MEDITAÇÃO



 “A PROVAÇÃO DE JÓ” –
Texto: Jó 1;1-5

I - O livro fala da angústia do coração humano torturado pelas aflições e sofrimento.

a)      É um dos livros que mais falam a alma em momentos de profundo sofrimento;

b)     Mostra a insuficiência da compreensão humana diante do problema do sofrimento;

c)     Quando não entendemos determinadas situações, a sabedoria manda que fiquemos calado;


II –      A vida de Jó estava em perfeita harmonia com Deus e com os homens (Jó 1:1-5)

a)      Era reto, sincero, temente a Deus e desvia-se do mal,

b)      Tinha uma família próspera e feliz;

c)      Havia harmonia entre os filhos de Jó;

d)     Jó se preocupava com o bem estar espiritual dos seus

e)      Deus havia feito de Jó o mais próspero homem do Oriente. 

“A inquietação de satanás” (Jó 1:6-12)

III –    Aquela situação incomodou a satanás.

a)      Satanás procura entender a origem de tamanha felicidade na vida de Jó;

b)      Como não pode aceitar que a origem daquela felicidade estava em Deus, deduz que está na prosperidade;

c)      A felicidade de Jó leva satanás a apresentar-se perante o trono de Deus e acusar Jó falsamente de servir a Deus por causa das benções materiais;

                                          “A soberania de Deus” (Jó 1:6-12)

IV –    O trono de Deus é lugar de soberania

a)      Não há nada que satanás possa fazer, que Deus não possa anular;

b)      Esse é um motivo para termos paz e confiarmos em Deus;

c)      Ele não faz nada sem a permissão de Deus;

d)     Quando fala de Jó, Deus fala que ele é integro, reto, temente a Deus e que se desvia do mal. Por que não fala da família, dos servos e dos bens de Jó?
Porque para Deus esta coisas vinham do fato de Jó ser fiel a ele.


“Os tempos de calamidade” (Jó 1:13;22)

V –      Jó perde tudo repentinamente.

a)      Os pilares sobre os quais estava a vida de Jó são abalados;

b)      1º pilar: Os filhos (família);

c)      2º pilar: Vida financeira (os bens);

d)     3º pilar: a saúde (Jó 2:7);

e)      4º pilar: o casamento  Jó 2:9;

“Os tempos do deserto”

VI – Além de perder tudo Jó recebe amigos que vão lhe condenar.

a)      Elifaz, Bildade, Zofar e Eliú representam tudo que a teologia, a “auto-ajueda” e a “achologia” teria a dizer acerca do significado das calamidades e do sofrimento que assolaram a vida de Jó;

b)      No início até agiram corretamente, depois se perderam;

c)      Interpretavam o sofrimento como conseqüência do pecado pessoal;

d)     Se eles não entendiam aquela situação, deveriam prestar solidariedade e orar com Jó;


“O tempo da restauração” (Jó 42: 1,3 até 5,6)

VII – Deus responde a Jó.

a)      As palavras dos homens trazem confusão, a de Deus traz consolação;

b)      Deus quando aparece, não responde às várias perguntas de Jó mas mostra-lhe a sua grandeza;

c)      Deus tem o domínio de todas as situações;

d)     Deus é soberano e recompensa aqueles que lhe pertencem, apesar dos tempos do aperto e da dor.


# em tempos de crise confiamos  sempre na soberania de DEUS

RESTAURANDO O RELACIONAMENTO COM DEUS

2 CRÔNICAS 29:1-11

Ezequias ficou conhecido como o rei que promoveu a reforma espiritual.

Lendo o capítulo 28 deste livro, vemos que o pai de Ezequias foi para ele um péssimo exemplo. Ezequias tinha tudo para dar errado. O versículo 23 deste capítulo nos mostra que Acaz levou todo o povo a pecar contra Deus.

Ezequias além do mau exemplo de seu pai, também herdou um reino enfraquecido. O reino estava politicamente sem prestígio. Leia 2 CRÔNICAS 26:16 e 20.

Quando Acaz morre, ele não foi achado digno de ser sepultado entre os reis – sua popularidade estava em baixa.

Diante deste quadro, Ezequias tinha apenas duas opções:
1ª. Deixar tudo como estava, ou
2ª. Fazer algo diferente – sonhar com uma reforma. Espiritual em israel

Ezequias tomou a melhor decisão, a decisão de fazer uma reforma, restaurar o relacionamento seu e de seu povo com o DEUS Vamos conhecer as atitudes que  Ezequias tomou e que todo cristão precisa tomar para restaurar seu relacionamento com Deus:

1ª. ATITUDE:
Tomar a decisão urgente de restaurar o nosso relacionamento com Deus.
“No primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da Casa do SENHOR e as reparou. Trouxe os sacerdotes e os levitas, ajuntou-os na praça oriental e lhes disse: Ouvi-me, ó levitas! Santificai-vos, agora, e santificai a Casa do SENHOR, Deus de vossos pais; tirai do santuário a imundícia.” - 2 CRÔNICAS 29:3-5.

2ª. ATITUDE:
Ser específico ao confessar nossos pecados ao SENHOR.
“e lhes disse: Ouvi-me, ó levitas! Santificai-vos, agora, e santificai a Casa do SENHOR, Deus de vossos pais; tirai do santuário a imundícia. Porque nossos pais prevaricaram e fizeram o que era mau perante o SENHOR, nosso Deus, e o deixaram; desviaram o seu rosto do tabernáculo do SENHOR e lhe voltaram as costas. Também fecharam as portas do pórtico, apagaram as lâmpadas, não queimaram incenso, nem ofereceram holocaustos nos santuários ao Deus de Israel.” – 2 CRÔNICAS 29:5-7.

Apagar as lâmpadas é apagar o Espírito de Deus em nós
No versículo 7 vemos que deixaram de queimar incenso, isto significa que a vida de oração foi negligenciada.

A falta de holocaustos ao SENHOR mostra que não havia mais a atitude de arrependimento do povo.

3ª. ATITUDE:
Fazer uma aliança com Deus.
"Agora, estou resolvido a fazer aliança com o SENHOR, Deus de Israel, para que se desvie de nós o ardor da sua ira.” - 2 CRÔNICAS 29:10.

4ª. ATITUDE:
Esteja pronto(a) para servir.
“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o SENHOR vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso.” – 2 CRÔNICAS 29:11.



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#01 ESPERANÇA EM TEMPOS DE CRISE


DEUS É FIEL, POR ISSO PODEMOS CONFIAR NAS SUAS PROMESSAS –
(Gêneses . 50)

A ENFERMIDADE E MORTE DE JACÓ
Jacó está enfermo e prestes a morrer. José traz os seus dois filhos até Jacó e ele abençoa Efraim e Manassés, contudo, abençoa o mais novo Efraim com as bênçãos da primogenitura.
Depois, chama os próprios filhos e abençoa cada um deles por sua vez. Não foi o filho mais velho, mas Judá, o filho mais novo de Lia, quem recebeu a bênção maior. Jacó entoa: “o cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés” (Gn. 49: 10). Da linhagem de Judá procederá o grande rei Davi e, por fim, o Rei dos reis, Jesus Cristo.
Após, abençoar todos os filhos, Jacó tem uma solicitação final– o patriarca deseja ser sepultado na Terra de Canaã. O pequeno pedaço de terra que fora descrito por Jacó, pertence legalmente a sua descendência.
A ordem final de Jacó testifica da sua fé no Deus que cumpre a promessa, Deus prometeu a Terra de Canaã ao seu avô Abraão, ao seu pai Isaque, bem como, aos seus descendentes. Jacó tem certeza de que Deus cumprirá a sua promessa.
Morreu Jacó, mas o seu mandamento final vive. José, mesmo de coração partido com a morte do pai (Gn. 50: 1), toma todas as providências necessárias para que o corpo de Jacó seja e possa ser transportado para Canaã Nesse período, os egípcios prantearam Jacó “setenta dias” –A despeito da honra dedicada a seu pai, José enfrenta um problema: de que maneira obterá permissão de Faraó para sepultar seu pai em Canaã?
Para tal, José é bastante diplomático (vs. 5, 6),
A insistência de Jacó para ser sepultado em Canaã é uma declaração de onde Israel pertence realmente. podemos afirmar que o povo de Deus pertence a Canaã e não ao Egito.
Então, após a permissão de Faraó, Jacó é levado para terra de Canaã (vs. 12 – 14). O sepultamento de Jacó na Terra Prometida testifica sua fé que o seu Deus cumpriria a promessa de lhes dar a terra.
Nessa história, existe outra questão que devemos prestar atenção: o cortejo fúnebre de Jacó é descrito com riquezas de detalhes e foi grandíssimo (vs. 7-9).


JOSÉ CONTINUA BENEVOLENTE COM SEUS IRMÃOS
agora que Jacó estava morto, pensaram que José iria agir contra eles (vs. 15-18).
Por duas vezes José enfatiza que eles não devem temer, José fundamenta essa garantia no resultado benéfico da providência de Deus (vs. 20).
O livro de Gênesis termina com uma nota final acerca de José. Lemos no versículo 22 que “José habitou no Egito, ele e a casa de seu pai; e viveu 110 anos”. Deus o abençoou ricamente: José ainda chega a conhecer seus netos e bisnetos. Mas também chegaria a hora de morrer.

A MORTE DE JOSÉ

Quando chega esse momento, vejamos o que José diz no versículo 24, essa é a primeira vez que José fala da promessa de Deus quanto a terra. As palavras de José ressaltam a mensagem de Gênesis de que Israel não pertence ao Egito, mas a Canaã.
José tem tanta certeza de que Deus os visitará que fez jurar os israelitas, observemos o versículo 25, assim como Jacó, José deseja ser sepultado na Terra Prometida. Mas, José está preparado para aguardar no Egito com seus irmãos e irmãs. É interessante observar Hebreus 11: 22, José não vê o êxodo no Egito, não vê Israel recebendo a posse da Terra Prometida, mas crê firmemente que isso acontecerá algum dia.

1.      A Ação Humana Não Pode Frustrar As Promessas de Deus.

Nós observamos em algumas circunstâncias, ações maléficas do homem procurando prejudicar o plano de Deus. Mas, Deus cumpre as suas promessas apesar de nós. Conquanto dê ao homem liberdade para agir, Deus está no controle dos resultados.
2.      Vivemos Na Esperança De Que Deus Cumprirá Sua Promessa De Conceder Uma Pátria Para Seu Povo.

Hoje, nos parecemos muito com José e os israelitas – esperando que Deus venha até nós e cumpra a sua promessa acerca da terra. Vale lembrar que a esperança cristã não falha, mesmo diante das circunstancias difíceis e adversas, Deus cumprirá sua promessa, pois Ele é fiel.
3.      Jesus Morreu e Ressurgiu Para Cumprir a Promessa de Deus e Restaurar o Paraíso Na Terra.
O mundo em que vivemos é cheio de violência, doenças, guerras e desastres. Mas, para aqueles que são de Cristo, o futuro será glorioso no paraíso restaurado. Que possamos depositar a nossa fé nas promessas de Deus (Hb. 11: 1).

CONCLUSÃO:

Deus é fiel, cumprirá suas promessas. Deus é soberano e tem o seu plano sob controle. Não percamos a esperança. O povo de Deus pode viver e morrer na esperança de que um dia Ele realizará completamente a sua promessa de uma nova pátria para o seu povo (Ap. 21: 5).



Em tempos de crise podemos ter Esperança pois DEUS  e fiel

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# 02esperança em tempos de crises

A PRESENÇA DE DEUS  EM NOSSAS VIDAS
Êxodo  40: 34-38

Êxodo narra a saída do povo do Egito pela poderosa força do braço do Senhor e também narra, entre outras coisas, a aliança feita ao pé do monte Sinai com Moisés e com todo o povo de Israel, depois somente confirmada para os da fé e a construção do tabernáculo,
O tabernáculo foi uma espécie de tenda ou barraca móvel. Ele era totalmente desmontável. A planta dessa espécie de barraca foi dada por Deus a Moisés, que comandou a sua construção. “Disse o Senhor a Moisés: Segundo tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis, assim mesmo o fareis.” (Ex 25. 9)
O tabernáculo serviu para centralizar o local de culto a Deus naquele deserto. Era nele que eram realizados os atos de adoração a Deus e as oferendas dos vários tipos de sacrifícios (pelo pecado, por gratidão, de purificação, etc.). Os sacerdotes oficiais, escolhidos por Deus, serviam nele. Dessa forma, o culto do jeito ordenado por Deus era realizado.
O tabernáculo foi usado por muito tempo pelos israelitas. Ele só foi substituído no tempo do rei Salomão, que construiu um luxuoso templo, que também servia aos mesmos objetivos do tabernáculo.
O tabernáculo símbolo da presença de Deus entre o povo, feito segundo o modelo que Deus mostrava. Somente aqui no capítulo 40 há oito citações que semelhantes a esta para enfatizar que tudo foi feito de acordo com o modelo e nada foi feito por iniciativa de alguém. Reforço o que já disse, como bem falou o autor de Hebreus, que isso tudo era sombra e tipo do que era verdadeiro. Hb 8:5; 10:1.
Acho que este livro deveria se chamar TUDO FIZEMOS CONFORME O SENHOR NOS ORDENARA E NOS MOSTRARA. Realmente é isso que encontramos em Êxodos. Deus fazendo, Deus mostrando, Deus instruindo, Deus aparecendo, Deus se revelando, Deus fazendo alianças, Deus se aproximando, Deus conduzindo.
Agora toda a obra fora concluída e mais do que isso o tabernáculo fora levantado, conforme tudo o que o Senhor tinha falado. Tudo deu certo, nada aconteceu de errado ou houve algum imprevisto sério que impedisse a realização da grande obra.
O povo tinha uma obra sem igual na história e no mundo. Eles ainda estavam no deserto e já havia ali algo diferente os unindo e os fazendo uma grande nação. Eles não precisariam de mais nada. Era somente obedecer, crer, confiar, ter fé, amor e esperança que tudo seria realizado.
Deus mesmo aprova a obra feita ao entrar em seu lugar previsto, no Santo dos Santos e a fumaça daquela nuvem que os seguiu por 40 anos, tomou conta daquele ambiente e a glória do Senhor esteve ali no meio deles.
Era a nuvem de dia e o fogo de noite! Realmente algo fantástico jamais visto, sonhado, pensado ou imaginado por humanos. A construção do tabernáculo nem era produto de mente humana alguma, pois desceu do céu em modelo para ser copiada.
Que povo. Que nação. Que Deus. que experiências fantásticas! Que momentos ímpares, especiais e diferentes aqueles vividos por aquele “povinho”. Reparem que tudo isso era apenas figura e sombra do verdadeiro.
Hoje somos a realização do sonho deles no passado em que o próprio Espírito Santo, enviado pelo Pai e pelo Filho, habita não mais em construções humanas, mas no seu templo, o qual somos nós que também temos a nossa nuvem e a nossa coluna de fogo, não como eles a tinham e se lhe enchiam os olhos e não o coração, mas temos ela dentro de nós, como um rios de águas vivas a fluir por meio de nós. João 7:38 Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva.
A glória do Senhor enchendo o tabernáculo é o ponto culminante do livro de êxodo. Deus, que havia tirado o povo de Israel do Egito, havia renovado a sua aliança com o seu povo e feito a sua habitação no meio dele. Os vs 34-38 são um poderoso lembrete dos temas principais do livro. Essa tremenda bênção da presença de Deus foi o resultado da fidelidade `s instruções divinas dadas por meio de Moisés.

Quando há uma manifestação da presença de Deus em nosso meio. Há uma nova vitalidade. A adoração torna-se viva. As orações fervorosas. Quando a coluna de nuvem cobre a tenda, os corações se dobram .
A glória de Deus foi manifestada em Jesus. “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1:14). E ele prometeu: “Eis que estarei convosco todos os dias até a consumação do século” (Mt 28:20). Jesus está aqui. Ele está entre nós. Ele está em nós. Adoremo-lo!

Em tempos de crise podemos ter Esperança pois DEUS  esta em nosso meio

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#03ESPERANÇA EM TEMPOS DE CRISE

TODOS DEVEM ADORAR –
Levítico 27:08

Este sistema de sacrifícios foi ordenado por Deus e foi colocado no centro e no coração da vida da nação judaica. O que quer que os judeus pensassem, naquela ocasião, por causa do sacrifício contínuo de animais, e o fogo ardendo continuamente no altar do holocausto, não há nenhuma dúvida de que era Deus quem estava impregnando nos corações de cada homem, uma consciência do pecado de cada um.
Uma lição de objeto que faria marcas na pele de cada um, um quadro de longa data do sacrifício vindouro do Messias. Os sacrifícios apontaram a Ele e foram cumpridos n'Ele.
O Holocausto


O holocausto era um sacrifício que estava completamente queimado. Nada dele era comido, e então o fogo consumia o sacrifício inteiro

O adorador israelita trazia um animal masculino (um touro, cordeiro, cabra, pombo, ou rola, que dependem da riqueza do adorador) para a porta do tabernáculo

O animal devia ser sem defeito. O adorador então colocava as mãos dele na cabeça do animal, e em consciência que este animal inocente estava sendo reputado por pecador, ele buscaria o Senhor para perdão, e então mataria o animal imediatamente. 


Depois, na história de Israel haviam ofertas queimadas feitas duas vezes por dia, uma pela manhã e uma ao entardecer (quando aparecia a primeira estrela: 



A oferta queimada era realizada para reconciliação dos pecados do povo contra o Senhor, que os separavam de Deus, e era uma oferta de dedicação contínua de suas vidas ao Senhor. 




A Oferta de Manjares 



Os Israelitas ofereciam manjares (cereais) ou legumes além dos animais. LevÍtico capítulo 2 menciona 4 tipos de ofertas de cereal, 

As ofertas de manjares eram trazidos a um dos sacerdotes que levaram isto ao altar e lançaram uma "porção memorial" ao fogo e fazia o mesmo com o incenso. O sacerdote comia o restante, a menos que ele mesmo estivesse trazendo a comida como oferta, e ele queimaria ela por inteiro. 



O propósito da oferta de manjares era um oferecimento de presentes, e fala de uma vida que é dedicada a dar, e à generosidade. 




As Ofertas Pacíficas 



A oferta pacífica era uma comida que foi dada pelo Senhor, O adorador trazia bois ou vacas, ovelhas, ou uma cabra. 

As ofertas pacíficas, incluíram bolos sem levedura. o adorador poderia comer durante 2 dias do animal inteiro, era exigido fazer estas ofertas quando se fizesse um voto de consagração à Deus, e Lhe agradecendo com louvores enquanto, espontaneamente, se traziam as ofertas voluntárias.




A Oferta pelo Pecado 



As Ofertas pelo pecado expiavam, (liquidavam a dívida por completo) das fraquezas e fracassos não intencionais dos adoradores e fracassos diante do Senhor.



Cada classe do pessoas tinha várias ordenanças para executar: 



Os pecados do sumo sacerdote requeriam o oferecimento de um touro,." 



Os pecados dos líderes requeriam o oferecimento de um bode.


Os pecados do povo requeriam animais fêmeas, cabras, cordeiros, rolas, ou pombos e no caso de ser muito pobre, um oferecimento de grãos era aceitável só como um oferecimento de manjares.


As Ofertas pela Culpa 



A Oferta pela culpa era bem parecida com a oferta pelo pecado, mas a diferença principal era que a oferta pela culpa era uma oferta em dinheiro para pecados de ignorância relacionados à fraude. Por exemplo, se alguém enganasse sem querer a outro por dinheiro ou propriedade, o sacrifício dele devia era ser igual à quantia levada, mais um quinto para o sacerdote e para o ofendido. Então ele reembolsou a quantia levada mais 40%.

Na conclusão do livro de levítico  (cap. 27), encontramos os votos particulares, a avaliação desses votos, o voto de um campo e seu resgate, as explicações de que não havia resgate para certas coisas sagradas, e um esclarecimento sobre as dízimas. Às vezes, quando os israelitas dirigiam suas súplicas ao Senhor, votavam ou prometiam consagrar a Deus, alguns dos seus pertences. Essas ofertas (que poderiam ser pessoas, animais, casas terrenos), que seriam destinadas para a manutenção do santuário e do culto, poderiam ser substituídas por uma quantidade estipulada, em dinheiro.
Mas, para mim, o destaque desse texto bíblico está no seguinte verso: “Se quem fizer o voto for pobre demais para pagar o valor especificado, apresentará a pessoa ao sacerdote, que estabelecerá o valor de acordo com as possibilidades do homem que fez o voto (27:8)”. Olha só! Este versículo contém uma cláusula em favor dos pobres! Se uma pessoa de poucos recursos, que tivesse feito uma promessa, posteriormente se encontrasse numa situação que não lhe permitisse ter condições para pagar, então ela deveria consultar os sacerdotes, e os sacerdotes deveriam designar-lhe uma condição que estivesse dentro das suas condições.
Isso nos ensina duas grandes lições: a) Os lideres espirituais devem ser, também, educadores que ensinem o povo a lidar com as finanças; b) Independentemente das condições financeiras “desse” ou “daquele”, a igreja deve proporcionar tudo o possível para que todos tenham condições de ser verdadeiros adoradores.
Isso é um recado remetido diretamente de Deus para você: “Querido, sem preocupar-se com sua condição social ou financeira, por favor, aproxime-se de mim”


Em tempos de crises continuemos a ofertar ao Senhor 

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#05 ESPERANÇA EM TEMPOS DE CRISE

O que perdemos
Deuteronômio  34
Moisés passou quarenta anos com Faraó, quarenta com Jetro na escola de Deus e, por último, quarenta no deserto conduzindo Israel. No início ele vira a “grande maravilha” da sarça ardente. Então, pela fé, “permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível” (Hebreus 11:27).
Entre os muitos princípios importantes que Moisés ensinou na Transjordânia estão estes:
–Ninguém tem direito a modificar a palavra de Deus (Deuteronômio 4:2).
–Os pais devem transmitir a palavra de Deus aos seus filhos (Deuteronômio 6:6-7).
–Deus não revelou tudo que os homens gostariam de saber (Deuteronômio 29:29).
–É importante lembrar-se do passado e aprender as lições da história (Deuteronômio 9:7; 24:9,18; 32:7).
Moisés encerrou sua carreira olhando para o futuro para incentivar a fidelidade e a esperança do povo de Israel. Ele agia pela fé “porque contemplava o galardão” (Hebreus 11:26).
 Chegando ao final de sua jornada, não se lhe escureceram os olhos (v. 7), e este homem de Deus contempla a vista maravilhosa da terra de Emanuel.Então chega o momento em que, de acordo com as próprias palavras do Salmo 90:3, sob a ordem de Deus, o ser humano retorna ao pó. Porém, Moisés é enterrado pelo próprio Senhor em uma comovente atitude de honra (v. 6). A partir desse momento, Moisés se torna uma das testemunhas da fé que aguardam a glória prometida enquanto se alegram na presença dAquele que é a perfeita recompensa (Mateus 17:3). O que é a perda da terra em comparação com a recompensa celestial? No final dessa parte da Bíblia, composta dos cinco livros de Moisés, ou Pentateuco, que cada um de nós possa ter adquirido mais conhecimento do Senhor! Jesus disse aos judeus: “Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito” (João 5:46). E não é o próprio Senhor Jesus que descobrimos através dos muitos tipos nessa rica porção da Palavra de Deus?
Deus falou para Moisés para ele subir ao monte Nebo para ali deixar a sua vida. Como deixaria Moisés a sua vida?
O fato é que em ato de misericórdia e graça abundante, Deus ainda lhe permitiu o privilégio de ver a terra pela qual foi conduzindo todo o povo por cerca de 40 anos e não entrou por causa de sua prevaricação contra o Senhor e porque não santificou a Deus no meio do povo.
Se fizéssemos uma contabilidade entre os atos bons e maus de Moisés, ele teria vencido de goleada, tipo 20x1. No entanto, no jogo celestial as coisas não são assim. Deus é perfeito e nada menos que a perfeição é permitida, por isso que Deus usa de sua graça e misericórdia e espera que igualmente ajamos assim.
Se agimos bem e nossos atos glorificaram e santificaram ao Senhor, a glória deles não nos pertencem, pois se não Deus nos seria devedor de glórias que lhe proporcionamos. Se agimos mal e prevaricamos e nossos atos não o glorificam, nem o santificam, agimos por natureza – pecadora – e somos responsáveis pelo mal feito e não Deus.
Em suma, não sou eu que faço o bem, mas a graça que me dá condições de assim agir. Também não sou eu que faço o mal, mas o pecado que habita em mim. Paulo mesmo perguntou a si mesmo – Rm 7:24 -, chamando-se ainda de desventurado homem que era: quem me livrará do corpo desta morte? E ele mesmo responde no vs 25: Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.
Então ao sempre agirmos bem, agiremos por causa da graça de Deus e não por que sou bom e faço coisas boas. E quando peco, estou simplesmente sendo eu mesmo, sem a graça, livre, não para não fazer ou se conter, mas para fazer e cair na vontade da carne.
Se é assim, então como faço para sempre fazer o bem e jamais cair no pecado? Isso não é possível no presente momento, mas somente quando ressuscitarmos. Ai sim, jamais pecaremos por que não será de nossa natureza pecar; hoje, infelizmente, é o contrário, por causa do pecado. Portanto, a dica para viver o melhor possível diante de Deus, é o Espírito Santo mesmo quem dá essa dica:
Deus mesmo se encarregou de sepultar Moisés e até hoje ninguém sabe onde Deus o escondeu. Interessante! Ah, se tivessem achado os restos mortais dele... talvez estariam sendo expostos e venerados por ai em vitrines até a prova de bala.
Moisés morreu velho, bem velho, mas forte, bem forte e cheio de vigor e saúde. De onde vem então nossa saúde e força e vigor? Com certeza dos alimentos e bebidas e de uma vida saudável, mas não é somente isso e Moisés é prova disso, assim como Josué e mesmo Calebe.
Com a partida de Moisés, se levanta Josué, cheio do Espírito Santo e de sabedoria. Sabem porquê? Por causa da escolha divina e do preparo de uma vida toda feita pelo Espírito Santo de Deus que culminou no vs 9 com a imposição das mãos de Moisés.
Nunca mais se levantou ninguém como Moisés até que veio Cristo que com seus sinais, prodígios, maravilhas e palavras as quais ele falou que jamais alguém falou. Ele, o Cristo, foi também profetizado por Moisés que viria e que quando viesse seria para todos lhe darem ouvidos.
II Timóteo 4:7 Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.
E você? Continua firme em sua jornada? Em breve ela terminará e eu espero que você também consiga dizer como Moisés e como Paulo que combateu o bom combate, completou a carreira e guardou a fé! Deus abençoe!

 Hoje pela manhã,  01/08/2016 a família Pals estava de viagem, rumo ao estado de Colorado (EUA), onde planejavam fazer um mês de treinamento antes de mudarem para o Japão. Mas a direção e cuidado soberano de Deus planejava outro caminho. Em um acidente provocado por um caminhão desgovernado, faleceu o casal Pals e seus 3 filhos: Ezra (3 anos), Violet (quase 2 anos) e Calvin (2 meses).
A minha primeira reação é fazer perguntas sem respostas. Porque Deus tiraria a vida de uma família tão dedicada e fiel? O que o reino de Deus ganhou com a perda desta família tão disposta a servir ao Senhor?
Mas o testemunho da família Pals me faz refletir. A pergunta certa é: o que a família Pals perdeu ao confiar plenamente na soberania de Deus? O que perderam por chegarem ao céu sem antes ter passado pelo Japão? O que perderam, hoje, ao ouvir “Bem aventurado, servos fiéis” sem ter servido por longos anos no campo missionário? O que perderam sendo pais submissos à vontade de Deus? O que perderam sendo recebidos pelo Pai soberano que sabe dar boas coisas aos seus filhos?
E a resposta é ‘nada’. Perderam nada.
Pela graça de Deus, ganharam tudo.


Em tempos de crise  vejamos o quanto Deus  cuida de Nos 


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# 06 esperança  em  tempos de crises

Texto: Josué 24:14-15

"Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; deitai fora os deuses a que serviram vossos pais dalém do Rio, e no Egito, e servi ao Senhor. Mas, se vos parece mal o servirdes ao Senhor, escolhei hoje a quem haveis de servir; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" Josué 24:14-15

Introdução:
Escolher é necessário, saber escolher é indispensável para todos. As escolhas tem o poder de trazer sucesso ou ruína,vida ou morte. A bíblia conta a historia de dois homens que escolheram acertadamente; são eles Josué e Calebe.
Duas gerações haviam se passado desde que Deus tirara os filhos de Israel dos grilhões do Egito. Nenhum dos que testemunharam os grandes feitos do Senhor na libertação do povo, do Egito, com exceção de Josué e Calebe, estava vivo. A nova geração vivia um misto de esquecimento de Deus e de expectativas quanto ao que o futuro lhes reservava. É aí, que Josué, tomado de zelo do Senhor, desafia o povo a uma tomada de posição.

1 – fomos criados por Deus com a capacidade de fazer escolhas e tomar decisões.
2 – Escolhas espirituais são individuais. Ninguém pode fazê-las por você, mesmo, que seja o seu líder de célula ou pastor da igreja.
3 – Deus condena a duplicidade de conduta espiritual – I Reis 18.21 “E Elias se achegou ao povo, e disse: até quando coxeareis entre dois pensamentos: se o Senhor é Deus, segui-o; mas se é Baal, segui-o. O povo, porém, não lhe respondeu nada”.
4 – A escolha certa ou errada implica em conseqüências espirituais imprevisíveis – Dt 30.19-20 - “O céu e a terra tomo hoje por testemunha contra ti, de que te pus diante de ti a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu Deus, obedecendo a sua voz, e te apegando a Ele; pois Ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias...”.

 Deus deu ao homem a liberdade de escolha. Ele não força o homem a adoração, a obediência ou a servi-Lo. Portanto, a escolha é sua!

I. Você tem a escolha entre a vida eterna e a condenação eterna!
"O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz, e te apegando a ele; pois ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias; e para que habites na terra que o Senhor prometeu com juramento a teus pais, a Abraão, a Isaque e a Jacó, que lhes havia de dar" Deuteronômio 30:19-20.

II. Você tem a escolha em seu estilo de vida!
"Pela fé Moisés, sendo já homem, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter por algum tempo o gozo do pecado, tendo por maiores riquezas o opróbrio de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa" Hebreus 11: 24-26.

III. Você tem a escolha quanto à companhia que tem!
"Pelo que disse Noemi: Eis que tua concunhada voltou para o seu povo e para os seus deuses; volta também tu após a tua concunhada. Respondeu, porém, Rute: Não me instes a que te abandone e deixe de seguir-te. Porque aonde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo será o meu povo, o teu Deus será o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu, e ali serei sepultada. Assim me faça o Senhor, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti" Rute 1:15-17.

IV. Deus vai responsabilizá-lo pelas escolhas que você faz!
"Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados" 2 Coríntios 13:5-6.

Hoje é o dia em que o nosso Deus preparou para você. Escolha fazer coisas que Glorifiquem a Deus por isso fomos criados
“Assim que a pessoa estiver segura quanto à vontade de Deus, ela partirá para a ação imediata, não importando as conseqüências. Ao perseguir os seus ideais, ela terá coragem suficiente para queimar as pontes atrás de si” J. Oswald Sanders


Em tempos de crises tomemos decisões que glorifiquem a Deus 

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#07 Esperanças em tempos de crises

VOCÊ PRECISA SER REINADO POR DEUS

Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto. (ARA).

Nesses dias em que não havia rei em Israel, cada homem fazia o que reto aos seus olhos.

- Na avaliação do autor, os acontecimentos dos israelitas nesse capítulo 21 são conseqüentes de duas situações, sendo que a segundo por causa da primeira.

1ª) Nessa época, o povo de Deus Iavé vivia sem rei;
2ª) Por isso, cada um fazia o que achava o correto, o justo, aos seus próprios olhos.

1- Que dias são esses?

- O autor está pensando, principal ou exclusivamente, na narrativa depois da morte de Sansão, isto é, nos capítulos 17 a 21.

Cena 1 = Um homemfaz um templo em sua casa, desconsiderando o Tabernáculo que estava em Siló. E, um levita de Judá vai trabalhar nesse templo pagão (cap. 17).

Cena 2 = Os da tribo de Dã vão atrás de uma herança maior (cap. 18).

Cena 3 = O homem levita tem sua concubina abusada sexualmente e assassinada por benjamitas (cap. 19).

Cena 4 = Deus levanta as 11 tribos de Israel para eliminar o mal de Benjamim. Benjamim seria quase completamente dizimada por Deus ficando apenas 600 varões sobreviventes (cap. 20).

Cena 5 = As 11 tribos de Israel dão um jeitinho de burlar o extermínio da tribo de Benjamim. Diante do juízo de DEUS sobre Benjamim, Israel jurou que ninguém daria suas filhas aos benjamitas sobreviventes. Caso o contrário, receberia uma maldição Divina. Porém, eles estavam compassivos demais com os sobreviventes, e com o fato de uma tribo de Israel ser eliminada. O que eles vão fazer? Israel arranja mulheres para esses benjamitas de duas maneiras:

(1ª) As de Jabes-Gileade, visto que toda a cidade faltou no culto.
(2ª) As donzelas que cultuavam uma vez por ano entre as vinhas.
Os benjamitas foram embora. Repovoaram sua herança.

- Diante dessas cinco cenas, o autor dá a sua avaliação no verso 25.

2- Uma nação sem rei.

- Ainda que o livro de Juízes seja anônimo, há grandes indícios literários que o autor do livro foi o grande Samuel, filho de Ana, último juiz do período pré-monárquico, e quem ungira aos dois primeiros reis de Israel: Saul e Davi.

- O duplo propósito autoral dessa terceira parte do livro era o seguinte:

(1) Mostrar o estado caótico no âmbito religioso e moral de Israel;

(2) Mostrar o tenso contraste entre a tribo de Judá e a de Benjamim. Pois, a circunstância autoral era justamente do período da derrota do rei Saul, e a ascensão do rei Davi.

- É como se autor clamasse: DEUS sempre deu a primazia à tribo de Judá, e vocês foram justamente escolher um rei da tribo de Benjamim, que desgraça nos trouxe.

- O texto fala que “não havia rei em Israel”. De modo absoluto, é claro que havia. Quem era o rei de Israel? Deus Ele ainda que parecesse omisso, continuava no trono. Entretanto, não é esse o caso. Pois, ele agiu poderosamente no livro de Juízes, cuidando, governando, sendo fiel, bondoso e preservador a Israel.

- Deus já reinava sobre o seu povo na entrada a terra prometida através da Lei Mosaica.

- Não obstante, reinou poderosamente libertando Israel através dos doze juízes desse livro. Dois exemplos apenas.

(1) O receoso Baraque contra o comandante Sísera e seus 900 carros de ferros. Deus fez cair forte chuva, e desbaratou ao exército desse seu inimigo. Fugitivo, foi parar na casa de uma mulher chamada Jael. Ela lhe deu uma bebida forte, ele caiu no sono de cansado. Ele tomou uma estaca da tenda, e cravou na face de Sísera.

(2) No capítulo 20, após serem intimados a entregar os estupradores, os benjamitas se opuseram. Houve guerra entre Israel e sua tribo Benjamim. Porém, os israelitas não queriam pelejar. Benjamim, por sua vez, era rebelde, e estava acabando com o exército israelita. Deus acabou com os benjamitas, encorajando seu povo e dando a estratégia de guerra.

- Sendo assim, quando o autor diz não haver rei, ele está falando do representante humano, escolhido do próprio povo de Israel. Esse, de fato, não havia em Israel. É como se o autor dissesse: Israel não consegue viver com o simples e exclusivo reinado de Deus Iavé. Infelizmente, precisa de um humano no trono.

3- Fazendo o que é correto aos seus olhos.

- Israel age segundo a sua própria perspectiva... na conquista da terra prometida... durante o ministério dos doze juízes. Por exemplo:

(1) Um juiz chamado ibsã, julgou por 23 anos. Teve 30 filhos e 30 filhas. Casou todos os seus com pessoas de outros povos, isto é, relacionamentos condenados por Iavé, de jugo desigual, aliás esse foi um dos, senão o maior, dos erros de Israel na conquista da terra. Ele fez o que achou mais adequado aos seus olhos.

(2) No capítulo 17, depois que um homem chamado Mica conseguiu contratar o levita de Judá para ser o seu sacerdote, ele diz em seu coração: Deus agora vai me abençoar, pois tenho um levita de Judá. Ele também fez o que achou mais justo aos seus próprios olhos.

(3) No capítulo 21, as duas concessões feitas pelos israelitas para dar mulheres os benjamitas sobreviventes. Eles também estavam se achando corretos.

- Tudo isso por quê? Porque se perdeu o referencial de justiça e retidão: que é Deus Iavé, sua lei Mosaica, e uma vida de devoção unicamente a Ele.

# Em tempos de crises façamos o que e correto aos olhos de Deus 

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# 08 esperança em tempos de crises
 RUTE NOS CAMPOS DE BOAZ

Rt 2:12.

Em Moabe, Noemi vivencia três momentos difíceis que poderiam ter abalado sua vida.

O primeiro momento difícil na vida de Noemi é quando morre Elimeleque, o marido de Noemi (1:3).

O segundo momento difícil de Noemi é quando seus dois filhos morrem (1:5).

O terceiro momento difícil na vida de Noemi é na fase de sua velhice.

Mas, é nesta hora de crise que Noemi mantem viva a lembrança do Senhor.


Noemi, sempre fora confiante no Deus de Israel, em qualquer lugar e situação que estivesse. Partiu em oração, com poucas roupas e objetos na bagagem e com o coração repleto de saudades e fé. Dez anos se passaram. Em Moabe, dor e sofrimento para Noemi. Perdeu esposo e filhos. Ganhou duas noras, trabalhadoras e bondosas: Rute e Orfa. Noemi, não quer atrapalhar o futuro das jovens, por isso, decide voltar para Belém, ouviu falar que "O Senhor tinha visitado o seu povo" (Rt 1:6). Orfa, retorna para sua família, Rute, porém, demonstra um grande amor e apego a Noemi:
Rute e Noemi, deixam os campos de Moabe, que tanta dor e sofrimento lhes causaram. A partir de então começa uma nova história na vida de ambas. Um novo romance para Rute, e a revelação de uma intensa história de amor entre Deus e os homens. A mais pura, verdadeira e rica história que poderia ser contada pelos séculos dos séculos, eternamente. Minha alma, se regozijou ao ver no livro de Rute, a simbologia entre Cristo e a Igreja, entre o Deusmisericordioso e o pecador.
Não Foi Obra do Acaso: "E caiu-lhe por sorte uma parte do campo de Boaz que era da família de Elimeleque" Rt 2:3. Para ajudar Noemi e também se manter, Rute vai apanhar espigas. Deus, já estava conduzindo a vida de ambas. Elas eram tementes, obedientes a cheias de fé. Deus, ouviu as orações das duas. Rute, orava por Noemi, que por sua vez, clamava a Deus pela nora. Quando quisermos atribuir à "sorte", ao "acaso", a "coincidência", as dádivas diárias lembremos: "Não foi obra do acaso".

"Não Vá Colher em Outro Campo" Rt 2:8- Boaz, estava pretenso a ajudar Rute, se ela fosse colher em outros campos, a beneficência, não se completaria. Ele, se agradou de Rute: "Por que achei graça em teus olhos, para que faças caso de mim sendo eu uma estrangeira?" Rt 2:10. É assim conosco. Deus, se compadece de nós, quando somos ainda pecadores" Rm 5:8. Rute, era moabita e Moabe, representava as vontades humanas, contrárias às Divinas. Uma estrangeira, abrigada em Cristo (campos de Boaz). Existem muitos "moabitas" desfrutando da graça Divina, mesmo sem se aliançar com ela, sem fazer um compromisso de fidelidade. Deus, não faz acepção de pessoas, sua vontade, porém, é de que "os estrangeiros" se tornem cidadãos do Reino, naturalizados filhos, herdeiros, isto, só se torna possível quando "abandonamos os outros campos", e nos abrigamos nos campos de Boaz. E é o próprio Cristo quem diz: "Não vá colher em outro campo".

O Remidor, figura de Cristo: Boaz, era da família de Elimeleque, uma esperança para Rute e Noemi: "este homem, é nosso parente chegado, um dentre os nossos remidores". Remir, significa: Tirar do cativeiro, do poder alheio, resgatar, compensar, expiar, salvar. Boaz, representava tudo isto para elas. Havia outro remidor com parentesco mais próximo. Tinha prioridade. Ao ser consultado disse: "Não a poderei redimir". Este, jamais poderia fazê-lo, porque Rute, agora, estava nos campos de Boaz. Boaz, representa Cristo, Único, Verdadeiro Remidor da humanidade.

O Resgate: Boaz, resgata Rute, casa-se com ela e suscita a descendência que parecia ter sido perdida. Este É O Deus Todo Poderoso!! Quando tudo parece estar perdido, sem vida, Ele torna tudo novo! Somente Ele, pode ser este Remidor.

Saindo dos Campos de Moabe, para os Campos de Boaz: Você já peregrinou emMoabe? Eu já. Se hoje, tenho vida abundante e certeza da salvação, é porque Deus me deixou "colher molhos de espigas nos campos de Boaz" : "E deixai cair alguns punhados, e deixai-os ficar para que os colha, e não a repreendas" Rt2:16. Boaz, ordenou que Rute colhesse livremente as espigas, inclusive as quecaissem propositadamente ao chão. Ela sequer havia sido remida! Já desfrutava da graça, da bondade Divina. Aquele campo, se tornou agradável para Rute. Ela se sentiu segura, amada, livre! Assim me senti, ao olhar para a cruz. Vi o meu Remidor! Ele É para mim, como os campos de Boaz!

A maravilhosa história se encerra com a genealogia de Davi. "Boaz, gerou a Obedeque gerou Jessé, que gerou Davi" Rt 4:22. Um triste começo de peregrinação nos campos de Moabe, transformado com a estadia gloriosa de Rute, nos campos deBoaz, representando a redenção, a graça salvadora. Deixe de peregrinar nos campos de Moabe e se abrigue nos campos de Boaz e verás, a maravilhosa graça que redime a todo e qualquer homem do pecado. Que Deus nos abençoe! A Ele nossa gratidão

Ao estudar a vida de Rute aprendo que a fidelidade e a bondade são essenciais para que a família prospere e tenha a proteção do Senhor.

Com Rute, aprendemos sobre o  valor da fidelidade.

Para aqueles que não tem fé, a história de Rute, poderia ser vista apenas como a história de uma viúva de sorte. Mas, Rute não teve sorte, Rute tinha algo muito mais certo do que a sorte. Ela tinha sobre a sua vida a mão de Deus.

Em tempos de crises confiamos na poderosa mão do Senhor 


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#09 temposde  crise
A vida de Saul
Texto: I Samuel 31:1-13
Introdução
A. Dai-nos um Rei! – Foi a exigência de Israel em I Samuel 8
1. Saul foi o homem escolhido, e ele se tornou herói e conquistador.
2. Saul, porém mais tarde se tornou o rei que perdeu a sua coroa.
3. As ovelhas balindo nas encostas do Monte Carmelo sinalizou o fim do reinado do primeiro Rei de Israel
B. Foi um momento de bobeira evocê está fora!
1. Em I Samuel 13 - impacientou-se e ofereceu o sacrifício
2. Em I Samuel 14 - estava orgulhoso e quase matou Jônatas seu filho
3. Em I Samuel 15 - foi desobediente em não destruir os amalequitas. Ele encobriu seu pecado em vez de confessá-lo.
I. O pecado é algo muito grave
A. Saul tratava o pecado de forma muito leve
1. Não só ele dava desculpas e culpava os outros, mas nunca verdadeiramente se arrependeu.
2. Ele parecia se arrepender, mas era só conversa e nenhuma ação.
3. Nem uma única vez Saul é encontrado com o coração partido com os seus pecados e deficiências
B. Devemos ser cuidadosos para não cometermos o mesmo erro 
1. O salário do pecado é a morte – Romanos 6:23
2. Jesus Cristo morreu uma morte cruel na cruz por causa do pecado
3. O pecado é grave, na vida de ambos, os santos e pecadores -
II. O declínio espiritual é gradual
A. Saul não fracassou imediatamente
1. Na verdade, no início de seu reinado, ele era um homem muito humilde.
2. Mas logo o orgulho e a inveja tomou conta, e ele odiava Davi.

 "Por isso, o que pensa estar em pé olhe que não caia" I Coríntios 10:12
C. Lembre-se – A estrada para o fracasso é um processo lento, mas é uma ladeira escorregadia!
III. A integridade é absolutamente essencial
A. Saul era um homem de coração dobre inconstante em todos os seus caminhos – Tiago 1:8
1. Falava ao invés de fazer, dava desculpas ao invés de confessar, oferecia sacrifícios ao invés de obediência, a reputação e não o caráter. Mais preocupado com a sua vontade à de Deus.
2. Reputação é o que os homens pensam que somos - caráter é você no escuro - sozinho, ninguém está te vendo (exceto Deus).
B. Davi era um homem de integridade
1. Salmo 78:70-72
2. Davi era um homem de coração simples devoção.
3. Um homem segundo o coração de Deus. Cada vez que ele pecava, ele buscava a face de Deus e o perdão. O Salmo 32:3-5 é outro exemplo.
4. Faríamos bem em lembrar que "O que encobre seus pecados não prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" Provérbios 28:13
IV. A obediência é a chave para a vitória e o sucesso
A. Observe o quanto Deus fez por Saul
1. Ungiu e capacitou-o como o primeiro rei de Israel
2. Abençoou e lhe deu grandes responsabilidades
3. Saul, porém, não se submeteu à vontade de Deus, em vez disso ele ofereceu um sacrifício 15:22-23, em vez de obedecer a Deus completamente.
B. Confiar e obedecer, pois não há outro caminho!
1. Nosso sucesso na vida vai depender da nossa obediência a Deus.

1. Edificando-vos na vossa fé santíssima - Judas v. 20 através da Palavra de Deus, oração, comunhão com outros cristãos.
2. Edificar outros – Hebreus 10:24-25 "para nos estimularmos ao amor e as boas obras"
3. Edificar a Igreja através de ganhar os perdidos para Cristo.
D. Se fizermos essas coisas, nunca fracassaremos - II Pedro 1:11-12
Conclusão
A. Que tragédia foi a vida e a morte de Saul - I Samuel 31:4-10
B. O que aconteceu com Saul pode facilmente acontecer com a gente também.


# em tempos de crises obedecemos a Deus em tudo 

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