecador seja feito justo e posto diante de Deus (justificação - Rm. 5:1; 8:1).
3. A restauração fez com que Mefibosete fosse considerado como filho amado do rei (v. 11, “comerá à minha mesa como um dos filhos do rei”), como a salvação é vista na adoção de filhos por Jesus (Gl. 4:6. I Jo. 3:1,2).
4. A restauração fez com que Mefibosete viesse a viver bem diferente daquela vida que ele antes vivia no Lo-Debar (no lugar sem pastagem), para viver na cidade de Jerusalém (cidade de paz), assim como a salvação santifica os em Cristo tanto diante de Deus quanto diante dos homens (Pv. 4:18; I Co. 1:1; II Co. 6:14).
5. A restauração fez com que Mefibosete a ter uma eterna posição diante do rei (v. 13, “sempre”) como a salvação traz o pecador à glorificação eterna diante de Deus (I Ts. 4:17, “e assim estaremos sempre com o Senhor”).
6. A restauração fez com que Mefibosete “sempre comia à mesa do rei” (v. 12) assim como a salvação preserva os salvos para perseverar em obediência (Jd. 24,25).
Espero que agora entendamos melhor como no “princípio do livro está escrito” de Cristo (Hb. 10:5-7). Pelo Velho Testamento, essa passagem aparentemente obscura e somente histórica, exemplifica aberta e gloriosamente as grandezas da salvação que o Novo Testamento tanto ensina. Que Deus abra os nossos olhos para vermos a Sua obra de salvação por Jesus Cristo desde o princípio do livro tanto quanto a vejamos no Novo Testamento.
Conclusão -
Espero e oro para que as verdades deste maravilhoso assunto, com as bênçãos de Deus, tragam os pecadores ao Salvador, confirmem os ânimos dos salvos e glorifiquem o Senhor Deus Pai das luzes de Quem vem toda e boa dádiva e dom perfeito (Tg. 1:17).
Se você se considera um “cão morto” e está ouvindo a voz do Salvador, venha hoje mesmo a Ele para a salvação da sua alma. Venha se arrependendo do pecado crendo pela fé nas revelações divinas do Filho de Deus, Jesus Cristo.
Se você já foi posto na mesa do rei, viva humildemente ao serviço dEle crescentemente para a Sua glória.
***************************************


QUEM É O DEUS A QUEM SERVIMOS?



SALMOS 123

INTRODUÇÃO

As religiões e a filosofia se perguntavam “o que é Deus?”, mas, pela revelação, o homem é levado a se perguntar “quem é Deus?”

Ao longo da história, todas as culturas se fizeram esta pergunta; tanto é assim, que os primeiros sinais de civilização se encontram, geralmente, no âmbito religioso e cultural. Crer em Deus está, em primeiro lugar, para o homem de qualquer época.
A diferença essencial está em qual Deus se crê. De fato, em algumas religiões pagãs, o homem adorava as forças da natureza, enquanto manifestações concretas do sagrado, e contavam com uma pluralidade de deuses, ordenada hierarquicamente. Na Grécia Antiga, por exemplo, também a divindade suprema, em um panteão de deuses, era regida, por sua vez, por uma necessidade absoluta que abarcava o mundo e os próprios deuses.
Para muitos estudiosos da história das religiões, em muitos povos ocorreu uma progressiva perda a partir de uma “revelação originária” do único Deus. Mas, em todo caso, inclusive nos cultos mais degradados, podem ser encontradas chispas ou indícios em seus costumes da verdadeira religiosidade: a adoração, o sacrifício, o sacerdócio, o oferecimento, a oração, a ação de graças etc.
A razão, tanto na Grécia como em outros lugares, tratou de purificar a religião, mostrando que a divindade suprema deveria se identificar com o bem, a beleza e o próprio ser, enquanto fonte de todo bem, de todo o belo e de tudo o que existe. Mas isso sugere outros problemas, concretamente o afastamento de Deus por parte do fiel, pois, desse modo, a divindade suprema ficava isolada em uma perfeita autarquia, já que a mesma possibilidade de estabelecer relações com a divindade era vista como um sinal de fraqueza. Além disso, tampouco fica solucionada a presença do mal, que aparece, de algum modo, como necessária, pois o princípio supremo está unido por uma cadeia de seres intermediários, sem solução de continuidade, ao mundo.
A mitologia grega nos conta  estória de Deus  que tinha como passa tempo  judiar e persegui os seres humanos . quem  nunca  assistiu filmes  como Hércules , xena  e outros 

Deus é representado, na Escritura, como Criador de tudo o que existe um Deus  que ama  suas criaturas e fazem delas seus filhos  , um Deus  que ama a humanidade  é que se relacionar com ela  enquanto em tantas seitas e grupos e apresentado um deus  a qual o homem  não pode se aproxima  em um deus  que tem prazer no sofrimento humano .
. Mas o Deus das Escrituras, quem é? Quais as características Dele? Como Ele age? Como Ele se relaciona com a humanidade?

O Salmo 123 nos responde estas perguntas e nos apresenta quem é e como é o verdadeiro Deus, o Deus que nos guia nesta jornada chamada vida.



1 – Deus é o Senhor.Vs. 1,2



O servo aqui olha para o seu Senhor e o senhor é comparado com Deus, mas há uma coisa interessante. O servo está olhando para a mão do senhor, o que isso significa? Que o servo está de joelhos.Esta é a posição que devemos estar diante de Deus, postura comportamental, postura espiritual.



Hoje em dia, é fácil ter uma idéia errada desta relação entre nós e Deus. A história da redenção Deus se apresenta a nós, em Cristo Jesus, como servo e por isso temos uma tendência a assumirmos o papel de mestres e, então, começarmos a dar ordens a Ele. Mas Deus não se tornou servo para que o tratemos como um especialista que resolve um problema para nós. Não é um patrão que temos que bajular para conseguir favores.Deus se tornou servo para que nos uníssemos a Ele numa vida redentora.



Acostumamos-nos a ter uma relação com a igreja de Deus como uma entidade a qual nos filiamos para termos ajuda quando necessitamos e por meio dela fazermos nossos pedidos. Mas se Deus realmente é Deus, ele sabe mais sobre as nossas necessidades do que nós mesmos, ele conhece nossas emoções e sentimentos mais do que nós mesmos.



NA  mitologia grega, havia um  deus Proteus  que poderia realizar alguns desesos aos homem  mas para isso ele teria de estar presoas a algumas correntes 

Hoje queremos fazer o mesmo com Deus, acorrenta-lo para que Ele cumpra o nosso querer. Nós vivemos pregando sobre os valores familiares, ficamos abismados com a leis contra o casamento, com os progamas de TV  que incitam o homossexualismo e a promiscuidade, mas, em geral,

Nos somos , ignorantes da Palavra de Deus e separados da fé Porque será que as pessoas hoje que já compraram quase de tudo que mostra na televisão são menos felizes que seus avós que viveram na época da grande depressão? Porque será que a geração anterior à minha lida muito melhor com o sofrimento do que a minha geração?

Porque, hoje em dia, a sociedade é muito menos influenciada pelo cristianismo do que antes, porque os cristãos estão tendo uma relação diferenciada com Deus. O salmo não nos apresenta um Deus funcional que nos ajuda a resolver os nossos problemas, ou um Deus de entretenimento que nos traz alívio nas horas de tédio. Ele nos apresenta um Deus que é Senhor. A Bíblia nos apresenta o Deus do Êxodo e da Páscoa, o Deus do Sinai e do Calvário. Se quisermos entender Deus devemos fazer sob as condições Dele. Precisamos olhar para a Bíblia e para Jesus Cristo. A Bíblia nos apresenta um Deus que é Senhor, para quem devemos olhar de baixo para cima, para quem temos que elevar os olhos, quando olhamos para Deus de baixo para cima estamos na postura de servir.



2 – Deus é misericordioso. Vs. 3,4



Um segundo elemento do serviço tem a ver com a nossa expectativa. O que acontece quando nos prostramos perante Deus e elevamos os olhos para Ele?



As Escrituras nos afirmam veementemente que tudo o que Deus planeja para nós é o melhor. Ele não nos trata conforme merecemos, e sim de acordo com o Seu plano. Deus não é um segurança que fica vigiando o universo, pronto para descer o cassetete quando saímos da linha, ou que quer nos colocar na cadeia quando cometemos uma infração. Deus é um oleiro que trabalha as nossas vidas, formando e reformando, até que finalmente este vaso esteja pronto para o reino.



O salmista diz misericórdia não porque quer que Deus deixe de fazer o que deve, mas sim como uma constatação daquilo que Deus já faz. Vivemos debaixo da misericórdia, da bondade de Deus “A bondade de Deus dispensada de forma especial possui três nomes: Misericórdia, Graça, Paciência. Ou seja, a bondade de Deus é manifesta na sua misericórdia, na sua graça e na sua paciência. Segundo o salmista, a bondade e a misericórdia são atributos divinos que estão entrelaçados. “Certamente que bondade e misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida” (Sl. 23:6).  
Quando procurou por Jesus o Jovem Rico o saudou dizendo: “Bom Mestre”. E Jesus lhe disse: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão um só, que é Deus”. Segundo Jesus, a bondade é um atributo próprio da divindade. Somente Deus merece o título de “bom”.
A teologia define a bondade de Deus como sendo “a sua disposição favorável para com toda a criação”.
Este atributo nos lembra que Deus não é somente o maior dos seres, Ele é o melhor. Diz a Bíblia que Deus é essencialmente bom, a bondade faz parte da sua natureza. Diferentemente de Deus, os seres humanos são essencialmente maus por causa do pecado original. A bondade que os homens possuem ou é circunstancial ou é derivada. Circunstancial, ou seja, somos bons quando nos é conveniente. Oferecemos ajuda como gratidão por algo que alguém já nos fez. Somos agradáveis com aqueles que têm algo a nos oferecer.  ou seja, Deus concede-nos bondade, comunica-nos bondade. Portanto, todo gesto de bondade que praticamos sem ser circunstancial é por causa da Imago Dei.
Diz a Bíblia que Deus é imutavelmente bom. Nossa bondade pode oscilar com as circunstâncias, os problemas, as finanças, o passar do tempo. Mas Deus não depende de nada disso. Sua bondade não é alterada por nada ou ninguém. Mesmo quando seus filhos o desobedecessem, sua repreensão é cheia de bondade. Não há nada que tenha ocorrido ou que ainda possa acontecer no céu, na terra ou no inferno que possa mudar a bondade de Deus.
Diz a Bíblia que Deus é necessariamente bom. Tudo o que Deus faz é bom. Isto pode ser visto no relato da criação. Ao terminar a criação, Ele disse de si para si mesmo: “E viu Deus tudo quanto fizera e Deus que muito bom”.
Diz a Bíblia que  a bondade de Deus não se limita apenas aos seus filhos. A sua bondade se manifesta no sustento, na preservação e em várias bênçãos sobre toda a humanidade. Até o homem não regenerado usufrui da bondade de Deus. “Deus faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos”. (Mt. 5:45) “Nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos, e contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações”. (Atos 14:6,7)
Vejamos algumas características da misericórdia de Deus que nos foi revelada nas Escrituras.
Primeiro, ela é eterna para os redimidos e temporária para os perdidos. Ou seja, a duração da misericórdia divina depende de quem é o alvo dela. Se o objeto da misericórdia divina é o ímpio, então esta misericórdia é temporária. Deus não castiga o ímpio tão logo ele peca. Deus suspende temporariamente a penalidade até que Ele resolva descer a justiça sobre o pecador. Nesse sentido, a misericórdia temporária se parece com o exercício da paciência. Agora, quando o objeto da misericórdia divina é o pecador redimido, então, a misericórdia divina dura para sempre. “Sou Deus zeloso que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem. E faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e que guardam os meus mandamentos”. (Êxodo 20:5, 6)
Perceba o contraste de tratamento da parte de Deus com relação aos ímpios que o odeiam e com aqueles que o amam. Com os ímpios, punição. Com os justificados, misericórdia que não acaba nunca. A ideia de “mil gerações” pode ser entendia como misericórdia infindável. “Mas a misericórdia do Senhor é desde a eternidade e até a eternidade sobre aqueles que o temem, e a sua justiça sobre os filhos dos filhos”. (Sl. 103:17)  Portanto, sobre os filhos de Deus, a bondosa manifestação da misericórdia nunca deixará de existir.
Segundo, a misericórdia de Deus é grande. “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios”. (Sl. 103:1,2)
. “Então disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; caia eu, pois, nas mãos do Senhor, porque são muitíssimas as suas misericórdias; mas que eu não caia nas mãos dos homens”. (I Cr. 21:13)

Terceiro, a misericórdia de Deus é soberana. A manifestação da misericórdia divina é regulada pela vontade soberana de Deus. Não há nada nem ninguém que obrigue Deus a manifestar a sua misericórdia. Ou seja, Deus é misericordioso, mas Ele é livre na manifestação da sua misericórdia. Diz a Bíblia que o Senhor distribui a Sua misericórdia a quem lhe apraz (Romanos 9:14-18)
A causa da misericórdia de Deus não é a miséria, a desdita, a infelicidade, o sofrimento ou a dor humana. Não é o mérito humano,
Quarto, a misericórdia de Deus não pode coexistir com o juízo de Deus. “Porque o juízo será sem misericórdia sobre aquele que não fez misericórdia; e a misericórdia triunfa do juízo”. (Tg.2:13) Estes dois atributos de Deus são incompatíveis se aplicados simultaneamente à mesma pessoa. Se Deus é misericordioso, Ele deixa de punir. Se Ele é justo, Ele deve punir. Quando há juízo não é possível haver misericórdia. Sem misericórdia o pecador está perdido. É por isso que Tiago diz que “o juízo é sem misericórdia”. Quando Deus decide mostrar a sua justiça em juízo, não há o que se possa fazer em favor do réu. Ele é condenado inapelavelmente.
Alguém pode perguntar: “Então é impossível Deus ser misericordioso e justo ao mesmo tempo?”. A única maneira do réu ser livre da punição é se alguém o substituir, tomando para si a punição. Ou seja, a misericórdia que foi dirigida para uma pessoa resultou no juízo sobre outra pessoa. Esta é a ideia do hino 12 do Cantor Cristão quando diz:

Louvamos, louvamos, Senhor, e adoramos; a ti, que a justiça de Deus sustentaste,
A pena sofrendo por nós merecida, a vida depondo pra assim nos remir.
Em Ti concilia-se a santa justiça, que não pode a culpa deixar sem castigo.
Com a compaixão que por graça recebe e exime de culpas o réu pecador.

A única maneira do réu ser livre da punição é se alguém o substituir, tomando para si a punição. Isto porque a misericórdia de Deus não pode coexistir com o juízo de Deus.

CONCLUSÃO
Quais aplicações deste atributo podemos retirar para as nossas vidas?
Primeiro, Suplique a Deus por misericórdia. Se você está em pecado, faça como fez Davi: “Compadece-te de mim ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões”. (Sl. 51:1) Se você enfrenta aflições, ore como orou Davi: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia, pois em ti a minha alma se refugia; à sombra das tuas asas me abrigo, até que passem as calamidades”. (Sl.57:1)
            Segundo, Suplique a Deus por misericórdia pelos outros Daniel orou pelo povo que estava na miséria e no cativeiro: “Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias”. (Dn.9:18)
Existem muitas pessoas que estão tão destruídas pelos problemas que sequer conseguem orar. É nosso dever clamar a Deus para que a misericórdia repouse sobre as suas vidas.

 E por fim precisamos viver como  servo ter as característica de um servo   devemos fazer uma análise das nossas vidas como Cristãos. Será que possuímos característica  de  servo? 

O mundo deve vislumbrar na vida do cristão evangélico algo de diferente. Não apenas pelos hinos cantados, por ir aos cultos nos domingos; antes pelas atitudes de servos reconhecendo que  servimos a Deus reconhecendo ser senhorio 



*************************************************************

Missionário e igreja

Filipenses 4.10-23

INTRODUÇÃO
o propósito é claro: agradecer a dádiva que Epafrodito (2.25-30) trouxe ao apóstolo Paulo em Roma (4.18). nesta parte da carta Paulo chega a uma das principais razões por que está escrevendo: expressar sua gratidão pela oferta que Epafrodito lhe trouxera da igreja de Filipos. O apóstolo a reservou para o fim com o objetivo de dar-lhe ênfase.
Nesse tributo de gratidão, Paulo dá um belo testemunho de sua relação com a igreja de Filipos na realização da obra missionária. Destacamos, aqui, dois pontos.

1. A cooperação é o melhor caminho para a realização da obra missionária (4.14)

Paulo não poderia levar a cabo tudo o que fez sem o apoio e a ajuda da igreja de Filipos. Essa igreja deu-lhe suporte financeiro e sustentação espiritual. Aqueles que estão na linha de frente precisam ser encorajados por aqueles que ficam na retaguarda. “… porque qual é a parte dos que desceram à peleja, tal será a parte dos que ficaram com a bagagem; receberão partes iguais” (1Sm 30.24). Deus chama uns para irem ao campo missionário e aos demais para sustentar aqueles que vão.

A obra missionária é um trabalho que exige um esforço conjunto da igreja e dos missionários. Neste texto vemos claramente como essa parceria funciona.



2. O missionário precisa estar vinculado a uma igreja e a igreja precisa estar comprometida com o missionário

A relação de Paulo com a igreja de Filipos era de parceria. Paulo estava ligado à igreja e a igreja o apoiava. Havia uma troca abençoadora entre o obreiro no campo e os crentes na base. A igreja não apenas enviava ofertas ao missionário, mas estava efetivamente envolvida com ele.
A falta de vínculo entre o missionário e a igreja local é um dos grandes problemas da missiologia moderna. As agências missionárias assumiram o papel das igrejas. Os missionários vão para os campos, mas perdem o contato com as igrejas. As igrejas enviam ofertas aos missionários, mas não se envolvem com eles no sentido de dar e receber. Assim, os missionários ficam solitários nos campos e as igrejas alheias aos resultados que acontecem nos campos. Faltam aos missionários o encorajamento das igrejas e, às igrejas, as informações dos missionários.
I. A RESPONSABILIDADE DA IGREJA COM O MISSIONÁRIO

1. Sustento financeiro sistemático (4.10,17)

A igreja precisa cuidar do obreiro e não apenas da obra. A igreja demonstra cuidado com o obreiro na medida que lhe dá suporte financeiro para realizar a obra. Todos os recursos para a realização da obra de Deus já foram providenciados; estão nas mãos dos crentes.
Paulo não recebeu salário de algumas igrejas para proteger-se dos críticos de plantão que tentavam distorcer suas motivações e atacar seu apostolado. Por outro lado, algumas igrejas, como a igreja de Corinto, deixaram de pagar o que lhe era devido, precisando das igrejas da Macedônia, inclusive da igreja de Filipos, enviar-lhe sustento enquanto ele trabalhava em Corinto (2Co 8.8,9; 12.13). De forma particular a igreja de Filipos deu suporte financeiro a Paulo, mesmo quando estava ainda na região da Macedônia, no início do processo de evangelização da Europa (4.16).
A igreja de Filipos jamais teve falta de interesse de ajudar o apóstolo; teve sim, circunstâncias desfavoráveis para fazê-lo. Hoje, muitas igrejas têm oportunidade para ajudar os missionários, mas falta-lhes interesse.
A sustentação financeira aos missionários precisa ser sistemática, pois as necessidades dos obreiros são diárias. Não é suficiente enviar ofertas esporádicas. A contribuição precisa ser metódica, suficiente e contínua.

2. Sustento espiritual nas tribulações (4.14)

A igreja de Filipos não apenas enviava dinheiro para Paulo, mas também consolo. Ela não apenas supria suas necessidades físicas, mas também emocionais e espirituais. Os filipenses haviam renovado sua bondade de dois modos: ajudando o apóstolo financeiramente e partilhando-lhe a aflição. Era uma igreja que contribuía para a obra missionária não apenas por um desencargo de consciência, mas, sobretudo, por um profundo gesto de amor ao missionário. A igreja de Filipos enviou Epafrodito não apenas com uma oferta, mas como a oferta para Paulo. “associando-se” significa associar-se não somente a Paulo como indivíduo, mas, sobretudo, associar-se em sua obra apostólica. A igreja era parceria do apóstolo e também da obra. A igreja se importava com o obreiro e também com a obra.

3. Reciprocidade na relação com o obreiro (4.15)

A igreja de Filipos tinha um lugar especial na vida de Paulo. Desde o início, ela tornou-se parceria do apóstolo e continuou assim até o final. Era uma igreja constante no seu compromisso com Deus e com o apóstolo. Há igrejas que têm picos de entusiasmo pela obra missionária por um tempo, fazem conferências especiais, enviam o pastor para congressos missionários e fazem levantamento de provisão para os obreiros que estão no campo, mas depois abandonam essa trincheira e abraçam outras prioridades. A igreja de Filipos era uma igreja fiel no seu envolvimento e engajamento com o missionário e com a obra missionária.
A relação da igreja com o apóstolo era uma avenida de mão dupla. Ela dava e recebia. Ela investia bens financeiros e recebia benefícios espirituais (1Co 9.11; Rm 15.27). Ela investia riquezas materiais e recebia riquezas espirituais. De Paulo, a igreja recebia bênçãos espirituais; da igreja, Paulo recebia bênçãos materiais. Ela ministrava amor ao apóstolo e recebia dele gratidão.

4. Faz das ofertas ao missionário um sacrifício vivo a Deus (4.18)

A igreja de Filipos não ofertava com pesar nem por constrangimento. Ela fazia da oferta ao apóstolo um culto a Deus. Ela enviava o sustento de Paulo com alegria tal como se estivesse oferecendo a Deus um sacrifício aceitável e aprazível. A contribuição missionária era um ritual de consagração, um tributo de louvor a Deus feito com efusiva alegria e, uma liturgia que subia ao céu como um aroma suave e agradável a Deus.



4. Faz ofertas não das sobras, mas apesar das necessidades (4.19)

A igreja de Filipos tinha o coração maior do que o bolso. Eles davam não do que sobejava, mas das suas próprias necessidades. Eles ofertavam sacrificialmente. Eles eram pobres, mas enriqueciam a muitos. Eles nada tinham, mas possuíam tudo. Eles olhavam a contribuição não como um peso, mas como uma graça, como um dom imerecido de Deus (2Co 81). Eles não apenas davam com generosidade, mas também com sacrifício (2Co 8.2), pois ofertavam não apenas segundo suas posses, mas voluntariamente ofertavam acima delas (2Co 8.3). Eles ofertavam não apenas para Paulo, o plantador da igreja, mas também para irmãos pobres que eles jamais tinham visto (2Co 8.4). Eles deram não apenas dinheiro, mas a eles mesmos (2Co 8.5).





II.A ATITUDE DO MISSIONÁRIO EM RELAÇÃO À IGREJA

1. Gratidão pelo sustento recebido da igreja (4.10)

O missionário precisa aprender a depender de Deus e demonstrar gratidão por aqueles que Deus levanta para cuidar de suas necessidades. Paulo escreve esta carta para registrar seu tributo de gratidão a essa igreja que foi sua parceira no ministério até o final da sua vida.
É importante destacar que Paulo coloca toda ênfase de sua alegria no Senhor, não na generosidade dos filipenses, diz Ralph Martin. Ele sabia que os crentes de Filipos eram apenas os instrumentos, mas que o Senhor era o inspirador. Paulo tinha profunda consciência que a providência de Deus, às vezes, opera por meio das pessoas. Assim, Deus supriu suas necessidades através da igreja. Ele agradece a igreja pela provisão, mas sua alegria está no provedor.
A gratidão é uma atitude que traz alegria para quem a manifesta e para quem a recebe. Paulo era um homem pródigo em elogios. Ele sabia reconhecer o valor das pessoas, o trabalho delas e sobretudo, a generosidade com que era tratado por elas. Ele tornava isso conhecido diante de Deus e dos homens. Precisamos desenvolver essa atitude no meio da igreja.

2. Contentamento ultracircunstancial (4.11,12)

Muito embora Paulo julgasse legítimo receber sustento das igrejas (1Co 9.4-10), decidiu não usufruir desse direito (1Co 9.12; 2Ts 3.9). Desta forma, em alguns lugares, precisou trabalhar para suprir suas próprias necessidades (1Ts 2.7-9). Com isso, aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação. A vida de Paulo não floresceu num paraíso de arrebatadoras venturas. Ele passou por grandes necessidades. Ele sabia o que era fome, sede, frio, nudez, prisão, açoites, tortura mental e perseguições.
O contentamento é um aprendizado e não algo automático, diz o apóstolo. A palavra grega que Paulo usa memyemai, “ter experiência” (4.12), era usada para a iniciação dos cultos de mistério. F. F. Bruce diz que da raiz my e deste verbo myein deriva-se mysterion, “mistério”. O aprendizado do contentamento cristão, porém, não se dá por meio de um ritual místico, mas pelo exercício da confiança na providência divina.

3. Confiança inabalável em Cristo (4.13)

Paulo está preso, na sala de espera do martírio, com um pé na sepultura, caminhando para uma condenação inexorável, mas longe de ser um caniço agitado pelo vento, ergue-se como uma rocha que mesmo fustigada pelo vendaval da adversidade, permanece firme e imperturbável. “Tudo posso naquele que me fortalece” (4.13). H. C. Moule está certo quando diz que a expressão “eu tenho forças para fazer todas as coisas”, obviamente, não significa todas as coisas no sentido pleno; Paulo não se tornara onipotente. Paulo não pode tudo, ele pode todas as coisas dentro da vontade de Deus. Ele pode todas as coisas em Cristo e não à parte de Cristo.
A razão da fortaleza do apóstolo Paulo não é sua idade, sua força, seu conhecimento, sua influência ou seus ricos dons e talentos, mas Cristo. Ele tudo pode porque o Todo-poderoso Filho de Deus é quem o fortalece. Ele é como uma máquina ligada na fonte de energia, a força do seu trabalho vem não dele mesmo, mas do poder que vem de Cristo.

4. Maior interesse no bem espiritual dos crentes do que no dinheiro deles (4.17)

A maior alegria de Paulo não foi receber o donativo enviado pela igreja, mas saber que os dividendos espirituais da igreja aumentaram por conta da sua generosidade. Paulo manteve a tônica desta carta: os interesses do outro vêm antes dos interesses do eu.
Quando nós ofertamos, nós beneficiamos a nós mesmos na mesma medida em que socorremos os necessitados (2Co 9.10-15). Quem dá ao pobre, a Deus empresta. Quem semeia com abundância, com abundância também ceifará (2Co 9.7). O texto bíblico de Hebreus 6.10 diz: “Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos”. O doador enriquece as duas pessoas: ao que recebe e a si próprio. Nessa mesma trilha de pensamento William Hendriksen diz que o donativo era realmente um investimento que entrava como crédito na conta dos filipenses, um investimento que lhes acresce paulatinamente ricos dividendos. A Palavra de Deus é enfática em afirmar que um donativo dado de modo correto, sempre enriquece o doador. “A alma generosa prosperará” (Pv 11.25). “Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta” (Pv 19.17). “Mais bem-aventurado é dar que receber” (At 20.35).
Hoje, muitos obreiros, pastores e missionários estão atrás do dinheiro do povo e não interessados na alma do povo (2Co 12.14-18). São obreiros fraudulentos e gananciosos que usam toda sorte de esperteza para explorar o povo em vez de apascentar o povo. São pastores de si mesmos e não do rebanho de Deus. São exploradores das ovelhas e não pastores das ovelhas. São mercenários e não missionários.

5. Recebe os donativos da igreja com reverência (4.18)

Agora, o apóstolo Paulo deixa de lado a linguagem da contabilidade e apela para as expressões do culto. Paulo recebe o donativo da igreja com tal reverência que ele vê nessas ofertas da igreja um sacrifício agradável e suave a Deus. Ele entende que antes daqueles irmãos filipenses terem lhe enviado esse sustento a Roma, essas ofertas subiram como aroma suave aos céus, antes deles serem dadas a ele, foram consagradas a Deus

6. Retribui o socorro financeiro da igreja em fervorosa intercessão (4.19)

Um missionário não é apenas alguém que prega, mas, sobretudo, alguém que ora. Paulo sabe que a igreja lhe enviou uma oferta da sua pobreza, mas Deus recompensará à igreja da sua riqueza em glória. A igreja supriu a necessidade financeira e emocional do apóstolo, mas Deus há de suprir todas as necessidades da igreja.
É importante enfatizar que Deus supre não nossa ganância nem mesmo nossos desejos, mas nossas necessidades. James Hunter, em seu livro O Monge e o Executivo, diz que precisamos distinguir desejos de necessidades. A provisão divina contempla nossas necessidades e não nossos desejos. Bruce Barton escreve: Nós precisamos lembrar a diferença entre desejos e necessidades. A maioria das pessoas deseja sentir-se bem e evitar a todo o custo o desconforto e a dor. Nós poderemos não conseguir tudo o que desejamos, mas Deus irá prover para nós tudo aquilo de que necessitamos. Confiando em Cristo, nossas atitudes e desejos podem mudar. E, em vez de desejarmos todas as coisas, aceitaremos sua provisão e poder para viver para ele.

Hudson Taylor costumava dizer: “Quando a obra de Deus é realizada à maneira de Deus e para a glória de Deus, nunca falta a provisão de Deus”. 



7. Reconhece que o fim último da vida é a glória de Deus (4.20)

Para Paulo, a doutrina nunca é uma matéria árida. Sempre que ocupa sua mente, também enche seu coração de louvor. Paulo é um homem que faz da vida uma doxologia constante. Sua teologia governa suas atitudes. Ele prega o que vive e vive o que prega. Sua vida está centrada em Deus e não nele mesmo. Ele não busca glória pessoal. Ele não constrói monumentos a si mesmo. Ele não busca as luzes da ribalta nem procura os holofotes do sucesso. Ele vive com os pés na terra, mas com o coração no céu. Ele fecha as cortinas da sua vida proclamando a verdade central das Escrituras: a glória de Deus é o grande vetor da vida humana.
CONCLUSÃO
Paulo conclui esta carta magna da alegria, este monumento formoso da providência divina, como um pastor que se lembra de cada uma das suas ovelhas (4.21) e invoca sobre elas a graça do Senhor Jesus (4.23). E também, como um evangelista que dá relatórios dos milagres da pregação do evangelho, cujos frutos são vistos até mesmo na casa de César (4.22). Essa expressão não se refere necessariamente aos familiares ou parentes do imperador, mas a todas as pessoas que estavam a seu serviço nos departamentos domésticos e administrativos da casa imperial. Esses membros da casa de César eram pessoas convertidas, possivelmente, por intermédio do apóstolo durante sua prisão em Roma. Assim, Paulo transformou sua prisão num campo missionário e os frutos apareceram mesmo entre algemas. Esse fato nos ensina que não é o lugar que faz a pessoa, mas é a pessoa que faz o lugar. Ensina-nos, outrossim, que no Reino de Deus não existe lata de lixo, ou seja, não há vida irrecuperáveis. Finalmente, nos ensinam que as oportunidades estão ao nosso redor.

********************************************************
ADORAÇÃO POR INTEIRO
TEXTO JOÃO 21 E LUCAS 10: 38-42

O que é um ídolo, quais os conceitos que temos de ídolos , a idolatria  na bíblia a idolatria na igreja , a nossa idolatria , eu já fui um idolatra  e muitas vez me pego idolatrando algo.
Eulicidar versículos 41,42
Pareceque muitas  vez é mais fácil servir na área ministerial  do que se assentar aos pés de  Jesus , será que estamos servido da forma correta  será que estamos  amando a Deus da forma correta ( a diferentes tipos de amor o amor por uma esposa filho e diferente do amor a um cachorrinho)
Como demonstranosso amor a Deus
AMAR DEMAIS A DEUS
Você já encontrou alguém que ama a Deusalem do limite ? não pode haver alguém que ame a Deus demasiadamente pois  “ a bondade infinita não pode ser amada em demasia”
Muitosde nos somos  iguais a Marta – envolvemos demais com nossos afazeres não duvido que marta amava a Deus  a Cristo
Amamos a Deusdo nosso jeito (João 6.27 e Lucas 21,34 )
Nosso coração é uma fabrica de ídolos
Não terás outro Deusdiante de mim – aqui esta todo o nosso destino e as facetas de nossa vida ,  será que a diferença de marta e Maria se encontra  no entendimento deste versículo  será que marta tinha outros deuses, o que era mais importante para Marta  estar com cristo aos pés de Cristo ou deixar tudo do jeito dela ?
o conhecer e reconhecer Deus como único verdadeiro Deus e nosso Deus, e adorá-lo e glorificá-lo como tal; pensar e meditar nÊle, lembrar-nos dÊle, altamente apreciá-lo, honrá-lo, adorá-lo, escolhê-lo, amá-lo, desejá-lo e temê-lo; crêrnÊle, confiando, esperando, deleitando-nos e regozijando-nos nÊle; ter zêlo por Ele; invocá-lo, dando-Lhe todo louvor e agradecimentos, prestando-Lhe toda a obediência e submissão do homem todo; ter cuidado de o agradar em tudo, e tristeza quando Ele é ofendido em qualquer coisa; e andar humildemente com Ele.
1 penso em Deus  continuamente ou so quando preciso de algo ou alguma coisa.
2 medito sobre Deus   e seus atributos
3 lembro de Deus  em tudo o que faço ou será que  só lembro dele raramente
4 será que valorizo a Deus  o valorizo mais  outras coisas do que Deus
Marta estava valorizando a presença de Deusem sua casa ? e você tem valorizado Deus em sua vida
UM SACERDOTE QUE NÃO HONROU A DEUS
Eli – Eli foi um grande sacerdotefoi usado por Deus , amava a Deus  conhecia a Deus  mais tinha um detalhe  em sua vida ele  não honrava a Deus  pois ele preferia honrar os seus dois filhos  de que honrar a Deus
Mesmo que Eli conhecesse a Deus mais honrar os seus filhos era mais importante do que honrar a DeusEli pensava mas na paz com sua família  do que  na paz Com Deus de modo que  negligenciou seus deveres  e  trouxe desonra ao nome de Deus
O prazer ter um relacionamento agradável com sua família funcionou como um deus para Eliele serviu este ideal e ignorou as ordem de Deus em disciplinar seu filhos  apesar de não se curvar diante de uma estatua de pedra  mas curvou diante as exigências  de seus filhos mesmo quando estes conflita com as exigência de seus filhos
Como pessoas que adora a Deus , nossa preocupação com a honrar e o prazer de Deus deveria ser tão forte que o amor  natural as por outras pessoas  parecesse ódio  ao amor a Deus  (Lucas 16;26)
Quantos de nosdeixamos de honrar a Deus  por  nos se der as exigênciasdeste mundo , onde preferíamos amar as coisas deste mundo do que a Deus .
O que tem sido prioritárioem sua vida ? amar e honrar a Deus  ou  se curvar  as coisas destes mundo
Peço e oro a Deus para que não me tornecomo Eli apesar de falhar muitas vez e como marta estou aprendendo do que a única coisa necessária  e importante e a adoração a Deus  
Honrar a Deus siguinifica que o prazer e a Gloriade Deus  em primeiro lugar  em tudo em minha vida , devo mostrar respeito   e diferencia a ele  estimá-lo acima de tudo acima dos pensamentos  e opiniões  daqueles a quem amamos  siguinifica que estamos disposto a sofre perseguições e desrespeito afim de mostrar respeitos por Deus
a adoração a falsos  deuses em nossos corações quando honramos qualquer coisas mas do que Deus
você tem honrado a Deus ?            
UM PAI QUE CONFIOU EM DEUS
Outra parte de nossa adoração a Deus além da honra é a confiança , confiar em Deus significa  confiar nELE  e obedece-lo a qualquer preço
Confiança e uma área que temos que trabalhar diariamenteem nossa vidas apesar de confiamos em cristo para nossa salvação , com frequência encantamos áreas de nossas vida que  não confiamos em deus
Exemplo se me preocupo que não tenho dinheiro para pagar as contas no fim do mês ,  em vez de confiar na provisão de Deus o que fazemos  ficamos tristes preocupado chateado e as vez fazemos mais conta para passar a depressão  que nos abate por falta de preocupação. Ou a frustação
Abrão um pai que confiou em Deus ( contar a historia de Abrão) gêneses 22,2
Abrãocomo muitos de nos  obedeceu ele não tentou dar um jeitinho , não sabemos o que passou no coração de Abrão  talvez Abrão poderia ter olhado para as promessa  de Deus e pensado que a vinda de  Cristo  ao mundo dependia de seu filho dependia da sua proteção  e não iria  sacrificar ló pois achava que isto ela certo  muitas vez deixamos de confiar em Deus  por fazermos o que achamos que é certo
Pela graça de Deus Abrão foi capacitado a confiar no poder e no plano de Deus . Abrão não tinhagarantias que Deus providenciaria o cordeiro a garantia que abrão tinha  era as da promessas de Deus  . Deus poderia lhe dar outro filho , poderia ressuscitar Isaque

1-far-te-ei uma grande nação 

2-abençoar-te-ei 

3-engrandecerei o teu nome 

4-tu serás uma bênção 

5-abençoarei os que te abençoarem 

6-amaldiçoarei os que te amaldiçoarem 

7-em ti serão benditas todas as famílias da terra. 
Pelo poder de Deus Abrão creu nas promessas de Deuse obedeceu voluntariamente
Considere as diferença entre o relacionamento de Abraão e de Eli com Deus , Abrão amava seu filho mas amava Deus ainda mas  ele Adorava a Deus mesmo que isso custasse a pessoa mais preciosa do seu coração O amor de abrão por seu filho parecia desprezo se comparado ao amor de Abrão por Deus  Eli  diz que amava a Deus  mas suas atitude mostrava outros deusesoutros amores  em sua vida .
Temos que toma o cuidado para não colocar nossa família no lugar de Deus,infelizmente tem muitas pessoas que idolatra seus familiares e esquece de Deus
VOCÊ ME AMA MAS DO QUE ESTES ?
Antes de negar a cristo Pedro com certeza achavaque amava a cristo mas do que tudo na vida , ate o ponto de dizer que se preciso morreria com cristo . mas o Senhor conhecia seu coração  e disse que Pedro o trairia 3 vez naquele mesmo dia, quando Pedro olhou para jesus  Ele entendeu com fraco ela e que entendeu qual era o foco do seu coração.
Temos que nos encontra com cristo diariamente para que ELE nos mostra o foco do nosso coração
Após a ressureição de cristo jesus encontra Pedro na praia e lhe dirige uma pergunta ,VOCÊ ME AMA MAS DO QUE ESTES João 21;15
O sentido da pergunta de Jesusa Pedro era você me  ama  com uma devoção que elimina todo os outros  amores de seu coração Pedro numa forma de esquiva responde tu sabes que te amo  ou tenho afeição por ti
Jesus muda a pergunta Pedro você me tem uma devoção a mim e Pedro admite E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas.João 21:17 era como Pedro disseste o Senhor sabes os amores que compete o meu amor por ti
O que tem competido o seu amor por JESUS?
O senhor sabia que Pedro era fraco e fracassaria como todo nos fazemos e nos fracassamos , com frequência deixamos de tomar posições ao lado de Cristo com medo de sermos perseguidos medos de que outros zombam de nos ou ate mesmo  divirta as nossas custa
Assim como Pedro somos pecadores e um coração que busca adorar ou senhormas também se encha com outros deuses , mas podemos nos alegrar pois o  assim como o senhor Jesus esteve com Pedro ajudou a Pedro  e intercedeu por Pedro  ele também  esta conosco , pronto a nos ajudar  e  esta intercedendo por nos assim como a Fé de Pedro venceu e resistiu em meio ao fracasso , se estivermos disposto a abandonar nossos ídolos e reconhecer nossos ídolos , fracassos e , pecados  também venceremos por meio daquele que nos amou
O detalhe e que muita vez o nosso orgulho , nos deixa cego onde não reconhecemos os nossos pecados , nossas falhas e cada vez mas enchemos nossos corações de ídolos

Em hebreus 7,25 vemos que cristo intercede por nos ,podemos confiar em Cristo para nos dar forças e vencer nossos pecados Portanto ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, aproximam-se de Deus, pois vive sempre para interceder por eles.

Hebreus 7:25
 A quem você adora ?


***************************************
Com vergonha do evangelho.

TEXTO  2 TIMOTEO 4 1-5


Infelizmente, hoje parte das igrejas  são  norteada por programação  apela à pior disposição de nossa época. Ela satisfaz pessoas cujo primeiro amor está em si mesmas e que não se importam com Deus, a menos que possam tê-lo sem interromper sua maneira de viver egoísta. Prometa a essas pessoas uma religião que lhes permitirá que tenham conforto em meio ao seu materialismo e amor próprio, e elas a aceitarão aos milhares.
Paulo antecipou que essa época chegaria. No final de sua segunda carta a Timóteo, depois de esboçar os princípios que mencionamos anteriormente, o apóstolo resumiu seu conselho a Timóteo nestas palavras tão bem conhecidas: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda alonganimidade e doutrina” (2 Tm 4.2). Então, Paulo acrescentou a seguinte advertência profética: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Tm 4.3,4). A versão brasileira traduz essa passagem da seguinte forma: “Mas desejosos de ouvir cousas agradáveis, cercar- se-ão de mestres segundo os seus desejos, e desviarão os ouvidos da verdade e se aplicarão às fábulas”.
É claro que na filosofia ministerial de Paulo não havia lugar para a teoria do ofereça-às-pessoas-o-que-elas-desejam, que é tão predominante hoje em dia. Ele não instou que Timóteo fizesse uma pesquisa a fim de descobrir o que as pessoas desejavam. Não sugeriu que Timóteo fizesse um estudo de dados demográficos ou procurasse descobrir quais as “necessidades conhecidas” de seu povo. Ele ordenou que Timóteo pregasse a Palavra fiel, sistemática e pacientemente, de forma a repreender, permitindo que ela confrontasse o espírito vigente.

 Esta passagem tão sucinta define a excelência no ministério bíblico. Ela contémnove lembretes de Paulo a Timóteo que nenhum ministro deve ter a ousadia de ignorar. Aqueles que negligenciam essas respon­sabilidades estão em pleno declínio, quer reconheçam, quer não.

Paulo  de algumas direção a Timóteo para que ele tem excelência no ministério

1.      Pregar  a palavra
2.      Insta  quer seja oportuno quer não
3.      Corrige, repreenda e exorta
4.      Não se Comprometer em Tempos Difíceis
5.      Se sóbrio em todas as coisas
6.      Suporta as aflições
7.      Faz o trabalho de um evangelista 


Lembre do teu chamado
 “Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos pela sua manifestação e pelo seu reino” — é assim que Paulo inicia a parte final de sua última epístola inspirada. Era um prisioneiro, que se encontrava perto do final de sua vida, esperando sua própria execução (2 Tm 4.16). Ele sabia que logo estaria diante de Deus para prestar contas. Esses pensamentos estavam bem vívidos em sua mente. Portanto, relembra a Timóteo a seriedade de seu comissionamento como jovem pastor.
Paulo aconselhou Timóteo a viver e trabalhar à luz do julgamento iminente. Timóteo precisava se preocupar com o que Deus pensava a respeito de seu ministério e não com o que os homens pensavam. Note que Paulo invocou a presença “de Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos”. Ele desejava que Timóteo compreendesse que Aquele que haveria de julgá-lo era Aquele em cuja presença ele ministrava. Deus julga por seus próprios critérios, não por aquilo que as pessoas imaginam.
Em outro lugar, Paulo afirma: “Pois todos compareceremos perante o tribunal de Deus… Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14.10,12). É isso que Paulo desejava salientar a Timóteo. Ele não deveria ministrar para agradar a homens, e, sim, a Deus.
***********************************************

Não se Comprometer em Tempos Difíceis



Há uma urgência na ordem de Paulo a Timóteo: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar- se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Tm 4.3). Esta é uma profecia que nos faz lembrar aquelas encontradas em 2 Timóteo 3.1 (“Sabe, porém, isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis”) e 1 Timóteo 4.1 (“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé”). Este é, portanto, o terceiro alerta profético de Paulo a Timóteo com relação aos tempos difíceis por vir. Observe a progressão: o primeiro alerta disse que chegaria uma ocasião em que as pessoas se desviariam da fé. O segundo alertou Timóteo acerca de dias perigosos que sobreviriam à igreja. Agora, o terceiro sugere que viria um tempo em que pessoas dentro da própria igreja não suportariam ouvir a sã doutrina, mas, em vez disso, desejariam ter os seus ouvidos coçados.
Pregação destemida é sempre mais necessária em épocas caracterizadas por tais perigos. Quando as pessoas não estão dispostas a tolerar a verdade, é nesta ocasião que os pregadores corajosos e ousados precisam anunciá-la com mais firmeza.
Mas, por que as pessoas não suportam ouvir a sã doutrina? É porque amam o pecado. A pregação da sã doutrina, como já vimos, confronta e repreende o pecado; e as pessoas apegadas a um estilo de vida pecaminoso não suportarão esse tipo de pregação. Querem satisfazer a coceira de seus ouvidos (2 Tm 4.3).
Paulo também emprega a expressão “sã doutrina” em 1 Timóteo 1. Nos versículos 9 e 10 daquele capítulo, ele fala de “transgressores e rebeldes, irreverentes e pecadores, ímpios e profanos, parricidas e matricidas, homicidas, impuros, sodomitas, raptores de homens, mentirosos, perjuros, e … tudo quanto se opõe à sã doutrina”. Uma sociedade repleta de, e influenciada por, mentirosos, perjuros,assassinos e homossexuais jamais será tolerante para com a sã doutrina.
Note que Paulo não está sugerindo que o caminho para alcançarmos tal sociedade é o abrandamento da mensagem, de forma que as pessoas sintam-se confortáveis ao ouvi-la. E exatamente o contrário. Satisfazer à coceira nos ouvidos dessas pessoas é algo abominável. Paulo exorta a Timóteo, a fím de que ele esteja pronto a sofrer por causa da verdade e continue a pregar fielmente a Palavra. Essa é a única maneira pela qual pessoas intolerantes podem ser expostas à verdade, pois somente ela é capaz de amolecer seus corações.
 “não suportarão” está se referindo em 2 Timóteo 4.3. A quem se refere? Ao mundo ou à igreja? É claro que inclui o mundo — pessoas não-regeneradas que raramente estão dispostas a ouvir a sã doutrina. Aqui, entretanto, Paulo está se referindo às pessoas a quem Timóteo pregava. O texto parece estar se referindo às pessoas da igreja. A passagem sugere que haveria um tempo em que os crentes professos de Éfeso não suportariam a sã doutrina.
Não é exatamente esta a situação da igreja na sociedade hoje? Aliás, é precisamente isso que  consiste os fatos de que o povo não quer ouvir a verdade pregada; eles querem ser entretidos. A estratégia de grande parte das igrejas hoje e   se paraecer  com o mundo  pergar preceitos  mundando passar uma tinta gospel  dar nome de culto  e dizer e para Gloria do senhor ; “Dê às pessoas o que elas querem”. As Escrituras ensinam o contrário.
Há milhares de igrejas, ao redor do mundo, que não querem ouvir a sã doutrina. Não aguentariam, por duas semanas, um ensino bíblico firme que refutasse seus erros doutrinários, que confrontasse o seu pecado, que lhes trouxesse convicção e as exortasse a obedecer a verdade. Não desejam ouvir pregação sadia. Por quê? Porque os que se encontram nas igrejas desejam possuir a Deus sem abrir mão de seu estilo de vida pecaminoso; por isso não toleram que alguém lhes diga o que a Palavra de Deus declara a esse respeito.
Então, o que desejam eles ouvir? “Cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2Tm 4.3). Ironicamente, eles procuram mestres. Aliás, cercam-se de mestres, mas não aqueles que ensinam a sã doutrina. Escolhem mestres que lhes ensinem o que desejam ouvir, ou seja, aquilo que satisfaz acoceira de seus ouvidos. Desejam aquilo que os faz sentirem-se bem consigo mesmos. Pregadores que os ofendem, esses são rejeitados.Ajuntam ao redor de si uma porção de professores que satisfazem seus apetites insaciáveis e egoístas. O pregador que traz a mensagem que mais necessitam ouvir é aquele que eles menos gostam de ouvir.
Infelizmente, pregadores com mensagens que satisfazem as coceirasnos ouvidos são abundantes em nossos dias. “Em épocas de fé instável, de ceticismo e de mera especulação curiosa em relação aos aspectos espirituais, mestres de todo tipo proliferam, tal como as moscas da praga no Egito. A demanda gera o suprimento. Os ouvintes convidam e moldam os seus próprios pregadores. Se as pessoas desejam um bezerro para adorar, o ministro ‘que fabrica bezerros’ logo é encontrado”.
Esta avidez por mensagens que agradem a coceira nos ouvidos conduz a um final terrível. O versículo 4 diz que, por fim, essas pessoas “se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas”. Tornam-se vítimas de sua própria recusa em ouvir a verdade. Isto significa que as pessoas deliberadamente escolhem essa atitude. A frase “entregando-se às fábulas” descreve o que acontece a elas. Tendo dado as costas à verdade, tomam-se instrumentos de Satanás. A ausência de luz são as trevas.
Isso está acontecendo na igreja contemporânea. O evangelicalismo perdeu sua tolerância para com a pregação confrontadora. A esta altura, a igreja flerta com os mais graves erros doutrinários. Os cristãos buscam imprudentemente a revelação extra-bíblica na forma de profecias e sonhos. Os pregadores negam ou ignoram a realidade do inferno. O evangelho moderno promete o céu sem uma vida de santidade. As igrejas ignoram o ensinamento bíblico acerca do papel da mulher, do homossexualismo e de outras questões sensíveis.
Observe novamente a frase-chave no versículo 3: “Como que sentindo coceira nos ouvidos”. Por que não suportam a sã doutrina? Por que cercam-se de mestres e voltam as costas para a verdade? Porque no seu íntimo o que pretendem é satisfazer a coceira de seus ouvidos. Não querem ser confrontados. Não querem sentir convicção de pecado. Desejam ser entretidos; querem pregações que produzam sentimentos agradáveis. Desejam sentir-se bem. Querem satisfazer acoceira dos seus ouvidos com anedotas, humor, psicologia, palestras motivacionais, estímulos, pensamento positivo, auto- satisfação e sermões que fortalecem o ego. Correção, repreensão e exortação bíblicas são inaceitáveis.
Mas a verdade de Deus não faz cócegas em nossos ouvidos; elaes bofeteia os nossos ouvidos. Ela os queima. Primeiramente, ela corrige, repreende e traz convicção; depois, ela exorta e encoraja. Os que pregam a Palavra precisam ter o cuidado de manter esse equilíbrio.
Em João 6, após Jesus ter pregado um sermão bastante severo, a Bíblia nos diz: “À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele” (v. 66). Enquanto as multidões se retiravam, nosso Senhor voltou-se a seus discípulos e perguntou: “Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?” (v. 67). A resposta de Pedro, em nome dos demais apóstolos, é significativa: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna” (v. 68). Esta é a resposta correta. Revela a diferença entre os verdadeiros discípulos e os demais: a fome pela Palavra. Jesus afirmou: “Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos” (Jo 8.31). Pessoas que buscam ser alimentadas ou entretidas, curiosos e gente que apenas segue as multidões não são, de forma alguma, discípulos verdadeiros. Os que amam a Palavra são os verdadeiros seguidores de Cristo. Esses não desejarão ouvir pregadores que cocem seus ouvidos.
Cumpre Cabalmente o Teu Ministério

As breves recomendações de Paulo a Timóteo terminam com um imperativo final: “Cumpre cabalmente o teu ministério” (2 Tm 4.5). “Cumprir” significa executar, realizar completamente, fazer tudo. O apóstolo poderia ter dito: “Não sirva a Deus apenas com a metade de seu coração; faça-o com toda a sua força”. Paulo estava chegando ao final de sua vida e podia afirmar: “Estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda” (2 Tm 4.6-8). Ele almejava que Timóteo, em algum tempo, chegasse à esta postura.


Lembre-se de que o encargo de Paulo a Timóteo traz implicações para todo cristão. Todos nós devemos ministrar em alguma esfera de serviço a Deus. Seja você uma dona-de- casa que ministra a seus próprios filhos ou o pastor de uma grande congregação, estes princípios se aplicam a você. Não há lugar para comprometer o evangelho. Não há espaço para a timidez. Não há tempo para demoras. Não há necessidade de temor. Realize todo o seu serviço para o Senhor; cumpra-o integralmente. E isto só é possível se o ministério for efetuado corretamente.
********************************************************



A Existência de Deus




Texto Dt. 6:4 Romanos 1:19-21) 


O homem tem buscado de todas as formas possíveis chegar a algum conhecimento de Deus. Todos os caminhos em vão, por não passarem de filosofia humana e preceitos de homens. Sempre procura um meio para atingir a Deus, sendo que, na realidade, ele mesmo, não pode atingir a Deus. 


Não existe nada de mais belo e de mais magnífico do que Deus. Não há nada no mundo que se compare a grandeza do assunto. Talvez a maior questões que divide a humanidade, seja o fato de se crer ou de não crer na existência de Deus. 
Quero atestar aqui, a existência de Deus. Ele realmente existe e está Vivo! Domina este mundo, pois tudo veio a existir por Seu intermédio. Através de um senso crítico, demonstro como se pode provar o fato de que Deus realmente existe. 
Com Deus, há explicações para todos os eventos, todos os acontecimentos, todos os fatos, todas as circunstâncias. Sem Deus, um vazio, necessitando ser preenchido. 
Quanto à existência de Deus, a Bíblia diz que há pessoas que têm prova suficiente de que Ele existe, mas encobrem essa verdade (Romanos 1:19-21). Por outro lado, há aquelas que querem saber se Deus existe; a essas Ele diz: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês…”. (Jeremias 29:13-14) Antes que você olhe para os fatos relacionados à existência de Deus, pergunte-se: “Se Deus realmente existe, eu gostaria de conhecê-lo?”.
.1 Deus Existe? A complexidade do nosso planeta aponta para um Desenhista, que, intencionalmente, não apenas criou nosso universo, mas também o sustenta hoje.
Nossa lua tem o tamanho perfeito e está à distância exata da Terra por causa da força da gravidade. A lua cria movimentos importantes nas marés para que as águas não estagnem e ainda impede que os nossos oceanos massivos não inundem os continentes (
2. Deus Existe? Deus não apenas Se revelou no que pode ser observado na natureza, e na vida humana, mas Ele se mostrou mais especificamente na Bíblia.
3. Jesus Cristo é a imagem mais clara e específica de Deus, diferente de outras revelações dEle.


Falar em Deus é assunto bem extenso e de suma importância para o homem. Falar em Sua existência é ainda mais importante. O fato da existência ou não de Deus irá influenciar toda a vida de um homem. Sua crença em relação a este fato levará a um estilo de vida determinado. Tudo dependerá de como ele vê ou até mesmo não vê a Deus. 
Pelo menos uma vez na vida, você não adoraria que alguém simplesmente lhe mostrasse a prova da existência de Deus? Sem quebra-de-braço, sem afirmações como: “Você tem que acreditar”. Bem, tentaremos apresentar aqui algumas das razões que sugerem a existência de Deus.
Mas, considere que, se alguém se opõe radicalmente à possibilidade de Deus existir, então qualquer prova ou explicação apresentada aqui poderá ser imediatamente refutada. Ou seja, isso seria como se uma pessoa se recusasse a acreditar que o homem andou na lua. Nenhuma informação, por melhor que fosse, iria mudar o seu modo de pensar. Imagens via satélite de homens andando na lua, entrevistas com os astronautas, pedras lunares… todas as provas seriam sem valor porque a pessoa já concluiu que o homem não pode ir à lua.

A CONCEITUAÇÃO BATISTA DE DEUS – Confissão de Fé Batista de 1689.
O Senhor nosso Deus é somente um, o Deus vivo e verdadeiro (I Co.8: 4,6. Dt.6:4), cuja subsistência está em si mesmo e provém de si mesmo (Jr.10:10. Is.48:12); infinito em seu ser e perfeição, cuja essência por ninguém pode ser compreendida, senão por Ele mesmo (Êx.3:14).
Ele é um espírito puríssimo (Jo.4:24), invisível, sem corpo, membros ou paixões; o único que possui imortalidade, habitando em luz inacessível, a qual nenhum homem é capaz de ver I Tm.1:17. Dt.4:15-16); imutável (Ml. 3:6), imenso (I Rs.8:27. Jr.23:23), eterno (Sl.90:2), incompreensível, todo-poderoso (Gn.17:1); em tudo infinito, santíssimo (Is.6:3), sapientíssimo; completamente livre e absoluto, operando todas as coisas segundo o conselho da sua própria vontade (Sl.115:3. Is.46:10), que é justíssima e imutável, e para a sua própria glória (Pv.16:4. Rm.11:36); amantíssimo, gracioso, misericordioso, longânimo; abundante em verdade e benignidade, perdoando a iniquidade, a transgressão e o pecado; o recompensador daqueles que o buscam diligentemente (Ex.34:6-7. Hb.11:6); contudo justíssimo e terrível em seus julgamentos (Ne.9:32-33), odiando todo pecado (Sl.5:5-6), e que de modo nenhum inocentará o culpado (Êx.34:7. Na.1:2-3).
Deus tem em si mesmo e de si mesmo toda a vida (Jo.5:26), glória (Sl.148:13), bondade (Sl.119:68) e bem-aventurança. Somente ele é autossuficiente, em si e para si mesmo; e não precisa de nenhuma das criaturas que fez, nem delas deriva glória alguma (Jó 22:2-3); mas somente manifesta, nelas, por elas, para elas e sobre elas a sua própria glória. Ele, somente, é a fonte de toda existência: de quem, através de quem e para quem são todas as coisas (Rm.11:34-36), tendo o mais soberano domínio sobre todas as criaturas, para fazer por meio delas, para elas e sobre elas tudo quanto lhe agrade (Dn.4:25,34-35). Todas as coisas estão abertas e manifestas perante Ele (Hb.4:13); o seu conhecimento é infinito, infalível e
independe da criatura, de maneira que para Ele nada é contingente ou incerto (Ez.11:5. At.15:18). Ele é santíssimo em todos os seus ensinamentos, em todas as suas obras (Sl.145:17), e em todos os seus mandamentos. A Ele são devidos, da parte de anjos e de homens, toda adoração (Ap.5:12-14), todo serviço, e toda obediência que, como criaturas, eles devem a criador; e tudo mais que Ele se agrade em requerer de suas criaturas.

Poderiam ser dados muitos exemplos mostrando o desenho que Deus fez da criação, e, possivelmente, não chegaríamos ao fim desse desenho. Mas aqui estão alguns traços dele:
A Terra… seu tamanho é perfeito. O tamanho da Terra e a sua gravidade correspondente seguram uma camada fina de gases nitrogênio e oxigênio que se estendem, em sua maioria, até uns 80 quilômetros desde a superfície da Terra. Se a Terra fosse menor, a existência de uma atmosfera seria impossível, como ocorre no planeta Mercúrio. Se a Terra fosse maior, sua atmosfera conteria hidrogênios livres, como em Júpiter
A Terra localiza-se na distância exata do sol. Pense nas variações de temperatura que enfrentamos, aproximadamente entre -34.4 a + 48.9 graus. Se a Terra fosse um pouco mais distante do sol, nós todos congelaríamos. Um pouco mais perto e nós nos queimaríamos. Até mesmo uma variação fracionária da posição da Terra em direção ao sol tornaria a vida impossível no planeta. A Terra mantém sua distância perfeita do sol enquanto gira em torno dele numa velocidade de aproximadamente 107.825 kph. Também gira em torno de seu próprio eixo, permitindo que toda a superfície seja apropriadamente aquecida e refrescada todos os dias.
Água… incolor, inodora e insípida e ainda assim nenhum ser vivente pode sobreviver sem ela. Plantas, animais e seres humanos consistem, na sua maioria, de água (cerca de dois terços do corpo humano é composto por água). Você verá porque as características da água são tão particularmente apropriadas para a vida:
A água possui pontos máximos de fervura e de congelamento incomuns, nos permitindo viver em um ambiente com temperaturas variantes, enquanto mantém nossos corpos em temperatura constante de 37 graus.
A água é o solvente universal. Pegue um copo cheio d’água e adicione uma colher de açúcar e nada vai transbordar; a água simplesmente absorve o açúcar. Essa propriedade da água significa que milhares de produtos químicos, minerais e nutrientes podem ser carregados pelo nosso corpo todo e até dentro de vasos sangüíneos minúsculos (Ibid.).
A água também não apresenta mudanças químicas. Sem afetar o composto das substâncias que carrega, a água permite que comidas, remédios e minerais sejam absorvidos e usados pelo organismo.
A água apresenta uma tensão de superfície única, pois, nas plantas, ela pode subir contra a ação da gravidade, trazendo nutrientes vivificantes até o topo da árvore mais alta.
A água congela de cima para baixo, formando uma crosta que flutua; assim, os peixes podem viver no inverno.
Noventa e sete por cento da água da Terra encontram-se nos oceanos. Mas, em nosso planeta, existe um sistema que retira o sal da água e a distribui para todo o globo. É o processo de evaporação, que absorve as águas do oceano, deixando para trás o sal; depois forma nuvens que são facilmente levadas pelo vento a fim de dispersar, pela chuva, a água sobre a vegetação, animais e pessoas. Esse sistema purifica e recicla os recursos hídricos do planeta, para sustentar a vida aqui (Ibid.).
O cérebro humano… processa simultaneamente uma quantidade incrível de informações. O cérebro reconhece todas as cores e objetos que você vê; assimila a temperatura à sua volta; a pressão de seus pés contra o chão; os sons ao seu redor; o quão seca sua boca está e até a textura deste artigo em suas mãos. O seu cérebro registra respostas emocionais, pensamentos e lembranças. Ao mesmo tempo, seu cérebro não perde a percepção e o comando dos movimentos ocorrentes em seu corpo, como o padrão de respiração, o movimento da pálpebra, a fome e o movimento dos músculos das suas mãos.
O cérebro humano processa mais de um milhão de mensagens por segundo (Ibid.). Ele avalia a importância de todos esses dados, filtrando o que é relativamente sem importância; um processo de seleção que lhe permite interagir com o ambiente em que você se encontra e se desenvolver de modo eficaz nele…
O cérebro é algo que lida com mais de um milhão de informações por segundo, enquanto avalia as mais importantes, permitindo que o homem aja somente com as mais relevantes… Podemos mesmo dizer que esse tão órgão fascinante foi criado pelo mero acaso?
Quando a NASA lança um foguete espacial, sabemos que não foi um macaco que planejou o lançamento, e sim mentes inteligentes e instruídas. Como explicar a existência do cérebro humano? Apenas uma mente mais inteligente e instruída do que a humanidade poderia tê-lo criado.

Os pensamentos de Deus, personalidade e atitudes podem ser conhecidos somente se Deus resolve revelá-los. Tudo mais seria especulação humana. Nós perderíamos muito se Deus não quisesse ser conhecido. Mas Deus quer que o conheçamos e nos contou na Bíblia tudo o que precisamos saber sobre Seu caráter e como nos relacionarmos com Ele. Isto torna a fidedignidade da Bíblia algo de importância.
As descobertas arqueológicas continuam confirmando, ao invés de refutarem, a precisão da Bíblia. Por exemplo, uma descoberta arqueológica no nordeste de Israel, em 1993, confirmou a existência do Rei Davi, autor dos muitos Salmos na Bíblia, “A Pedra da Casa de Davi”, A Carta Levita, Zola Levitt Ministries, Ministérios Zola Levitt, setembro de 1993). Os pergaminhos do Mar Morto, e outras descobertas arqueológicas, continuam a provar, de modo substancial, a precisão histórica da Bíblia.
A Bíblia foi escrita em um período de mais de 1.500 anos, por mais de 40 autores diferentes, em diferentes locais e em continentes separados, escrita em 3 línguas diferentes, falando sobre questões diversas, em diferentes pontos da Ainda assim existe uma consistência incrível em sua mensagem. A mesma mensagem aparece por toda a Bíblia:
  1. Deus criou o mundo em que vivemos e nos criou especificamente para termos um relacionamento com Ele;
  2. Ele nos ama profundamente;
  3. Ele é santo e conseqüentemente não pode ter um relacionamento com pessoas pecadoras;
  4. Deus nos deu um caminho para nossos pecados serem perdoados;
  5. Ele nos pede para que aceitemos o Seu perdão e que tenhamos um relacionamento com Ele que durará toda a eternidade.
Além desse roteiro central, a Bíblia nos revela, de modo específico, o caráter de Deus. O Salmo 145 é um resumo típico da personalidade, pensamentos e sentimentos de Deus por nós. Se você quiser conhecer Deus, aqui está Ele.

Por que Jesus? Veja que em todas as outras principais religiões do mundo, você constatará que Buda, Maomé, Confúcio e Moisés se apresentam como mestres ou profetas; nenhum deles disse ser igual a Deus. Surpreendentemente, Jesus disse. E é nisto que Jesus se distingue de todos os outros. Jesus disse que Deus existe e que você estava olhando para o próprio Deus ao contemplá-lo. Apesar de Ele falar de Deus como Seu Pai Celestial, não era da perspectiva de separação, mas de uma união bem chegada, única para toda a espécie humana. Jesus falou que todo aquele que O tinha visto, tinha visto o Pai; todo aquele que acreditasse nEle, acreditaria no Pai.
Ele disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida”. (João 8:12) Ele disse ter atributos pertencentes somente a Deus: ser capaz de perdoar as pessoas de seus pecados; libertá-las de hábitos pecaminosos; dar às pessoas uma vida mais abundante, dando-lhes, no céu, vida eterna. Diferente de outros mestres que faziam as pessoas se focarem nas palavras deles, Jesus faz as pessoas seguirem a Ele mesmo. Ele não disse: “sigam as minhas palavras e vocês encontrarão a verdade”. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim”. (João 14:6)
Quais as provas que Jesus deu para dizer que era divino? E os pensamentos, expectativas e sentimentos de Deus pela raça humana? Ele fez o que as pessoas não podem fazer. Jesus fez milagres. Ele curou as pessoas: cegos, aleijados, surdos e até fez alguns viverem depois de estarem mortos. Ele teve poder sobre objetos: criou comida praticamente do nada; o suficiente para alimentar uma multidão de milhares de pessoas. Ele fez milagres na natureza: andou sobre um lago, ordenou uma tempestade em fúria parar por causa de uns amigos. Pessoas de todos os lados seguiam Jesus, porque Ele sempre ia ao encontro de suas necessidades fazendo algo miraculoso. Ele disse: “Creiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim; ou pelo menos creiam por causa das mesmas obras”. (João 14:11)
O que Jesus revelou da personalidade de Deus? O que Ele nos mostrou sobre os pensamentos, expectativas e sentimentos de Deus pela raça humana? Jesus Cristo mostrou que Deus é gentil, amoroso, consciente do nosso egoísmo e defeitos e ainda assim quer ter um relacionamento conosco. Jesus revelou que, apesar de Deus nos ver como pecadores merecedores da Sua punição, Seu amor por nós venceu. Jesus mostrou que Deus propôs um plano diferente, fazendo com que o seu Filho recebesse a punição por nossos pecados. Jesus aceitou esse plano de livre e espontânea vontade.
Jesus foi torturado com um chicote de nove pontas afiadas. Uma “coroa” de espinhos de cinco centímetros cada foi colada em volta de sua cabeça. Prenderam-no em uma cruz, marretando pregos em Suas mãos e pés até a madeira. Tendo feito tantos milagres, esses pregos não O prenderam na cruz; o Seu amor por nós, sim. Jesus morreu em nosso lugar para que pudéssemos ser perdoados. Dentre todas as religiões conhecidas pela humanidade, apenas através de Jesus você verá Deus estendendo Suas mãos para os homens. Dando-nos uma maneira de termos um relacionamento com Ele, Jesus prova que há um coração divino que nos ama, indo ao encontro das nossas necessidades e nos aproximando dEle. Por causa da morte de Jesus, podemos ser perdoados, aceitos completamente por Deus e amados de forma genuína por Ele. Deus diz: “Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atraí.” (Jeremias 31:3) Esse é Deus em ação!
A prova mais conclusiva de que Jesus é igual a Deus é o milagre mais esquadrinhado de Jesus – Sua própria ressurreição de dentre os mortos. Jesus disse que três dias depois de ser enterrado, Ele voltaria a viver. No terceiro dia depois de Sua crucificação, a pedra de quase duas toneladas que estava na frente do Seu túmulo tinha sido jogada para uma A guarda de bem treinados soldados romanos viu uma luz cegante e um anjo. O túmulo estava vazio, exceto pelos panos de enterro que haviam sido enrolados no corpo de Jesus. Durante todos esses anos, análises legais, históricas e lógicas vêm sendo aplicadas à ressurreição de Jesus e a única conclusão possível até agora é a de que Jesus voltou de dentre os mortos.
Deus existe? Se você quer saber, investigue sobre Jesus Cristo. Ele mesmo falou:“Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)

Se Deus é SINGULAR, então não posso me associar a nenhum outro deus;
Se Deus é INFINITO, então Ele é maior que minha própria vida;
Se Deus é ETERNO, então podemos confiar nEle em qualquer tempo;
Se Deus é INTELIGENTE, então posso confiar em suas decisões a meu respeito;;
Se Deus é SÁBIO, então preciso dEle na minha ignorância;
Se Deus é BOM, então em Suas mãos estarei seguro;
Se Deus é JUSTO, então entregarei a Ele as injustiças por mim sofridas;
Se Deus é AUTO-EXISTENTE, não precisa de mim, mas eu preciso dEle;
Se Deus é IMUTÁVEL, então a minha fé pode descansarem Seu Ser;
Se Deus é ONIPRESENTE, então não preciso fazer peregrinações para locais “santos” para encontrá-Lo;
Se Deus é SOBERANO, então nada pode pegá-lo de surpresa, até mesmo as piores calamidades;
Se Deus é SANTO, então preciso buscar a santidade, pois Ele me diz: “Sede santo”;
Se Deus se IRA, então preciso entender que não posso pecar contra Ele;
Se Deus é ONIPOTENTE, então porque me preocupo com os meus problemas mais do que deveria?;
Se Deus é ONISCIENTE, então não posso enganá-Lo em momento algum;
Se Deus é AMOR, então posso crer em seu perdão;
Se Deus é MISERICÓRDIA, então eu sei que, embora exista o inferno, ele não é para mim;
Se Deus é PACIENTE, então sabe qual o melhor momento para agir.
Se Deus tem VONTADE, então eu preciso descobrir a Sua vontade para minha vida

 Diante de tantos argumentos e proposições filosófico-científicas, até se poderia convencer as mentes sobre a existência e realidade de Deus. Ainda assim, existiram os homens com a consciência cauterizada que o apóstolo Paulo falou, e que em Romanos 1 descreve com clareza.Não seria necessária a ciência para explicar a existência de Deus. Ele, o Senhor Todo-Poderoso, simplesmente é, o Deus “Eu sou”, que na sarça se revelou a Moisés, e ainda deseja se revelar a todo homem, por meio de Seu Único Filho, Jesus Cristo. Esse Deus utiliza, com toda a certeza, da razão para se mostrar ao homem, pois foi Ele quem lhe conferiu esse presente, contudo, sem a fé, requisito indispensável para se chegar a Ele, a razão só distancia o homem de Deus, e o aproxima mais de si mesmo e da sua vaidade, típica da sua natureza pecaminosa.
Por fim, terminamos com as palavras do homem que mais se esforçou para ensinar os incrédulos no caminho da existência e verdade eterna de Deus, na pessoa de Jesus Cristo, por meio de sua 1ª Carta aos Coríntios, em 1:18,21-24, o apóstolo Paulo ensina:
“Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem, mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (…).Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria. Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.”

****************************************************



COMO REAGI AS ADVERSIDADES DA VIDA

TEXTO: Gn 39.20 – 40.23 – Texto para leitura: Gn 39.20
INTRODUÇÃO

> Situações que são verdadeiras “Prisões”: período de desemprego; período de enfermidade; marido ou esposa doente; marido no jogo ou vício; filha que arruma namorado com dependência química que causa problemas a
toda família; situação difícil de relacionamento que se arrasta sem aparente solução, etc …
> Ex. bíblicos: José, Paulo (prisões literais), Davi (perseguido por Saul)

TRANSIÇÃO
(A.T.) “Deus, muitas vezes, em algumas circunstâncias e possivelmente devido a planos futuros, permite alguns períodos de ‘prisões’ em nossas vidas”
(S.T.) “O texto nos mostra alguns ENSINOS sobre estes períodos de ‘prisões’ que Deus algumas vezes permite em nossas vidas”
MESMO QUANDO ESTAMOS NA PRISÃO …
I.) DEUS É CONOSCO – Gn 39.21a
> Ele nunca nos desampara, seja qual for a situação – Mt 28.20; Rm 8.38-39; SI 23.4
> Ele pode permitir a Cova dos Leões, A Fornalha Acesa, A perseguição de Saul, As prisões de Jeremias, mas Ele, sempre estará conosco.
> Ilustração das pegadas na areia da praia
II.) DEUS PODE NOS FAZER PROSPERAR – Gn 39.23b
> Elucidar os versos 21-23
> Davi aprendeu a lutar, constituiu um exército, teve filhos, fez alianças
> Paulo evangelizou reis e autoridades, escreveu várias epístolas, ganhou muitas almas
> John Bunyan escreveu o livro “O Peregrino” enquanto estava preso. Este é o segundo livro mais vendido em todo o mundo, depois da Bíblia!
> Não se entregue!!!
III.) DEUS NÃO CESSA DE TRABALHAR A NOSSO FAVOR – Gn 40.1-5
> Enquanto José estava preso, Deus estava produzindo alguns acontecimentos no palácio de Faraó que futuramente viriam a favorecê-lo
> Ao olhar inicialmente para aquele copeiro, José mal sabia que ele seria um instrumento de Deus para a libertação de José.
> Os sonhos do copeiro e do padeiro na mesma noite!!! Tudo era um trabalhar de Deus
> “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4)
IV.) DEVEMOS APROVEITAR AS OPORTUNIDADES DE SERVIR AQUELES QUE NECESSITAM – v.6-8
> José tinha tudo para ser um revoltado por tudo o que lhe tinha acontecido …
> Mas não, ele se preocupava com o bem estar das pessoas
> Deus naturalmente coloca em nosso caminho pessoas a quem podemos ajudar e servir
> Talvez a nossa “libertação” esteja intimamente ligada a prestarmos um serviço, benefício ou atenção a alguém
V.) DEVEMOS CONTINUAR A RECONHECER A DEUS EM TODOS OS NOSSOS CAMINHOS -v. 8b
> José reconhecia que toda a sua capacidade para interpretar os sonhos provinha de Deus
> Ler Provérbios 3.5-6
VI.) DEVEMOS ESTAR ATENTOS ÀS POSSÍVEIS OPORTUNIDADES DE SAIR DA PRISÃO -v. 14-15
> José viu na libertação daquele copeiro uma oportunidade para sair da prisão. Ele estava atento!!!
> E embora num primeiro momento o copeiro tenha se esquecido de José, foi esse mesmo o caminho que o levou para fora daquela prisão
> Às vezes a oportunidade está passando à nossa frente e nós não estamos percebendo, não atentos
> Ex. Davi e Golias – Que testão!!!
> Nós como crentes, mais do que outros, devemos achar oportunidades em meio às dificuldades !
> O inventor do velcro – viu carrapichos grudando na roupa e teve a ideia
VII.) DEVEMOS FALAR A VERDADE, SEM OMITI-LA– v. 16-19
> Não foi fácil para José encarar o padeiro e lhe dizer estas palavras
> Mesmo quando tudo parece não estar indo bem, não podemos perder a sinceridade e a transparência
> Deus honrou a sinceridade, transparência e seriedade de José – v. 20-22
VIII.) DEUS NUNCA SE ESQUECE DE NÓS. AINDA QUE OUTROS SE ESQUEÇAM – v. 23
> Em certas situações da vida ajudamos pessoas sem interesse é verdade. Mas gostaríamos de que quando precisássemos também pudéssemos contar com o auxílio destas pessoas anteriormente ajudadas por nós. Mas, via de regra elas nos esquecem … porém Deus nunca esquece!!!
> Mesmo em meio ao esquecimento do copeiro, Deus estava no controle, ainda não era o tempo de Deus …

*******************************************************************************

A RESSURREIÇÃO NOSSA MAIOR ESPERANÇA

Rm 6.5
A ressurreição é, sem dúvida, o evento mais extraordinário da história da humanidade. Nada se equipará jamais ao que aconteceu naquela manhã de domingo quando as mulheres foram ao túmulo visitar o corpo de Jesus e o encontraram vazio.




O túmulo vazio confirmou tudo o que o Messias havia dito anteriormente sobre si mesmo e sobre sua obra. Neste capítulo, deixaremos que o texto, acima de tudo, fale por si mesmo.
Jesus havia dito que ressuscitaria
A primeira consideração que faço é que a ressurreição de Cristo não foi um ato totalmente surpreso para os discípulos. Eles haviam sido exortados quanto a este fato. Havia sido dito a eles que, após três dias, Jesus ressuscitaria. O próprio Cristo disse isso a eles. No entanto, o fato traz consigo um peso de tamanha extraordinariedade que, mesmo sendo dito por Cristo, não parece ter gerado grande expectativa. Vejamos os textos nos quais Jesus alega que ressuscitaria:
Mt 16.21: Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.
Mt 17.22–23: Reunidos eles na Galiléia, disse-lhes Jesus: O Filho do Homem está para ser entregue nas mãos dos homens; e estes o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará. Então, os discípulos se entristeceram grandemente.
Mt 20.18–19: Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá.
Mt 26.32: Mas, depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a Galiléia.
Percebe-se, então, por estes textos, que a ressurreição não foi uma surpresa. Todos esperavam pelo que aconteceria. No entanto, não percebemos prontidão em tal espera. Talvez, os discípulos mantinham uma vaga lembrança, mas não estavam (pelo menos a Bíblia não demonstra) com grande expectativa falando sobre o retorno de Cristo dentre os mortos.
Vejamos onde colocaram o corpo de Jesus Cristo antes de ser morto.
Onde foi sepultado
Mt 27.57–60: Caindo a tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho fosse entregue. E José, tomando o corpo, envolveu-o num pano limpo de linho e o depositou no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro, se retirou.
É curiosa tal afirmação. Jesus foi sepultado dentro de uma rocha sólida em uma área de cemitérios particulares. Um buraco foi muito bem aberto dentro da rocha, algo bastante caro para a época. À frente da sepultura, havia um pequeno buraco em desnível de onde era possível ser rolada uma grande pedra fechando o túmulo — algo que tornava aquele sepultamento ainda mais caro. De acordo com arqueólogos e historiadores, o peso de uma pedra como essa girava em torno de duas toneladas, ou seja,  pouco mais que o peso de dois carros populares. Outro detalhe deste texto é que ninguém havia sido sepultado neste túmulo. Era um túmulo novo.
Onde e como o sepultaram
Mt 27.62–66: No dia seguinte, que é o dia depois da preparação, reuniram-se os principais sacerdotes e os fariseus e, dirigindo-se a Pilatos, disseram-lhe: Senhor, lembramo-nos de que aquele embusteiro, enquanto vivia, disse: Depois de três dias ressuscitarei.
Ordena, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos, o roubem e depois digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro.
Disse-lhes Pilatos: Aí tendes uma escolta; ide e guardai o sepulcro como bem vos parecer. Indo eles, montaram guarda ao sepulcro, selando a pedra e deixando ali a escolta.
Quando pessoas afirmam que Jesus não ressuscitou e que tudo não tenha passado de um embuste, precisamos pensar um pouco no texto e analisar se, realmente, há lógica para tal absurdo.
Há quem diga que Jesus nem mesmo tenha morrido e que seu corpo não tenha sido literalmente sepultado. No entanto, se isso é fato, por qual razão Pilatos autorizou a colocação de uma escolta para guardar o sepulcro? Porque a preocupação dessa escolta romana selar a pedra, tornando ainda mais difícil a abertura do túmulo — além do selo colocado, havia o próprio peso da pedra.
Este selo era uma maneira do Império Romano não só comprovar a existência de um corpo dentro do túmulo como uma prova da autoridade romana sobre aquele corpo. No entanto, com a ressurreição, não somente a autoridade romana foi colocada debaixo da autoridade divina, como a própria existência do corpo pode ser comprovada por muitas pessoas que viram o corpo após sua ressurreição.
O túmulo vazio
Mt 28.1–7: No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houve um grande terremoto; porque um anjo do Senhor desceu do céu, chegou-se, removeu a pedra e assentou-se sobre ela.
O seu aspecto era como um relâmpago, e a sua veste, alva como a neve. E os guardas tremeram espavoridos e ficaram como se estivessem mortos. Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado.
Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis. É como vos digo!
As primeiras pessoas a terem visto o túmulo vazio foram  Maria Madalena e a outra Maria. Não sabemos se a motivação delas era, realmente, encontrar Jesus ressuscitado, embora tenham ouvido falar sobre isso. Foram para cuidar do corpo, segundo os costumes judeus. No entanto, o que viram e ouviram lá as assustou.
Após ouvirem as palavras dos anjos, foram depressa para Jerusalém — provavelmente, o centro da cidade de Jerusalém, cerca de 15 minutos de onde estavam —, para se encontrarem com os demais discípulos e apresentar a eles a verdade que haviam descoberto.
Se alguém tivesse roubado o corpo de Jesus, com uma guarda montada frente ao túmulo, teriam descoberto rapidamente o assalto. No entanto, nada aconteceu. Somente depois acharam a desculpa do roubo:
Mt 28.12–13: Reunindo-se eles em conselho com os anciãos, deram grande soma de dinheiro aos soldados, recomendando-lhes que dissessem: Vieram de noite os discípulos dele e o roubaram enquanto dormíamos.
Ou seja, a própria autoridade romana atestou o túmulo vazio. Se os discípulos tivessem, de fato, roubado o corpo de Jesus, algo improvável para ex-pescadores desempregados, porque o pagamento de um suborno? Bastava colocar uma guarda imperial atrás dos prováveis “assaltantes”. Mas isso, obviamente, não foi feito. Nem mesmo os sacerdotes ou o sumo-sacerdote acusaram quem quer que seja, visto a quase impossibilidade da remoção da pedra.
Tudo isso somente aponta para o reconhecimento velado que muitos deram à ressurreição de Cristo naquele terceiro dia após a crucificação.
Nossa esperança
Nossa grande esperança está no fato de Jesus de Nazaré ter voltado dos mortos, vencendo a morte, garantindo-nos ser o Messias e tornando-se o primeiro a passar pelo que todos nós passaremos um dia. Nossa futura ressurreição só será possível por que a dele foi. Estes textos falam um pouco sobre isso:
At 4.33: Com grande poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.
Rm 6.5: Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição.
1Co 15.12–14: Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé;
Todavia, nossa fé não é vã! Nossa garantia de que nossa alma não será destruída eternamente separada de Deus é a promessa de que, na sua ressurreição, todos nós encontramos nossa própria ressureição. Se pregamos, pregamos porque Cristo ressuscitou. Se recebemos o Espírito Santo, recebemos porque Cristo ressuscitou e foi aos céus de onde o enviou a nós, e se podemos descansar em nossa salvação é porque Deus levou a pedra para fora da porta que fechava o túmulo onde o corpo de Cristo havia sido sepultado:
Mc 16.4: E, olhando, viram que a pedra já estava removida; pois era muito grande.
A vitória de Cristo sobre a morte também é a nossa.
quanto ao passado, a ressurreição de Cristo é um fato histórico incontroverso (1Co 15.1-11). O evangelho da nossa salvação está estribado em três colunas: Cristo morreu segundo as Escrituras, Cristo foi sepultado e Cristo ressuscitou segundo as Escrituras. A morte de Cristo não foi um acidente nem a ressurreição de Cristo foi uma surpresa. Precisaríamos admitir que se Cristo não ressuscitou um engano salvou o mundo; uma mentira seria a melhor notícia que o mundo já ouviu. A verdade incontroversa, porém, é que, de fato, Cristo ressuscitou!Em segundo lugar,
 quanto ao presente, a ressurreição de Cristo é o fundamento da nossa fé (1Co 15.12-34). Se Cristo não ressuscitou, os mortos também não ressuscitarão e se não há ressurreição de mortos, então, os homens estão desassistidos de esperança. Se Cristo não ressuscitou, a pregação do evangelho é vazia de conteúdo. Se Cristo não ressuscitou, a fé cristã é um corolário de dogmas sem qualquer proveito. Se Cristo não ressuscitou, os apóstolos foram falsas testemunhas e os maiores embusteiros da história, pois afirmaram, em nome de Deus, o que jamais ocorreu. Se Cristo não ressuscitou, não existe qualquer possibilidade de redenção para o pecador, e então, todos estariam condenados por seus pecados. Se Cristo não ressuscitou, aqueles que já morreram na esperança da vida eterna pereceram  inevitavelmente. Se Cristo não ressuscitou, então, os cristãos são as pessoas mais infelizes, pois toda a sua crença não passou de uma tola ilusão, de uma esperança malfadada. A realidade incontroversa, entrementes, é que Cristo ressuscitou como o primeiro da fila de todos os filhos de Deus que se levantarão dos túmulos, para receberem um corpo de glória.
quanto ao futuro, a ressurreição de Cristo é a âncora da nossa esperança (1Co 15.35-58). Cristo ressuscitou com um corpo de glória; e nós, também, receberemos um corpo semelhante ao corpo de sua glória. Teremos um corpo imortal, incorruptível, glorioso, poderoso, espiritual e celestial. Não haverá mais cansaço nem fadiga. Não haverá mais doença nem dor. Não haverá mais defeito físico nem morte. Nosso corpo vai brilhar como o firmamento e resplandecer como as estrelas para sempre e eternamente. Quando Jesus voltar, em sua majestade e glória, os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Então, nós que cremos no Filho de Deus, veremos que o nosso corpo mortal será revestido da imortalidade e o nosso corpo corruptível será revestido da incorruptibilidade. Então, a morte, o último inimigo a ser vencido, tragada pela vitória, será lançada no lago de fogo, e nós, com gozo inefável, alegria indizível, reinaremos com Cristo para sempre e sempre.
Conclusão
Assim como nosso Senhor Jesus Cristo descansou no poder do Pai antes de sua morte e ressurreição, nosso descanso só será possível graças a tudo que Jesus conquistou com sua ressurreição. Ressuscitando, Cristo recebeu tudo o que ele mesmo deu a nós. Só venceremos porque ele venceu. Só temos esperança graças à ressurreição de nosso Senhor. Tudo aquilo que Cristo esperava do Pai antes de sua morte (Jo 17) foi lhe dado na ressurreição. Com ele. Todos recebemos a mesma vitória e bênção advindas dela. É por isso que se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé (1Co 15.14). Oh, irmãos, exultemos com grande alegria, pois não caminhamos para um entardecer sombrio, mas para o romper do dia eterno! Não caminhamos para a escuridão de um túmulo gelado, mas para o fulgor da glória celeste! Temos uma viva esperança! Seguimos as pegadas de Jesus, aquele que venceu a morte e está vivo pelos séculos dos séculos. Aleluia!

***********************************************************************************

A CRUZA prova do amor de Deus por nós


“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós,sendo nós ainda pecadores.”Rm 5.8 
A cruz de Cristo é o sinal maior do amor de Deus pela humanidade caída e perdida. Como diz o texto bíblico acima, na cruz, Deus prova seu amor para com os homens. No entanto, sem entender o que a cruz significa em seu contexto, parecerá um absurdo dizer que Deus demonstra seu amor por nós na cruz.
Cristo falou sobre a nossa cruz e a dele. Há diferença. Abaixo, procuramos compreender a cruz em seu contexto e o que ela significa para nós.
Cada cruz em seu contexto
A cruz que Jesus tomou
Por ela recebemos expiação de nossos pecados. Expiação é o ato de Cristo levar em si a nossa culpa e condenação. Para entender melhor isso, precisamos nos lembrar do seguinte.
Quando Deus nos criou, deveríamos desfrutar de íntima comunhão com ele. Não havia nada que separava seres humanos de Deus. Havia conversa, intimidade, passeio. Havia santidade. No entanto, Eva e Adão caíram diante da mentira e tentação da serpente.
Após a queda, acabou toda comunhão que havia entre Deus e homens. Como diz a Escritura, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23). Houve uma completa separação, destituição, afastamento entre Deus e os seres humanos. A partir dessa separação, os homens passaram a viver segundo sua própria vontade, rebelando-se contra tudo (ou, quase tudo) que o Senhor havia dito. E assim é até hoje. Os seres humanos nascem já em rebelião contra Deus e vivem com o coração inclinado contra Deus, sendo totalmente incapazes de buscar a Deus, visto estarem mortos em seus delitos e pecados (Ef 2.1).
A consequência natural dessa vida voltada contra Deus e do quebrar das leis de Deus é a punição, ou seja, a aplicação da justiça divina sobre os infratores de Sua Lei. O problema é que não há quem não tenha infringido a Lei de Deus, já estudada por nós nos primeiros capítulos dessa Catequese. Assim, todos estamos obrigados a prestar contas diante do Juiz de toda a Terra e sermos julgados por Sua justiça, sofrendo as consequências e penas devidas às nossas transgressões.
Se Deus desse curso a isso, não deixaria de ser justo enviando todos os seres humanos para o lugar de condenação e punição eternas. Mas, como diz o verso inicial, Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8).
É aqui que entra Cristo e sua cruz. No início, houve uma promessa de resgate sobre aqueles que estariam, por causa do pecado, debaixo do poder do diabo:
Gênesis 3.15: Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
Aqui, logo no início da criação, é prometida a vinda daquele que esmagaria a cabeça da Serpente. O profeta Isaías, séculos antes do nascimento de Cristo, amplia a visão do momento em que o “descendente da mulher” feriria a cabeça da Serpente:
Is 53.4–6: Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Na cruz, Jesus estava reconciliando os seres humanos caídos com Deus. Obviamente, não a todos os seres humanos, mas aqueles que se arrependessem de seus pecados e tivessem suas vidas transformadas em adoradores de Deus. Na cruz, Jesus estava cancelando toda dívida que essas pessoas tinham com Deus, toda a culpa, toda condenação. Veja estes versos:
Colossenses 2.14-15: tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.
Efésios 2.16: e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade.
Na cruz, Cristo destrói a inimizade que havia entre Deus e os seres humanos. Toda a ira de Deus que deveria cair sobre nossas cabeças na eternidade, Deus derrama sobre Seu Filho agonizando sobre a cruz. Pai e Espírito abandonam o Filho para derramar sobre Ele toda a ira que seria lançada sobre nós na eternidade. Ele toma o nosso lugar, sofre por nós, é culpado por nós e, assim, nos justifica aos olhos de Deus. Com sua obra na cruz, Jesus possibilitou a reconciliação. Graças à cruz, hoje podemos falar com Deus e termos comunhão com ele:
Colossenses 1.20: e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
1Coríntios 1.17: Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo. Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.
Sem dúvida, como diz 1Co 1.17, a mensagem da cruz é loucura para quem está distante de Deus. No entanto, sem ela,  estamos todos perdidos. A cruz de Cristo, assim, nos apresenta o que, por amor, Deus foi capaz de fazer por nós para nos resgatar de nossa perdição. Mas, não há apenas a cruz de Cristo, mas a nossa também.
Tome sua cruz
Cada um de nós deve tomar sua cruz para seguir a Jesus. O que significa a nossa cruz? Antes de afirmarmos qualquer coisa, vejamos o que Jesus falou:
Mt 16.24: Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.
Marcos 8.34: Então, convocando a multidão e juntamente os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.
Três pontos são colocados por Jesus:
1. Negar-se a si mesmo;
2. Tomar a sua cruz;
3. Seguir a Jesus.
1. Negar-se a si mesmo: Isso significa você olhar para si, para a vida que viveu até aqui, e decidir crucificá-la, ou seja, deixá-la morta, para trás, para iniciar uma nova vida com Cristo. Negar a si mesmo é o mesmo que morrer para este mundo, para a vida que você viveu até aqui, e estar pronto para começar uma nova vida com Jesus Cristo.
2. Tomar a sua cruz: tomar a cruz significa carregar consigo a lembrança de que você é uma pessoa morta. As pessoas que “tomavam sua cruz” na época do Império Romano não tinham mais esperança de vínculos com esse mundo, pois compreendiam que já estavam mortas, condenadas. A cruz do Cristão, contraditoriamente, não o mata, mas o traz para a verdadeira vida. Ela apenas nos mata para o pecado, para este mundo e seus prazeres mentirosos. Assim, tomar a sua cruz significa você viver neste mundo como se não vivesse mais aqui, ou seja, viver negando todo prazer mentiroso que se apresentar diante de você, negando os ídolos que tentarão lhe seduzir e entrar em seu coração.
3. Seguir a Jesus: seguir a Jesus significa olhar para Jesus, aprender de Jesus, e imitar a Jesus. Obviamente, isso não é fácil, muito menos possível, sem entrega diária, busca e comunhão diárias. Apenas a busca de uma vida em comunhão possibilitará você seguir a Jesus como o próprio Deus espera.
Qualquer pessoa que não passar por esses três passos, não pode ser considerada cristã de verdade. Veja o que disse Jesus:
Lucas 14.27: E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo.
A única razão da alegria de Paulo estava no fato de Cristo ter morrido na cruz em seu lugar e no fato dele estar crucificado com Cristo, ao mesmo tempo que carregando a sua própria cruz:
Gálatas 6.14: Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo.
A cruz de Cristo não o torna um mártir
A cruz não tornou Cristo um mártir, mas um resgatador, um Salvador. Ele não morreu na cruz como um exemplo, mas como um substituto dos seres humanos arrependidos e convertidos a ele. Sua condenação foi esta:
João 19.19: Pilatos escreveu também um título e o colocou no cimo da cruz o que estava escrito era: JESUS NAZARENO,O REIDOS JUDEUS.
Este Jesus de Nazaré é o Messias prometido no Antigo Testamento, aquele que viriam para, na cruz, destruir a obra da Serpente, destruir o poder do pecado e da morte, e reconciliar um povo com Deus, povo que desfrutará de comunhão com a Santíssima Trindade por toda a eternidade.
Conclusão
A cruz é o símbolo mais especial do cristianismo. É a mais doce lembrança, embora, para Cristo, custou o sofrimento que nenhum ser humano será jamais capaz de imaginar ou suportar. Cristo não estava suportando apenas a dor física, mas a dor espiritual de carregar toda a nossa culpa e condenação, suportando a ira de Deus que deveria cair sobre nossa cabeça, a qual foi derramada sobre a dele. Assim, hoje, quando Deus olha para aquela cruz, ele não vê seu Filho Jesus, mas a você e a mim, pessoas pelas quais Jesus estava morrendo. E hoje, quando ele olha para nós, ele não vê aquilo que somos, mas aquilo no que nos tornamos, ou seja, ele vê o Seu próprio Filho em nós. Glorifique a Deus todos os dias por isso!



Nenhum comentário: