Nesta semana de páscoa, pare e pense: A morte de Cristo e sua ressurreição são a única possibilidade do pecado ser vencido e, mais ainda, esta morte foi em meu lugar. Por isso, busque mais a Deus, entregue toda a sua vida em sua mão e lute, com o poder do Espírito Santo, contra o pecado.
terça-feira, 27 de março de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
O DIA INTERNACIONAL DA MULHER
O DIA INTERNACIONAL DA MULHER
“Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro. Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.” (Provérbios 31:10, 25-27)
Com estes versos da palavra do Senhor, gostaríamos de prestar a nossa homenagem a todas as mulheres.
Que não só no dia 8 de março, mas em todos os dias do ano possamos tratar todas as mulheres com muito respeito e amor.
Que o Senhor continue a abençoar a vida de todas as irmãs.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Nesta
época do ano os sentimentos de otimismo e pessimismo oscilam quanto às
expectativas futuras. O primeiro, pelo menos intuitivamente, ainda
sobrepõe
ao segundo. Na maior parte dos casos, é possível perceber indivíduos tomados
por um positivismo que os faz acreditar em dias melhores,
onde
as dificuldades serão vencidas e os obstáculos transpostos. Milhares de pessoas
estão convictas de que o futuro será melhor do que o passado
recente.
Geralmente,
esta euforia efêmera tem fôlego apenas para os primeiros dias do novo ano. As
festividades acabam e os compromissos corriqueiros
retomam
os seus lugares nas agendas e tudo volta à rotina. O rei Salomão escreveu sobre
esta mesmice que rege a sociedade: “O que foi é o que há de
ser;
e o que se fez, isso se tornará a fazer; nada há, pois, novo debaixo do sol.”
Ec 1.9.
Sem
garantias de que o novo ano será menos ou mais tranquilo e ciente de que existe
uma tendência natural de se repedir os mesmos erros, como
mudar
a realidade para melhor em 2018? A primeira atitude é priorizar o
relacionamento com Deus. Separe um tempo diário para meditação na Palavra
e
oração, frequente os trabalhos da igreja que vão promover a sua edificação, se
envolva com uma célula para aumentar a sua comunhão e leia bons livros
evangélicos
que podem solidificar a sua fé.
Mude
os seus hábitos, priorize Deus e todas as coisas que envolvem o Seu reino,
conforme ensinou Jesus: “Buscai, antes de tudo, o seu reino, e
estas
coisas vos serão acrescentadas.” (Lc 12.31). Isso acontece quando há disposição
para desapegar-se daquilo que ameaça a centralidade do Senhor
na
vida dos seus filhos. O próprio Jesus ensinou que o alvo para o próximo ano e
toda a vida é: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de
toda
a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.”
Se
você quer melhorar a sua vida em 2018, intensifique a intimidade com Aquele que
está com você em todo tempo, orientando e apascentando o
seu
coração. Certamente, Ele direcionará seus passos diante das novas situações que
estão por vir Experimente a companhia dele em todo momento e
usufrua
do privilégio de ser conduzido pela sua soberana vontade que é boa, perfeita e
agradável.
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Natal é prostrar-se diante da ação misteriosa e inescrutável da trindade. Natal é prostrar-se diante do mistério da encarnação do próprio Deus, Natal é adorar o Deus Triúnopelo sublime plano da Salvação que vem da Cruz, Natal é adorar o Rei dos reis e Senhor dos senhores, diante do qual todo o joelho se dobrará. Mais do que um feliz Natal desejo um Natal cheio de adoração ao Deus Triúno
NATAL
Lembremos a todos os povos que Deus deu
ao mundo o melhor presente, o seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, que nasceu
numa manjedoura, para nossa salvação, morreu numa cruz para nossa redenção, ao
terceiro dia ressuscitou, para nossa justificação e em breve arrebatará a
igreja para nossa glorificação.
BÍBLIA
DIA DA BIBLIA
no
2º domingo, de dezembro, é comemorado o dia da Bíblia. Esta data é uma
excelente ocasião para avaliarmos qual a importância que damos a Palavra de
Deus em nossas vidas, qual a influência que permitimos que ela exerça no nosso
dia a dia, em nosso comportamento e em nossas decisões. Alguns lidam com a
Bíblia como lidam com um amuleto de sorte, a deixam aberta em um texto que
profere bênçãos, normalmente o Salmo 91 e com esta atitude esperam que todas
aquelas palavras se cumpram de forma mágica em suas vidas. Precisamos entender
que a benção está em praticar a Palavra (Mt. 7.24-25) e não usá-la como um
amuleto da sorte ou mesmo recitar seus textos como palavras mágicas, sem
nenhuma intenção de colocar imediatamente em prática o que contém em suas
páginas. Os praticantes desta Palavra irão usufruir de suas bênçãos e estarão
sempre de pé, mesmo em tempos de crise, estes são como casas firmadas na rocha.
O convite é para sermos praticantes e não apenas ouvintes. “Mas o homem que
observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática
dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando o, será feliz naquilo que
fizer”. (Tiago 1:25) Outros usam a Palavra de Deus como instrumento de consulta
instantânea, buscando respostas bem objetivas, um sim ou um não, para alguma
decisão urgente que precisam tomar. Assim, sem nenhuma preocupação com o
contexto, abrem as Escrituras, apontam o dedo aleatoriamente para algum
versículo e tomam aquele texto como uma resposta de Deus para a questão
proposta. Sobre isto precisamos lembrar que as maiores heresias foram tiradas
da própria Bíblia, usando textos isolados, extraídos violentamente do seu
contexto. O contato diário com a Bíblia como um todo, a intimidade adquirida ao
longo do tempo com esta santa Palavra, sem dúvida nenhuma, irá nos orientar em
todas as questões da vida, mas ela não pode ser lida como o horóscopo do dia.
“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho”. (Salmos
119:105). “Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti”. (Salmos
119.11) Imagino que nunca tivemos tanto acesso a Bíblia e ao mesmo tempo ela
nunca foi tão esquecida. Existem Bíblias na internet, nos celulares, em áudio,
em diversas versões, Bíblia do Bebê, da Mulher, do Homem, mas apesar de todas
estas facilidades, especialmente em um país livre como o nosso, não damos a
devida importância a esta poderosa Palavra, não separamos um tempo tranquilo
para ler, meditar, aprender, ouvir Deus falar. Certamente este é um dos
principais motivos de muitas derrotas pessoais e ao mesmo tempo da baixa
qualidade de crentes que vemos hoje por todos os lados em nossa nação. “Meu
povo foi destruído por falta de
conhecimento” Oséias 4:6a) Que possamos aproveitar muito bem este dia em que é
comemorado o dia da Bíblia, para voltarmos a ela com paixão e ardor, deixar que
sua poderosa mensagem influencie todas as áreas das nossas vidas e nos dispor a
pratica-la imediatamente a cada direção que Deus nos der através desta Santa
Palavra. Algumas coisas só são geradas em nós através da busca sincera pela
Palavra de Deus, não há atalhos para isto. A Palavra gera fé: “De sorte que a
fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus”. (Romanos 10.17). Gera vida:
“as palavras que eu vos disse são espírito e vida”. (João 6:63b). Nos
santifica: “Santifica-os na tua
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
Apresentemo-nos diante dele com ações de graças, e celebremo-lo com salmos de louvor. Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande acima de todos os deuses.
Salmo 95:2-3
há muitos motivos para agradecer a Deus. Ele é tão bondoso, tão misericordioso para conosco. E nos abençoa. E supre as nossas necessidades. E nos protege. E nos guarda, a nós e aos nossos. E encaminha a solução dos problemas antes que os percebamos. E ouve as nossas súplicas. E se compadece de nós. E não olha para a nossa imperfeição. E suas bênçãos, felizmente, nem são proporcionais ao nosso merecimento. Antes, excedem e vão além do que ousaríamos pedir ou esperar.
Por isso, seja o nosso primeiro motivo de gratidão o seu amor, o seu imenso amor para conosco.
Agradeçamos a Deus com alegria, pela segurança de que Ele é o nosso refúgio e fortaleza. O Senhor, que tudo criou, está perto, está próximo, está presente, ao alcance dos seus filhos e filhas. E é por nós. Louvemos ao Senhor, neste e em todos os dias de nossa vida, porque O Senhor é bom e a sua misericórdia dura para sempre.”
Que este Dia Nacional de Ação de Graças seja para nós um dia para reconhecermos as bênçãos de Deus e para agradecermos a Ele por todas essas bênçãos.
“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco”. (1 Tessalonicenses 5:18)
terça-feira, 24 de outubro de 2017
A Reforma Protestante e o Cristianismo Atual
Quando, em 31 de outubro de 1517, o monge Martinho Lutero afixou as 95 teses na porta da Catedral de Wittenberg, na Alemanha, dando início ao movimento que viria a ser conhecido como Reforma Protestante, muito provavelmente ele não fazia ideia de onde tudo aquilo chegaria.
Sua intenção mais sincera era restaurar a igreja e mantê-la Una, Santa, Católica e Apostólica. Obviamente ele não imaginava que aquele ato, de alguma maneira, seria a causa da formação da espiritualidade ocidental.
Contudo, Lutero não foi o primeiro a levantar a bandeira da necessidade de reformar a igreja. Precursores como John Wycliffe, na Inglaterra, e John Hus, conhecido como o reformador da Boemia, pagaram o preço de perseguição e martírio (no caso de Hus) por se insurgir em prol da sã doutrina.
Na realidade, embora as teses de Lutero tenham sido um marco inicial para a restauração da sã doutrina bíblica, muito ainda deveria ser feito.
O movimento reformista formulou, a partir dos textos bíblicos, alguns pontos-chave, que seriam norteadores da fé. Vejamos a profunda simplicidade dessas propostas.
– A salvação pela Graça
(Efésios 2.8)
– A justificação mediante a fé
(Romanos 1.17)
– A centralidade de Cristo
(João 14.6)
– A autoridade das Escrituras
(2 Timóteo 3.16)
– Somente Deus merece a glória (Romanos 11.36)
Apesar de podermos considerar essas propostas como simples, talvez até óbvias em nosso tempo, elas sacudiram toda a base de poder na qual a igreja se auto estabelecera, tiveram profundo impacto sobre a ética e influenciaram o progresso do conhecimento em todo o mundo.
E é sobre esses cinco pilares que se baseia a Reforma Protestante. Muitos cristãos protestantes foram alvo de martírio durante séculos. Porém, a firmeza de suas convicções perpetuou a proclamação da Palavra de Deus.
Em decorrência do profundo compromisso dos homens e mulheres que se dispuseram a proclamar a verdade de Deus no passado, nós, cristãos do século 21, pudemos receber a mensagem do amor gracioso do Pai, que nos salva unicamente pela fé no sacrifício de cristo, conforme revelado em Sua Palavra.
A Ele seja toda honra, toda honra, toda glória e todo louvor!
Celebremos a Reforma Protestante da melhor forma: vivendo seus princípios e dispondo-nos apagar o preço de honrar a Deus em tudo o que fizemos.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
As três prioridades vitais
Vivemos
de decisões. Para uma vida feliz, precisamos de sabedoria nas opções que
fazemos. Isto exige de nós uma escala de valores que estabeleça as prioridades
em nosso viver. Há um manual – a Bíblia – que nos orienta a estabelecer as
prioridades que devem ser adotadas por nós. Entre todas elas, segundo a minha
visão, as prioridades vitais são:
1. Deus – Ele deve
sempre estar em primeiro lugar na nossa vida. Ele tem a nossa vida em suas
mãos. Ele não só nos criou como também nos redimiu dos nossos pecados. Ele deve
ser amado de todo o nosso coração, de toda a nossa alma e de todas as nossas
forças (Deuteronômio 6: 5). Ele não só conhece o nosso passado e o nosso
presente como também todo o nosso futuro. E mais ainda Ele nos ama e tem o
melhor para a nossa vida. Ele é onisciente, onipresente e onipotente. Ele não
só promete, mas está presente em todos os momentos de nossa vida (Isaias 43: 1
– 5). Nós pertencemos a Ele e somos de fato filhos de Deus (Isaias 43: 1; João
1: 11 – 13). Ele tem os melhores planos para a nossa vida terrena (Jeremias 29:
11 – 13). A qualquer momento, podemos buscá-Lo e encontrá-Lo. Só Ele pode
preencher o vazio do nosso coração. Vida feliz e vitoriosa só com Deus em primeiro
lugar.
2. A família
– A família foi estabelecida por Deus. É onde o ser humano encontra o
companheirismo, o verdadeiro amor, o ambiente em que possa interagir com o
cônjuge e filhos em todos os momentos da vida, sejam eles bons ou maus. O homem
e a mulher se completam. Os filhos são gerados em amor e criados nos
verdadeiros ensinos cristãos. Pela família, os propósitos divinos são
realizados e transmitidos para as gerações seguintes.
3. A igreja local
– Instituída por Jesus Cristo como agência do Reino de Deus para congregar
todos aqueles que são salvos por meio da Sua obra redentora na cruz do
Calvário. O mundo, por causa do pecado, passou a ser dominado por Satanás. Os
salvos estão no mundo, mas não são do mundo. O seu abrigo é a igreja. Nela não
só adoram e servem a Deus, mas são fortalecidos para viver de um modo santo e
poderem ser o verdadeiro “sal da terra e a luz do mundo”. Os salvos precisam
estar integrados numa igreja local se quiserem ser fiéis a Deus.
Temos tido estas três prioridades em nossas vidas?
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS
"E sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões" (1 Ts 5:18).Dia de Ação de Graças! Passa despercebido por quase todos, mas é o dia 28 de novembro. Não noto sequer referência na mídia secular. País de tradição cristã não evangélica, não se importa em parar para reconhecer que "Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Sl 33:12). Há interrupções para outros eventos – cívicos, esportivos, políticos, históricos – até datas religiosas são cultuadas como datas nacionais. E isto sem opção de escolha. Até entre nós, evangélicos, a data passa sem muita importância. Talvez por isso falte mais da bênção do Senhor sobre nossas vidas e bens, pois o leproso agradecido daquele grupo foi o único a receber a bênção maior – a salvação. Todo o patrimônio físico de uma nação é, antes de tudo, patrimônio de Deus. "Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam" (Sl 24:1) – mas a criatura que "pertence" comporta-se como o "dono da propriedade". Deus nos deu a terra – mas poucos agradecem por isso. Quando se compara a prosperidade da outra América em relação à nossa, o caminho passa por aqui: reservar um dia para ser o Dia de Ação de Graças. O primeiro ato em terras brasileiras foi uma celebração sem fundamento bíblico; o primeiro ato em terras na chamada Nova Inglaterra foi um culto de Ação de Graças, que se repete a cada mês de novembro, com celebração que suplanta as maiores datas comemorativas daquela nação. Dá para notar os resultados e estabelecer as diferenças. Deus honra quem O honra. Não deveríamos também prestar honra maior ao nosso Deus?!
Ensina-me, Senhor, a sempre expressar agradecimento a tudo que acontece em minha vida.
sábado, 18 de junho de 2016
O CRISTÃO E AS FESTAS JUNINAS
Decidi dedicar um pouco de tempo a este assunto e,
ao ler o livro de Deuteronômio (Dt 25.17), numa passagem que retrata a
confirmação da aliança de Deus com o seu povo, lembrando as promessas de
bênção, encontrei esta passagem que creio, responde qualquer dúvida que um
sincero cristão possa ter quanto a este assunto. Num primeiro momento quero
estender o termo cristão o máximo possível, aceitando como cristão (ao menos
por enquanto) como "todo aquele que se confessa seguidor de Cristo".
As chamadas festas
juninas estão entre as três grandes festas anuais do calendário brasileiro
(carnaval, juninas e natal). O país fica animado com a música (caipira e
irritante), comidas típicas à base de milho e mandioca e as famosas quadrilhas
(como se no Brasil já não as tivéssemos o bastante o ano inteiro). As
festividades são dedicadas a três "santos" do romanismo: Antônio (dia
13), João Batista (24) e Pedro (28). Quero considerar tais práticas à luz da
história e da bíblia.
As festas populares
juninas são mais antigas que o cristianismo. Esta época (solstício de verão e
ápice da estação) era marcada pelo início da colheita. Os celtas, bascos,
egípcios e sumérios faziam rituais para garantir a fertilidade da terra (e das
mulheres que em muitos lugares tinham relações com diversos homens) e o
crescimento da vegetação após o inverno que começava a se aproximar.
Havia oferendas de
comidas, bebidas e animais às divindades pagãs. Havia muitas danças ao redor
das fogueiras para espantar maus espíritos. As crianças geradas nas festas
anteriores [de pais desconhecidos] eram passadas pela fumaça das fogueiras como
proteção contra os espíritos.
Em Roma (sempre lá)
havia as festas junônias, em homenagem à deusa Juno (dona do mês de junho).
Seria daí o nome "festas juninas"? Estas celebrações coincidiam com a
data da comemoração do nascimento de João Batista, e como a igreja de então não
conseguia extirpar o mal, preferiu "encampá-lo", vestindo-o com uma
nova roupagem pseudocristã. Mais tarde os jesuítas trouxeram estas festividades
para o Brasil, realizando várias alterações e inserindo práticas novas e
sincretistas.
Vejamos o
significado de alguns dos rituais (além do passar pela fogueira e oferendas de
comidas):
O MASTRO: símbolo da fertilidade (falo, órgão
sexual masculino), acreditava-se que trazia sorte à residência que o erigisse.
FOGUEIRA: para os pagãos espantavam os maus
espíritos, e para os cristãos medievais simbolizavam a luz, portanto, sinal de
bênção. No catolicismo tradicional são acesas sempre às 6.00h (hora da
"Ave Maria" - por causa de uma lenda na qual Isabel teria combinado
avisar a Maria do nascimento de João acendendo uma grande fogueira). Aliás,
cada fogueira é arranjada de modo diferente: a de Antônio é quadrangular, a de
Pedro é triangular e a de João é arredondada.
FOGOS DE ARTIFÍCIO:
os antigos acreditavam que os fogos tinham eficácia para espantar os maus
espíritos, o diabo e seus demônios, protegendo os que estivessem nos atos
festivais.
BALÕES: simbolizavam os pedidos aos deuses - ou aos
santos. Se subirem, é porque os pedidos foram aceitos. Adotados como
simbolizando os avisos de que a festa está para começar [haja bombeiros].
ESCONDER A IMAGEM DE ANTÔNIO: o personagem
histórico, um franciscano de nome Fernando, rebatizado Antônio, ganhou fama por
ajudar a encontrar objetos perdidos e cuidar de enfermos. Uma moça pobre, que
não conseguia casar, teria feito uma oração ao santo e conseguido o dote. Daí a
virar o santo preferido das jovens "casadoiras" foi questão de tempo.
Alguém passou a divulgar que o santo atendia mais rapidamente se fosse colocado
de cabeça pra baixo em um lugar escuro ou se lhe fosse tirado a imagem do
menino que carrega (tortura ao santo de devoção - uma tolice dentro de outra).
E OS CRISTÃOS, O
QUE SE ESPERA DELES?
É isto lícito para
um cristão? Os cristãos evangélicos (e aqui estou começando a limitar o sentido
do termo cristãos) e seus filhos podem participar de atividades juninas nas
escolas ou em qualquer outras sociedades? E professores, convocados para trabalhar
nestas festividades? Alguns argumentam que podem perder o emprego. Lembremos,
entretanto, que é garantia constitucional que ninguém deve ser obrigado a algo
que fira sua consciência religiosa – e isto se aplica até mesmo a votar e ao
serviço militar. Devem as igrejas promover algum tipo de festividade semelhante
(como festa da colheita, festa caipira ou das nações)? Sei que talvez vá causar
algum tipo de polêmica, mas se os líderes do povo de Deus não os chamarem a
pensarem sobre as implicações de suas atitudes [Pv 29:18: Não havendo profecia,
o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz] o mal triunfará.
A primeira resposta
é: as festas idólatras são vedadas aos verdadeiros cristãos [Ez 20.7:
Então, lhes disse: Cada um lance de si as abominações de que se agradam os seus
olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou o SENHOR, vosso
Deus]. Veja também a advertência de Deus através do profeta Oséias [Os 14:8:
Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como
o cipreste verde; de mim procede o teu fruto]. Não importa o motivo alegado,
por mais santo que possa parecer qualquer participação em festas idólatras é
idolatria e é um pecado gravíssimo [I Co 10.22: Ou provocaremos zelos no
Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?] e horrível cousa é sofrer o
merecido castigo de Deus sobre os pecados cometidos, especialmente voluntaria e
conscientemente [Hb 10.31: Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo].
A segunda resposta
é que aproveitar o clima (junino) para a pregação do evangelho é só uma
desculpa para não fazê-lo o ano todo, além de criar uma evidente semelhança com
o mal. As desculpas que se usam vão desde arrecadação de fundos a evangelismo,
passando por obrigação profissional. Não importa a razão, as festas juninas são
festas pagãs e ofensivas a Deus. Nenhum cristão deve envolver-se em práticas
herdadas do paganismo. O cristão não pode adequar seu modo de viver numa
espécie de mundanização ou relativismo cultural (aliás, hoje, legalmente,
nenhum cristão é obrigado a participar de qualquer culto ou prática religiosa
travestida de cultura ou folclore - isto é uma garantia constitucional).
Não era assim no
início da Igreja Cristã. Os cristãos dos primeiros séculos poderiam salvar a
sua vida se apenas aceitassem dizer uma frase: "César é senhor", mas
a grande maioria deles preferiu a morte, afirmando veementemente que somente
"Cristo é o Senhor" [I Co 12.3: Por isso, vos faço compreender
que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro
lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo]. Ninguém
podia tomar uma atitude semelhante se não fosse impulsionado pelo Espírito de
Cristo em seu coração (bem diferente do espírito do mundo).
Lembremos que os
promotores das festas juninas querem pagar promessas por dádivas que teriam
sido recebidas dos seus santos patronos (ou pedir-lhes algo).
Isto na prática é
invocação de mortos, uma atitude condenada veementemente pelas escrituras, em
textos como Lv 19.31 [Não vos voltareis para os necromantes, nem para os
adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR,
vosso Deus], Lv 20.6[Quando alguém se virar para os necromantes e
feiticeiros, para se prostituir com eles, eu me voltarei contra ele e o
eliminarei do meio do seu povo] e Lv 20.27 [O homem ou mulher
que sejam necromantes ou sejam feiticeiros serão mortos; serão apedrejados; o
seu sangue cairá sobre eles]. Veja ainda Is 8.19 Quando vos disserem: Consultai
os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará
o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?].
Mas a verdade é que
mortos nada fazem por mortos [espirituais], e somente de Deus nos vêm todas as
bênçãos [Tg 1:17: Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto,
descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de
mudança]. Se ele não aceitava a necromancia em Israel, aceitá-la-ia na igreja,
santuário do seu Espírito Santo [I Co 3.16: Não sabeis que sois
santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?]? É óbvio que não.
Como os sacrifícios
(especialmente as comidas, bebidas e doces benzidos) são feitos aos padroeiros
e suas imagens (idolatria), só nos resta lembrar a advertência do apóstolo
Paulo: tais sacrifícios são a demônios e o cristão não tem nem deve ter
absolutamente nada com eles [I Co 10.20-22: Antes, digo que as coisas
que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não
quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do
Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor
e da mesa dos demônios. Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais
fortes do que ele?].
Considerando tudo
isto, pergunto: você acha lícito um cristão verdadeiro (e não é o fato de ter o
nome numa lista de membros de determinada igreja - por mais ortodoxa que ela
seja - que faz de alguém cristão) participar de uma festividade cuja origem
está na idolatria pagã?
Quero lembrar as
palavras de Paulo, que, embora trate de coisas lícitas, as julga
inconvenientes. Quanto mais para coisas ilícitas à luz das Escrituras [I Co
10.23: Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são
lícitas, mas nem todas edificam]. Termino com uma citação do livro que acaba
com todas as dúvidas: a bíblia sagrada (pelo menos para o cristão):
"Maldito o
homem que fizer imagem de escultura ou de fundição, abominável ao SENHOR, obra
de artífice, e a puser em lugar oculto. E todo o povo responderá: Amém!"
Dt 27.15
Só este verso já
deveria acabar com o culto idólatra a Antônio, Cosme, Damião, João Batista ou
Pedro - e a todos os outros, que lhe são semelhantes. Ao que nos cabe, então
bradar: "Fugi da idolatria [I Co 10.14], povo de Deus - para não se tornarem
partícipes dos flagelos destinados aos idólatras": o fogo do inferno, não
uma simples fogueirinha.
terça-feira, 19 de abril de 2016
O cristão não está isento do medo. O problema não é o medo chegar, é ele se instalar. A maturidade cristã não está em se ter medo ou não, mas em como se lida com ele. O segredo está em levar-se o medo ao Senhor, pois quando o fazemos vem a confiança e esta abafa o medo. Podem ser vários os medos que nos assaltem mas o que temos de fazer é regar a nossa confiança no Senhor com as Escrituras e com a oração. Quanto mais for crescendo a confiança mais vai desaparecendo o medo. Se estás com medo de algo rega a tua confiança no Senhor, sabe que Ele estará contigo no vale da sombra da morte.
Boa semana. Graça e Paz.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Sem tempo no domingo?
como seria se os cultos fossem na segunda-feira às10h45 e às 18h. Você conseguiria chegar ao templo? Daria tempo para sair do trabalho, passar em casa para reunir a família e chegar ao culto no horário? É óbvio que na cidade de São Paulo isso seria impossível para todos que estão em
atividade no mercado de trabalho e não seria nada fácil mesmo para aqueles que
já estão na condição de aposentados.O domingo dos primeiros cristãos era dia útil.
Facilmente esquecemos disso! Fico curioso para saber como os comerciantes de
Jerusalém arrumavam tempo para deixar o comércio e ir até a casa onde os irmãos
estavam reunidos para adoração. Gostaria de saber como os cristãos da cidade de
Corinto conciliavam cargos públicos com a frequência às reuniões da Igreja em
pleno dia útil. Lembro que Corinto não era pequena para os padrões da época
pois tinha cerca de 650 mil habitantes. Com o crescimento do cristianismo, a situação
mudou. O primeiro dia da semana transformou-se no dia de descanso. Mas antes
que isso ocorresse, certamente muitos cristãos dos primeiros séculos foram
perseguidos por conta do exótico costume de irem à igreja em pleno dia útil.
O domingo não deve ser observado com espírito legalista, pois é fato que a vida moderna requer o trabalho ininterrupto de diversos setores para que possa seguir na sua normalidade (transportes, saúde, segurançaetc). Entretanto, não podemos esquecer a importância do dia de descanso e de
adoração na vida do cristão. Deus designou particularmente um dia em sete para
ser um sábado (descanso) santificado por Ele; desde o princípio do mundo, até a
ressurreição de Cristo, esse dia foi o último da semana; e desde a ressurreição
de Cristo foi mudado para o primeiro dia da semana, dia que na Escritura é
chamado Domingo, ou dia do Senhor, e que há de continuar até o fim do mundo
como o sábado cristão.Separar um dia para descanso e adoração lembra-nos
que não somos máquinas e que o tempo é um presente de Deus e não mais uma
mercadoria. Lembra-nos também que Deus é a verdadeira fonte de nossa força. O
dia de descanso e adoração serve principalmente para prevenir a soberba humana:Não digam, pois, em seu coração: “A minha
capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza”.
Mas, lembrem- se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que lhes dá a capacidade de
produzir riqueza... (Deuteronômio 8.17-18/NVI).Se o seu domingo já não é mais dia de descanso e
adoração, junte-se aos primeiros cristãos e arrume lugar para adorar em pleno
dia útil. Confie em Deus para guiá-lo na reorganização de suas prioridades na
vida pessoal e profissional.
terça-feira, 22 de março de 2016
Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
1 Coríntios 15:3,4
A Ressurreição e eu
"Ao comerem, estejam prontos para sair; cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão. Comam apressadamente. Esta é a Páscoa do Senhor. Quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia?”, respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quando matou os egípcios’” (Êx 12.11,26,27)
A salvação do povo hebreu é obra de Deus. E este acontecimento extraordinário na vida deste povo é relembrado através da cerimônia da Páscoa. Os judeus deviam sacrificar um cordeiro macho e sem defeito para celebração desta festa. O apóstolo Paulo diz que Cristo é o nosso Cordeiro pascal (1Cor 5.7), mostrando que Ele havia feito o sacrifício de uma nova aliança. Jesus Cristo, o nosso cordeiro Pascal, não permaneceu morto, Ele ressuscitou! O meu sentimento diante da Páscoa depende do modo como encaro este fato.
Num domingo, algumas mulheres foram ao sepulcro de Jesus levando especiarias aromáticas para o corpo sem vida do seu mestre, mas foram surpreendidas pelo túmulo vazio (Luc 24). Jesus venceu a morte, mas muitos não acreditaram. As autoridades que haviam sacrificado o Cordeiro de Deus espalharam a notícia de que os discípulos tinham furtado o seu corpo (Mt 28.13). Desde então, muitas teorias surgiram tentando desacreditar a ressurreição de Cristo.
Quando vejo como a vida dos discípulos de Jesus foi mudada depois desse fato, quando observo um Pedro covarde que nega o seu mestre, sem nenhum temor, desafiando as autoridades, quando leio que com grande poder os apóstolos continuavam a testemunhar da ressurreição, apesar de toda perseguição (Atos 4.33), não consigo acreditar que os discípulos sacrificassem suas próprias vidas por uma farsa.
O apóstolo Paulo diz que Cristo morreu pelos nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, que apareceu a Pedro e depois aos doze. E que depois disso apareceu a mais de 500 irmãos, de uma só vez. Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação e também inútil a nossa fé (1Cor 15.4-6, 14).
O que significa a Páscoa para mim? A resposta depende de como eu vejo a ressurreição de Jesus Cristo. Paulo afirma:
” Se você confessar com a sua boca que Jesus é seu Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo”
(Rom 10.9).
Assim como para os judeus a Páscoa significava a salvação da escravidão no Egito, também para mim ela representa a minha salvação; não da escravidão no Egito, mas da escravidão do pecado.
A minha missão agora é levar o verdadeiro significado da Páscoa a todas as nações, sabendo que o Cristo ressuscitado estará comigo até o fim dos tempos (Mateus 28.20). Estamos diante da oportunidade de levar a verdadeira Páscoa a quem ainda não a conhece. Aqueles que cercam você pensam o que a respeito da páscoa?
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
QUANDO NINGUÉM VEM A CRISTO
Há épocas em nossos ministérios em que o fruto espiritual não é tão evidente quanto gostaríamos. Não é tão evidente para os outros, e não é tão evidente para nós. Como pastores, nós plantamos, semeamos e regamos de novo—mas nestas épocas parece que vem pouco fruto de nosso trabalho. Nada parece acontecer. Para alguns pode levar um ano, dois anos, alguns anos sem ver frutos do seu trabalho. Nós evangelizamos, nós pregamos com paixão, nós tentamos desenvolver amizade com não-cristãos. Mas ainda assim, nada acontece. Então perguntamos: “O que está errado comigo?” Porque, Deus, você não me usa?” Nós temos a tendencia ou de culpar a Deus ou de culpar a nós mesmos. Em ambos os casos, nós estamos demonstrando uma falta de confiança no evangelho.
A verdade é que, ou Jesus é o Senhor da seara ou não é. O que nós cremos de verdade?
Uma das doutrinas mais preciosas da fé é a doutrina da soberania de Deus. Ela é um dos marcos da tradição reformada. Ainda assim, as implicações da sua soberania na vida de um pastor pode com frequência te ferir profundamente. Ela fere porque vai contra a idéia de que frutos espirituais sempre serão evidentes.
Quando ficamos desesperados par aver alguma coisa com os nossos olhos, a tentação é seguir métodos questionáveis para gerar frutos e e fazer conseguir algo. Afinal, boa parte das igrejas evangélicas promovem o sucesso como sendo simplesmente uma tarefe de quantas pessoas você consegue reunir em um auditório, ou quantas mãos você consegue fazer levantar como parte de um apelo emocional. Então, nós ficamos tentados a apelar aos métodos do mundo para conseguir o que queremos tanto: sucesso. Ainda assim quanto mais levamos a sério o ministério, mais sabemos que brindes e manipulações não são o modo de atrair pessoas para Cristo que honra a Deus. O que precisamos é muito mais simples: uma proclamação persistente do evangelho. Nada fabricado. E isso parece arriscado, porque você está realmente deixando os resultados para Deus em sua pregação e em seus esforços evangelisticos.
Considere a vida de Jeremias, o profeta que viveu nos dias finais do Reino do Sul de Judá quando a nação sucumbiu. Deus o enviou para dar um ultimo aviso ás pessoas de Judá antes que eles fossem expulsos da terra. Deus destruiria a nação e os enviaria ao cativeiro sob o reino da Babilonia. O papel de Jeremias era pregar e alerta-los de seus pecados e comportamentos idólatras. Mas, tem um problema aqui: Ninguém ouviu, ninguém atendeu. Nem mesmo ao seu apelo fervoroso e emocional chamando o povo a obedecer a Deus. Jeremias pregou por quarenta anos, e ele não teve sucesso em mudar a mente do povo. Ele continuaram teimosos. Mesmo os profetas antes dele tiveram algum sucesso, mas não Jeremias. Parecia que ele estava falando com uma parede.
Isto afetou Jeremias profundamente Ele é conhecido como o “profeta chorão” (veja Jer. 9:1) por pelo menos duas razões. Primeiro, ninguém ouvia a ele. Segundo, ele sabia o que estava para acontecer. Poucas pessoas ao seu redor o confortavam. Deus disse que ele não se casaria, nem teria filhos, e ele não tinha nenhum amigo por perto. Ele se sentiu sozinho mesmo quando estava pregando. Jeremias carregou o fardo de pregar uma mensagem dura, bem como o fardo de ver poucos frutos enquanto ele pregava esta mensagem.
Cada um de nós como crentes, não somente os pastores, precisa saber que assim como aconteceu com os grandes profetas do passado. nós também teremos períodos de falta de frutos. Isto com frequência, te levará a questioner o seu chamado. Isso pode até levar a depressão. Mas devemos encontrar alegria no Senhor. Em Jeremias 15:19 nós vemos que a alegria de Jeremias foi restaurada no meio do seu desânimo. Porque nós perdemos nossa alegria como pastores e lideres no ministério? Certamente, muitas vezes é porque nós não vemos fruto espiritual. Mas outras vezes é porque nós cobiçamos o sucesso dos outros. Esta, então é a pergunta que devemos fazer a nós mesmos: Jesus é suficiente?
Teve um periodo na plantação de nossa igreja que eu fiquei extremamente desanimado porque ninguém estava vindo para Cristo. A igreja parecia estagnada. Eu estava colocando cada vez mais energia e tempo, mas com pouco resultado. Um pastor sábio e mais experiente se aproximou de mim e perguntou: “Jay, Jesus realmente é suficiente para você? Porque todo esse desgaste? Você não confia nele?”
Talvez meu interesse fosse demonstrar como eu era bem sucedido ou eu estava cobiçando o sucesso dos outros. O décimo mandamento fala isso claramente: “Não cobiçarás” (Ex. 20:17). A chave para não cobiçar o sucesso ministerial dos outros é encontrar alegria completamente em Jesus. Se ele é suficiente para você pessoalmente, você sabe que o seu ministério não te valida. É Jesus que te valida.
Quando Jesus for suficiente para você, você vai encontrar contentamento nele nos momentos difíceis do ministério, e você não vai ser dominado pelo desânimo. Sua alma não ficará abatida porque você colocou sua esperança totalmente em Deus, porque você sabe que ele é o Senhor da colheita.
Descanse nesta verdade. Trabalhe duro para espalhar a fama dele em sua cidade e nas nações. Encontre contentamento em seu tempo divino, e sua alma ficará saudável mesmo quando você ver poucos frutos visíveis. Ele está no controle. Ele é o Senhor da colheita. Nós somos simples embaixadores.
http://www.jaybauman.com/blog-em-portuguecircs
Originalmente postado em inglês no site da Acts 29.
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