DEVOÇÃO

domingo, 13 de dezembro de 2020

Dia da Bíblia


“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” (II Timóteo 3.16,17)

Hoje, segundo domingo de dezembro, comemoramos o “Dia da Bíblia”. Os evangélicos já tiveram o apelido de “Os Bíblias” por serem vistos sempre carregando debaixo do braço um exemplar das Sagradas Escrituras. Nós, presbiterianos, cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, nossa única regra de fé e prática.

Cremos que na Bíblia encontramos tudo o que precisamos saber para vivermos conforme a vontade de Deus. Martinho Lutero disse: “Fiz uma aliança com Deus: que Ele não me mande visões, nem sonhos, nem mesmo anjos. Estou satisfeito com o dom das Escrituras Sagradas, que me dão instrução abundante e tudo o que preciso conhecer tanto para esta vida quanto para o que há de vir”.

“A Escritura é a escola do Espírito Santo, na qual, como nada é omitido não só necessário, mas também proveitoso de conhecer-se, assim também nada é ensinado senão o que convenha saber.”

Ao observarmos II Tm 3.16, escrito acima, vemos que Paulo nos ensina que a Bíblia foi inspirada por Deus, ou seja, Deus é o autor das Escrituras. Aprendemos sobre a utilidade das Escrituras:

1) Útil para o ensino: aprendemos através dos mandamentos e orientações da Palavra o que devemos saber para vivermos conforme a vontade do Senhor;

2) Útil para a repreensão: A Palavra mostra o nosso erro, evidenciando nosso pecado para que possamos corrigir o que está errado;

3) Útil para a Correção: além de evidenciar nosso pecado, a Bíblia é útil para nos conduzir a uma atitude correta, afim de que abandonemos o pecado e tenhamos comunhão com Deus;

4) Educação na Justiça: é uma educação para vivermos conforme a justiça de Deus, conforme foi ensinada por Cristo. A Palavra nos educa para evidenciarmos o fruto do Espírito em nosso viver diário.
Somos gratos a Deus por sua preciosa Palavra.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

 





Se você já conhece Cristo, quão verdadeira é a Sua esperança para você? A esperança é a maravilhosa e graciosa realidade que transforma a vida, e que nos capacita a ver a vida através de uma janela diferente.

 

  Os Evangelhos contam a história de Jesus. Lucas faz uma das narrativas mais completas dos fatos que envolveram o nascimento de Jesus. Mas João é o evangelista foi quem mais diretamente falou sobre a razão de Jesus ter nascido: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)





Neste texto temos a mensagem do Natal. E há pelo menos 3 verdades que precisamos reconhecer nesta mensagem:

  1. Deus nos ama – o Natal existe porque Deus ama cada um de nós. Quando cremos nessa verdade, quando cremos que Deus nos ama pessoal e particularmente, que a vida de cada um de nós é preciosa e que Ele sabe e quer abençoar e cuidar de cada um de nós, isso muda tudo! Creia: Deus ama você! Mesmo se enfrentamos dores, perdas ou as coisas são difíceis. Mesmo que pessoas nos firam. Deus nos ama. 
  2. Deus tem salvação para nós– todos precisamos ser salvos por Deus. A salvação é um reencontro com a vida, com o propósito de nossa existência. Salvação é perdão concedido por Deus, pois somos pecadores. Salvação é ser transformado e aperfeiçoado por Deus. Salvação é paz, é a certeza de que estamos eternamente seguros. É estar pronto para o fim da jornada e não temer a morte. A salvação está em Jesus, é Jesus! Ele é o Salvador. Pela fé nele somos salvos. Salvação é vida de comunhão permanente com Deus!
  3. Podemos crer e a ser salvos!– Todos podemos crer e receber salvação. Não se trata de um momento, mas de uma nova vida. Mesmo com dúvidas podemos crer. Mesmo fracos podemos crer. E se nos falta fé, podemos pedir a Deus ajuda para crer. Devemos declarar com nossos lábios a nossa fé e em nosso coração confiar. E então ser agradecidos, porque Deus nos ama e nos deu Jesus, o Salvador. Isto é o Natal!

È Natal, e Natal significa encontro com Deus e com as pessoas, porque Ele nos amou e mandou que nos amemos uns aos outros. É tempo de perdoar e ser perdoado. É tempo de reconciliação. Vamos terminar com uma canção que nos lembra de que Jesus nasceu em Belém, mas que nasce na gente também! E isso muda tudo!


Oramos para que você encontre a Sua esperança nesta época de Natal.


quinta-feira, 1 de outubro de 2020

EVANGELISMO INFANTIL

 “Deixai vir a mim os pequeninos

e não os impeçais, porque dos tais
é o reino de Deus”  

Marcos 10:14

Diante de uma realidade como a que vivemos no Brasil, onde nascem 350 crianças por hora, pensamos no grande desafio deixado a nós, na condição de pais e igreja, que é o de facilitar o caminho para que nossas crianças conheçam Jesus.

Não podemos ignorar o fato de que nossas crianças estão sendo colocadas num mundo de pouca estrutura espiritual cristã, onde o inimigo tem investido suas habilidades para desviar o foco da sociedade, apresentando meios facilitadores para uma vida glamorosa, cujo resultado é uma sociedade mergulhada num oceano de pecado.

As crianças estão se desenvolvendo na vida, aprendendo o que a música diz quando valoriza a vulgaridade da mulher ao ponto de acreditar que é o modelo de mulher a ser copiado; quando nossos meninos aprendem palavras obscenas que, para eles, são apenas elogios; são crianças crescendo na escola do tráfico, da prostituição, do dinheiro fácil e de tantas outras coisas negativas, do ponto de vista moral e espiritual, que só conduzem nossos pequeninos ao sofrimento da perdição.

Olhar para essa realidade é dizer que o caminho que nossas crianças têm de trilhar até Jesus será cheio de empecilhos, ao ponto de não acreditarmos que elas conseguirão vencer. De fato, esperar que elas façam isso sozinhas é o mesmo que esperar que uma formiga possa derrubar um elefante.

É num cenário desses, cheio de obstáculos, que nós, pais e igreja, somos convocados a facilitar o caminho para nossas crianças e conduzi-las até Cristo.

A importância de evangelizar nossas crianças é dar a elas a oportunidade de conhecer Aquele que um dia corrigiu os próprios discípulos, dizendo que delas, as crianças, é o Reino de Deus.




sábado, 8 de agosto de 2020

 "Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão." Salmos 127:3

 Os filhos são heranças, são legados, ou seja, são presentes do Senhor. Felizes os pais que cuidam, educam e zelam seus filhos baseando-se nas palavras e no amor do Senhor. Pois é dever dos pais ensinar o caminho que seus filhos devem seguir. Os ensinamentos dos pais servirão para a vida toda e consequentemente colherão bons frutos. E não se esqueçam seus filhos são jóias raras perante os olhos do Pai.

FELIZ DIA DOS PAIS 2020

 


sábado, 1 de agosto de 2020

ESTUDO EM FOTOS











terça-feira, 21 de julho de 2020

ESPERANÇA



Dizer: "Estou esperando há tanto tempo em Deus e estou tão cansado!" - é uma afirmação contraditória... porque...

A esperança produz perseverança (Romanos 8.24,25).

A esperança produz confiança (2 Coríntios 3.12; Filipenses 1.20).

A esperança produz um ministério eficaz (2 Coríntios 4.8-18).

A esperança produz fé e amor em grau maior (Colossenses 1.4,5).

A esperança produz firmeza/constância (1 Tessalonicenses 1.3).

A esperança produz maior determinação e entusiasmo (1 Timóteo 4.10).

A esperança produz estabilidade (Hebreus 6.19).

A esperança produz um relacionamento mais íntimo com Deus (Hebreus 7.19).

A esperança produz pureza pessoal (l João 3.3).

DEVOCIONAL

Existem adversidades na vida. Elas são poderosas e po3dem ter duas funções: maturação ou murmuração. A diferença é a forma como lidamos com as circunstâncias diariamente.

Certa vez, um experiente pastor ensinou que as adversidades estão à frente para serem enfrentadas. Sabemos que a teoria nem sempre é como a prática. A angústia, as vezes, vai reinar.

Sofremos, lamentamos, choramos! Existem dias de coração apertado. Outros, folgados. Alguns de solidão, outros de incertezas. Há dias em que a vontade de parar é grande e a única opção parece ser “chutar o pau da barraca”.

Contudo somos desafiados a agir e viver como Jesus. Precisamos compreender que a vontade de Deus é boa, perfeita e agradável, mas nem sempre é uma maravilha praticá-la. Jesus suou sangue!

Há uma voz que ecoa no fundo da nossa mente dizendo para sermos fortes e corajosos (Js 1:9). Mas como sermos corajosos? Como perseverar no meio da angústia e incertezas?

“Confie em Deus!” a expressão mais dita e ao mesmo tempo a mais difícil de se exercitar. Smith nos ensina a importância de redirecionar o coração. Estou convicto que redirecionar os nossos amores para a soberania daquele que nos ordena coragem é o mais plausível.

Redirecionar o coração para a soberania é confiar e crer que Ele está conosco todos os dias. Não é fácil, talvez, custe noites de sono. Se acontecer, oremos! A confiança na soberania produz uma alegria indizível ainda que por dentro tudo pareça estar ruindo. É paradoxal, porém, a alegria não é apenas um sentimento, mas um estado de confiança na soberania e no Evangelho que nos renova diariamente.

As circunstâncias podem estar desmoronando, mas a soberania nos desmorona aos pés do Senhor. Devemos aprender a olhar para a grandeza de Deus e percebermos que a vontade de adorar deve ser semprer maior de que a de parar

sábado, 27 de junho de 2020

FAMÍLIA



A família é um projeto de Deus. Foi a primeira instituição divina. E foi criada para a glória de Deus e nossa felicidade. Para que a família colime esse elevado propósito, necessário se faz que observemos algumas prioridades.
Em primeiro lugar, Deus precisa vir antes das pessoas.
Devemos amar a Deus com toda a nossa alma e de toda a nossa força. Devemos buscar em primeiro lugar o seu reino e a sua justiça. Para ser um discípulo de Jesus é preciso estar disposto a deixar pai e mãe e amá-lo mais do que qualquer outra pessoa, por mais achegada que seja a nós. Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida, ou então, ainda não sabemos o que é segui-lo. O que é importante destacar é que, quanto mais amamos a Deus, mais amamos nossa família e mais fortes ficam nossos relacionamentos interpessoais. A nossa relação com Deus cimenta os demais relacionamentos, colocando-os dentro de uma correta perspectiva.
Em segundo lugar, o cônjuge precisa vir antes dos filhos.
Pecam contra o cônjuge e contra os filhos, aqueles que colocam os filhos em primeiro plano e o cônjuge em segundo plano. O maior presente que podemos dar aos nossos filhos é amar, com desvelo, o nosso cônjuge. A maior necessidade dos filhos é ver o exemplo dos pais. Não há família saudável onde os relacionamentos estão fora dos trilhos. Investimos nos filhos, quando investimos em nosso casamento. Cuidamos dos filhos, quando priorizamos nosso cônjuge.
Em terceiro lugar, os filhos precisam vir antes dos amigos.
Precisamos ter discernimento para buscarmos as primeiras coisas primeiro. Nossos amigos são importantes, mas nossos filhos são mais importantes. Aqueles que não cuidam da sua própria família estão em total descompasso com o projeto de Deus. Não podemos sacrificar nosso relacionamento com os filhos para dar mais atenção aos nossos amigos. Nenhum sucesso vale a pena quando o preço a pagar é o sacrifício dos nossos filhos. Os pais precisam entender que seus filhos são prioridade. Precisam investir neles o melhor do seu tempo e o melhor de seus recursos. Precisam criá-los na admoestação e na disciplina do Senhor. Não podem procá-los à ira para quem não fiquem desanimados.
Em quarto lugar, as pessoas devem vir antes das coisas.
Vivemos numa sociedade materialista e consumista. As prioridades estão invertidas. As pessoas esquecem-se de Deus, amam as coisas e usam as pessoas. Devemos, ao contrário, adorar a Deus, amar a pessoas e usar as coisas. Quando colocamos coisas no lugar de pessoas tornamo-nos insensíveis e apartamo-nos do projeto de Deus. Há pessoas que, infelizmente, têm mais cuidado com o carro do que com os membros da família. São mais zelosos com seus objetos pessoais do que com os relacionamentos dentro de casa. Amam mais os bens materiais do que os membros da família.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

VERSÍCULOS

VERSÍCULOS











ESTUDO BIBLICO

 A Esperança que Você Precisa para Vencer Diante das Lutas


 “E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia. Ela padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava. Quando ouviu falar de Jesus, chegou-se por trás dele, no meio da multidão, e tocou em seu manto, porque pensava: Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada. Imediatamente cessou sua hemorragia e ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento.” (Marcos 5.25-29)
Qual é a luta que você está enfrentando hoje? Sobreviver à quarentena? Lutando para se recuperar a  saúde ? Lutando para manter-se saudável emocionalmente? Lutando contra desemprego? Qual é a sua luta? Coragem! Você também, assim como a mulher do fluxo de sangue, pode encontrar esperança para vencer diante das lutas. Então, como é possível vencer dias lutas?
Para vencer dias de lutas…
1. Mantenha a sua ESPERANÇA em Jesus
“E estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de uma hemorragia. Ela padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava.” (Marcos 5.25,26)
Por 12 anos essa mulher tinha um fluxo de sangue que fazia sua vida ficar mais fraca a cada dia. Porém, ela tinha algo que a fazia enfrentar suas lutas todos os dias: ela tinha esperança de cura, de uma mudança em sua condição. O que fez com que essa mulher chegasse à cura foi a sua postura diante da sua luta. Diante da sua luta, você tem mantido a esperança ou tem desistido porque já tentou de tudo? Essa mulher chegou até Jesus porque sempre manteve a esperança de que a situação que enfrentava poderia ser mudada. Ela não se conformou e foi recompensada.
“Pior do que não conseguir é ter medo de tentar ou desistir.”
Para vencer dias de lutas…
2. Busque a AJUDA em Jesus
“Quando ouviu falar de Jesus, chegou-se por trás dele, no meio da multidão…” (Marcos 5.27)
Aquela mulher ao ouvir sobre Jesus decidiu ir até ele, decidiu buscar a ajuda de Jesus para que sua situação mudasse. A quem você em ouvido para buscar ajuda em suas lutas? Você já foi à procura de Jesus ou ainda está nas tentativas humanas?

“Viva com os pés na Terra, mas com sua, fé, coração e esperança voltados para as notícias das Palavras que vêm do céu.”
“Não existem pessoas desmotivadas, existem apenas aqueles que dão ouvidos às pessoas erradas.”
Ouça Jesus hoje. Jesus está dizendo a você: me entregue todo fardo de suas lutas. Eu tenho a Paz, que você procura em meio as suas lutas. Eu quero mudar sua vida, suas circunstâncias, venha a mim. Seja como essa mulher, ao ouvir a voz de Jesus, busque a sua ajuda.
Para vencer dias de lutas…
3. Creia no PODER de Jesus para mudar as CIRCUNSTÂNCIAS
“E tocou em seu manto, porque pensava: Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada. Imediatamente cessou sua hemorragia e ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento.” (Marcos 5.28-29)
A fé que transbordava daquela mulher era tão intensa que ela declarou: se eu apenas O tocar, eu vou ter a minha vida de volta e toda enfermidade vai embora. Uma multidão o apertava, mas só uma o tocava para receber o que Ele estava pronto a liberar. Talvez não alcancemos vitória em nossas lutas porque nos acostumamos com Jesus, nos acostumamos com as lutas e não o procuramos porque nos falta fé, porque já perdemos o foco de quem Ele é.
Conclusão:
A sua luta de hoje pode levá-lo a receber mais do que soluções temporárias. Pode ser a oportunidade para você receber de Jesus a cura integral e eterna. Hoje você pode experimentar esse Jesus que a mulher experimentou. Jesus está vivo e está passando em sua casa agora. Está diante de você a esperança que você precisa para vencer diante das lutas.
Para vencer dias de lutas…
1. Mantenha a sua ESPERANÇA em Jesus
2. Busque a AJUDA em Jesus
3. Creia no PODER de Jesus para mudar as CIRCUNSTÂNCIAS

As lições que aprendemos na história da mulher do fluxo de sangue

Fé em tempos de Medo

Confie em Deus, mesmo se estiver com medo
No livro de 2 Crônicas capítulo 20 está escrito: "Josafá teve medo e se pôs a buscar ao Senhor" (2 Crônicas 20:3). Isso mostra que Josafá, mesmo sendo o rei de Judá e tendo comunhão com Deus, teve medo ao saber que seria atacado. Ou seja, ele era um homem comum, que tinha sentimentos como qualquer um de nós. Por isso, o primeiro passo de quem deseja receber a ajuda do Alto, é reconhecer os seus medos e fraquezas, e isso não quer dizer que não temos fé.
Confie que a salvação vem de Deus
Nós não sabemos se o surto de coronavírus vai se estabilizar nas próximas semanas, ou se vai piorar. Isso significa que podemos ser poupados, ou nos tornarmos vítimas dessa epidemia.
Mas, mesmo assim, devemos olhar para a salvação que Deus nos oferece, pois ela nos livra de algo muito pior do que qualquer doença: a condenação no inferno. A Bíblia diz que Deus não precisa provar que nos ama ao nos livrar dos males deste mundo, porque Ele já demonstrou o Seu amor ao enviar Jesus para morrer por nós pecadores, e agora, quem nEle crê, tem a vida eterna. (Romanos 5:8; João 3.16).
Mantenha a confiança
Eu sei que o momento é de preocupação e medo por causa do coronavírus, mas a Bíblia nos convida a manter uma confiança inabalável no Senhor, mesmo quando não sabemos o que vem pela frente.
Quando entregamos a Deus o controle das nossas vidas, experimentamos uma paz que excede todo o entendimento (Filipenses 4:7). E, quando experimentamos essa paz, o Espírito Santo nos enche de esperança e nos mostra que nenhum mal dura para sempre, e que Cristo, que é maior do que todas as coisas, sempre estará ao nosso lado e lutará em nosso favor.

sexta-feira, 1 de maio de 2020

DEVOCIONAL


O Senhor está no Trono
"No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono" (Isaías 6.1a).
Uma pequena frase com uma maravilhosa e grandiosa lição para todos nós.
Sem dúvida, o Rei Uzias foi um dos grandes monarcas da história de Judá. Seus feitos como governante trouxeram um sentimento de valor àquela nação e os enchia de orgulho, entusiasmo e grande confiança.
Infelizmente, aquele grande Rei, também era um homem pecador e se deixou levar por sua certa vaidade e não resistiu em fazer aquilo que Deus não aprovava. A história dele, registrada no capítulo 26, do segundo livro das Crônicas, nos mostra que seu erro custou-lhe muito.
Contudo, apesar de seu erro no final do reinado, Uzias era considerado um dos grandes reis de Judá: "(...) divulgou-se a sua fama até muito longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte" (2Cr 26.15). O profeta Isaías foi um dos seus mais cuidadosos biógrafos (2Cr 26.22).
Quando Uzias morreu, com ele, certamente, morreram muitas esperanças de glória em Judá. Em particular o seu biógrafo Isaías, filho de Amoz, deve ter se preocupado com o futuro da nação.
As coisas não estavam muito bem no mundo em que Uzias e sua habilidade no governo eram uma garantia de confiança para Israel. Com a morte do Rei, certamente, as coisas poderiam mudar e uma sombria nuvem de incertezas pairava sobre a nação.
Diante deste quadro temos a grande visão de Isaías e uma resposta de Deus para todos nós, que de vez em quando nos sentimos cercados de uma nuvem de desesperança.
Isaías ainda tinha em mente a morte do grande Rei Uzias, mas quando Deus lhe traz uma visão profética, ele vê "O Senhor" (Adonai) sentado em um alto e sublime trono.
Deus revela ao seu profeta que mesmo em meio às densas nuvens de incertezas, com poderosas nações inimigas espreitando oportunidade para dominar Israel, com homens maus desejando o poder, ele ainda podia descansar e confiar, pois no trono de todo o Universo quem está assentado é o Senhor.
Apesar de todo o quadro triste de Judá naqueles dias durante o reinado de Acaz, a conspiração dos reis da Síria, Israel (reino do norte), as ameaças dos povos Egípcios e Assírios e a própria corrupção do coração do povo de Deus em Judá, Isaías ouve do Senhor palavras de esperança: "Ao Senhor dos Exércitos, a ele santificai; seja ele o vosso temor, seja ele o vosso espanto" (Is 8.13).
Deus, afinal, é quem realmente governa todas as coisas e se isto é assim, podemos confiar e descansar no seu poder e na sua fidelidade. Ao Senhor é quem devemos realmente temer, o homem nada poderá fazer, mas Deus é Senhor sobre todos.
D

domingo, 19 de abril de 2020

NÃO PERCA A ESPERANÇA



"A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida" (Provérbios 13:12).
Como esta  a sua esperança ?. No passado, talvez você  tinham sonhos e estava sempre animado, mas, por algum motivo, agora acorda de manhã sem expectativa alguma e simplesmente deixam a vida ti levar. Talvez seja porque se decepcionou com alguém ou porque seus sonhos não se realizaram. Como para muitos este período em que estamos vivendo destriu e adiou muitos  sonhos
 A Bíblia diz: "A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida".
A esperança é uma expectativa de que coisas boas acontecerão conosco, ou seja, é ela que nos dá força e vontade de experimentar os planos que Deus tem para nós. Jesus disse que o ladrão (Satanás) veio somente para roubar, matar e destruir, mas Ele veio para nos dar uma vida em abundância (leia João 10:10). Cristo quer que você seja esperançoso, não apenas com a eternidade, mas com uma vida abundante aqui na terra. Ter esperança não nos custa nada, mas viver sem ela, nos custa muito, pois a vida perde o sentido e se torna um tédio.
É possível que muitas coisas que esperamos demorem para se realizar, ou mesmo que elas nunca virem realidade. Deus é bondoso para nos dar o que pedimos, mas Ele também é bondoso para recusar nosso pedido em favor de algo que Ele, em seu conhecimento, sabe que é melhor para nós.
Mas como lidar com esse tempo de espera? Como podemos tratar do nosso próprio coração para que saibamos que Deus continua presente mesmo quando parece que nossas orações não O alcançam?
A resposta é única, se agarrar com Deus, continuar lutando e crendo que Ele não desampara aqueles que Nele esperam, que no momento certo a Sua intervenção virá e tudo aquilo que imaginamos sem solução se resolverá.
O que acontece com todos nós é que cremos que Deus existe e que Ele fez todas aquelas maravilhas que constam na Bíblia na vida de Sara, de Davi, de Abraão, de Gideão, só para ficar com estes, mas não cremos, realmente, que ele pode fazer o mesmo na nossa vida.


Deus pode ser a nossa esperança?
1 Porque ele nos criou e dele somos. Nossa vida não é fruto do acaso nem surgiu espontaneamente. Nossa vida não é resultado de uma evolução multimilenar nem planejada apenas pelos nossos pais. Fomos criados por Deus. Ele planejou nossa vida, pois nos amou antes mesmo de criar os céus e a terra. Somos dele por direito de criação.

2 Porque ele nos sustenta e nos protege. Deus não apenas nos criou, mas também cuida de nós. Nele vivemos, nos movemos e existimos. É ele quem nos guarda e supre nossas necessidades. É ele quem nos dá o pão de cada dia e preserva nossa vida. Nossa vida não está à deriva, jogada de um lado para o outro ao sabor das circunstâncias. Suas mãos dirigem o nosso destino.

3 Porque ele nos perdoa e nos dá a vida eterna. Se fôssemos entregues à nossa própria sorte pereceríamos irremediavelmente. Nossos pecados são muitos e maligníssimos. Um só seria suficiente para nos manter fora do céu. Porém, Deus nos amou a tal ponto que deu o seu Filho unigênito, para morrer pelos nossos pecados e ressuscitar para nossa justificação. Seu Filho morreu em nosso lugar para revelar-nos seu amor e sua justiça. Em Cristo temos pleno perdão e copiosa redenção. Dele recebemos a vida eterna e a garantia da salvação. Jesus é a nossa própria esperança.

Não existe maneira melhor de ter esperança no momento de aflição, dor, incerteza, medo ou vazio do que conhecendo e se dedicando a conhecer o Deus da esperança, o único e verdadeiro Senhor, Jesus Cristo.

Lembre  se
. Jesus é a nossa própria esperança. Nossa vida não é como uma descida ladeira a baixo, onde vamos lamentando e chorando, mas como um monte alcantilado, que vamos escalando, exultantes de alegria, porque a nossa esperança está no Senhor.

Pesquisa mostra queda da confiança do paulistano nas instituições ...


segunda-feira, 30 de março de 2020

MORTE



A MORTE  DE UM CRISTÃO NÃO É UMA TRAGEDIA 





No mundo em que vivemos, a morte é um assunto a ser evitado, ou que deve ser falado com um semblante triste, até mesmo para os cristãos. Porém, a Palavra de Deus trata a morte com muita naturalidade; ela não tem que ser triste ou amedrontadora para aqueles que confiam em Cristo, pois ela não é o fim de tudo, mas o início de uma nova vida com o Senhor Jesus.
A Bíblia traz uma esperança sobre a morte dos filhos de Deus. Tanto é verdade que o Salmo 116:15 diz que a morte dos santos é preciosa ao olhos de Deus. Isso porque, para o Senhor, a morte é somente a porta de entrada para que Seus filhos desfrutem da comunhão eterna com Ele.
"Então ouvi uma voz do céu dizendo: 'Escreva: Felizes os mortos que morrem no Senhor de agora em diante'. Diz o Espírito: 'Sim, eles descansarão das suas fadigas, pois as suas obras os seguirão'" (Apocalipse 14:13).
A Bíblia nos garante que a morte de um cristão não é uma tragédia, e sim uma entrada gloriosa no céu. Deus instruiu João a escrever o versículo de Apocalipse que acabamos de ler, para nos mostrar que não devemos nos entristecer por muito tempo quando um ente querido morrer. Pelo contrário, devemos nos alegrar, pois "quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor" (Romanos 14:8). E o Senhor cuida muito bem daquele que pertence a Ele!
Então, por mais doloroso que seja se despedir de alguém, devemos nos lembrar que o nosso ente querido partiu para uma jornada muito melhor do que a que ele viveu nesta terra, pois ele partiu para os braços de Deus.No mundo em que vivemos, a morte é um assunto a ser evitado, ou que deve ser falado com um semblante triste, até mesmo para os cristãos. Porém, a Palavra de Deus trata a morte com muita naturalidade; ela não tem que ser triste ou amedrontadora para aqueles que confiam em Cristo, pois ela não é o fim de tudo, mas o início de uma nova vida com o Senhor Jesus.
A Bíblia traz uma esperança sobre a morte dos filhos de Deus. Tanto é verdade que o Salmo 116:15 diz que a morte dos santos é preciosa ao olhos de Deus. Isso porque, para o Senhor, a morte é somente a porta de entrada para que Seus filhos desfrutem da comunhão eterna com Ele.
"Então ouvi uma voz do céu dizendo: 'Escreva: Felizes os mortos que morrem no Senhor de agora em diante'. Diz o Espírito: 'Sim, eles descansarão das suas fadigas, pois as suas obras os seguirão'" (Apocalipse 14:13).
A Bíblia nos garante que, e sim uma entrada gloriosa no céu. Deus instruiu João a escrever o versículo de Apocalipse que acabamos de ler, para nos mostrar que não devemos nos entristecer por muito tempo quando um ente querido morrer. Pelo contrário, devemos nos alegrar, pois "quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor" (Romanos 14:8). E o Senhor cuida muito bem daquele que pertence a Ele!
Então, por mais doloroso que seja se despedir de alguém, devemos nos lembrar que o nosso ente querido partiu para uma jornada muito melhor do que a que ele viveu nesta terra, pois ele partiu para os braços de Deus.

sexta-feira, 20 de março de 2020

O PRINCÍPIO DA QUARENTENA NA BÍBLIA

"Todos os dias em que a praga estiver nele, será imundo; imundo está, habitará só; a sua habitação será fora do arraial." Levítico 13:46.

Os israelitas quando receberam estas e outras orientações no livro de Levítico, viviam como nômades em tendas peregrinando pelo deserto. A população estimada era aproximadamente de 1 milhão de pessoas (Números 26:51) e a probabilidade de doenças contagiosas em condições precárias era muito alta.

As orientações no livro de Levítico eram medidas espirituais e sanitárias; a religião e a saúde estavam intimamente ligadas.

Quando alguém ficava doente ela deveria se dirigir ao tabernáculo e ser inspencionada por um sacerdote; se houvesse algum sinal de doença contagiosa a pessoa era isolada; o isolamento variava de um dia, uma semana ou até períodos maiores.
Esse isolamento era justificado pelo fato da pessoa estar ‘imunda’ – um conceito espiritual e sanitário. Era uma medida profilática com caráter espiritual.

 Quarentena é um termo que só veio ser conhecido no século 18, depois que cientistas como Louis Pasteur descobriram que as doenças eram originadas por micro-organismos (Pasteur identificou apenas as bactérias e fungos) e que muitas doenças eram contagiosas, ou eram transmitidas de um ser humano a outro.

Observando os micro-organismos através de culturas bacteriológicas em Agar Sangue (gelatina com sangue) Pasteur descreveu muito sobre a bacteriologia, e postulou muitas conclusões que até hoje são seguidas.

A quarentena surgiu com o conhecimento de que doentes transmitiam doenças a pessoas saudáveis através de seus líquidos biológicos (sangue, urina, secreções e fezes) e que era necessário isolar estes pacientes para não contaminar as pessoas saudáveis.

 Na idade média, milhões de pessoas haviam morrido porque o contágio ocorria em casa e em vilas apinhadas de pessoas; a cólera, a peste negra, a varíola, o sarampo e várias outras doenças contagiosas disseminava-se facilmente entre a população, por ignorar o princípio de que o doente precisava ser tratado isoladamente.

 Este principio do tratamento isolado por 40 dias, até que a doença se desenvolvesse totalmente, está na Bíblia a 3300 anos. O livro de Levítico, na sua segunda parte traz um tratado de saúde, onde muitos procedimentos eram descritos aos sacerdotes que também faziam o trabalho de agentes de saúde, examinando o povo e determinando os isolamentos ou tratamentos.

Nenhuma civilização possuía um conhecimento deste tipo na área de saúde. As nações possuíam curandeiros e médicos primitivos, mas sem princípios como estes descritos em Levítico. Isso porque a nação Israelita possuía um Deus único, que os povos pagãos ignoravam. Era o Criador que transmitia o conhecimento necessário para aquele povo.

A quarentena era apenas um das muitas técnicas deixadas no livro de Levíticos; havia dezenas de procedimentos ultra-revolucionários para aquela época. O povo de Israel porém se beneficiou com essas revelações, que só depois de três milênios, Pasteur viria a confirmar.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

“E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida” (1ª João 5:11-12).
O nascimento de Jesus aponta-nos para o insondável amor de Deus. Ele nos amou desde toda a eternidade. Amou-nos e deu-nos Seu Filho Unigênito. Deu-O como oferta pelo nosso pecado, sendo pregado numa cruz como nosso substituto, para a nossa salvação.
Jesus Cristo é o Senhor absoluto de todas as coisas, Ele é o cabeça da Igreja, o doador da vida e o vencedor da morte, residindo n’Ele toda a plenitude de Deus e, “pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliou consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus” (Colossenses 1:18-20). Ainda segundo o apóstolo Paulo, escrevendo aos tessalonicenses, o nosso Salvador Jesus, destruiu a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade (2ªTm 1:10-11).
Por isso, natal é a festa da vida e da salvação e, sem dúvidas, um tempo especial para destacarmos a supremacia de Jesus Cristo sobre tudo e todos e, a suficiência do Seu sacrifício para a nossa salvação, tornando-O, incomparável, conforme a profecia de Isaías, cerca de 750 anos antes do seu nascimento: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).
Portanto, comemorar o natal é lembrar que Jesus Cristo, é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, o filho do Deus vivo, o nosso Redentor, Salvador e Senhor.
Jesus Cristo é “a imagem do Deus invisível”. Olhando para Ele, podemos ver Deus em forma humana (João 14:8-9; Filipenses 2:5-8). O escritor da carta aos Hebreus descreveu-O como “o resplendor da glória e a expressão exata” do ser de Deus (Hebreus 1:3). Ademais, é somente pela obra de Cristo que Deus nos liberta do reino de Satanás e nos faz cidadãos do “reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1:13-14).
Não podemos nos esquecer que o homem sem Cristo, em seu estado caído, legado por nossos pais, Adão e Eva, está perdido e precisa ser achado (Lucas 19:10); Está condenado e precisa de absolvição (Isaías 53:6); Está espiritualmente morto e precisa de vida (Efésios 2:1); Está em trevas e necessita de luz (João 1:4,5,9); Está doente e necessita de médico (Mateus 9:12); É culpado e necessita de justificação (Romanos 3:21-23); É pecador e necessita de perdão (Romanos 5:12-19); É escravo e precisa de libertação (João 8:32); É absolutamente incapaz de salvar a si mesmo (Isaías 64:6).
É por isso, que ao profetizar o nascimento de Jesus Cristo, o profeta Isaías disse: “O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz” e, o anjo do Senhor quando se revelou a José sobre o filho de Maria, disse que ele nasceria para “salvar o seu povo dos pecados deles” e deveria se chamar Jesus (Isaías 9:2; Mateus 1:21).
Jesus Cristo nasceu para nos dar vida e salvação (Efésios 2:4-5) e essas são as boas novas do Natal. Preparemo-nos adequadamente para esse tempo maravilhoso!