MULHERES CRISTÃ



ia Internacional da Mulher – A Mulher de Deus (Tornado-se Ester)
por Charo & Paul Washer



ODia Internacional da Mulher. Um motivo para se comemorar é que, em meio a toda boa criação que Deus fez, havia algo que não era bom: o homem estava só. Então, Deus nos agraciou com uma companheira, uma auxiliadora, uma mulher.

“Em chegando o prazo de cada moça vir ao rei Assuero, depois de tratada segundo as prescrições para as mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias de seu embelezamento, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias e com perfumes e ungüentos em uso entre as mulheres), então, é que vinha a jovem ao rei…” (Ester 2:12-13)

Eu sempre fico abismada com o tipo de preparação que a futura rainha Ester teve que passar antes que fosse apta para se apresentar ao rei Assuero. Alguma de nós estaria disposta a passar por doze meses de tratamento de beleza antes de conhecer o homem dos nossos sonhos? É provável que não, mas imagine a possibilidade. Um ano separado para apenas um único propósito: Se tornar tudo o que você for capaz de ser para aquele a quem você mais ama. Tempo precioso para cultivar beleza, fazer investimentos em educação e etiqueta, fortalecer virtudes e construir caráter.

“Toda fase da vida tem sua beleza e maravilha por si própria.”
A preparação de Ester me lembra daquele precioso tempo entre o despertar do desejo no coração de uma jovem mulher de compartilhar sua vida com um companheiro, e o momento em sobe ao altar. Para muitas, esse tempo de preparação é visto como nada mais que um tempo de espera. Mulheres solteiras freqüentemente vêem a si mesmas como sentadas na prateleira enquanto a vida passa por elas, ou sentadas no banco enquanto outras jogam. Não percebem que estão desperdiçando o período mais importante de suas vidas, estão privando a si mesmas de grande alegria e recompensa, estão privando seus futuros maridos de uma mulher mais virtuosa e estão privando a Deus de uma serva através da qual Ele deseja fazer coisas grandiosas.

Assim como Ester teve que estar preparada antes que pudesse ser rainha de um reino inteiro, a mulher também deve estar preparada antes que possa embarcar em um dos mais importantes e difíceis chamados na vida: O matrimônio e a maternidade. Ester teve que aprender os costumes do reino em que vivia, teve que aprender as práticas da vida na corte e os desafios intelectuais, emocionais e espirituais da posição superior. Para simplificar, Ester tinha que ser convertida de uma jovem moça a uma rainha costumes do reino em que vivia, teve que aprender as práticas da vida na corte e os desafios antes mesmo que ela pudesse ter o título e cumprir com o papel de uma rainha. Da mesma forma, a mulher cristã solteira deve aprender os costumes do Reino dos Céus antes mesmo que se una àquele que Deus está preparando para ela. Ela deve estar preparada intelectualmente, emocionalmente e espiritualmente, não para um representante da corte em algum templo pagão, mas para o próprio Deus, sua Palavra e outras mulheres de Deus que foram preparadas antes dela.

O celibato não é um desperdício de tempo ou uma condenação a ficar sentada no banco, mas um tempo que Deus separou especialmente para fazer da mulher o que Ele quer que ela seja, e usá-la de formas que poderiam ser impossíveis após o casamento. O celibato é um tempo no qual uma mulher deve cultivar as virtudes que pertencem a uma mulher de Deus, para assim poder oferecer ao seu futuro marido e ao mundo algo mais do que apenas um rosto bonito.

Lembre-se no seu celibato que você não é a única solteira, mas seu futuro marido está passando pelo mesmo estágio que você. Não seria terrível finalmente conhecer o homem que irá se tornar seu marido só para descobrir que ele usou seu próprio celibato para servir a Deus e preparar-se para ser um marido melhor para você, enquanto que você não usou a liberdade de seu celibato para servir ao Senhor, nem tirou vantagem alguma do treinamento que Deus lhe ofereceu? Também não seria terrível perceber que seu marido passou seus dias como homem solteiro orando diariamente por suas necessidades e pela obra de Deus na sua vida, enquanto você sequer orou por ele, nem respondeu à graça de Deus que lhe foi dada como um resultado das orações dele?

É algo maravilhoso quando Deus abençoa a uma mulher com um marido. Aquele alguém especial é “simplesmente perfeito” para ela ao que foi, de forma cuidadosa e pensativa, desenhado por Deus para ser um em união com ela. É tamanho o prazer para a mulher olhar para trás e lembrar como Deus a capacitou para esperar n’Ele e que Ele foi fiel em abençoá-la. É ainda maior o prazer para ela saber que seu tempo como uma mulher solteira foi também um tempo de buscar a Deus e ser fiel a Ele em seu propósito. Que não quis nem por um momento fugir daquele estado, mas desejou apenas confiar em Deus e esperar em sua graciosa soberania.

De nenhuma maneira é uma tragédia ser uma mulher cristã solteira, mas o caminho do mundo mais uma vez se infiltrou na Cristandade com a falsa idéia de que é. Uma das maiores mentiras é se você não “tem alguém” ou não está “procurando alguém”, há algo de errado com você. Outra mentira é que a mulher solteira deveria estar namorando por aí como se procurar um marido fosse como fazer compras num shopping. Uma mentira ainda mais forte é que a mulher solteira deveria estar dando seu carinho indiscriminadamente para que se torne “mais experiente” e saiba como fazer quando finalmente encontrar o homem de sua escolha. Minha cara cristã, é uma mentira e uma afronta a Deus dizer que a experiência é a melhor professora, e apesar do lema do mundo ser “vivendo e aprendendo”, o conselho da Bíblia é “aprendendo e vivendo”. Você não precisa ter experiência, você só precisa ser conhecedora do que Deus disse e obediente a isso. Você não deveria estar procurando pelo homem de sua escolha, mas deveria estar esperando pelo homem da escolha de Deus. E quando ele vier, não serão passadas experiências que farão seu casamento funcionar, mas as passadas castidade, pureza e santidade. Deveríamos esconder nossos rostos dos caminhos e experiências desse mundo perverso e buscar apenas aquilo que Deus colocou no caminho que Ele preparou para nós.

“Minha querida amiga, ser solteira, assim como ser casada, deveria ser considerado um tempo muito especial e desfrutável tempo na providência de Deus.”
Deus sabe exatamente o que você precisa e até mesmo sabe os desejos de seu coração melhor do que você mesma. Deus ama surpresas. Ele não quer que você procure por seu marido. Ele quer trazê-lo até você, e provavelmente quando você menos esperar. Se você desobedece a esse conselho, como tantas outras mulheres antes de você, e passa a procurar por si mesma um parceiro, você pode encontrar alguém, mas as chances são de o alguém que você encontrar, não ser o certo.

Como mulheres, nossa natureza deseja a companhia e o companheirismo de um homem. Isso vem de Deus e, portanto é bom. Mas ao mesmo tempo, estamos erradas em pensar que a morte será o resultado se essa necessidade não for suprida. Necessitar de outro como companheiro não é como a necessidade de respirar. Ou seja, você pode sobreviver sem um companheiro pelo menos até que Deus tenha feito sua perfeita obra em você. Lembre-se das Escrituras: “Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além de vossas forças.” 1 Coríntios 10:13

Descobri que há duas razões primárias do porque alguém precisa “desesperadamente” de outra pessoa. Em primeiro lugar, é porque não conhecem a Deus como deveriam. Deus não é o Deus de todo o conforto? Cristo não é exaltado o Senhor que completa tudo em todo lugar? Então porque reclamamos sobre o quão vazias e sozinhas nos sentimos? Não pode ser que Deus aumente nosso tempo de celibato para que possamos encontrar vida n’Ele e aprendamos a ser completas n’Ele? Se buscamos nos casar porque sentimos que um marido irá satisfazer nossas vidas ou irá de alguma forma nos fazer completas, seremos severamente desapontadas em nosso casamento. Nenhum homem, não importa o quão parecido com Cristo, poderia de alguma forma tomar o lugar de Deus em nossas vidas, e pensar tal coisa é pura idolatria. Se não somos satisfeitas por Deus agora e completas em Cristo no presente, então nem sequer um casamento feito no nos céus será capaz de mudar nosso vazio.

A mulher cristã solteira deve aprender os costumes do Reino dos Céus antes mesmo que se uma àquele que Deus está preparando para ela.
A segunda razão para a desesperada necessidade de alguém em nossas vidas é o pleno egoísmo. Quando precisamos de alguém para que nos sintamos amadas, ou quando precisamos de alguém para que nossos sentimentos de solidão sejam dissipados, então estamos querendo o casamento pelas razões erradas. O matrimônio não deveria ser encarado como uma oportunidade de ter nossas necessidades conhecidas, mas de conhecer as necessidades de outro. Se não aprendemos a levar nossas necessidades a Deus, então provavelmente vamos oprimir nossos maridos com nossas próprias necessidades e sequer ter conhecimento das dele. Conheci cristãs que desperdiçaram seus dias consumidas com suas próprias necessidades e constantemente lamentando sobre o motivo de Deus não ter trazido alguém em sua vida. Mas por que Deus deveria confiar um homem de Deus a uma mulher que está absorvida em si mesma e suas próprias necessidades, e não usa a liberdade de seu celibato para servir a Deus e preparar-se para os propósitos d’Ele? Tal mulher teria pouco para oferecer a um homem de Deus!

Minha querida amiga, ser solteira, assim como ser casada, deveria ser considerado um tempo muito especial e desfrutável tempo na providência de Deus. Não deveria ser considerada uma mera circunstância ou maldição da qual deva tentar desesperadamente fugir. Ser solteira é um tempo para aprender sobre Deus e sobre nós mesmas, um tempo para descobrir quem nós somos em Cristo, e como crescer na “aparência de Cristo”. É um tempo para ser zelosa por boas obras e envolvida em ministrar para outros. Ser solteira tem uma magia própria que deve ser aproveitada, pois uma vez passado, não deve nunca mais retornar. Não há nada tão triste quanto uma mulher já casada que se arrepende por não ter feito o suficiente com sua vida enquanto era solteira. Tudo foi perdido pelo intento de se apressar em casar sem consideração pelo plano ou pela obra de Deus.

Toda fase da vida tem sua beleza e maravilha por si própria. Minha oração para todas as cristãs solteiras é que elas possam aproveitar seu tempo apesar das mentiras do mundo. Que elas possam ser exigentes e não ajustadas por nada menos que a perfeita vontade de Deus. Que elas possam esperar pacientemente em Deus que é o provedor de todo bom e perfeito presente. Que elas possam ser como Ester, usando qualquer tempo que Deus julgue necessário para torná-las lindas por dentro e por fora.

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Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia” (1 Timóteo 2:9)

Hoje eu me propus a tratar de um tema bastante pertinente e pouco tratado entre as jovens da nossa geração, venho falar sobre moderação nas vestimentas de uma mulher cristã, e quero me restringir apenas as mulheres solteiras, pois, o tema é bastante abrangente e enseja varias discussões, vou apenas tratar aqui, das jovens solteiras. Quero que vocês moças atentem para tudo que será dito neste texto, observem com atenção cada palavra, é muito importante que vocês compreendam que a forma como se vestem pode estar sendo pecaminosa, e este primeiro pecado seria o do adultério, mas, você pode estar agora se perguntando, se você é solteira, porque então, poderia haver o pecado do adultério? E eu te explico! Porque os homens, em geral, são muito mais afetados pelo que veem, do que as mulheres, roupas imoderadas podem ensejar no olhar pecaminoso de qualquer homem. O Senhor Jesus Cristo disse: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para cobiçá-la, já em seu coração cometeu adultério com ela”. (Mateus 5:27-28). Se um desejo lascivo como este é uma violação do sétimo mandamento, então, vestir-se intencionalmente de maneira que provoque ou estimule tal pecado, também deve ser pecaminoso. Por esta razão, o Catecismo Maior de Westminster mostra que o sétimo mandamento ensina “moderação no vestuário” (Resposta 138) e proíbe “imoderação no vestuário” (Resposta 139). As mulheres, em geral, são afetadas por uma combinação de estímulos, diferentemente dos homens. O desejo sexual é imediatamente despertado nos homens pelo olhar. “Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?” (Jó 31:1). Outros trechos da Escritura confirmam esta ênfase de que os homens pecam facilmente ao olhar para uma mulher. Não posso concluir também que haja má intenção em alguma irmã em Cristo em se vestir de forma imoderada, é meu dever como cristã em ser caridosa em meus julgamentos e atribuir as melhores intenções ao que os outros cristãos fazem. Eu tenho plena convicção de que há mulheres Cristãs que não tem a menor ideia do que causam nos homens com seu modo de vestir. Também sei que a responsabilidade da mulher é limitada e em alguns casos, exigir de uma mulher que evite toda a cobiça masculina, somente para se assegurar que não é ela quem está provocando é errado, sei que alguns homens podem cobiçar as mulheres não importando a forma como elas se vistam. O islamismo é um testemunho vivo do absurdo de se pensar que limites externos podem resolver o problema do pecado.

Em 1Timóteo 2:9, Paulo diz que, as mulheres devem se ataviar com “traje modesto”, vestindo-se “com pudor”. A ideia é de uma adequada reserva, com recato, sobriedade, moderação ou autocontrole. Por que então nos vestir? Referindo-se ao homem, antes da queda, lemos que “ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam” (Gênesis 2:25). Depois que Adão pecou, nos é dito que, “foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais” (Gênesis 3:7). E, depois, “fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu” (Gênesis 3:21). É evidente que o propósito das roupas era cobrir, mesmo que houvesse apenas Adão e Eva naquele lugar. Quero deixar claro, que devemos reconhecer a beleza feminina, pois, a mesma foi dada por Deus, a própria escritura nos mostra mulheres bonitas como, Sara, Raquel e as filhas de Jó, e se vestiam com extrema moderação, a beleza feminina foi concedida por Deus, e dessa forma devemos dar o devido valor e reconhecimento a mesma, não é pecado que os homens a reconheçam. A Santa Escritura não condena roupas bonitas e não exige deliberadamente um caráter monótono na forma de se vestir.

Você jovem solteira pode me trazer o seguinte questionamento: “Como poderei eu, solteira, conseguir um marido se não me fizer atrativa?” E eu trago pra você a resposta dada pelo Rev. David Silversides para o mesmo questionamento: “Primeiro, vestir com modéstia não significa vestir roupas feias ou tristes. Moderação e bom gosto sempre serão 'o seu melhor aspecto'. Segundo, a atenção masculina que você atrair para si por vestir-se de forma indecente não vale um centavo. E qualquer marido, obtido por tais meios, não será um marido que lhe fará como esposo. Pois, um homem que é lascivo antes de se casar continuará lascivo depois das bodas. O casamento ajuda os homens a buscarem a santidade; casamento não cura os homens que não são santos. A atração sexual tem sua importância dentro do casamento, mas um homem piedoso a manterá em justa medida. Ele não sentirá necessidade de vê-la vestida de forma indecente para decidir se você seria uma boa esposa em todos os sentidos, incluindo o aspecto físico. Terceiro, o vestir imodesto irá desencorajar os homens de Deus que podem estar pensando e considerando esta mulher. Ele ponderará se você é alguém sério em seguir a Cristo e, ainda, se você vai se vestir assim depois de casada. Então, não há vantagem alguma para uma mulher cristã vestir-se imodestamente.”

Moças, vos trago o conselho de Elizabeth George: “A mulher que é bela aos olhos de Deus enfeita-se diariamente com roupas que não fazem parte de seu armário. Provérbios 31.25 diz: 'A força e a dignidade são os seus vestidos'. Esses dois preciosos ornamentos são as peças mais importantes da indumentária de nossa mulher virtuosa, porque são vestimentas de um caráter piedoso.” Quero vos dizer, que não se atenham a padrões de beleza estipulados pelos homens, quero vos dizer que a maior beleza que vocês podem ter está em ser uma mulher virtuosa, piedosa. Não venho aqui hipocritamente condenar a moda, pois me pego sendo vitima dela por muitas vezes, de mesma forma, não venho querer dizer para que vocês percam o seu desejo de vestir-se bem, de arrumar o cabelo, ou fazer uma bela maquiagem, mas digo, que vocês atentem a forma como se vestem, eu vejo igrejas que se tornaram desfile de moda no domingo, o dia sagrado do SENHOR. Moças o centro de suas vidas, não pode ser a roupa do próximo culto, ou do próximo encontro com as amigas. Chamo a atenção de vocês para uma leitura complementar do texto da minha querida amiga Sonaly Soares, “A SANTIDADE VOS TORNA BELA”, leiam com atenção, compreendam o quão bela vocês serão em santidade: “Portanto as pessoas mais bonitas que podem existir nesse mundo, são aquelas que se assemelham a Ele, que foram recriadas nEle, para serem conformadas a imagem dEle (Rm 8.29). O que torna uma mulher bonita e admirável é a vida de Deus que foi gerada nela através da obra regeneradora do Espírito Santo e que se manifesta por meio da pureza, expressada em sua maneira de se vestir, como trata as pessoas, nos relacionamentos, na obediência aos mandamentos do Senhor, na maneira como se comporta com os homens, na forma de falar e em todos os aspectos da sua existência.” (Sonaly Soares)

Podemos tratar de forma pratica agora, exemplificando algumas roupas, como mini saias, mini biquinis, grandes decotes, ou roupas em geral, que não cumpram a sua função principal que é cobrir. Mostrar uma parte o todo de lugares que só devem ser conhecidos por seu marido é errado, o intuito dessas roupas é meramente sexual, a exemplo da mini saia que foi criada pela Mary Quant, ela diz que “Foi com o propósito de tornar o sexo mais disponível… Mini roupas são uma marca daquelas garotas que querem seduzir um homem”. Chamo a atenção de vocês, para Isaías 47:2,3, a Babilônia retratada como uma mulher que se exibe: “Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, descalça os pés, descobre afinal as pernas e passa os rios. A tua vergonha se descobrirá, e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum”. Vestir-se de forma moderada nunca vai indicar que nos vestiremos de forma brega, ou feia, e sim com elegância, se vestir bem, nunca vai ser o mesmo que se vestir de forma provocante. Nós, certamente devemos seguir os Puritanos em sua preocupação com a moderação no vestir, porque esta é uma exigência Bíblica, tanto para o século 17, quanto para o século 21.

Soli Deo Gloria.





“Deus te convida à felicidade dEle

De todos os atributos infinitamente gloriosos de Deus, talvez sua felicidade seja o que mais deveria nos provocar inveja. Em Deus está a perfeita união de todas as coisas boas. Ele tem plenitude, deleite e alegria eternamente infinitos em si  – de um jeito que jamais seremos capazes de apreciar completamente o que sua alegria é para ele.
Se Deus fosse infinitamente bom, mas incapaz de efetuar o bem porque lhe falta poder, isso o tornaria infeliz. Se Deus fosse misericordioso e santo, mas lhe faltasse sabedoria para salvar pecadores de uma forma que fizesse justiça a sua misericórdia e santidade, ele também seria infeliz. Se Deus não fosse triúno, seu amor por si mesmo o faria também infeliz. De fato, se Deus fosse eterno, mas carecesse de conhecimento infinito, ele seria mais infeliz que aqueles que estão no inferno.
Como o ser perfeito, em quem todos os atributos gloriosamente harmonizam-se um com ou outro, Deus desfruta de uma vida que é muito feliz pois ele tem completa realização em seu ser. Onde há infinitas sabedoria, santidade, bondade, poder, conhecimento e mais, também há felicidade infinita.
Todas as Coisas Boas estão em Deus
Se há alguma felicidade verdadeira fora de Deus neste universo, esta é uma felicidade que se deriva de Deus. De fato, segundo John Owen, “a própria natureza humana de Cristo nos céus não está [fora de Deus]; ela vive em Deus, e Deus nela, em total dependência de Deus, e recebendo abençoadas e gloriosas comunicações dele” (Works of John Owen, 1:325).
Além disso, a felicidade – ou “bem-aventuraça” – de Deus nunca deve ser considerada fora da triunidade de Deus. Sua bem-aventurança não consiste apenas na perfeita união de todas as coisas boas nele, mas também no inefável amor mútuo das três pessoas. O laço do Espírito entre o Pai e o Filho traz infinita alegria ao nosso Deus triúno.
Os teólogos não têm falado da bem-aventurança de Deus apenas como sua abundância de todas as coisas boas, mas também de ele sendo livre de todas as misérias (1 Jo 1.5). Mas, outros não pararam aqui. Tem sido tenazmente defendido por alguns que devemos afirmar que Deus conhece perfeitamente sua bem-aventurança. Ele não deseja nada mais do que tem porque é impossível para ele ser mais ou menos abençoado do que ele é.
A bem-aventurança de Deus é a fonte da qual bebemos para ter a mais verdadeira felicidade. Porque a sua bem-aventurança é abundância de todas as coisas boas, quando ele criou o mundo, ele criou todas as coisas boas e, portanto, todas as coisas abençoadas. Adão era feliz porque ele era bom; Adão era bom porque ele era feliz. Adão era feliz porque Deus o capacitou a saber em que excelente estado ele foi criado. E Adão era feliz porque ele conhecia o amor de Deus (1 Jo 4.8).
O pecado trouxe miséria. Mas Deus enviou seu Filho para lidar com o pecado e a miséria e fazer-nos como ele – abençoado, feliz, contente, satisfeito, alegre.
A Felicidade de Cristo
Jesus foi feliz todos os dias de sua vida? O “homem de dores” era um homem de alegria ao mesmo tempo?
Não temos qualquer razão para suspeitar que Cristo não foi sempre feliz durante sua vida na terra – mesmo que, se alguém tivesse uma desculpa para estar infeliz, esse alguém era Cristo.
Cristo tinha que ser feliz por diversas razões.
1.       Ele estava cheio do Espírito Santo, sem medida (Jo 3.34). O fruto do Espírito inclui alegria (Gl 5.22).
2.       Ele era bom, livre do pecado; o Justo não tinha razão para não amar sua santidade pessoal, que ele recebeu em abundância de seu Pai. O pecado nos torna infelizes, mas Cristo não tinha pecado (Hb 4.15).
3.       Ele confiou em seu Pai e submeteu-se à vontade de seu Pai. O Pai desejava alegre obediência de Cristo, não apenas obediência. Portanto, Jesus foi ao lugar mais aterrorizante do mundo (a cruz) com a alegria que lhe era proposta (Hb 12.2).
4.       Ele sabia que tudo o que estava fazendo em sua vida – isto é, toda a sua obediência, mesmo em suas circunstâncias mais difíceis (como sua tentação) – levaria à sua glória e à salvação de seu povo. Como isso não poderia deixá-lo feliz mesmo quando ele chorava?
5.       Ele afirmou estar alegre por causa dos propósitos de Deus. Em Lucas 10.21, Jesus “se alegrou no Espírito Santo” porque o Pai tinha revelado às “criancinhas” a salvação que vem por meio de sua vitória sobre o diabo (Lc 10.18-20; Hb 2.14).
6.       Ele amava seus amigos, como João, o que teria lhe dado alegria.
7.       Ele tinha um conhecimento peculiar dos atributos de Deus; ele entendia Deus como a fonte de bênção, o que significa que ele nunca precisou se preocupar se algo lhe faltaria individualmente ou a seu povo corporativamente.
Se houvesse um lugar onde poderíamos escusar Cristo por não ter alegria, seria o Gólgota. Mas, como Spurgeon escreve:
Um grande sofrimento estava sobre Cristo quando nossa carga foi posta sobre ele; mas uma alegria maior brilhou em sua mente quando ele pensou que estaríamos assim recuperados de nosso estado perdido…  Mesmo [“Meu Deus, meu Deus, por que me desamparastes?”] quando as profundezas de seu ai soaram, encontramos pérolas de alegria em suas cavernas.
Por causa de sua obra em nossa favor, Cristo sabia que alegria seria nossa recompensa. Deus ofereceria, por meio Cristo e seu Espírito, comunicações continuamente novas da plenitude de seu ser bem-aventurado. Nós beberemos dos “rios de prazer” e nos refrescaremos “nas eternas fontes de vida, luz e alegria para sempre” (Owen, 1:553).
Mas aqui está a glória da nossa redenção: Essa alegria começa nesta vida, não apenas na vida porvir. “Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso” (1 Pe 1.8)
Tão Felizes quanto Aquele a Quem Servimos
Como Deus é a fonte de toda bem-aventurança, não podemos ser verdadeiramente felizes nesta vida até que ele se torne nosso Deus. Nós seremos tão felizes, ou infelizes, quanto aquele ou aquilo a quem servimos, pois nada pode nos oferecer mais alegria do que o que tem em si.
Deus é infinito em felicidade e, assim, provê alegria e satisfação primeiro e preeminentemente para seu Filho – e, então, por virtude de nossa união com Cristo e por meio da habitação do Espírito Santo, ele provê essa mesma alegria a nós (Jo 16.24).
George Swinnock sabiamente afirma:
Aqueles que servem à carne como seu deus são infelizes (Rm 16.18; Fp 3.18) porque seu deus é vil, fraco, enganador e transitório (Sl 49.20; 73.25–26; Is 31.3; Jr 17.9). Similarmente, aqueles que prezam o mundo como seu deus são infelizes porque seu deus é vão, problemático, incerto e passageiro (Ec 1.2-3; 5.10; 1 Co 7.29-31; 1 Tm 6.9-10). Mas aqueles que têm interesse nesse grande Deus são felizes: “bem-aventurado é o povo cujo Deus é o Senhor” (Sl 144.15).
Swinnock acrescenta que a alegria é “o maior e mais sublime dom que o Deus infinito pode nos dar. Ele pode nos dar coisas maiores que riquezas, honras, amigos e relacionamentos… . . . Ele pode nos dar coisas maiores que o perdão de pecados e paz de consciência. Mas ele não pode nos dar algo maior que si”.
Cristo recebeu sua alegria de Deus por meio do Espírito; então, nós recebemos nossa alegria de Deus por meio de Cristo pelo poder do Espírito. Essa é a única alegria digna de se ter porque ela vem de uma fonte inexaurível de bem-aventurança que fluirá em nossas almas por toda a eternidade de forma que nossa alegria no céu apenas crescerá enquanto bebemos de nosso Bendito Deus e Salvador.
Quando você estiver carregando várias cruzes nesta vida, lembre-se de Jesus. Lembre-se de sua alegria e tome posse dela – pois nele, e pelo Espírito, a alegria dele é sua.



Submissão: muito mais que ceder


por Rebecca Jones

Princípios bíblicos para honrar os maridos de forma radical
Enquanto eu dirigia, trazendo minha filha de quinze anos da ginástica para casa, eu ouvia atentamente sua descrição de um momento doloroso e embaraçoso. Suas emoções pesavam não só em minha alma, mas também no pedal do acelerador. Uma náusea tomou conta de mim enquanto eu via as luzes piscando atrás de nós. Quando o policial me perguntou se eu tinha alguma razão para dirigir a 40 milhas por hora em uma zona de 30 milhas por hora, eu simplesmente respondi: “Não senhor, eu só não estava prestando atenção”.
Quando terminamos as formalidades do processo de emissão da multa, eu saí dirigindo (devagar!). Minha filha, que agora já estava realmente soluçando pela tensão adicional de me ver receber uma multa que eu não poderia pagar, começou a reclamar de quão injusto o policial tinha sido.
“Não”, eu insisti. “Ele não foi injusto. Se eu estava indo acima do limite de velocidade, ele tinha todo o direito de me parar e me dar uma multa”.
“Mas ele foi tão arrogante, tão sabe-tudo”, minha filha argumentou. “E ele poderia ter apenas te dado um aviso”.
“Bem, eu já vi coisa pior”, eu respondi.
Eu não estava chateada com aquele policial nem tive medo dele como pessoa. Eu não me senti nem melhor nem pior que ele, mas ele era um policial e eu não. Naquela situação, eu era chamada a me submeter à sua jurisdição.

Mudanças culturais

Essa situação de autoridade legal é, praticamente, a única figura de submissão que ainda temos em nossa sociedade. Apesar de não ser particularmente útil quando pensamos a respeito de uma esposa se submetendo a seu marido, ela ilustra um princípio. Assim como o policial não era “melhor” do que eu, mas simplesmente estava exercendo a autoridade que lhe foi delegada, também um marido não é “melhor” que sua esposa meramente por estar em autoridade. Ela não é um ser humano menos digno que ele, mas a autoridade é parte da tarefa, da identidade e do chamado dele.
Eu não tenho mais ouvido ou lido a palavra “submissão”. Imagino que a pessoa comum daria a essa palavra uma conotação negativa. Somente fracotes se submetem. A pessoa realizada é forte, autônoma e automotivada.
Quando eu estudava na Wellesley College, o movimento feminista estava ganhando força. Era chocante se uma mulher anunciasse que sua vocação escolhida era o casamento e a maternidade. Desde então, essas atitudes em relação a esposas e mães se espalharam ao ponto de não serem mais domínio da esquerda radical, mas a opinião comum na sociedade em geral.
Nesse contexto, até mulheres cristãs têm dificuldade de se ajustar às palavras do apóstolo Paulo aos Efésios: “As mulheres sejam em tudo submissas a seu marido”. Claro, alguns tentam argumentar que o que Paulo quer dizer é uma submissão menos ofensiva, toma-lá-dá-cá, em que cada parte simplesmente considera as necessidades da outra. Para apoiar esse ponto de vista, alguns usam Efésios 5.21, que parece sugerir uma submissão mútua, meio a meio, que poderia passar despercebida pelos guardiães do politicamente correto em nossa cultura.
Mas certamente nós percebemos o sentido implícito desse verso no contexto de todo o livro. Paulo segue ao comando de “sujeitar-vos uns aos outros” pelos modos através de quais nos submetemos, ou seja, esposas a maridos, filhos a pais, escravos a senhores (ou, em nossa sociedade, empregados a chefes). Se Paulo estava apenas enfatizando um princípio geral de submissão mútua, por que ele iria enumerar casos específicos? Se ele quisesse ilustrar a mutualidade da submissão, ele teria enfatizado os dois lados da questão, especificando: “Escravos, sujeitai-vos a seus senhores como, mestres, a seus escravos. Maridos, sujeitai-vos a suas esposas, como, esposas, a seus maridos. Pais, sujeitai-vos a seus filhos, como, filhos, a seus pais”. Pelo contrário, essa passagem é revoltantemente antidemocrática.
Então, como pode uma mulher cristã, hoje, viver essa noção de submissão? O que está envolvido nisso?

Dois princípios

Usemos dois padrões de pensamento paulinos para iluminar nossa discussão sobre submissão. Talvez, se nós pudermos treinar-nos a pensar um pouco mais como o apóstolo Paulo, nós entendamos com o que essa submissão deve se parecer.
Primeiramente, Paulo nos dá o princípio de obediência positiva radical. Algumas pessoas já o descreveram como retirar e colocar. Note, em Efésios 4.28, quando Paulo fala sobre o furto, ele não para no mandamento negativo “não furte mais”. Antes, ele nos diz que, de forma a não furtar mais, nós deveríamos usar nosso tempo trabalhando com nossas próprias mãos. Mas isso ainda não é suficiente. O ladrão deve parar de furtar e trabalhar para que tenha com que acudir ao necessitado. Então, o comportamento negativo é furtar, o comportamento “neutro” é trabalhar com as próprias mãos e o comportamento positivo é dar seus bens a outros.
Vemos Paulo usar esse mesmo princípio em relação à fala. Não é suficiente parar de mentir ou mesmo silenciar, mas deve-se falar a verdade tendo como objetivo a edificação (Ef 4.29). Igualmente, nós não devemos ser bêbados, mas devemos ser cheios do Espírito para que possamos entoar hinos e cânticos espirituais sob Seu controle para a edificação do corpo de Cristo (Ef 5.18-19).
O segundo princípio paulino que nos ajudará a entender submissão é o princípio de paralelismo. Paulo traça um forte e específico paralelo entre o relacionamento de Cristo com a Igreja e o relacionamento do marido com sua esposa. A própria razão pela qual Deus criou homens e mulheres e a profunda união física e espiritual que eles experimentam no casamento é para ensinar-lhes sobre Cristo. Todas as estruturas da criação de Deus existem para nos ajudar a compreender Sua natureza. Ele nos encoraja a aprender sobre Cristo e a Igreja pelo que sabemos do relacionamento no casamento e também a aplicar o que sabemos da união entre Cristo e sua Igreja em nossos casamentos, para que possamos melhor compreender como amar no contexto dessa união.
Apliquemos esses dois modos paulinos de pensamento à submissão.

 Honra radical

Mulheres que, ativamente, se rebelam contra a autoridade de seus maridos, recusando-se a aceitar o que Deus colocou em suas vidas para proteção, obviamente não estão em submissão. Mas, à luz de uma obediência positiva radical, não é suficiente que tal mulher seja apenas neutra. Submissão não é uma passividade relutante ou laissez-faire. Para obedecer ao mandamento de Cristo de submeter-se, uma esposa deve tentar conhecer o coração de seu marido, honrar esse coração, orientar-se por seus desejos e alegrias, seus instintos e paixões, e alinhar a si mesma e a seus filhos a esses desejos e paixões.
Nós, esposas, não devemos apenas não depreciar nossos maridos, mas devemos elevá-los. Nós não devemos apenas não lhes negar nossos corpos, mas somos chamadas a entregar-nos com alegria. Não devemos apenas tentar “não os dominar”, mas devemos desejar aumentar sua autoridade e respeito de toda forma possível, seja aos olhos de nossos vizinhos, de nossos filhos ou de nossos amigos da Igreja. A famosa passagem de Provérbios 31 mostra uma mulher que usa sua grande iniciativa e criatividade para controlar uma esfera de influência que lhe foi dada por seu marido, de maneira a trazer honra ao nome dele.

 Fazer convergir nele

A submissão de uma esposa a seu marido deve ser paralela à submissão da Igreja a Cristo. A tarefa da Igreja é aprender a fazer convergir todas as coisas no cabeça, Cristo (Ef 1.10), e permitir que seu Salvador a santifique (5:26). Devemos levar cativo todo pensamento a Cristo (2 Co 10.5). Devemos ter nossas mentes renovadas (Rm 12:2), conformando-as à mente de Cristo, nosso Salvador. Devemos ser purificados por meio da lavagem de água pela palavra de Cristo (Ef 5.26). A Igreja deve adotar o coração de Cristo.
A tarefa de uma esposa de submeter-se a seu marido é muito mais do que, simplesmente, aquiescer quando acontece de a vontade dele ir de encontro à dela ou permitir que ele tome decisões sem fazer objeções. Uma esposa deve fazer convergir todas as coisas em uma cabeça, seu marido. Em outros termos, na esfera de seu lar, onde seu marido é a cabeça, a esposa deve reunir, juntar e submeter todas as coisas que estão sob sua supervisão (inclusive seus filhos!) ao controle de seu marido.
Sou casada há vinte e oito anos. Conforme vou, gradualmente, compreendendo a natureza radical da submissão, também compreendo a profundidade de minha própria rebelião. Sem o poder e a graça de Cristo, a Igreja não pode viver à altura do alvo de fazer convergir todas coisas no cabeça, isto é, em Cristo. Sem o poder e a graça de Cristo, nunca poderei começar a fazer convergir todas as coisas em meu lar em uma cabeça, isto é, meu marido. Mas, em minha fraqueza, eu aprendo sobre a força de Cristo. Enquanto me esforço para submeter-me a meu marido e alinhar-me a seu coração, mesmo quando eu não o compreendo, eu também estou ajudando a fazer convergir todas as coisas em Cristo. Pois o homem é a cabeça da mulher, Cristo é a cabeça do homem e até mesmo Cristo irá sujeitar todas as coisas aos pés de seu Pai, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas (1 Co 15.21-28).
Assim, o que é submissão? É participar, com todo o coração, na exaltação de seu marido e elevá-lo a glória e honra sob Cristo.
Sem compreender a base bíblica de sua conclusão, uma aluna de Wellesley, tendo chegado à beira de um segundo divórcio, disse: “Eu acho que meu primeiro marido estava certo. São necessárias duas pessoas para fazer um sucesso”. Deus me deu para meu marido, para ajudá-lo a ter sucesso em sua tarefa de fazer convergir sua família e seu lar na liderança de Cristo e em seu trabalho de pregar claramente o Evangelho. Quando filhos se submetem a seus pais na força do Senhor, quando empregados se submetem a seus chefes através do maravilhoso poder do Evangelho e quando esposas se submetem a seus maridos, todos nós crescemos juntos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Ef 4.15). E nós enchemos todas as coisas com o conhecimento do glorioso Deus do Evangelho (4.10), que nos amou com amor eterno.
Através de radicalmente se submeterem a seus maridos com alegria, pelo poder do Espírito Santo, esposas cristãs participam não apenas do mandamento original de encher a terra e sujeitá-la, mas também no maior e celestial mandamento à Igreja de mostrar “a multiforme sabedoria de Deus” aos dos principados e potestades (Ef 3.10) e de chegar “à medida da estatura da plenitude de Cristo” (4.13), de forma a elevá-lo em glória e “encher todas as coisas” (4.10). Quão grandioso e elevado é nosso chamado e que Salvador abnegado temos para nos mostrar o caminho.
Traduzido por Sarah Buckley




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“Como mergulhar a próxima geração na Palavra de Deus?”


 por Jani Ortlund
 
A. Valorize a sua Bíblia.
Leia, estude, cite, medite, reverencie as Escrituras. Seus filhosveem você lendo, orando e compartilhando a Palavra de Deus? Você levando a Bíblia para a igreja? As Escrituras têm lugar de honra na sua casa? Eles percebem que esse é o seu tesouro terreno mais precioso?
B. Compartilhe a Escritura com a próxima geração
Todos os dias da vida dos filhos, cerque-a com a palavra de Deus (Deut. 6:6-9; 2 Tim 1:5). Leia as Escrituras juntos após o jantar, coloque-as nas paredes da sua casa, cite a Bíblia enquanto você ora com eles, escute-a em forma de música, memorize-a juntos.
Os benefícios de mergulhar a próxima geração na Palavra de Deus?
Pense nos benefícios que essa prática pode trazer a sua família:
1. Você estará dando a ele algo fora dele mesmo para encorajá-lo nessa prisão de uma cultura sem Deus;
2. Ele saberá para onde ir quando precisar de esperança, direção ou conforto.
3. Quando a vida parecer miserável, ele pode se lembrar de mergulhar nas misericórdias de Deus;
4. Ele será capaz de encontrar uma promessa do Pai Celestial quando tudo ao seu redor se tornar caos e confusão.
5. Se ele se lembrar da Palavra “no ano da sequidão” (Jr 17:8), sua vida não será caracterizada por ansiedade e medo.
6 Mais importantes, ele será capaz de crescer cada vez mais no amor de Jesus – a Palavra Viva, o Verbo Eterno, o foco e principal mensagem da Bíblia (Lc 24:27,44)
7. Seu filho terá a oportunidade de se aproximar de Deus à medida que ele lê as Escrituras. Toda Escritura é “inspirada por Deus” (2 Tim 3:16). Pense o quão perto você está de uma pessoa quando você consegue sentir a sua respiração. Perto… muito perto. Face a face, num certo sentido.
Oh, tornemo-nos mulheres que valorizam e passam adiante a Palavra de Deus! Estejamos mais preocupadas com o alimento espiritual que estamos alimentando os nossos filhos do que com o alimento físico. Que nós possamos criar uma geração que possa dizer – em meio a tudo o que a vida traz -“Achadas as tuas palavras, logo as comi; as tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo teu nome sou chamado, ó SENHOR, Deus dos Exércitos” (Jr 15:16)
Como você tem ajudado os seus filhos a aprenderem e a amarem a Palavra de Deus?

ORTLUND, Mulheres Piedosas. Como Mergulhar a próxima geração na palavra de Deus. Disponívelem:http://www.mulherespiedosas.com.br/como-mergulhar-a-proxima-geracao-na-palavra-de-deus-por-jani-ortlund/. Acesso em: 15 de Novembro de 2014


Transformação no Caráter, 

de Katie Brazelton


Introdução
Algumas de nós experimentamos um vale entre a compreensão do propósito de Deus para nossas vidas e, sua execução! Felizmente, em nossa jornada vamos encontrar uma forma para cumpri-la!
Aqui estão pequenas ideias, que a autora quer saibamos:
1 - Deus se preocupa mais com seu caráter do que com a sua missão desse mundo e o plano que usas para executá-lo;
2 - Ele se preocupa mais com a integridade de Cristo do que a produtividade de construção do reino;
3 - Ele quer honestidade em todas as áreas de nossas vidas, mais do que as nossas realizações para ele.
4 - Aquele, que tem um coração para vidas transformadas, não pode levar uma vida intencionalmente equivocadas!
 * Caráter x Cadeias
Cadeias são áreas de caráter, em nossas vidas que são tão vulneráveis, que o inimigo senta acampamento! Identificar essas áreas e transformá-las.
Relacionamento com Deus:
- A humildade: orgulho, sentenciosa, sem valor;
Relação com nós mesmos:
- Confiança: a insegurança, a baixa autoestima e perfeccionismo;
- Coragem: medo, ansiedade e falsidade;
Relação com os outros:
- Autocontrole: impulsivo, viciado, indisciplinado, super.Emocional ou estressado.
- Paciência - intolerante e exigente;
Relacionamento com as coisas:
- O contentamento: a inveja, a insatisfação, inquieto perceptual;
- Generosidade: ganância e supervalorização de si;
Relação com o Futuro
- Perseverança: desistir, hesitante, evita tomar decisões.
 * Três maneiras de colaborar
Construir um Caráter é um esforço colaborativo, principalmente entre nós e Deus.
"Toda vez que você se esquece de que o caráter é um dos propósitos de Deus em sua vida, você ficará frustrado por suas circunstâncias." Rick Warren.
A ação de ver suas circunstâncias como ferramenta de aprofundar o caráter de Deus, ajuda-o a apreciá-los.
1 - Preparação: coisas como a leitura da palavra de Deus e este livro;
2 - Oração: Falar com Deus sobre e no processo;
3 - Prática - Decida o que você vai trabalhar e pedir ao Espírito Santo para carregá-lo!
Aguarde no próximo mês para estudarmos sobre humildade

BRAZELTON. BABER. Cafezinho da tarde. Disponível em:<http://cafezinhodatarde.wix.com/comunidade#!transformao-no-carter/c164j>. Acesso em: 15 de Novembro de 2014



Como mudar o que mais irrita no casamento! 

De Gary Chapman.




Capítulo 01 - Tema: Começando da maneira certa
 Dizem que uma grande caminhada começa sempre com o primeiro passo, nem sempre é tão grande ou firme… pequenas e grandes transformações iniciam-se quase sempre por pequenos detalhes seja em atitudes simples ou palavras singelas… E nada melhor do que começar da maneira correta, e desta forma, só mesmo o Senhor para nos ajudar a escolher qual rumo tomar… Neste caso especifico de transformação do casamento, o começar da forma certa implica seguir as orientações do Senhor, estar atenta para ouvir a Sua voz e disposto a seguê-la!
Começar da maneira certa é enxergar os nossos próprios defeitos, limitações e pecados (sim pecados! Podemos ser salvos pela graça de Deus, mas pecamos… quantas vezes não queremos pecar e lá vamos nós outra vez...). Não somente enxergar, mas procurar de todo o coração melhorar, buscando forças no Senhor! Podemos tentar perceber as áreas da nossa vida onde temos maior dificuldade em realizar a vontade de Deus, aqueles problemas que gostaríamos de ver resolvidos em nós mesmos. Pedindo ajuda ao Senhor, que mostre quais áreas mais problemáticas… também conversar com nosso cônjuge e pedir que nos diga o que gostaria que melhorássemos (mas, por favor, não justifique cada afirmação que ele- tendo ou não fundamento- e nem transforme esta conversa em briga). Pode também conversar com amigos cristãos que vos conheçam bem e pedir para quedigam o que percebem (não o seu cônjuge- lembre que é você que vai ser o inicio da mudança) e pode ter uma conversa também até com alguns familiares mais próximos. Naturalmente estas pessoas devem ser idóneas, maduras e capazes de ter uma conversa positiva e produtiva, não será uma briga e nem uma lavagem de roupa suja, mas sim um pedido de ajuda que você está fazendo! Após recolher essas informações, convém perceber quais áreasdeve mudar e conversar com o Senhor sobre isso, pedindo direção, apoio e ânimo! Uma das lutas mais bravas e que pode levar mais facilmente ao desânimo é aquela que é travada conosco próprio, com nossa velha natureza… Começar da maneira certa é sim primeiramente tentar retirar a grande e grossa trave que está bem na frente do nosso olho, em vez de reparar e tentar retirar o pequeno arqueiro que está no olho do cônjuge!
Resumindo neste versículo: E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Lucas 6:41.  E porque para chegarmos ao destino certo, temos mesmo que começar da maneira certa!

CHAMPMAN. Souza, Cafezinho da Tarde. Como mudar o que mais irrita no casamento!Disponível em: http://cafezinhodatarde.wix.com/comunidade#!mudando-o-que-mais-irrita-no-casamento/c9a0>. Acesso em: 15 de Novembro de 2014


Pastel Assado

Ingredientes
1 xicara de margarina
1 caixa de creme de leite
½ colher de sopa de fermento em pó
½ colher de sopa de sal
500 g de farinha de trigo
50g de queijo ralado
Modo de preparo:
Misture a margarina, queijo ralado, creme de leite, sal e fermento e a farinha de trigo aos poucos até o ponto de soltar das mãos. Abra a massa com rolo, corte em discos, recheio a gosto, pincele com gemas de ovos e leve ao forno por volta de 20 a 30 minutos.
Rendimento: 30 pasteis grandes ou 60 pasteis pequenos

Receita do instagram Nalancheiramaede2


“Livrando-se do ‘Complexo de Barbie'” por Bethany Baird 



As últimas novidades da Barbie, cada boneca feita perfeitamente, da cabeça aos pés. Cada roupa perfeitamente estilizada, rosto perfeitamente maquiado, visual perfeito, cabelo perfeito. Perfeito, perfeito, perfeito.
A princípio, quis gritar: “Isto é ridículo! Porque permitimos que meninas brinquem com essas bonecas adolescentes vestidas em roupas curtas e sedutoras?”. Ainda bem que tive domínio próprio e não gritei. Ao invés disso, peguei meu computador e pesquisei: O que tem essa garota? Porque ela é tão popular? Como ela veio a existir?

A História da Barbie
Em 1959 e foi criada por Ruth Handler, que deu o nome de sua filha, Barbara, à boneca. Foi apresentada a um grupo de compradores céticos na Feira Norte-Americana de Brinquedos na cidade Nova Iorque, disseram que as meninas brincam com bonecas de papel e bonecas- bebê, e não com uma adolescente com a aparência de mulher, provavelmente superaram seu ceticismo bem rápido, considerando a atual.
Qual é o trabalho da Barbie?
A sua função como boneca. Esta foi à explicação que encontrei: “Simplesmente ser uma referência de moda adolescente”. Não é de se espantar que todas as roupas sejam inspiradas nas mais atuais tendências das passarelas de Paris. O propósito de vida da Barbie é estar totalmente a par da última moda.
A Barbie é uma lenda
De acordo com jornais e revistas online populares, a Barbie é uma lenda. Os fãs a descrevem da seguinte maneira:
 “Quem mais ou o que mais permaneceu relevante num mundo em constante mudança? A Barbie permaneceu. Ela alcançou o estrelato e ela merece. Ela lidou com as críticas com charme e graça e continuou a ser ela mesma.”.
Eu fico me perguntando se seus fãs tem consciência de que ela é apenas um pedaço de plástico e não uma pessoa de verdade.
Barbie na vida real
Se a Barbie fosse uma mulher de verdade, ela teria 1,75 m de altura, 99,06 cm de busto, 45,72 cm de cintura, 83,82 cm de quadril e calçaria 33. Vamos supor que você tivesse a escolha de ter essas medidas, então eu te diria para fugir delas por amor à sua vida. Essas medidas são totalmente absurdas e completamente ridículas de se ver.
A Barbie em uma casca de noz…
Uma adolescente que nunca envelhece, nunca fica feia, nem teve um dia de cabelo ruim (a não ser que você o destrua), pneuzinhos, acne, dentes amarelos, um dia sem estar bem maquiada, nunca, nunca, nunca!
Como assim? Essa garota é perfeita! É a lenda que conquistou o coração de bilhões de dólares mundo afora. Nosso dinheiro grita que nós a amamos e queremos mais dela.
Honestamente, não estou tentando acabar com a Barbie, mas é preocupante com o seu status atual de “exemplo a seguir”. Sejamos realistas por um minuto. As garotas cristãs não estão indo bem. Foi fixado um patamar extremamente alto para nós e não importa o quanto queremos alcançá-lo, não conseguimos.
Não falamos isso em voz alta, mas nós sentimos. A mensagem de perfeição foi propagada em alto em bom som e, infelizmente, nós acreditamos nela. Podemos até dizer que não acreditamos, mas nossas ações mostram o contrário. É por isso que estou chateada com a Barbie. “Porque ela continua ostentando suas roupas justas e curtas no seu pequeno e perfeitas” corpo de plástico, enganando meninas mundo afora e fazendo-as acreditar a perfeição exterior é a chave.
Destruindo a obsessão pelo corpo perfeito
Deixem-me contar a vocês um pequeno segredo: a inventora e criadora da Barbie a fez para o propósito de ser uma referência adolescente e está fazendo isso muito bem.
Pare e pense sobre isso: você também é a criação de Alguém.
Você foi criada por um Designer para um propósito específico e não foi para viver a sua vida obcecada com a aparência física. O seu Designer e Criador é Deus, foi Ele que formou você (Salmos 139:13) e Ele é o Responsável por lhe dar um propósito (Filipenses 2:13).
Leia com bastante cuidado agora. Como seu e meu Criador, Deus reservou um monte de versículos para descrever uma mulher de sucesso. Se o seu Criador investiu tempo para nos dar nosso próprio capítulo do sucesso, acho que é melhor a gente prestar atenção. O capítulo é Provérbios 31:10-31.
Nesse monte de versículos, a palavra “beleza” é mencionada apenas uma vez. É isso mesmo, apenas uma vez! Aqui está:
 “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.” (Provérbios 31:30.
Você percebeu isso? No nosso capítulo personalizado para alcançar o verdadeiro sucesso, a beleza é mencionada apenas uma vez e nós somos ensinadas de que ela é vã. Deus provavelmente sabia que faríamos um pouco de confusão nesta área.
A beleza é vã. Não vai durar. Não tem valor eterno.
De acordo com a Palavra de Deus, quem é a mulher sendo louvada? É a mulher que teme ao Senhor.Acho que é tempo depararmos de temer o corpo perfeito da Barbie, os cartazes e revistas perfeitas, os filmes e os programas de televisão e começarmos a temer ao nosso Criador.É tempo de nós, garotas, tomarmos uma posição e dizer “não mais!” ao “complexo de Barbie”.
Leve isso pro lado pessoal…
– Desafio cada uma de vocês a parar e perguntar a si mesmas se realmente acreditam em Provérbios 31:30.
– Se você acredita, você o está vivendo?
– As suas ações mostram que temer a Deus é mais importante que a sua perfeição física?
– De que forma você tem caído nas mentiras de que a perfeição física é o que lhe valoriza?

BAIRD, Mulheres Piedosas. Livrando-se do complexo de Barbie. Disponível em:<http://www.mulherespiedosas.com.br/?s=livrando+do+complexo+de+barbie>. Acesso em: 15 de Novembro de 2014

  





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